Arquivo diários:19 de agosto de 2025
DEU NO JORNAL
CORRESPONDÊNCIA RECEBIDA
SÉRGIO – SÃO PAULO-SP
Bom dia
“Instituições draconianas” refere-se a instituições ou sistemas de governo que adotam leis ou práticas muito severas e rígidas, frequentemente com punições cruéis. O termo deriva de Drácon, um legislador ateniense do século VII a.C. que estabeleceu um código de leis conhecido por sua severidade.
Origem do termo:
* Drácon (ou Draco) foi um legislador ateniense que criou um código de leis por volta de 621 a.C.
* As leis de Drácon eram notórias por sua severidade, punindo até mesmo pequenos crimes com a morte.
* O termo “draconiano” passou a ser usado para descrever qualquer lei ou medida que seja extremamente severa ou rigorosa.
Características de instituições draconianas:
* Severidade excessiva: As punições são desproporcionais aos crimes, muitas vezes com pena de morte ou outras punições cruéis.
* Falta de equidade: As leis podem favorecer certas classes sociais ou grupos, criando desigualdades.
* Foco no controle: O objetivo principal é manter a ordem pública através do medo e da coerção, em vez de buscar a justiça.
* Restrição de direitos: As liberdades individuais são limitadas, e as pessoas podem ter medo de expressar suas opiniões ou se opor ao governo.
* Falta de transparência: O sistema legal pode ser obscuro e difícil de entender, com pouca ou nenhuma possibilidade de recurso.
Exemplos históricos:
* O código de leis de Drácon é um exemplo clássico de instituição draconiana.
* Regimes totalitários e ditaduras são frequentemente associados a práticas draconianas.
* Alguns sistemas legais ou medidas governamentais podem ser considerados draconianos em determinados contextos, dependendo da severidade das punições ou da falta de justiça.
Eu poderia dizer Qualquer Semelhança com a vida politica real no Brasil é Mera Coincidência mas não é só coincidência é a realidade que vivemos aqui.
COMENTÁRIO DO LEITOR
ARMAÇÃO DE BAITOLAS
Comentário sobre a postagem MAIS BELO QUE O BIGODE DA XERECA
Sergio Rieffel:
É obvio que se trata de mais uma armação de baitolas querendo “enfeiar”as mulheres!
Lembrou-me umas bermudas que o mulherio usou que tinha um bolso mais comprido e aparecendo! Um negócio medonho que felizmente passou rápido!
Parece que estou vendo: Dois ou três veados, de sacanagem, se reúnem e inventam um troço horroroso e saem falando que está na moda!
Pronto!
Uma meia dúzia de tontas engole a isca e sai por aí usando e passando vergonha!
E depois reclamam que homem está escasso!
Se mulher minha aparece com uma porcaria dessas, o pé na bunda é garantido!
DEU NO JORNAL
A GENTE É QUE PAGA
Gastos do governo Lula com “cartões corporativos” passam dos R$ 47,4 milhões até o fim de julho.
Passou na maquinha, lá se foi o nosso dinheiro.
Só a Presidência torrou R$ 3,2 milhões.
Tudo secreto, claro.
* * *
Secreto e por dabaixo dos lençois de hotéis 13 estrelas.
Isso deveria ser pago só por quem fez o L.
Mas a banda decente deste país também tem seu bolso assaltado.
É pra arrombar a tabaca de Xolinha!!!
A cachorra Xolinha, mascote do JBF, de tabaca arrombada com a gastança janjeira do gunverno luloso
CORRESPONDÊNCIA RECEBIDA
MARINALVA DO COUTO MONTEIRO – JOÃO PESSOA-PB
PEDRO MALTA - A HORA DA POESIA
CLAMOR SUPREMO – Cruz e Sousa
Vem comigo por estas cordilheiras!
põe teu manto e bordão e vem comigo,
atravessa as montanhas sobranceiras
e nada temas do mortal Perigo!
Sigamos para as guerras condoreiras!
Vem, resoluto, que eu irei contigo.
Dentre as águias e as chamas feiticeiras,
só tendo a Natureza por abrigo.
Rasga florestas, bebe o sangue todo
da Terra e transfigura em astros lodo,
o próprio lodo torna mais fecundo.
Basta trazer um coração perfeito,
alma de eleito, Sentimento eleito
para abalar de lado a lado o mundo!

João da Cruz e Sousa, Florianópolis-SC, (1861-1898)
DEU NO JORNAL
SEREMOS O PRÓXIMO
Após a derrota da esquerda na Bolívia, o deputado Rodrigo Valadares (União-SE), comemorou:
“Foram 20 anos de esquerda derrubados. Agora é a vez do Brasil em 2026. Chega de atraso, chega de PT!”.
* * *
Tomara!!!
Seria uma bênção se acontecesse aqui a maravilha que ocorreu na Bolívia.
Se as eletrônicas permitirem, claro…
LAUDEIR ÂNGELO - A CACETADA DO DIA
APRENDE, CNBB !
Neste domingo (17), o Conselho Interdenominacional de Ministros Evangélicos do Brasil (CIMEB) divulgou uma nota pública de repúdio contra a inclusão do pastor Silas Malafaia em inquérito da Polícia Federal (PF) onde ele é investigado por suposta obstrução no processo sobre a tentativa de golpe de Estado.
DEU NO X
VAMOS RECORDAR
Lula, logo depois da confirmação de Dino ao Supremo, seu aliado há mais de três décadas:
“Vocês não sabem como eu estou feliz, hoje. Pela primeira vez na história desse país, conseguimos colocar um ministro comunista na suprema corte.” pic.twitter.com/3hZ48IlXqE
— Leandro Ruschel 🇧🇷🇺🇸🇮🇹🇩🇪 (@leandroruschel) August 19, 2025
DEU NO X
TENTATIVA DE BLINDAGEM
Leandro Ruschel
Julgando um caso desconexo, o ministro Flávio Dino decidiu que instituições financeiras brasileiras não podem obedecer a ordens de bloqueio impostas por Estados estrangeiros.
Embora a decisão não cite nomes, trata-se de uma reação direta do Supremo às sanções aplicadas pelos Estados Unidos contra o ministro Moraes.
O problema é que a determinação de Dino, além de juridicamente inócua, é economicamente desastrosa. As sanções impostas pelos EUA – amparadas na Lei Magnitsky – produzem efeitos extraterritoriais indiretos: qualquer instituição que dependa do mercado americano, do dólar ou de canais globais de compensação precisa cumpri-las sob pena de sofrer sanções secundárias.
Na prática, bancos brasileiros que mantêm contas de sancionados enfrentam um dilema impossível. Se obedecerem ao Supremo e mantiverem as contas, correm risco de multas pesadíssimas e até de perder acesso ao sistema financeiro americano, o principal hub global. Se encerrarem as contas, atendendo às exigências internacionais, podem sofrer retaliações do próprio Supremo.
Esse tipo de colisão entre “soberania jurídica” e “dependência econômica” já ocorreu em países como Venezuela, Rússia e Irã. Em todos os casos, o resultado foi isolamento, fuga de capitais e colapso cambial. O Brasil não tem margem para brincar com esse risco.
Há ainda o impacto reputacional: investidores estrangeiros interpretam a decisão como tentativa de blindagem de autoridades acusadas de abusos, o que só reforça a percepção de insegurança jurídica e pode acelerar a saída de capital internacional do país.
Não é a primeira vez que o Supremo ameaça diretamente o setor privado. Executivos do Twitter/X já foram intimidados com a ameaça de prisão caso não cumprissem ordens de censura, enquanto a Starlink – empresa com sócios em comum – sofreu bloqueio de valores e multas milionárias. Agora, a Corte amplia o cerco ao sistema financeiro, não apenas para blindar Moraes, mas também outros ministros que podem se tornar alvos de novas sanções.
Por enquanto, o mercado ainda aposta em uma saída diplomática para a crise com os EUA. Mas o risco de que o Brasil caminhe para um confronto aberto, que atinja diretamente suas instituições financeiras, é muito maior do que os agentes parecem estar precificando.


