DEU NO JORNAL

CORRESPONDÊNCIA RECEBIDA

SÉRGIO – SÃO PAULO-SP

Bom dia

“Instituições draconianas” refere-se a instituições ou sistemas de governo que adotam leis ou práticas muito severas e rígidas, frequentemente com punições cruéis. O termo deriva de Drácon, um legislador ateniense do século VII a.C. que estabeleceu um código de leis conhecido por sua severidade.

Origem do termo:

* Drácon (ou Draco) foi um legislador ateniense que criou um código de leis por volta de 621 a.C.

* As leis de Drácon eram notórias por sua severidade, punindo até mesmo pequenos crimes com a morte.

* O termo “draconiano” passou a ser usado para descrever qualquer lei ou medida que seja extremamente severa ou rigorosa.

Características de instituições draconianas:

* Severidade excessiva:
As punições são desproporcionais aos crimes, muitas vezes com pena de morte ou outras punições cruéis.

* Falta de equidade:
As leis podem favorecer certas classes sociais ou grupos, criando desigualdades.

* Foco no controle:
O objetivo principal é manter a ordem pública através do medo e da coerção, em vez de buscar a justiça.

* Restrição de direitos:
As liberdades individuais são limitadas, e as pessoas podem ter medo de expressar suas opiniões ou se opor ao governo.

* Falta de transparência:
O sistema legal pode ser obscuro e difícil de entender, com pouca ou nenhuma possibilidade de recurso.

Exemplos históricos:

* O código de leis de Drácon é um exemplo clássico de instituição draconiana.

* Regimes totalitários e ditaduras são frequentemente associados a práticas draconianas.

* Alguns sistemas legais ou medidas governamentais podem ser considerados draconianos em determinados contextos, dependendo da severidade das punições ou da falta de justiça.

Eu poderia dizer Qualquer Semelhança com a vida politica real no Brasil é Mera Coincidência mas não é só coincidência é a realidade que vivemos aqui.

COMENTÁRIO DO LEITOR

ARMAÇÃO DE BAITOLAS

Comentário sobre a postagem MAIS BELO QUE O BIGODE DA XERECA

Sergio Rieffel:

É obvio que se trata de mais uma armação de baitolas querendo “enfeiar”as mulheres!

Lembrou-me umas bermudas que o mulherio usou que tinha um bolso mais comprido e aparecendo! Um negócio medonho que felizmente passou rápido!

Parece que estou vendo: Dois ou três veados, de sacanagem, se reúnem e inventam um troço horroroso e saem falando que está na moda!

Pronto!

Uma meia dúzia de tontas engole a isca e sai por aí usando e passando vergonha!

E depois reclamam que homem está escasso!

Se mulher minha aparece com uma porcaria dessas, o pé na bunda é garantido!

DEU NO JORNAL

A GENTE É QUE PAGA

Gastos do governo Lula com “cartões corporativos” passam dos R$ 47,4 milhões até o fim de julho.

Passou na maquinha, lá se foi o nosso dinheiro.

Só a Presidência torrou R$ 3,2 milhões.

Tudo secreto, claro.

* * *

Secreto e por dabaixo dos lençois de hotéis 13 estrelas.

Isso deveria ser pago só por quem fez o L.

Mas a banda decente deste país também tem seu bolso assaltado.

É pra arrombar a tabaca de Xolinha!!!

A cachorra Xolinha, mascote do JBF, de tabaca arrombada com a gastança janjeira do gunverno luloso

CORRESPONDÊNCIA RECEBIDA

PEDRO MALTA - A HORA DA POESIA

CLAMOR SUPREMO – Cruz e Sousa

Vem comigo por estas cordilheiras!
põe teu manto e bordão e vem comigo,
atravessa as montanhas sobranceiras
e nada temas do mortal Perigo!

Sigamos para as guerras condoreiras!
Vem, resoluto, que eu irei contigo.
Dentre as águias e as chamas feiticeiras,
só tendo a Natureza por abrigo.

Rasga florestas, bebe o sangue todo
da Terra e transfigura em astros lodo,
o próprio lodo torna mais fecundo.

Basta trazer um coração perfeito,
alma de eleito, Sentimento eleito
para abalar de lado a lado o mundo!

João da Cruz e Sousa, Florianópolis-SC, (1861-1898)

DEU NO JORNAL

SEREMOS O PRÓXIMO

Após a derrota da esquerda na Bolívia, o deputado Rodrigo Valadares (União-SE), comemorou:

“Foram 20 anos de esquerda derrubados. Agora é a vez do Brasil em 2026. Chega de atraso, chega de PT!”.

* * *

Tomara!!!

Seria uma bênção se acontecesse aqui a maravilha que ocorreu na Bolívia.

Se as eletrônicas permitirem, claro…

LAUDEIR ÂNGELO - A CACETADA DO DIA

APRENDE, CNBB !

Neste domingo (17), o Conselho Interdenominacional de Ministros Evangélicos do Brasil (CIMEB) divulgou uma nota pública de repúdio contra a inclusão do pastor Silas Malafaia em inquérito da Polícia Federal (PF) onde ele é investigado por suposta obstrução no processo sobre a tentativa de golpe de Estado.

DEU NO X

DEU NO X

TENTATIVA DE BLINDAGEM

Leandro Ruschel

Julgando um caso desconexo, o ministro Flávio Dino decidiu que instituições financeiras brasileiras não podem obedecer a ordens de bloqueio impostas por Estados estrangeiros.

Embora a decisão não cite nomes, trata-se de uma reação direta do Supremo às sanções aplicadas pelos Estados Unidos contra o ministro Moraes.

O problema é que a determinação de Dino, além de juridicamente inócua, é economicamente desastrosa. As sanções impostas pelos EUA – amparadas na Lei Magnitsky – produzem efeitos extraterritoriais indiretos: qualquer instituição que dependa do mercado americano, do dólar ou de canais globais de compensação precisa cumpri-las sob pena de sofrer sanções secundárias.

Na prática, bancos brasileiros que mantêm contas de sancionados enfrentam um dilema impossível. Se obedecerem ao Supremo e mantiverem as contas, correm risco de multas pesadíssimas e até de perder acesso ao sistema financeiro americano, o principal hub global. Se encerrarem as contas, atendendo às exigências internacionais, podem sofrer retaliações do próprio Supremo.

Esse tipo de colisão entre “soberania jurídica” e “dependência econômica” já ocorreu em países como Venezuela, Rússia e Irã. Em todos os casos, o resultado foi isolamento, fuga de capitais e colapso cambial. O Brasil não tem margem para brincar com esse risco.

Há ainda o impacto reputacional: investidores estrangeiros interpretam a decisão como tentativa de blindagem de autoridades acusadas de abusos, o que só reforça a percepção de insegurança jurídica e pode acelerar a saída de capital internacional do país.

Não é a primeira vez que o Supremo ameaça diretamente o setor privado. Executivos do Twitter/X já foram intimidados com a ameaça de prisão caso não cumprissem ordens de censura, enquanto a Starlink – empresa com sócios em comum – sofreu bloqueio de valores e multas milionárias. Agora, a Corte amplia o cerco ao sistema financeiro, não apenas para blindar Moraes, mas também outros ministros que podem se tornar alvos de novas sanções.

Por enquanto, o mercado ainda aposta em uma saída diplomática para a crise com os EUA. Mas o risco de que o Brasil caminhe para um confronto aberto, que atinja diretamente suas instituições financeiras, é muito maior do que os agentes parecem estar precificando.