Que o nordeste vá em peso para as ruas!
O Brasil vai ferver!
Madeleine Lacsko

Protesto de militantes de esquerda pedindo, ainda, taxação dos “super-ricos” e fim da escala 6″1
A maioria silenciosa se sente impotente. A impressão é de que o mundo enlouqueceu e o debate público foi tomado por gente histérica, agressiva e desonesta. A sensação de estar só faz com que muitas pessoas escolham se retirar da arena pública. Leem, se informam, pensam, mas se calam para não se tornarem alvo. Essa retirada em massa do espaço público, no entanto, é justamente o que dá poder às minorias barulhentas. Pior ainda, passa a dar a sensação até offline de que essas minorias são o espírito do tempo ou a maioria das pessoas.
Essa é uma das distorções mais perigosas da dinâmica digital atual. Foi isso que demonstrou o professor Jay Van Bavel, psicólogo social e professor de psicologia e neurociência da Universidade de Nova York (NYU), autor da obra The Power of Us, que investiga como a identidade de grupo molda o comportamento humano. Seu estudo mais recente, conduzido com pesquisadores de instituições como Stanford e Universidade da Pensilvânia, mostra com dados robustos que as minorias radicais nas redes sociais são percebidas como maioria enquanto a maioria real, que pensa de forma equilibrada e rejeita os extremos, permanece em silêncio por medo de represálias.
Os números são eloquentes. Cerca de 73% dos usuários das principais redes sociais nos Estados Unidos pertencem ao que os pesquisadores classificam como grupo moderado. Eles se informam, refletem e debatem, mas raramente se envolvem em conflitos online. Do outro lado, menos de 6% dos usuários representam as pontas mais radicais, que respondem por mais de 70% dos comentários e publicações com viés agressivo ou político. Isso significa que o comportamento da minoria ruidosa determina o ambiente digital inteiro, afastando os demais.
Outro dado importante é que as pessoas moderadas tendem a abandonar o debate ao menor sinal de hostilidade. Elas interpretam o comportamento das minorias barulhentas como sinal de que a maioria da sociedade pensa daquele modo, o que não é verdade. O ambiente de confronto faz com que se sintam desencaixadas, o que alimenta a percepção de isolamento. Isso cria um ciclo vicioso em que a retirada dos moderados reforça a ilusão de que os extremos são maioria.
Esse mecanismo distorce completamente a noção de opinião pública. A impressão que temos de um mundo em conflito permanente, sem espaço para o bom senso, não é um reflexo da realidade, é uma ilusão gerada por arquitetura digital. As plataformas favorecem o engajamento com base na emoção, e isso privilegia comportamentos extremos. O resultado é que boa parte da sociedade começa a se comportar como se os radicais fossem maioria não só na internet, também offline.
É preciso romper essa ilusão. A pesquisa mostra que os moderados formam a maioria, mas uma maioria que se julga minoria. E é justamente essa percepção distorcida que paralisa o debate público. A maioria silenciosa precisa tomar consciência de sua força, de seu número e de sua relevância. Silenciar para não ser atacado é compreensível, mas manter-se em silêncio acreditando que está sozinha é um equívoco com consequências graves.
A pior consequência é o abandono da arena. Ao abrir mão de participar do debate público, a maioria moderada entrega as decisões e a narrativa a quem grita mais alto. É assim que as pautas radicais ganham espaço, não por representatividade, mas por ocupação. A maioria silenciosa, com medo de se expor, vai cedendo terreno aos poucos até que o absurdo se torne regra. E, nesse ponto, já não basta discordar em silêncio.
Por isso, talvez o ponto mais importante do estudo de Van Bavel seja o apelo à ação coletiva. A força da maioria está justamente na consciência de que não está sozinha. O radicalismo perde o poder quando deixa de ser confundido com voz majoritária. E a única maneira de desfazer essa confusão é que os moderados falem com coragem, com lucidez e com civilidade.
A maioria silenciosa se imagina como uma formiga diante de um leão. Mas os números mostram exatamente o contrário: o leão é a maioria silenciosa. Só falta tomar consciência disso.
Governo Lula é reprovado por 40%; aprovação é de 29%; assista #AgoraCNN pic.twitter.com/knTxYvsYvM
— CNN Brasil (@CNNBrasil) August 2, 2025
Deus pede estrita conta do meu tempo;
é forçoso do tempo já dar conta;
mas como dar, sem tempo, tanta conta,
eu que gastei, sem conta, tanto tempo?
Para ter minha conta feita a tempo,
dado me foi bem tempo e não fiz conta.
Não quis, sobrando tempo, fazer conta;
quero hoje fazer conta, e falta tempo.
Ó vos, que tendes tempo sem ter conta,
não gasteis vosso tempo em passatempo,
cuidai, enquanto é tempo, em fazer conta.
Ah! Se aqueles que contam com seu tempo
fizessem desse tempo alguma conta,
não choravam como eu, o não ter tempo…

Laurindo José da Silva Rabelo, Rio de Janeiro (1826-1864)
Comentário sobre a postagem AFINAL, QUAL SERIA O CRIME DE EDUARDO BOLSONARO?
Luci Oliva:
O crime dele é ser respeitado em todo o mundo por não ter apelido na lista de corruptos da Odebrecht; fazer parte de uma família onde impera o respeito; ter recebido educação exemplar que se nota onde quer que vá.
Não se vê a esposa do pai mandar um americano se fu… e nem a mesma ser chamada de pura em rede social por um enteado.
Para a esquerdalha que mostra bunda, urina e defeca em manifestação, vive metida em escândalo de roubalheira isso é um crime horrendo.
O 17º Encontro Nacional do PT, realizado em Brasília neste fim de semana, já começou na Capital com uma espécie de feira livre para ativistas, com quiosques de comida, estandes de panfletagem e até uma feirinha com produtos do universo lulopetista. Entre eles, canecas e até mesmo uma bandeira palestina.
Oficialmente, o encontro “discute diretrizes” do partido nos próximos quatro anos, mas na verdade o assunto são as alianças cada vez mais difíceis do PT para 2026.
Vendem-se no encontro do PT canecas com foice & martelo comuna e, nada mais adequado: bebidas alcoólicas com Lula no rótulo.
O destaque, além das camisetas engajadas e bandeiras que muitos desconhecem, garrafas térmicas da moda com a bandeira de Cuba.
Virou ilustração no encontro do PT o mapa da América do Sul de cabeça para baixo, o abilolado mapa-múndi invertido do IBGE.
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Essa nota é um retratato cagado e cuspido do partido vermêio-istrelado.
Um resumo perfeito do bando luloso.
A feira petralha nesta final de semana, na capital federal, vai ser uma charge humorística gigantesca.
Pra se rir-se e pra ficar horrorizado.