Segundo Trump, “o Brasil além de ser um
parceiro comercial horrível, ainda está executando politicamente Bolsonaro”. Só ouvirmos verdades! 👍🏻👍🏻👍🏻 pic.twitter.com/asMErMm9nD— Claudia Wild (@Clauwild1) August 14, 2025
Segundo Trump, “o Brasil além de ser um
parceiro comercial horrível, ainda está executando politicamente Bolsonaro”. Só ouvirmos verdades! 👍🏻👍🏻👍🏻 pic.twitter.com/asMErMm9nD— Claudia Wild (@Clauwild1) August 14, 2025
Comentário sobre a postagem HORAS RUBRAS – Florbela Espanca
João Francisco:
Versos libidinosos, no limite do pornográfico, porém ainda sutis.
“Oiço olaias em flor às gargalhadas…”
Olaia é uma planta que dá uma flor rosa, comestível e saborosa.
A referência é quase palpável.
“Tombam astros em fogo, astros dementes,…”
Aí a sutileza já não é tanta.
A festa foi boa para Florbela, ainda no período jovem.

Venerável arcebispo Fulton Sheen e a sua tese de que o comunismo representa uma ameaça aos valores ocidentais
Um livro que me marcou bastante nessa fase de leituras religiosas foi “Communism and the Conscience of the West”, do venerável arcebispo Fulton Sheen. Sua grande tese é que o comunismo representa uma ameaça aos valores ocidentais, mais por questões espirituais do que econômicas. Na verdade, o autor coloca o comunismo num grupo não tão distinto assim do liberalismo, ao menos em sua versão economicista. Ao reduzir o homem a um agente econômico apenas, ambos os modelos materialistas negam o aspecto espiritual da humanidade.
Mais do que uma disputa entre coletivismo e individualismo, portanto, o que estaria em jogo é a disputa pela alma do homem. De um lado, o liberalismo parte da ideia de que liberdade é licença e que consumidores devem buscar seus prazeres sem coerção; de outro, o comunismo quer impor um meio de produção estatal, aceitando a premissa de que a economia é tudo o que importa. Capitalistas ou burocratas decidem como alocar os recursos, mas, em ambos os casos, há total desprezo pelo aspecto espiritual do ser humano, feito à imagem de Deus.
O homem moderno carece, então, de um propósito mais elevado, e acaba frustrado com o hedonismo à sua volta. Se o liberalismo significa um sistema que acredita no progresso em direção à liberdade como um direito para se fazer aquilo que se deve fazer para uma vida com propósito, então merece apoio; mas se representa o direito para se fazer o que se deseja, então merece ser condenado. Não haveria qualquer distinção entre quem vive uma vida plena e quem permite se tornar escravo dos próprios vícios. Sheen desenvolve seu raciocínio sobre isso:
“Liberdade para o cristianismo não significa o direito de fazer o que quiser, mas sim o direito de fazer o que se deve. “Deve” implica ordem, lei e justiça. Liberdade, por definição, é um atributo que pertence apenas a uma pessoa. Não pode ser atribuído a uma coletividade ou totalidade, seja ela uma nação, um estado, uma raça ou uma classe. A falácia básica do comunismo nesse ponto é a transferência da liberdade da pessoa para a coletividade.”
Como outros pensadores importantes, Sheen acredita que o liberalismo só funciona numa sociedade com bases morais sólidas, que no Ocidente são provenientes do legado cristão. Ao amputar essa perna moral, cortando de cena a religião, o liberalismo moderno coloca em risco as próprias liberdades individuais que prega. O verdadeiro conflito seria entre uma visão que crê no absoluto e que o homem deve obediência a Deus, ou uma sociedade que acredita que o homem pode se tornar seu próprio Deus. Eis como Fulton Sheen explica:
“Satanás, por meio de seus poderes superiores, conseguiu desviar os homens ao sugerir-lhes que se tornarão como deuses. Mas, pela busca do mal e pela substituição de si mesmo por Deus, o homem, longe de se tornar o ser divino de seus sonhos, torna-se escravo de sua natureza inferior e, ao mesmo tempo, ao perder sua natureza superior, fica sujeito à necessidade natural e deixa de ser espiritualmente determinado de dentro para fora. Ele é privado de sua liberdade. “
Mesmo com o avanço do sentimento antirreligioso no Ocidente, Sheen não é pessimista e lembra que a Igreja sobreviveu a inúmeras crises em dois milênios de história. Mas ele admite que nunca houve um argumento tão forte para a necessidade do cristianismo, pois os homens estão descobrindo que suas misérias, suas guerras e suas revoluções aumentam em proporção direta ao negligenciarem o legado cristão.
O Ocidente que merece ser salvo é aquele que prega os direitos humanos como herança de Deus, que valoriza a dignidade do indivíduo por ele ser feito à imagem de Deus, e prega a liberdade com responsabilidade e como uma dádiva divina para se fazer aquilo que se deve, não qualquer coisa que der na “telha”. Já o lado materialista, herdeiro da Revolução Francesa, que coloca o homem como um animal mais desenvolvido e acredita que o mal pode ser curado pela “educação”, este Ocidente seria parte do problema. O comunismo representa este Ocidente turbinado. Se nossa civilização se tornou indiferente ao cristianismo, o comunismo é anticristão. Mas ambos desprezam aquilo que permitia as liberdades individuais até então.
Quando se abandona Deus, mergulha-se no relativismo moral e “tudo é permitido”. O comunismo, como uma visão completa de mundo, acaba endossando isso de forma mais radical, mas o liberalismo secular ocidental vai na mesma linha, ainda que de forma mais tímida. Segundo Sheen, que faz uma análise minuciosa das ideias de Marx, não há uma única ideia russa na filosofia comunista; ela teria origem burguesa, ocidental e materialista.
Quem pode oferecer resistência ao comunismo, portanto, é a Igreja, não o liberalismo secular. Não por acaso os comunistas declaram guerra ao cristianismo. Em sua doutrina, não há espaço para a ideia de Deus, não há diferença entre matéria e espírito, entre alma e corpo. Por isso, o comunismo ataca também o matrimônio e a família, como instituições artificiais que representam obstáculos ao ideal utópico de uma sociedade sem classes. “Em uma palavra, os comunistas afirmam inaugurar uma nova era e uma nova civilização que é o resultado de forças evolutivas cegas culminando em uma humanidade sem Deus”, resume.
O comunismo quer o impossível: uma irmandade sem a paternidade de Deus. Ao tentar criar o “novo homem” na marra, acaba produzindo escravidão e uma pilha de cadáveres. Ao tentar eliminar o poder do dinheiro, mostra-se incapaz de eliminar o desejo pelo poder. Ao contrário do cristianismo, que quer salvar cada alma para a vida eterna no Reino dos Céus, o comunismo quer salvar a Humanidade por meio de uma revolução, e acaba criando o inferno na Terra.
Os perfis seduzidos pelo comunismo costumam ser os ingênuos e os amargurados. E o materialismo ocidental tem produzido uma legião de rancorosos que se tornam alvos fáceis do discurso comunista. A destruição das famílias, o relativismo moral, o hedonismo, as drogas, tudo isso tem enfraquecido os pilares da civilização ocidental. A tolerância virou indiferença frente à Verdade, e falta paixão e propósito aos ocidentais. Nenhuma civilização pode permanecer por muito tempo indiferente à religião, diz Sheen. Eis o que ele conclui dos três grandes sistemas totalitários:
“Comunismo, nazismo e fascismo foram revoltas contra o materialismo parcial em nome do materialismo total; protestos contra o individualismo em nome da coletividade, sendo a única diferença entre as três formas de totalitarismo que o nazismo absorvia a pessoa na raça, o fascismo no estado e o comunismo na classe. Todos os três sistemas representavam revoltas contra a desintegração do mundo.”
O liberalismo secular se mostra impotente diante de tais ameaças. Os jovens modernos querem paixão, fogo e entusiasmo, e não encontram isso no mundo hedonista e relativista. “O humanismo sozinho não pode restaurar a paixão necessária, primeiramente porque nenhum homem tem um valor intrínseco exceto como criatura de Deus. Se ele é apenas um descendente da besta, então não se pode esperar nada melhor dele do que agir como uma besta”. O Ocidente quer preservar os frutos do cristianismo abandonando suas raízes, e isso se mostra inviável.
Para concluir: “Quando uma civilização perde uma filosofia de vida unificadora e um propósito comum, como um corpo sem alma, ela começa a se fragmentar em mil elementos discordantes e em conflito”. Estamos afundando pelo mesmo motivo que Pedro: tiramos o olhar do Mestre!
Luiz Philippe Orleans e Bragança

O Brasil dobrou a aposta e agora sofre os efeitos de Magnitsky, tarifas, narcotráfico e geopolítica. A mudança é certa; estejamos preparados
É importante entender e distinguir as diversas ações que os Estados Unidos podem e vão exercer sobre o Brasil. A primeira já está em curso: o cancelamento de vistos e a aplicação da lei Magnitsky mais diretamente àqueles violadores de direitos humanos, que pretendem censurar, bloquear ou interferir em bens e empresas norte-americanas que operam dentro do Brasil. Pessoas que, sob o manto da autoridade, aplicam multas arbitrárias e determinam atos coercitivos com o objetivo de que essas empresas conduzam seus negócios de maneira não republicana.
Portanto, a lei Magnitsky serve para atingir, mais especificamente, o Judiciário brasileiro, que tem sido o protagonista nesse tipo de ação. Entretanto, há situações em que o governo assumiu papel principal.
Aliados ao narcotráfico
A primeira é o evidente vínculo do governo brasileiro com narcotraficantes nacionais e pan-nacionais. O relacionamento muito próximo com o ditador Nicolás Maduro, acusado de narcoterrorismo, procurado pelos EUA e acobertado por Lula, inclusive em declarações públicas. Logo depois das eleições fraudulentas, em agosto do ano passado, Lula exigiu respeito ao ditador venezuelano.
Lula foi também citado e denunciado pelo general Hugo Carvajal, chefe do serviço secreto da Venezuela e atualmente preso nos Estados Unidos, como um dos beneficiados pela ditadura de Maduro.
Hoje, muitos setores da economia têm sofrido com as ações do narcotráfico, que não apenas têm destruído famílias e a sociedade, mas têm rivalizado com o mercado formal, a exemplo do agronegócio, refinarias de álcool, distribuição de combustíveis e alimentos. Um grande problema que tem se agigantado. Os Estados Unidos já declararam guerra contra o narcotráfico, e o Brasil entrou na alça de mira.
Aliados ao eixo do mal
Outro fator que é passível de ação contra esse governo é a questão geopolítica. Vamos lembrar que o governo brasileiro se posiciona favoravelmente aos interesses da Rússia e da China, alinhando-se a um eixo ditatorial do mundo. Com essa atitude, ele acirra os ânimos dos Estados Unidos contra o Brasil, justamente eles que eram nossos parceiros de longa data e que têm muito mais simbiose com a sociedade brasileira.
Quais as consequências desses últimos atos? Os Estados Unidos não vão tolerar que dentro de sua esfera hegemônica haja um país que se coloque ao lado de seus maiores inimigos, declaradamente organizados para derrotar seu país em todos os seus aspectos: social, político, econômico e cultural. Está claro que, ao mudar de eixo, o governo norte-americano vai tratar o Brasil como seu inimigo também.
Por que os EUA têm tudo para alcançar sucesso nos embates contra o Brasil? A lei Magnitsky pode ter relativo sucesso na ação que os estadunidenses tomam para se proteger de agentes públicos que se colocam contra a Constituição norte-americana.
Sempre é bom lembrar que a lei Magnitsky não é uma interferência na soberania, bem como sua ação de aumentar as alíquotas, pois quem arca com as tarifas são os importadores norte-americanos; e quanto às sanções a pessoas, a lei determina que estas não podem adentrar o território nem usufruir de bens e serviços norte-americanos. Não é propriamente uma interferência no país.
Entretanto, no tocante aos dois aspectos anteriormente mencionados, o narcotráfico e o posicionamento geopolítico, estes, sim, podem render um grande efeito, pois abrem o escopo para ações passíveis de interferência, e com grande chance de sucesso.
De um lado, temos o exército norte-americano bem organizado, com a melhor tecnologia, vasta experiência e inteligência em praticamente todos os cantos do mundo. Eles sabem onde, quando e como agir, de modo cirúrgico, para debelar uma série de atividades nocivas.
Os EUA já têm mapeado todos os problemas do narcotráfico na América Latina e sabem que, apesar de os narcotraficantes terem armamento pesado e tecnologia para tornar o crime cada vez mais organizado, inclusive para acuar as populações locais, isso não é remotamente suficiente para derrotar o exército norte-americano. A chance de vitória sobre os cartéis latino-americanos é total, e isso é importante… para os Estados Unidos.
Vitória certa… dos Estados Unidos
Um dos critérios que delineiam o perfil de elegibilidade de um presidente é o desempenho vitorioso nas relações exteriores: uma grande vitória diplomática ou uma grande vitória bélica.
Nesse sentido, uma vitória bélica dos Estados Unidos sobre os cartéis é garantida, ao passo que essa mesma vitória em outras frentes no mundo é quase impossível a curto prazo, pois são campos de batalha muito mais complexos e sofisticados.
Combater o tráfico na América Latina, ao contrário, é barato e com alto grau de eficiência, o que pode trazer respaldo e prestígio ao presidente Donald Trump, propiciando, inclusive, que ele eleja seu sucessor.
Provavelmente ele deve estar fazendo a leitura de que, em outros cenários de guerra ao redor do mundo, uma vitória não é assegurada e visível. Esse aumento de tensão e as ações para debelar cartéis e ameaças ao mundo livre são considerados metas alcançáveis a curto prazo. Portanto, essas medidas certamente virão e devem enquadrar também os governos e as estruturas que apoiam os cartéis.
Envolvido até o pescoço
O governo Lula está envolvido nos dois casos, pois não só abraça a questão do narcotráfico, como também o reposicionamento do Brasil à China e à Rússia. Não é o caso do México, por exemplo, que, apesar de manter relacionamento próximo com a China, ter um governo socialista e presença de narcotráfico. Foi inteligente o suficiente para não se posicionar como aliado de primeira ordem de Rússia e China, mas sim dos Estados Unidos, para combater seus cartéis internos.
O Brasil fez o inverso e dobrou a aposta; aliás, quadruplicou as apostas. Como consequência, temos os efeitos não só da lei Magnitsky, como das tarifas, e agora entraram na alça de mira as ações contra o narcotráfico e o reposicionamento geopolítico.
Mas qual dessas ações será a mais efetiva no nosso país? Eu digo: todas, pois todas elas trarão mudanças, embora não necessariamente as mudanças que queremos, pois precisamos manter o foco de como aproveitar esses momentos de fraqueza e de ação.
E de quem deve ser o foco? Primeiro, da população. A própria sociedade deve ter uma visão muito clara do que quer para o próximo capítulo da sua história. Seria só tirar o governo? Seria apenas tirar esses ministros? Apenas isso seria suficiente para consertar o Brasil?
Precisamos de reforma de sistemas, e escolher quem são os representantes que vão escrever esse novo capítulo, capazes de se alinhar ao caminho certo, e não apenas ocupar espaço em um modelo falho.
Essas são algumas questões que me preocupam, pois são essas oportunidades que temos de aproveitar. Este é o momento em que precisamos estar organizados e focados nos objetivos.
Temos o Plano Brasil como uma diretriz para um novo modelo, e precisamos colocá-lo em prática. Situações como a que vivemos hoje, que suscitam grandes mudanças, são ideais para transformar o país definitivamente.
Porra, mas da até pra entender
Esse vídeo aqui resume o transito na India
E ainda tá suave KKKKKKKKKKKKKKKpic.twitter.com/a4V8eF4PXL https://t.co/f23fZSGYR6
— REAL MIL GRAU (@realmilgrauu) August 13, 2025
Enfermeira tem atitude inesperada e mostra os seios para paciente.
Será que teve alta? pic.twitter.com/qWPRTrh3kd— TumultoBR acervo (@TumultoBRacervo) August 14, 2025
TARCÍSIO SOLTA OS CACHORROS: “O BRASIL NÃO AGUENTA MAIS LULA”
A crítica foi feita durante um evento de um banco em São Paulo e teve o coro de governadores aliados a ele, como Ronaldo Caiado (União-GO), de Goiás, Ratinho Jr. (PSD), do Paraná, e Eduardo Leite (PSDB-RS), do Rio… pic.twitter.com/R2vEktqmTA
— Fernao Lara Mesquita (@fernaolmesquita) August 13, 2025