DEU NO X

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CORRESPONDÊNCIA RECEBIDA

RODRIGO CONSTANTINO

O POVO NAS RUAS E UM SOCIALISTA NO PODER

Manifestação em apoio ao ex-presidente Jair Bolsonaro neste domingo (3), na Avenida Paulista, em São Paulo

Enquanto Lula fazia seu discurso mais socialista ao lado do neto de Fidel Castro, o maior tirano que o continente já teve, o povo patriota tomava as ruas do país de forma ordeira e pacífica para pedir liberdade. Lula atacava o dólar em evento do PT, com figurino cada vez mais “Maduro”, e o povo brasileiro lotava a Paulista para pedir respeito às leis e agradecer Trump pelas sanções a Alexandre de Moraes.

Os mentirosos de sempre falaram em 37 mil pessoas, o que chega a ser ridículo. Dá para acreditar no Ortellado ou nos própios olhos, mas não em ambos. O sistema tenta diminuir a dimensão do fenômeno, mas a realidade se impõe: uma multidão foi às ruas e num clima diferente, de maior esperança e otimismo, agora que o todo-poderoso Moraes está mais acuado e “sangrando”.

O anúncio da morte do bolsonarismo, feito pelo ministro Barroso, mostrou-se um tanto precipitado, como no caso de Mark Twain. O bolsonarismo segue vivo, mesmo com Bolsonaro em prisão domiciliar, sem poder dar entrevistas ou usar suas redes sociais. Governadores foram figuras ausentes nas manifestações, o que chamou certa atenção.

Quem quer falar em união da direita tem a obrigação de lutar pela anistia ampla e irrestrita, o que inclui Jair Bolsonaro. Só haverá eleição legítima em 2026 se o nome de Bolsonaro estiver nas urnas. Sua inegebilidade é patética e golpista. Há inclusive o risco de os Estados Unidos não reconhecerem nossas eleições se Jair estiver fora do pleito. Portanto, qualquer outra coisa que não exigir a volta de sua elegibilidade é oportunismo de quem quer substituir Bolsonaro, não unir a direita e restaurar a democracia.

O que vimos neste domingo foi uma espécie de “primavera tupiniquim”, e dia 7 de setembro tem mais. O povo perdeu o medo, rompeu o marasmo e fez sua parte. A narrativa de que as sanções americanas dariam fôlego a Lula se mostrou exagerada, e sua rejeição segue 40% mesmo no DataFolha (deve ser muito maior na realidade). Enquanto isso, Eduardo Bolsonaro era um dos grandes heróis nas manifestações. Os tucanos não conseguiram emplacar o discurso de divisão na direita, até porque todos já sabem que eles não são direita, mas sim esquerda infiltrada.

Que essas manifestações sejam apenas o começo. É preciso deixar claro que o povo brasileiro não vai aceitar virar uma Venezuela de braços cruzados. Ainda mais agora que os americanos mandaram sua cavalaria em peso para nos ajudar. A bola está do nosso lado, e é hora de pressionar os senadores pelo impeachment de Moraes e os parlamentares todos pelo projeto da anistia. Só isso pode salvar a democracia brasileira.

LAUDEIR ÂNGELO - A CACETADA DO DIA

CORRESPONDÊNCIA RECEBIDA

DJANIRA QUINTAS – BELO HORIZONTE-MG

De todas as imagens da gigantesca manifestação que ocorreu em todo o Brasil, esta da ponte entre Vila Velha e Vitória, no Espírito Santo, foi a mais phoda!!!

Arrasou!!!

DEU NO JORNAL

DEU NO X

DEU NO JORNAL

TAXADD

Está marcada para esta quarta (6) a explicação de Fernando Haddad no Congresso sobre a medida provisória de Lula taxando quem ainda investe no Brasil.

Petista acha lindo sufocar investidores.

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Não só sufocar investidores.

Mas também qualquer criatura pensante e racional.

O absurdo é a nota dominante desse grupo petralha.

ALEXANDRE GARCIA

NÃO LIGOU PARA TRUMP PORQUE TEM MEDO

O presidente americano, Donald Trump, conversa com jornalistas no gramado da Casa Branca na sexta-feira (1º)

Vocês lembram que na sexta-feira (1º), respondendo a uma repórter da Globo na Casa Branca, que perguntou se receberia um telefonema de Lula, o presidente americano, Donald Trump, disse: “O Lula pode me ligar qualquer hora que quiser, quando ele quiser”.

E até agora, Lula não ligou. Por que não ligou? Na hora que ficou sabendo, deveria ter ligado imediatamente: “Eu fiquei sabendo, pensei que o senhor não ia me atender, estou aqui para falar sobre os 50% de tarifa”. Mas não ligou.

E agora, num encontro do PT, ele culpou a diplomacia, que lhe disseram que ele não pode dizer tudo que quer dizer para o Trump.

Opa, espere aí. Eu ouvi o Claudio Humberto informando que soube lá no Itamaraty que a pasta recebeu instruções do Palácio do Planalto para nem entrar nesse assunto, não fazer defesa contra a tarifa de 50%.

Eu já disse para vocês aqui, Lula não quer que a tarifa baixe, ele quer um motivo, uma desculpa igual à de Cuba: dizer que a culpa é do bloqueio americano, quando a culpa é da União Soviética, que acabou e não deu mais dinheiro para Cuba.

Assim, a culpa vai ser de Trump: do fracasso do governo dele, do desequilíbrio das contas públicas, da dívida pública lá em cima. É culpa de Trump que ele se jogou nos braços da China, para justificar.

E Lula fecha as portas, ele falou de novo que vai continuar defendendo uma outra moeda que não seja o dólar. Que nós não somos republiqueta, nós temos que nos impor porque nós somos um país “desse tamanho”. Vocês se lembram dessa história? Pô, é tão grande e tão bobo, não? É um bando de amadores. Meu Deus!

O de Gaulle não disse, mas poderia ter dito que esse não é um país sério, com esse tipo de pensamento de gente que não é estadista. É um negócio complicado.

E aí ele tem medo, no fundo, como disse a Ana Paula Henkel, de ligar para o Trump, e o Trump dizer assim: “E aí, como é que vai Bolsonaro? Vão continuar perseguindo? Me conta, por que você autorizou aqueles dois navios terroristas do Irã atracarem no Brasil? Por que você mandou o vice-presidente ficar no meio de terroristas lá no Irã, em Teerã? Que história é essa de dizer que é jabuticaba e de dizer que vai me dar um truco? Me explica isso primeiro”.

Ele não quer. “E aquela história da sua mulher falando do meu amigo Elon Musk, mandando para aquele lugar?” Lula tem medo de que o Trump fale isso, como disse a Ana Paula.

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Jantar para os ministros do STF

Mas, enfim, uma outra coisa: ele ofereceu um jantar para todo o Supremo, e só foram seis ministros do Supremo, ainda chamou um ex-supremo, Ricardo Lewandowski, para fazer número. E a gente viu que o pessoal lá do Supremo sentiu a Lei Magnitsky.

Imagina a Magnitsky pegando o Gilmar Mendes, que foi ao jantar e tem interesses em Portugal, por exemplo. Não é só Estados Unidos. O sistema financeiro europeu também está ligado aos Estados Unidos. Tem outra moeda, mas está ligado pelo sistema Swift, que tem sede belga, mas é controlado pelos americanos. Então, pega tudo mesmo.

E aí fizeram uma nota do Supremo, o diz que me diz lá dentro é que o ministro Edson Fachin foi ao jantar contra a vontade, porque vai ser o próximo presidente do Supremo.

Mas a nota, que bota uma frasezinha lá no fim de solidariedade ao Alexandre de Moraes, teve gente que disse que não ia assinar. Era para ter assinatura de todos. Aí não teve de ninguém. Ficou uma nota oficial do Supremo. Estranho, estranho isso.

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Esvaziamento da COP 30

E a última questão: 26 países já pediram para não ser em Belém a COP 30, marcada para novembro. Um dos motivos: diária de hotel, multiplicou-se de dez a 15 vezes. Uma diária de R$ 300 está em 3 mil, 3,5 mil, o pessoal está sentindo. Isso já é um sinal de esvaziamento do evento.