Alexandre de Moraes tirou @jairbolsonaro da posse de Trump nos Estados Unidos, mas o colocou no mundo inteiro!
Deus vai te honrar, pai! pic.twitter.com/zDiQr64HGb— Flavio Bolsonaro (@FlavioBolsonaro) January 18, 2025
Alexandre de Moraes tirou @jairbolsonaro da posse de Trump nos Estados Unidos, mas o colocou no mundo inteiro!
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➡️ Antes de embarcar para os Estados Unidos para a posse de Donald Trump, Michelle Bolsonaro falou com jornalistas no aeroporto de Brasília.
“Deus vai ter misericórdia da nossa nacão. Meu marido está sendo perseguido. Mas, assim como aqueles que Deus envia, serão perseguidos”,… pic.twitter.com/CHUZExQvPK
— Metrópoles (@Metropoles) January 18, 2025
Alan Ghani

Vídeo de Nikolas Ferreira alcança 300 milhões de visualizações no Instagram e se torna um dos assuntos mais comentados do X no Brasil
O deputado federal Nikolas Ferreira, meu vizinho de coluna na Gazeta do Povo, produziu um vídeo avassalador para o governo federal sobre a Instrução Normativa da Receita Federal de colher informações de instituições financeiras (bancos e fintechs) de PIX realizados acima de R$ 5 mil mensais para pessoa física e R$ 15 mil para empresas. O conteúdo viralizou, fazendo o governo voltar atrás da sua decisão.
Sem nenhuma fake news, Nikolas Ferreira aborda dois pontos. O primeiro é a possibilidade do PIX ser taxado no futuro. O segundo é o fato de a Receita Federal ir para cima do pequeno trabalhador, enquanto políticos e poderosos contam com todas as benesses e falta de transparência do Estado.
No primeiro caso, o deputado traz o sentimento de desconfiança da população brasileira em relação ao governo. Ele reconhece que não haverá taxação do PIX agora, mas deixa uma dúvida no ar: será que não é o primeiro passo para se tributar as transferências bancárias no futuro?
A hipótese levantada por Nikolas ganha força, sobretudo porque encontra respaldo na realidade e precedente no passado. Disserem que não iriam taxar as blusinhas importadas da China, mas no final, cobraram imposto. Prometeram picanha, mas o preço da carne disparou.
A dúvida sobre uma taxação futura do PIX ganha mais força num governo que tenta promover o ajuste fiscal somente pelo lado da arrecadação. Volta de tributos sobre os combustíveis, taxação das blusinhas importadas do exterior, e tributação de offshore e de fundos exclusivos são algumas das medidas arrecadatórias implementadas por esse governo. Não à toa, o ministro da Fazenda, Fernando Haddad, ganhou inúmeros memes e o apelido de “Taxad”.
O segundo ponto abordado no vídeo é sobre a medida do governo em obter dados de movimentações mensais de PIX acima de R$ 5 mil para PF, e R$ 15 mil PJ, para combater a sonegação.
A ideia seria verificar se a movimentação financeira via PIX das pessoas condiz com a sua declaração de imposto de renda.
De fato, há muitos brasileiros que trabalham no mercado informal, e não pagam imposto de renda. O deputado reconhece essa realidade, mostrando empatia com o trabalhador, por meio da seguinte afirmação: “o governo não quer saber como uma pessoa que ganhou um salário mínimo faz para sobreviver pagando luz, moradia, educação, compra do mês e gastos.” Pela mensagem, subentende-se que as pessoas estão na informalidade não por opção, mas por sobrevivência. E, se tiverem que pagar imposto, vão quebrar.
Em seguida, o deputado traz o sentimento de indignação, ao mostrar que o mesmo governo, que quer monitorar o trabalhador informal, coloca sigilo nos gastos da Presidência e da Janja – quebrando promessa de campanha –, além de não estar preocupado com os prejuízos das estatais, tampouco em abrir as contas dos poderosos de Brasília.
A indignação também vem à tona, ao afirmar que o brasileiro paga elevados impostos, mas o Estado oferece precários serviços em saúde, educação e transporte. Como costumo dizer: pagamos impostos da Suécia, e temos serviços de Bangladesh.
O sucesso do vídeo decorre dessa identificação orgânica da população brasileira com as falas do deputado. Em resumo, Nikolas trouxe, de uma maneira muito sincera, a dura realidade econômica do povo brasileiro.
Mesmo com o desemprego em queda (tema da coluna anterior), há um sentimento de que as coisas não vão bem. O salário não é mais capaz de comprar as mesmas mercadorias de outrora, principalmente devido à inflação de serviços e de alimentos.
Há um sentimento no ar de governo Dilma, no qual o desemprego também era baixo, mas a inflação e a preocupação com o futuro econômico do país tomavam conta da mente dos brasileiros, levando milhares de pessoas às ruas em 2013 para protestar contra o governo.
O vídeo de Nikolas Ferreira está para o governo Lula, assim como as manifestações de 2013 estiveram para o governo Dilma. Captou o sentimento da população de que a economia não vai bem, e que o futuro é de desesperança.
*Taqueparíuuuú* ! e tem gente que ama uma bosta dessa!!!
Quem é sabe!!!* 🫣 pic.twitter.com/2nRRU47Uot— Brasil Conservador®️🇧🇷🇺🇸🇮🇱100%SDV (@MachadoDarlon) January 18, 2025
Esconde-me a alma, no íntimo, oprimida,
Este amor infeliz, como se fora
Um crime aos olhos dessa, que ela adora,
Dessa, que crendo-o, crera-se ofendida.
A crua e rija lâmina homicida
Do seu desdém vara-me o peito; embora,
Que o amor que cresce nele, e nele mora,
Só findará quando findar-me a vida!
Ó meu amor! como num mar profundo,
Achaste em mim teu álgido, teu fundo,
Teu derradeiro, teu feral abrigo!
E qual do rei de Tule a taça de ouro,
Ó meu sacro, ó meu único tesouro!
Ó meu amor! tu morrerás comigo!
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Raimundo da Mota de Azevedo Correia, São Luís-MA (1859-1911)