O CEO da Meta, Mark Zuckerberg, durante audiência no Senado americano, em janeiro de 2024
Quando ficou claro que Donald Trump tinha chances concretas de voltar à Casa Branca, alguns bilionários normalmente ligados aos democratas começaram a ensaiar uma aproximação rumo ao republicano. São homens de negócios acima de tudo, e devem ter ficado com medo de retaliações por tanto ativismo. Um deles foi Jeff Bezos, fundador da Amazon. Outro foi Mark Zuckerberg, fundador do Facebook.
Marquinho, para os íntimos, gravou um vídeo que viralizou, explicando mudanças na política do Facebook e do Instagram, que a Meta, sua empresa, também é dona. A principal delas foi abandonar os “checadores de fatos” e adotar as notas da comunidade, no mesmo estilo de Elon Musk no X, antigo Twitter.
Para Mark Zuckerberg, “os checadores de fatos se mostraram muito tendenciosos politicamente e destruíram mais confiança do que inspiraram”. Ele também partiu para cima dos censores togados, em claro recado a figuras como Alexandre de Moraes: “Países latino-americanos possuem tribunais secretos que podem ordenar que as empresas retirem as coisas silenciosamente. A única maneira que podemos reagir a essa tendência global é com o apoio do governo americano”.
Mas Mark Zuckerberg reconhece que essa mudança só será possível com a chegada de Trump ao poder: “É por isso que tem sido tão difícil nos últimos quatro anos, quando até mesmo o governo americano pressionou pela censura indo atrás de nós e outras empresas americanas, encorajando outros governos a irem ainda mais longe”.
Eis que temos, agora, além de Elon Musk, Bezos da Amazon e Mark Zuckerberg da Meta alinhados ao compromisso de Trump para libertar as redes sociais e defender a liberdade de expressão. Joe Biden, no apagar das luzes de seu medíocre governo, pode dar medalhas de liberdade a crápulas como George Soros, financiador do comunismo, mas isso não importa mais.
Os efeitos da volta de Trump já podem ser sentidos em todo lugar antes mesmo de ele assumir. No Oriente Médio, no Canadá, na Europa. Bancos de Wall Street debandaram de alianças climáticas, deixando os ativistas tensos. Justin Trudeau renunciou. A agenda woke tem sido abandonada por várias empresas. As peças começam a se mover na direção certa, finalmente.
O Brasil pode reagir a esta tendência, claro, mas a única forma será se fechar ainda mais, tornando-se um membro completo do eixo do mal, com ampla censura e eventuais sanções do mundo livre. Ou então os donos do poder podem considerar que a coisa foi longe demais, afastar Lula e entregar a cabeça de Alexandre de Moraes, maior ícone dessa postura autoritária. Qual vai ser a opção?
Ontem um dos assuntos mais falados no Brasil foi a premiação dada à atriz Fernanda Torres que ganhou o Globo de ouro como melhor atriz em filme de Drama.
Estava procurando como comentar esta notícia e vi este vídeo que expressa bem a minha opinião.
Segue:
Quando a verdade vem à tona, simplesmente não dá para fingir que nada aconteceu. pic.twitter.com/0c3OvvrTX0
Até a nossa balança comercial, que era maravilhosa, está sendo afetada. O superávit de 2024 foi bom, não há dúvida: US$ 74,5 bilhões. Mas ele foi 25% menor que o do ano anterior: em 2023 foram quase US$ 99 bilhões. E o pior de tudo é a desindustrialização do país. A indústria fica cada vez menos importante. Nos anos 80, 90, a indústria significava 35% do PIB, de tudo que era produzido no país. Agora, são 25,5%. A indústria está sendo esmagada pelo sistema tributário do país.
O minério brasileiro vai para a China, para o outro lado do mundo. E, se o Brasil quiser comprar trilhos, compra da China, trilhos feitos com minério brasileiro. Isso quer dizer que não há uma indústria siderúrgica robusta no Brasil. Falta indústria de base, que tenha possibilidade de ter a tecnologia para fazer trilho, e que tenha um mercado. Jorge Gerdau Johannpeter, um dos grandes empresários deste país, dono de siderúrgicas, me disse certa vez que, antes mesmo de produzir a primeira tonelada de aço, ele já estava pagando milhões em impostos. É um desestímulo à produção industrial. É a produção agropecuária, na base, que sustenta o país; parece que essa é a nossa vocação. Mas eu pergunto: será que os produtos industriais chineses vão ser mais comprados no Brasil que os produtos industriais brasileiros? É triste percebermos isso.
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Mais roubalheira com o dinheiro das emendas
E o dinheiro público continua a ir para o ralo. Vejam esse caso no Ceará: são 51 municípios investigados pela Polícia Federal. Uma única pessoa, um vigia – laranja, claro –, que ganha menos de R$ 2,5 mil por mês, abriu uma empresa, chamada MK Construções e Transporte Escolar, com R$ 8,5 milhões de capital registrado, e já fez contratos no valor de R$ 320 milhões em emendas. É dinheiro seu, do seu imposto, que vai para prefeituras. E há prefeito foragido, ligado a Comando Vermelho. A Polícia Federal está investigando.
É a tomada do poder por parte do crime, com a colaboração de criminosos que estão no poder. Está lá no Estadão, por exemplo, o nome de um deputado federal, Júnior Mano (PSB), impedido de tomar posse em uma prefeitura. O espaço está aberto para ele se defender. Um outro prefeito eleito, Bebeto do Choró, está foragido. É do município de Choró (CE). Ou seja, os políticos brasileiros, e estou falando de modo geral, têm projeto de poder, de dinheiro, fisiológico, e não um projeto ideológico, político, doutrinário, muito menos projeto de país. E a culpa é nossa, porque nenhum deles chegou lá por milagre, está lá pelo voto dos eleitores.
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Família envenenada com bolo, um caso escandaloso no Rio Grande do Sul
Que caso esse de Torres (RS): já morreram três pessoas e mais uma está em estado grave. Na véspera de Natal, todos eles comeram umas poucas fatias de um bolo. O exame dos corpos constatou uma dose elevadíssima de arsênio, e agora se descobre que uma das integrantes da família, cuja sogra fez o bolo, tinha pesquisado na internet sobre arsênio e suas consequências. A substância estaria na farinha usada para fazer o bolo. Isso é coisa de Agatha Christie, de novela policial.
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Soldado israelense é caçado no Brasil por ter defendido o seu povo
Uma ONG sediada na Bélgica, mas que na verdade é do Hezbollah, soube que um soldado das Forças de Defesa de Israel estava passando férias na Bahia e procurou a Justiça Federal para fazer uma denúncia. Esse soldado, não sei como, ficou sabendo e sumiu do Brasil, foi para a Argentina. Está sendo perseguido por defender o seu país contra o terrorismo que matou 1,2 mil pessoas da forma mais cruel – só para lembrarmos, foram barbaridades como tirar feto da barriga da mãe e botar no forno, ou pegar o bebê que estava no colo do pai e da mãe e botar no forno, sob a vista dos pais. O soldado foi atrás dessa gente, e a Justiça Federal foi atrás desse soldado, que já nem está mais no Brasil.