Arquivo diários:24 de janeiro de 2025
DEU NO JORNAL
DEU NO X
ENFIE BANANA
Governo encontrou a solução para baratear os alimentos:
“A laranja está cara, consuma outra fruta ” 😂😂😂😂😂😂😂😂 pic.twitter.com/DVTO7c0qlf
— Ricardo Oliveira (@ricardors_of) January 24, 2025
DEU NO X
ATÉ A MILITÂNCIA DA GLOBOSTA TÁ BAIXANDO O CACETE
O governo está numa crise tão grande, que nem a militância da Globonews defende mais o Lula. pic.twitter.com/5HweZT0aoA
— Carlos Jordy (@carlosjordy) January 24, 2025
COMENTÁRIO DO LEITOR
LAVAGEM
Comentário sobre a postagem VEM AÍ A PICANHA PODRE!
Roque Nunes:
Lula está certo, certíssimo!!!
Para um povo que age como porco e vota com o estômago, lavagem tá bom demais.
Eu quero mais…. manda mais Lula….
Depois da abóbora, da chicória, do pé de frango, do osso, agora lavagem.
Viva o Brasil do amor!!!!
DEU NO JORNAL
O DESCONDENADO NO PODER
O governo Lula passou esta quinta (23) batendo cabeças procurando solução para outro problema de comunicação: desmentir que pretenda restabelecer controle de preços dos alimentos, muito embora o próprio presidente tenha usado a expressão.
Pior do que o temor de recriação de um órgão de “controle de preços” como a finada Sunab, é a percepção de que o presidente, em seu terceiro governo, não faz ideia ou não acredita que a inflação decorre de sua própria irresponsabilidade fiscal.
Lula chamou até o advogado e ministro Paulo Teixeira (questão agrária), teleguiado do MST, para discutir inflação de alimentos. Nada de Haddad.
A popularidade de Lula desaba por vários motivos, inclusive a tentativa de espionar o pix, mas ele acha que “acabar com a inflação” o salvará.
O presidente do Banco Central explicaria a Lula o que gera inflação, mas ele não quer correr o risco de ouvir que a culpa é da própria gastança.
* * *
Estamos chegando ao final do primeiro mês deste ano de 2025.
A cada dia a situação piora mais um tanto.
Esse guverno lulo-petralha, que na prática é exercido pela Primeira Cuidadora, tá levando nosso imenso país ao fundo do poço, afundando um tanto de metros por hora.
Já imaginaram quando chegar dezembro?
Putz!!!
Num quero nem pensar.
Valei-me, meu São Judas Tadeu, protetor dos desesperados!!!

DEU NO JORNAL
COITADOS DOS ASSEDIADOS…
LAUDEIR ÂNGELO - A CACETADA DO DIA
LUIZ BERTO CONHECENDO O TAL BIDEN
DEU NO X
A CUIDADORA DO CADUCO É QUEM MANDA
So ela pode mexer no celular dele, imagine o resto!! pic.twitter.com/7POujcX66c
— Pavão Misterious 𝕏 🇧🇷 (@misteriouspavao) January 23, 2025
VIOLANTE PIMENTEL - CENAS DO CAMINHO
RECORDANDO UM SONHO LINDO
O passado sempre nos volta em sonhos. E nada mais gratificante do que passarmos a noite revivendo momentos felizes dos tempos idos e vividos, quando no sonho estão presentes figuras queridas e inesquecíveis.
Tenho por hábito pôr em prática o que Freud ensina, em “Além da Alma.” Quando o sonho é bom, ao acordar, registro-o num caderno que trago sempre ao lado da minha cama.
Hoje, sonhei com minha mãe, cantarolando “Garoto da Rua”, uma das suas músicas preferidas (1947 – composição de Renê Bittencourt e gravação de Augusto Calheiros).
Ao acordar, ouvi a música mais de uma vez e de repente me veio à memória a beleza de “Nós, os Meninos de Palmares”, primeiro capítulo do livro “A Prisão de São Benedito e Outras Histórias”, obra prima do consagrado escritor Luiz Berto.
O livro é belíssimo desde a capa, as orelhas escritas pelo autor, e a fabulosa apresentação do poeta Orlando Tejo.
Sobre a Prisão de São Benedito e Outras Histórias, escreveu o poeta Orlando Tejo, em artigo publicado na Revista A REGIÃO, Recife, 1983:
“Há alguns meses, porém, A Prisão de São Benedito e outras histórias”, o mais opulento livro que já li em seu gênero, possibilitou-me a visão clara e geral do universo palmarense.
Nunca os tipos populares de nenhum lugar mereceram perfis literários mais precisos. Nenhum deles é caricaturado. São todos fotografados com a exatidão da arte que se pode exigir de um mestre. Luiz Berto os faz desfilar em assombrosa passarela universal, cada um deles com seus cacoetes humanos e suas características congênitas, fundo do riquíssimo cotidiano local que, em verdade, não é diferente do dia a dia de nenhuma outra cidade interiorana. Todas as cidades possuem os mesmos doidos, os mesmos boêmios, os mesmos aleijados, as mesmas prostitutas, as mesmas presepadas; e os bares, o cabaré, a noite, o clima de vida, o folclore, enfim, são clichês.
Tipos populares, portanto, não são privilégios de lugar nenhum. Ocorre, todavia, que somente Palmares deu um Luiz Berto. E isso explica o fenômeno. É o mesmo que pensarmos o que seria a Bahia sem Jorge Amado.”
Diz o Escritor Luiz Berto que não é poeta. “Nós, os meninos dos Palmares”, entretanto, é poesia pura; puro lirismo, característica dos poetas. Os meninos de Palmares eram “apontadores de estrelas”, “gáveas ao vento’, e “bebiam até a última gota naquele pote de felicidade.” Colocações poéticas lindíssimas!
Teimo em dizer, que o Escritor Luiz Berto é um dos maiores poetas que eu conheço. Seus escritos são poemas em prosa.
O garoto da rua, de que fala a composição de Renê Bittencourt, tinha a mesma alma dos meninos de Palmares, os mesmos sonhos, a mesma liberdade e as mesmas aspirações. Era um craque na bola de meia e andava com o bolso pesado de bolas de gude.
“Nós, os meninos de Palmares” é o retrato de uma infância feliz, que marcou uma época em que a maldade não tinha nascido.
Augusto Calheiros – GAROTO DA RUA
DEU NO JORNAL

