Arquivo diários:9 de janeiro de 2025
DEU NO JORNAL
RODRIGO CONSTANTINO
DA ESCURIDÃO À LUZ

Cena do filme Sight, do Angel Studios
Após o diagnóstico do meu câncer, tomei a decisão de diminuir um pouco a dose de notícias tóxicas sobre o Brasil e mergulhar mais em filmes e livros que inspiram ou fazem rir. Um desses filmes inspiradores que vi esta semana foi Sight, do Angel Studios. É um filme de 2024 sobre o Dr. Ming Wang, um imigrante chinês que se tornou um renomado cirurgião de olhos.
O filme não é apenas inspirado em fatos, mas é quase todo ele baseado na realidade. A história não precisou ser muito dramatizada, pois a vida de Ming Wang foi um enorme drama em si. Afinal de contas, ele cresceu na China comunista, e justamente quando era um jovem com o desejo de estudar para ser médico como seu pai, veio a Revolução Cultural com os “valentões” niilistas que fecharam escolas.
Esses jovens psicopatas partiram para cima de Wang e sua melhor amiga, e mesmo ele tendo prometido a ela que sempre a protegeria, em determinado momento os comunistas a sequestram. Ele fica desolado, e isso marca profundamente a sua vida. Quando ele consegue, contra todas as probabilidades, passar em exames e depois ingressar numa universidade americana, esse fantasma o acompanha o tempo todo.
Ele resolve salvar a vista de pessoas necessitadas como uma forma de reparação, para simbolicamente retirar sua querida amiga da escuridão. Ming Wang tem a tarefa de restaurar a visão de uma órfã que foi cegada por sua própria madrasta na Índia, pois crianças cegas conseguem mais esmolas. Ao fazê-lo, ele deve enfrentar o trauma dos tempos de juventude sob a mais violenta fase do regime de Mao.
Com spoiler agora: o Dr. Wang, apesar de toda a dedicação do mundo, não consegue restaurar a vista da menina, mas isso acaba lhe dando um ensinamento importante de vida. Afinal, ela segue buscando ser feliz, dançando, agradecida por simplesmente estar viva. Ela não resgatou sua visão, mas possibilitou que Wang resgatasse a sua sobre o que realmente importa na vida.
Ele é capaz então de enterrar os fantasmas do passado, fazer o devido luto e seguir adiante com sua vida, inclusive encontrando sua futura esposa. É uma linda história, e aconteceu de verdade. E o Dr. Ming Wang continuou com seu instituto devolvendo a alegria da visão a pessoas carentes e cegas.
E todos que conhecem de perto os horrores do comunismo também deveriam lutar para trazer à luz aqueles que acreditam nesta ideologia nefasta. O comunismo, afinal, também é uma cegueira, mas não precisa ser incurável. Vários ex-comunistas que se tornaram conservadores estão aí para provar que é possível resgatar a visão após uma fase no escuro.
DEU NO X
O BRASIL LULOSO
O povo vai deixar de Receber o PIX a ideia é Destruir o PIX ? pic.twitter.com/soTL7oieFd
— 🇧🇷 VLOGDOLISBOA (@VlogdoLisboa) January 9, 2025
DEU NO X
O CUMPANHÊRO TÁ FELIZ !!
DEU NO X
AS FATURAS ESTÃO CHEGANDO
As faturas vem vindo pic.twitter.com/018zoF1B8p
— Jorge Luís 🇧🇷🇧🇷🇧🇷🇧🇷 (@crioulossantafe) January 8, 2025
LAUDEIR ÂNGELO - A CACETADA DO DIA
O PRESIDENTE MAIS AMANTE DO BRASIL
JESSIER QUIRINO - DE CUMPADE PRA CUMPADE
MISS FEIURA NENHUMA
DEU NO JORNAL
NAPOLEÃO SEMPRE TEM RAZÃO – OU: POR QUE TANTO MEDO DAS NOTAS DA COMUNIDADE?
Francisco Razzo

Mark Zuckerberg decidiu mudar as regras do jogo. A Meta aposentou os “especialistas” em checagem de fatos e entregou aos usuários a tarefa de verificar informações. É o modelo Notas da Comunidade, já testado no X, de Elon Musk. O próprio Zuckerberg disse: a Meta quer voltar às “raízes da liberdade de expressão”. Traduzindo: menos censura, menos paternalismo; mais debate. Isso não é acabar com a checagem de fatos. Muito pelo contrário, é democratizá-la. Dar mais poder e responsabilidade aos usuários.
Precisamos aplaudir, gostei da mudança de postura. Notas da Comunidade é o sistema mais democrático de checagem de fatos que já vi. Retira o monopólio da verdade das mãos de uns poucos iluminados e o devolve aos usuários. Isso é democracia. Na democracia, quem define o que é verdade agora? Ninguém específico. E isso incomoda muita gente. Gente acostumada a decidir o que você pode e deve pensar. E, claro, quando falamos em “verdades” aqui, não estamos nos referindo a temas religiosos ou científicos. A esfera do debate público – e, portanto, suas exigências de validação da verdade – é diferente das verdades da fé e da ciência. Deixemos a filosofia de lado, por enquanto.
O que me interessa foram as reações ao anúncio de Zuckerberg, pois elas estão sensacionais. A cientista da computação Nina da Hora – até então eu não fazia a menor noção de quem era –, em entrevista ao Jornal das 10, da Globo, disse que a decisão é um retrocesso. Ela alegou que o modelo fragiliza o ambiente digital e que a checagem centralizada era essencial para combater a desinformação. Óbvio que é uma tremenda bobagem. Não confio em monopolistas da verdade. A gente sabe do estrago que eles podem fazer. O sistema de Notas da Comunidade não é perfeito, mas é melhor que concentrar poder em mãos de poucos ungidos. É preferível a imperfeição de muitas vozes à “precisão” de uma só. Numa democracia, até uma especialista em computação pode dar pitaco sobre o que é melhor para a democracia.
E vejam só que beleza de opinião nada especializada ela deu. Nina da Hora também quer a intervenção do Judiciário. O mesmo Judiciário que flerta com a censura, bloqueia perfis e ameaça plataformas por não seguirem sua cartilha. Uma democracia que precisa de polícia para regular opiniões já não confia em si mesma. Ou seja, não é democracia. Podem chamá-la do que quiser. Podem chamar Nina da Hora ou o papa que isso não mudará.
A desculpa para isso é sempre a mesma: proteger o público. Outra bobagem. Quem controla a narrativa não protege ninguém além de si mesmo. George Orwell entendeu isso melhor do que ninguém. Em A Revolução dos Bichos, os porcos apagavam fatos, reescreviam histórias e repetiam lemas “pelo bem de todos”. No fim, só eles ganhavam. E, claro, o rebanho aplaudia: “Se é o que diz o Camarada Napoleão, deve estar certo”. Quando ouço falar que “Notas da comunidade é um retrocesso fascista”, só consigo pensar nos porcos e no rebanho de “especialistas” aplaudindo.
Manuela D’Ávila, fiel ao script da esquerda, também atacou Zuckerberg. Disse que ele está promovendo a “liberdade da extrema direita”. Foi além: associou as mudanças da Meta a ideias que ameaçam “instituições, democracias” e defendem “violência e tortura”. Um salto argumentativo impressionante; só faltou terminar: “Napoleão sempre tem razão”. O céu é o limite para tanta imaginação. Confundir defesa da liberdade de expressão com validação de ideias extremas não é análise, é retórica. E o choro é livre.
O mais curioso é que Manuela transformou a liberdade de expressão em monopólio da extrema direita. Alguém deveria avisar as democracias ocidentais que, aparentemente, perderam o direito de reivindicar esse princípio. Manuela ainda invocou o “excepcionalismo americano”, ao criticar o papel da Meta como ferramenta do “imperialismo”. Mas, ao dizer que a empresa só atua a serviço de um poder maior, reforçou o mesmo erro que ataca. Para ela, o problema não parece ser o autoritarismo. É quem exerce o controle. Ou seja, quem manda. Noutras palavras, se os aliados ideológicos de Manuela estiverem no poder, isso é o que importa.
Não se deve ter medo da liberdade de expressão, exceto se você for um tirano. Ela incomoda, mas é isso que torna a vida da política suportável. Permite o absurdo, o incômodo, o confronto. Mas é o confronto que sustenta a democracia. Sem ele, só sobra o silêncio. Defender Notas da Comunidade não é defender Zuckerberg. É defender a ideia de que a verdade precisa ser um processo coletivo, não um decreto. A Meta erra muito, mas acertou nisso. Prefiro um sistema aberto, com falhas, a uma democracia domesticada por censores iluminados. Zuckerberg está longe de ser um herói, e eu não espero que seja. É um bilionário também preservando seus interesses e os interesses de seus acionistas. Mas, ao menos, reconheceu que era um censor e que liberdade de expressão não pode ser uma ameaça.
Ditaduras moderam conteúdo por viés ideológico. Defensores da democracia não precisam amar adversários – isso é tarefa cristã, não obrigação política. Defensores da liberdade de expressão (portanto, da democracia não domesticada) precisam, isso sim, aceitar a existência de opiniões divergentes e até ofensivas. Redes sociais que se pretendem democráticas devem ser palcos do confronto, não vitrines do conformismo e experimentos particulares de ditadores.
E quem acha o confronto de ideias perigoso talvez tenha mais em comum com os porcos do que gostaria de admitir.
DEU NO X
UM RECORDE ESPANTOSO !!!
Depois desse 8 de janeiro, lula nunca mais tenta fazer esse teatro. Aliás, ele só tem mais 2026 para tentar. pic.twitter.com/iS5IcuJePH
— Carlos Jordy (@carlosjordy) January 9, 2025
DEU NO JORNAL
REPERCUTIU MUITO A ÚLTIMA CAGADA
A gafe de Lula ao dizer que “homens gostam mais de amantes do que de mulheres” colocou o termo “amante” entre os mais falados do X, antigo Twitter.
Até a turma da lacração criticou o petista, cujo governo bate recorde de casos de assédio sexual, chamado agora de sexista.
* * *
Esse gunverno bate recordes não apenas em casos de assédio sexual.
Bate recordes em tudo que não presta nesse mundo!
Sexista, bundista, cuequista, tabaquista, mentirista, putista, ladroista, cornista, maconhista e mais um monte de itens constam da longa lista.
E ainda vai aumentar muito neste ano que está começando!!!


