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FELIZ 2026

Marcel van Hattem

Já estamos nos primeiros dias de 2025. Antes de continuar, ao caro leitor, além de estimar que tenha passado bem os festejos de fim de ano, desejo-lhe ainda um feliz ano novo! E, ao nosso Brasil, que 2025 seja de fato um ano novo apesar de parecer muito mais um ano velho. Algo como… 2015, por exemplo.

O Brasil enfrentava a pior recessão econômica de sua história. As estatais, além de darem enormes prejuízos, eram também loteadas politicamente e alvos de roubalheira desenfreadas. O risco país disparava, a bolsa despencava, o dólar subia, a inflação estava descontrolada e a dívida pública crescia de forma alarmante. O governo petista de Dilma Rousseff errava a mão em todos os sentidos. O terceiro governo de Luiz Inácio Lula da Silva, dez anos depois, também.

O único alento para o atual governo petista, pelo menos sob o ponto de vista do marketing que admite meias verdades, são, supostamente, o crescimento do PIB – apesar de modesto -, e o nível de emprego. São meias verdades, porém, pois o crescimento do PIB inclui os gastos do governo e o percentual de empregados só considera a população efetivamente no batente ou em busca de emprego, excluindo do cômputo milhões de brasileiros que dependem de benefícios sociais ou que estão na economia informal – ou ambos. Arredondando os números, para cada dois brasileiros no mercado formal, há um que recebe o Bolsa Família e outro que está na informalidade.

Trata-se de uma situação insustentável e que possui um agravante: a transferência de renda às avessas que é feita no Brasil dos mais pobres para os mais ricos. Enquanto brasileiros se preparavam para celebrar a virada do ano, Lula decidiu ampliar ainda mais o fosso existente entre ricos e pobres no Brasil. No apagar das luzes de 2024, foi assinada em 31 de dezembro a MP 1286/2024, que concede aumentos aos servidores públicos e reestrutura carreiras federais.

Justamente aqueles que hoje já têm salários maiores do que o dos demais brasileiros, tanto em comparação com a média salarial praticada no Brasil como, também, ao comparar os salários de trabalhadores no serviço público e privado que desempenham equivalentes funções e têm idênticas atribuições, receberam, de forma genérica, um novo acréscimo remuneratório. Não se trata aqui de discutir mérito ou justiça das carreiras específicas: trata-se de lembrarmos que o Brasil está em rota de falência, de empobrecimento generalizado, e o governo petista, além de não cortar gastos desnecessários e desperdícios exorbitantes como deveria, ainda decide aumentar despesas públicas em meio ao caos.

Quero insistir em desejar ao leitor um feliz 2025; mas, se de fato este ano novo for mesmo como o de 2015, o país só voltará a ter perspectiva de ser feliz, mesmo, no ano seguinte. Em 2016, tivemos o impeachment de Dilma Rousseff e a assunção ao poder de Michel Temer, que começou a colocar o país novamente em ordem após o cataclisma petista. Se não repetirmos o caminho que impusemos a Dilma – ou seja, o do impeachment, que tem minha franca preferência desde que Lula assumiu -, em 2026 teremos eleições para voltar a corrigir os rumos em que hoje nos encontramos. Até lá, para termos pelo menos um ano de 2025 menos infeliz, será fundamental o trabalho firme e decidido da oposição em fiscalizar, denunciar e desgastar Lula e o petismo publicamente pela irresponsabilidade que estão praticando com o Brasil para que tenhamos um feliz 2026.

DEU NO JORNAL

COMENTÁRIO DO LEITOR

CONTABILIDADE EMPRESARIAL

Comentário sobre a postagem ESSA MINISTRA TÁ NO GUNVERNO CERTO

Paredão de barragem:

É fácil: é só chamar o pessoal que gerenciava as Lojas Americanas.

Entendem que só que a porra de mascarar balanços.

Contabilidade empresarial é um retrato, do passado, de uma empresa. Ela não mostra a capacidade de solvência em cada instante do tempo.

O balanço publicado no final do ano mostra a evolução do ativo, passivo, patrimônio líquido no final do ano. A partir daí são gerados indicadores financeiros, de solvência, de rentabilidade etc.

As empresas públicas devem ser observadas sob a ótica da contabilidade pública que avalia a evolução do patrimônio do setor público considerando a execução ORÇAMENTÁRIA.

No setor privada, as empresas desenvolvem suas atividades com base nas receitas, custos e lucro.

Empresa PÚBLICA – para não confundir com empresa de economia mista – não tem perspectiva de lucro, logo não faz o menor sentido comparar as duas coisas.

Essa é mais uma forma de enganar a população criando um jabuti a mais que vai fazer dar sustentação aos pobres imbecis que acreditam nessas bobagens.

Agora, há uma questão: uma empresa deficitária pode ter lucro.

Foi o aconteceu com as empresas públicas quando Paulo Guedes era ministro.

Todas elas tinha déficits acumulados e tiveram lucros a ponto de fechar no “azul”.

O pessoal está comemorando o lucro do BNDES, de R$ 9,8 bilhões. Beleza, no entanto, a gente precisa ter cuidado porque o banco trabalha com crédito de longo prazo.

Até que ponto isso é lucro projetado?

Não sei.

Deixar aqui a ideia para alguém falar sobre isso .

LAUDEIR ÂNGELO - A CACETADA DO DIA

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SEVERINO SOUTO - SE SOU SERTÃO

PEDRO MALTA - REPENTES, MOTES E GLOSAS

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EXCREÇÃO EXCESSIVA

Constatação da deputada Adriana Ventura (Novo-SP) sobre a disparada do Dólar e a falta de confiança na economia brasileira:

“Cada vez que Lula abre a boca pra falar dos juros e do câmbio só piora a situação”.

* * *

Não é só na área de economia e finanças que as falas do descondenado pioram a situação.

O sistema de esgoto e saneamento também sofre muito.

A quantidade de bosta que ele caga pela boca é uma coisa gigantesca, monstruosa, piramidal.

HÉLIO CRISANTO - UMA LUA, UM CAFÉ E UM BATENTE