DEU NO X

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SEVERINO SOUTO - SE SOU SERTÃO

DEU NO X

PEDRO MALTA - A HORA DA POESIA

A ANTO! – Florbela Espanca

Poeta da saudade, ó meu poeta qu´rido
Que a morte arrebatou em seu sorrir fatal,
Ao escrever o Só pensaste enternecido
Que era o mais triste livro deste Portugal,

Pensaste nos que liam esse teu missal,
Tua bíblia de dor, teu chorar sentido
Temeste que esse altar pudesse fazer mal
Aos que comungam nele a soluçar contigo!

Ó Anto! Eu adoro os teus estranhos versos,
Soluços que eu uni e que senti dispersos
Por todo o livro triste! Achei teu coração…

Amo-te como não te quis nunca ninguém,
Como se eu fosse, ó Anto, a tua própria mãe
Beijando-te já frio no fundo do caixão!

Florbela Espanca, Vila Viçosa, Portugal (1894-1930)

DEU NO JORNAL

PRECISAMOS DE AGÊNCIAS DE CHECAGEM NAS REDES SOCIAIS?

Jocelaine Santos

Mark Zuckerberg

Mark Zuckerberg em foto de 2019, durante audiência no Congresso norte-americano

Não faltou gente tendo chilique ao saber que a Meta não vai mais usar agências de checagem de informação nas plataformas do grupo. A medida só vale nos EUA, mas aqui no Brasil, o pessoal adepto do pensamento único já estava arrancando os cabelos e clamando ajuda ao grande irmão supremo para interromper mais essa “barbaridade”.

No entender dos que defendem a censura prévia, o fim do filtro das agências de checagem no Instagram e Facebook levaria o país à era da barbárie, ao fim da civilização, ao domínio da “extrema direita”, do “discurso do ódio” e da “desinformação”. As agências de checagem seriam a salvaguarda contra tudo isso, a única forma de se garantir um ambiente digital minimamente saudável. Mas será isso mesmo?

Antes de tudo, reconheçamos: há muita informação falsa circulando nas redes sociais – mas não só nelas. Mentiras sempre estão por aí, inclusive na boca de jornalistas, influenciadores, políticos e, sim, também dos “checadores de informação”. Agências de checagem não são formadas por seres celestiais, livres de paixões mundanas, isentos, incorruptíveis, imunes a erros ou distorções.

Quem faz a checagem são pessoas, quase sempre jornalistas, professores, integrantes de grupos financiados por alguém – como o próprio governo ou o TSE. Cada checador tem seu próprio histórico, convicções pessoais e políticas, ideias e opiniões sobre vários assuntos e dificilmente conseguirá deixar de lado essas convicções na hora de examinar uma postagem.

No caso de dados mais ou menos exatos, como números, datas e nomes, a checagem é mais fácil e bem-sucedida, no sentido de poder efetivamente apontar se há ou não um erro numa postagem. Mas o problema não é esse. Imagine uma postagem de teor político. Um usuário de uma rede social escreve que o governo Lula está acabando com a democracia no Brasil. Trata-se de uma simples opinião, que não traz nenhum tipo de ofensa pessoal a Lula, e que jamais poderia ser enquadrada como criminosa.

Ao ler essa postagem, as pessoas poderiam concordar ou não, argumentar ou expressar seu próprio ponto de vista sobre o assunto. E isso é o que deve acontecer numa democracia, que defende constitucionalmente o direito de as pessoas expressarem sua opinião. Eu, você e todo mundo têm o direito de achar o que quiser de Lula ou de qualquer outra autoridade e expressar isso publicamente.

Agora imagine essa mesma postagem sendo “moderada” por uma agência de checagem formada por militantes de esquerda – e existem muitas por aí, inclusive sendo remuneradas com dinheiro público. Essa postagem absolutamente normal pode ser tachada de fake news ou desinformação, pois, para um militante de esquerda, Lula pode ser o mais democrático dos seres – ao menos dentro do modelo que eles entendem ser o ideal para a democracia.

Agências de checagem não são, nem nunca serão, a melhor maneira de minimizar as mentiras nas redes sociais. As pessoas não precisam (e não podem precisar) que alguém determine o que pode ou não ser visto, lido ou dito nas redes sociais, muito menos que diga o que é verdade ou o que é mentira. Nós é que devemos ter condições de fazer essa distinção, e isso só pode ser feito em um ambiente de liberdade – coisa que o pessoal histérico contra a decisão de Mark Zuckerberg não quer de jeito nenhum. Para eles, somos bárbaros que precisam ser domesticados por meio da censura e repressão.

DEU NO JORNAL

DOS CAIXAS DAS ESTATAIS

É ainda maior a sangria nos caixas de estatais brasileiras para bancar o Janjapalooza, inicialmente estimado em R$ 33,5 milhões.

O evento contou com injeção de ao menos R$ 83,45 milhões de empresas públicas.

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A cuidadora do larápio cachaceiro só bota pra lascar!!!

Um evento que custou mais de 83 milhões de reais, vindos de empresas públicas, é pra arrombar!!!

Arrombar o bolso do contribuinte.

E arrombar também tabaca de Xolinha!!!

A cachorra Xolinha de tabaca arrombada com as gastanças da Vice

DEU NO X

ALEXANDRE GARCIA

JANJAPALOOZA CUSTOU DEZENAS DE MILHÕES DE REAIS

Janjapalooza janja

Deputados pediram relação de gastos do Janjapalooza e como eles foram bancados

Muita gente no Brasil ainda não sabe de onde vem o dinheiro do governo. Acha que o dinheiro do governo é simplesmente isso, dinheiro do governo, como se o governo abrisse uma caixa misteriosa de onde sai o dinheiro. Não! O dinheiro não é do governo. Ele é público, é do público. Vem de você, quando faz qualquer compra e está pagando imposto. Você não sabe, mas o imposto está embutido no preço daquilo que você comprou, da gasolina com que abastece seu carro. Você pode não declarar Imposto de Renda, pode não ter uma empresa que pague impostos, mas está sempre pagando imposto.

Por isso, os deputados, com base na Lei da Transparência, pediram informações sobre quanto foi gasto no Janjapalooza, no G20 Social. O Estadão publicou: foram R$ 77 milhões. Banco do Brasil, BNDES e Caixa Econômica entraram cada um com R$ 18,5 milhões, e a Petrobras deu R$ 13 milhões. A cúpula dos líderes custou R$ 13 milhões e, pelo jeito, parece que o resto foi festa. Para cenografia e infraestrutura foram quase R$ 8 milhões; locação de equipamento, mais R$ 5 milhões. O G20 Social e o Janjapalooza custaram R$ 55 milhões.

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Não vai haver imposto sobre o Pix, mas a Receita vai apertar o controle, sim 

E isso ajuda a entender por que o governo está atrás dos informais que recebem por Pix. São uns 40 milhões de brasileiros nessa situação. Estão dizendo que é invenção da rede social, que haverá imposto sobre o Pix. Não sei se alguém na internet está inventando isso; se houver, está mentindo. Não é o Pix que vai ser tributado – para isso acontecer precisaria haver lei para inventar o imposto sobre o Pix, o projeto teria de passar no Congresso, ser discutido nas comissões e aprovado nos plenários da Câmara e do Senado. Como vai ser, então? A Receita ficará de olho, por exemplo vendo quem recebeu acima do limite para não declarar a renda. Essa pessoa vai ter de explicar por que não declarou, e vai ter de declarar, pagar o imposto e a multa por não ter declarado antes. Em resumo, não é um imposto sobre o Pix, mas um controle sobre os informais, que não pagam imposto.

O novo ministro da Secretaria de Comunicação, Sidônio Palmeira, parece que vai fazer uma campanha para explicar o caso do Pix, porque o governo está sentindo o desgaste. Paraná Pesquisas e Atlas Intel apontam que a reprovação ao governo Lula está superior à aprovação. A Paraná Pesquisas está falando em 50,4% de reprovação e 46,1% de aprovação.

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Vem aí um novo imposto sindical

O ministro do Trabalho, Luiz Marinho, que foi liderança sindical, está anunciando que a partir de fevereiro vem aí um novo imposto sindical – “contribuição sindical”, eles chamam. Essa contribuição deixou de ser obrigatória na reforma trabalhista feita no governo Temer. Muito justo, porque paga o sindicato quem for associado ao sindicato; quem não for sindicalizado não tem obrigação de pagar – para sustentar partido político deveria ser igual: é o seguidor, o filiado que deveria sustentar o partido. O ministro disse que um deputado muito ligado ao governo vai apresentar o projeto de lei desse imposto sindical, porque o governo não quer apresentar para não se desgastar. Será uma nova forma de pegar mais dinheiro.

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Governo culpa os outros pelo que dá errado, mas ele é o grande culpado

Então vejam só: uma hora é culpa do Pix, outra hora é culpa da inflação, agora parece que é culpa da rede social. Não: todos sabem que a inflação é o desgaste provocado pelo excesso de gastos do governo, que desvaloriza a moeda. O dólar está acima de R$ 6, o real se desvalorizou, e tudo fica mais caro. O dinheiro que está no seu bolso vale menos. E você vai continuar pagando imposto para esses gastos do governo, para Janjapalooza, para o G20 Social, todos esses milhões e milhões que nem conseguimos imaginar quanto dá – e o governo também não. Esse dinheiro não cai do céu, vem do suor de cada pagador de imposto.

COMENTÁRIO DO LEITOR

PRAGA NEFASTA

Comentário sobre a postagem É TRISTE…

Roque Nunes:

To acahando que ainda é pouco.

Quero mais…. todo castigo pra petista e para quem vota, ou votou no PT é pouco.

Nada de Impeachment do Lula.

Eu quero que ele governe até 31/12/2026.

O que está acontecendo deve servir como laxante, como um lombrigueiro que derruba todo tipo de parasita do organismo.

O Brasil precisa, não é nem que merece.

Ele precisa passar por esse choque de realidade, de mundo real, para ver se essa nossa esquizofrenia passa, tenha fim essa ilusão chamada esquerdismo e “isentismo” da maioria dos cidadãos.

Todos os países que enveredaram pelo socialismo e conseguiram sair dele estão hoje, em sua maioria, vacinados contra esse tipo de doença.

O Brasil precisava passar por isso para acordar e começar a se afastar nessa praga nefasta chamada esquerda.