O PIX está unindo o povo. pic.twitter.com/3UEtvIgIot
— Nikolas Ferreira (@nikolas_dm) January 14, 2025
O PIX está unindo o povo. pic.twitter.com/3UEtvIgIot
— Nikolas Ferreira (@nikolas_dm) January 14, 2025

Janja discursa na festa em sua homenagem
Durante o governo Bolsonaro, a turma petista bateu muito na questão do sigilo de certos gastos do cartão corporativo. Transparência é sempre desejável no setor público – não no monitoramento de cada PIX feito pelo cidadão comum. Ao cidadão, tudo que não é proibido por lei deve ser permitido; ao burocrata e ao político, tudo que não é permitido por lei deve estar vetado.
Mas claro que há um limite: coisas que realmente envolvem questões de segurança nacional podem ser mantidas em sigilo. Não faz sentido abrir ao público, por exemplo, detalhes dos gastos do presidente sobre onde são comprados certos mantimentos ou aspectos de logística. Algum cuidado se faz necessário aqui.
A esquerda nunca quis fazer essa distinção, e Lula explorou bastante na campanha esse lado do sigilo em determinados gastos da Presidência. Ele prometeu que não faria o mesmo e disse que só quem quer esconder coisas comprometedoras coloca sigilo de cem anos para tais gastos. A militância petista deitou e rolou, pegando carona na fala de Lula.
Gleisi Hoffmann, presidente do PT, comentou: “Bolsonaro decreta sigilo de 100 anos em assuntos de interesse público e ainda tira sarro com a cara do povo. Esse deboche terá um preço alto. O povo não admite ser tratado como palhaço”. Sâmia Bomfim escreveu: “Isso aí, Lula! Derrubar o sigilo de 100 anos tem que ser a primeira medida do próximo governo”.
Não foi, e na verdade muito mais coisa foi colocada sob sigilo sem qualquer aparente ligação com a segurança nacional. A notícia no Globo, o veículo mais alinhado ao governo, não me deixa mentir: “Após críticas a Bolsonaro, Lula eleva gastos no cartão corporativo e mantém sigilos de cem anos no patamar do antecessor”.
André Janones reproduziu a promessa de Lula: “Quando eleito, num decreto só, vou tirar o sigilo de 100 anos”. E acrescentou, em seu estilo afetado: “Na cara do miliciano! Lula estragando o velório!” Pelo visto era só mais um estelionato eleitoral, e o histriônico deputado terá de esperar mais cem anos.
Bruno Gagliasso, o irmão petista do vereador Thiago, vibrou com a tirada de Lula no debate da Globo: “Sabe decreto de cem anos que tá na moda agora??? kkkkkk o pai tá on demaaaaaais!”. Fabio Porchat, que tenta ser humorista, disse: “Mais dois meses de espera pra esse monte de quebra de sigilo vai me matar!” Felipe Neto, o imitador de focas, foi na mesma linha: “Eu proponho um chá de revelação dia 01/01 pra abrir os sigilos de 100 anos”. Pelo visto não haverá chá algum…
Como fica claro, o sigilo em si nunca foi a questão, e a esquerda não se importa com ele – desde que seja no governo do “papai”. Era tudo um discurso de campanha, nada mais. Era tudo hipocrisia, como sempre. A esquerda lulista inventou, pelo visto, o “sigilo do bem”.
Quando Lula mete sigilo em gastos da Janja por um século inteiro, deve haver um ótimo motivo para esconder os dados de quem paga a fatura. Os pagadores de impostos devem continuar trabalhando pesado e sem fazer muitas perguntas, pois a “justiça social” é prioridade. Transparência só no governo da direita!
Comentário sobre a postagem ARTHUR JOSÉ MOREIRA – ARAGUARI-MG
Paredão de barragem:
Qual o mérito em ver petistas arrependidos?
Quantos deles estariam dispostos a votar noutro candidato que não seja Lula?
Nenhum.
Mesmo com essa desgraça que está aí, a culpa não é de Lula, é do fascismo que não o deixa governar.
Pergunte aos eleitores nordestinos de lula se eles voltariam num candidato de direita.
A resposta é não.
Mesmo sem água do São Francisco, sem emprego, mas com bolsa família, esse pessoal não quer ouvir falar de crescimento econômico.
Lula e Haddad resolveram ir atrás dos 40 milhões de brasileiros informais que tentam sustentar suas famílias de algum jeito. Esses trabalhadores foram descobertos por Bolsonaro, mas o PT de Lula e Haddad não os enxerga e faz de tudo para sugar o fruto do seu trabalho.… pic.twitter.com/86SRDXNjpJ
— Estúdio 5º Elemento (@Estudio5o) January 14, 2025
Leandro Ruschel
Jornalistas “profissionais” querem a censura nas redes para ter de volta o poder de pautar a sociedade.
Na semana passada, um militante de redação da Lula News disse que as notas de comunidade poderiam ser postadas apenas por usuários que pagam pelo serviço no X.
As notas de comunidades corrigiram a fake news do militante, que foi obrigado a publicar uma correção: qualquer usuário que apresente certos pré-requisitos pode postar uma nota.
Ou seja, as notas provaram sua eficácia.
Os jornalistas “profissionais” defendem as agências de “checagem de fatos” não só para cumprir a agenda de censura do regime, mas também para manter o SEU poder de definir o que é verdade ou mentira.
Com as redes sociais, os jornalistas “profissionais” perderam leitores, poder e dinheiro, sendo desmascarados como militantes de extrema-esquerda.
Eu mesmo tenho mais seguidores do que a Lula News, por exemplo.
Assim, a censura nas redes é vital para proteger o regime e garantir poder e dinheiro aos jornalistas.
Resumindo, além da militância ideológica, há o bom e velho corporativismo da imprensa.
Editorial Gazeta do Povo

Lula e Sidônio Palmeira, em sua posse como novo ministro da Secom
Nesta terça-feira, o presidente Lula empossou seu novo ministro da Secretaria da Comunicação Social: o marqueteiro Sidônio Palmeira, que assumiu a pasta, substitui Paulo Pimenta, defenestrado porque, por algum motivo que escapa a Lula (e só a ele), a população não está aprovando entusiasticamente o seu governo. Após dois anos de mandato Lula 3, os brasileiros, quem poderia imaginar?, ainda não perceberam que o presidente estaria voltando a fazer do Brasil um paraíso depois da devastação promovida entre 2016 e 2022, os anos em que o petismo não esteve no Planalto. Acontece que, se durante a campanha eleitoral Palmeira conseguiu iludir a população com lorotas como a do “Lula democrata”, desta vez o adversário é bem mais implacável.
E não falamos da “mentira nos ambientes virtuais fomentada pela extrema direita”, que “cria uma cortina de fumaça na vida real, manipula pessoas inocentes e ameaça a humanidade”, como afirmou Sidônio Palmeira em seu discurso de posse. Falamos exatamente da “vida real”. Afinal, não foi a “extrema direita” que deixou vencer quase 59 milhões de vacinas, causando um prejuízo de R$ 1,7 bilhão e privando a população da forma mais eficaz de prevenir várias doenças. No Brasil real, bem diferente do Brasil dos marqueteiros do PT, a dengue bateu recorde de mortes em 2024, e é Lula em pessoa quem faz acenos a ditadores e terroristas mundo afora.
Também não é culpa da “extrema direita” que a inflação esteja mais uma vez acima do limite máximo de tolerância da meta, nem que o dólar tenha disparado no fim do ano e insista em permanecer acima do patamar de R$ 6, encarecendo inúmeros produtos de consumo básico do brasileiro. Não são os adversários de Lula que se empenham em tributar tudo o que encontram pela frente, nem são eles que definem a política fiscal gastadora do governo, e que é a principal culpada pela alta na inflação. Aliás, Palmeira é apontado como o grande responsável por fazer Fernando Haddad incluir, no anúncio do pífio pacote fiscal de novembro, a isenção de Imposto de Renda para quem ganha R$ 5 mil mensais, promessa que fez desandar o humor do mercado financeiro e que, no fim das contas, ficará para 2026, na melhor das hipóteses.
Se as pesquisas de opinião, portanto, não mostram uma aprovação avassaladora do brasileiro a Lula, isso não se deve a nenhuma “cortina de fumaça” criada pela “extrema direita”, mas à própria realidade que Lula e o petismo criaram desde que subiram a rampa do Planalto, em janeiro de 2023. Mesmo os dados mais positivos do atual governo, como a alta do PIB e o recuo do desemprego, infelizmente apontam para uma economia sobreaquecida, que roda acima de sua capacidade, de forma insustentável no médio prazo – uma repetição do ciclo provocado pela “nova matriz econômica” entre o fim do segundo mandato de Lula e o impeachment de Dilma Rousseff.
O problema do governo Lula não é ter uma comunicação deficiente, mas ter muito pouco de bom a comunicar. Não há ministro-marqueteiro capaz de resolver uma situação como essa se o restante do governo não estiver interessado (como de fato não está) em uma mudança de rumos. O que restará a Sidônio Palmeira, portanto, será mentir, mentir compulsivamente, para que cada vez mais brasileiros deixem de acreditar no que seus olhos veem para acreditar no que a propaganda petista diz. Tudo, claro, pensando em 2026, e para isso vale até transformar um ministério de Estado em comitê de campanha visando à reeleição.
Dedico os vídeos desta semana ao grande acervo de amigos que tenho neste jornal.
Amigos que só conheço pelos comentários que são feitos na coluna.
Amigos que nunca ví ou ouvi pessoalmente mas, que os tenho guardado em meu peito.
Aos amigos colunistas do jornal e ao nosso editor quero mandar um abraço de quebrar costela e aos nossos leitores e ouvintes quero agradecer de coração, pois vocês são a alma deste jornal.
Obrigado!