No 23º episódio do Casa do Livro, o escritor e imortal José Paulo Cavalcanti Filho, colunista desta gazeta, fala sobre FERNANDO PESSOA: UMA QUASE BIOGRAFIA, que acaba de ser lançado pela Editora Record em edição revista e ampliada.
A obra de referência sobre a vida e os heterônimos de poeta português tinha sido publicada em 2011 e levou diversos prêmios no Brasil e no exterior.
O sistema é tão bruto que reelege Lula, FHC e Dilma, todos de esquerda, nenhum consegue andar nas ruas, nenhum tem um terço da popularidade de Bolsonaro nas redes sociais, mas não reelege Bolsonaro de direita ovacionado, querido.
O sistema é tão bruto que faz Marina Silva de esquerda, que não tem 1% dos votos do Brasil, fazer um partido chamado Rede, mas impede Bolsonaro com 50% dos votos do Brasil criar um partido de direita.
O sistema é tão bruto que tem 90% da imprensa de esquerda criando Fake News livremente e tem 10% de imprensa de direita toda censurada pelo ativismo judiciário. Todos os presos da esquerda por roubo estão soltos, todos os de direita estão presos não por roubo, mas por opinião.
O sistema é tão bruto que soltou Lula e Sérgio Cabral julgados e presos, cuja soma da cadeia dos dois chega a 500 anos, mas prende um deputado de direita, à meia noite, sem ser julgado mesmo depois de indultado pelo Presidente da República.
O sistema é tão bruto que quebra o sigilo do ex presidente de direita, por um cartão de vacina, mas não quebra o sigilo de um bandido criminoso covarde de esquerda com 4 celulares 3 computadores , 4 advogados, que com uma faca esfaqueou Bolsonaro.
O sistema é tão bruto que perdoou 18 milhões de sonegações de Lula e multou quase 500 mil por Bolsonaro não usar máscara …
A última vez que um ministro da fazenda tocou violão, o que veio depois foi o famoso confisco da poupança, que levou milhares de brasileiros à falência, infartos e suicídios no ano de 1990.
O tempo passa, o tempo voa, o povo sempre se ferra e a elite política continua numa boa.
A presidente do STF, Rosa Weber, comparou os ataques orquestrados do 8 de janeiro em Brasilia, com o Ataque a Pearl Harbor.
O único problema nessa infeliz comparação, é que – o ataque militar surpresa do Serviço Aéreo Imperial da Marinha Japonesa contra os Estados Unidos na base… pic.twitter.com/GO8JxiUEuz
Há um “acadêmico” brasileiro de extrema-esquerda chamado João Cezar de Castro Rocha que está propondo a criação de tribunais especiais para julgar, e obviamente condenar os não alinhados, com “punição rigorosa e exemplar”.
A proposta foi lançada em entrevista ao militante de redação Chico Alves, do UOL.
Não seria uma novidade. Logo após o incêndio do Reichstag, em 1933, foi criado o Volksgerichtshof, o “Tribunal do Povo”, utilizado pelo regime nazista para expurgar qualquer oposição.
Oficialmente, o tribunal especial servia para julgar “acusados de crimes de alta traição e atentado contra a segurança do Estado”.
Para quem não sabe, o incêndio do Reichstag – o Parlamento alemão -, foi a deixa para os nazistas consolidarem a ditadura. Há debates sobre se o ataque foi coordenado pela própria SA, o braço paramilitar do partido, ou foi um “golpe de sorte”.
Qualquer que seja o caso, foi a partir do incidente que os nazistas consolidaram o poder em torno do Fuhrer, acabando com a democracia representativa, acelerando a eliminação de qualquer oposição.
Já os comunistas criaram na União Soviética os chamados “show trials”, que tinham como objetivo criminalizar qualquer oposição a Stalin, até mesmo de antigos aliados do ditador. Além disso, os julgamentos buscavam instalar o clima de terror na sociedade, deixando claro qual seria o destino de opositores do regime.
Durante a Revolução Cubana, Che Guevara assumiu o cargo de juiz chefe do Tribunal Revolucionário, em que decidiu pela execução de centenas de opositores do regime.
Em alguns casos, ele mesmo levou a cabo a sentença. “Execuções?”, gritou Che Guevara enquanto discursava na glorificada Assembleia Geral da ONU, em 9 de dezembro de 1964. “É claro que executamos!”, declarou, gerando aplausos entusiasmados daquele venerável órgão.
“E continuaremos executando enquanto for necessário! Essa é uma guerra de morte contra os inimigos da revolução!”.
São apenas alguns exemplos dos nefastos resultados da mentalidade revolucionária que infelizmente está em voga no Brasil, e já produziu inquéritos ilegais, censura, prisão e exílio, ao arrepio dos direitos fundamentais previstos na Constituição.
Até mesmo a agressão física contra opositores do regime é tacitamente aceita, como ficou claro no caso de ativistas de direita que foram brutalmente agredidos na UFSC por extremistas de esquerdas, nesta semana.
Em nota, a Universidade acabou atribuindo o crime às vítimas, chamando-as de “invasores”.
A imprensa praticamente não noticiou o fato.
A militância acadêmica agora se junta à militância de redação para exigir tribunais especiais, com julgamento expresso, contra os não alinhados.
Quanto tempo até eles defenderem campos de concentração e execuções sumárias?
O machado, longe da mão de quem o conduz para o erro, será apenas um machado, não mais que uma ferramenta de trabalho. Só isso. O homem que o carrega para o mal, para o abate de inocentes árvores, este sim, é um criminoso impiedoso e por isso nem merece ser chamado de ser humano. Pior que estes, aqueles que, detentores do poder, permitem tamanha crueldade contra o próprio homem, a natureza e o meio ambiente.
O CÉU CINZENTO
Quando o céu se tinge de cinzento e a fumaça apaga a beleza das nuvens, a consciência criminosa do desmatamento surge manchada pela vergonha e indecência. Ouve-se, então, o entoar triste do cântico das maldades e a textura fria de uma poesia de pé quebrado, de um texto subjetivo e de conclusão duvidosa ou de uma zoada de péssima qualidade equivocadamente apelidada de Música.
O CHORO DOS POETAS
João Cabral e Jorge Amado, lá de cima, dão as mãos a Hélder Câmara e a Josué de Castro, a eles se juntando Bandeira e Paulo Freire, que choram juntos o fim do sonho verde. Manuel de Barros, a um canto, junta-se às rãs e às flores num abraço de dor. A todos estes e a mais alguns unem-se os homens de bem, numa tentativa de impedir o ‘passar da boiada’. Às vezes, já é tarde. Tomara que ainda dê tempo.