Caros amigos e leitores do meu jornal preferido:
Antigamente eu apoiava o Bolsonaro em tudo.
Mas hoje em dia eu estou igualzinha a antigamente.
É isso.
Saudações bolsonarianas para todos!

Após o apelo da presidente da empresa, Luiza Trajano, manchetes amigas previam “disparada” no valor das ações da Magazine Luiza.
Era só torcida.
A empresa já perdeu 90% do valor acumulado na pandemia: em novembro de 2020, ação da Magalu foi cotada a R$ 27,34, mas, mesmo após o apelo dramático, fechou ontem a R$ 2,77.
O declínio fez lembrar o sincero Luiz Barsi, maior investidor da bolsa: “A Magazine Luiza vai quebrar; não sei quando, mas vai quebrar”, afirmou em junho.
A dona da Magalu foi às redes sociais pedir para os clientes irem “o mais rápido possível” às suas lojas. “Por favor”, suplicou a bilionária.
Na abertura do mercado, a ação da Magalu valia R$ 2,84. Após Trajano virar um dos assuntos dia, foi a R$ 3,04, mas fechou abaixo da abertura.
Se a aversão a Bolsonaro afastou bolsonaristas das lojas, petistas tampouco foram solidários.
Eles não gostam de ricaços, mesmo aliados.
* * *
Dessa vez vai acertar em cheio quem disser que esse fracasso da empresa de Luiza Trajano é “culpa de Bolsonaro”.
Só que Bolsonaro entrou nessa história pela boca da proprietária da Magalu, o Magazine Luiza, que faz oposição ao governo.
A Dona Luiza sempre baixou o cacete no presidente.
E os eleitores de Bolsonaro simplesmente deixaram de ser fregueses dela.
Nada de anormal ou ilegal.
É um legítimo direito do consumidor: compra onde quiser e achar melhor.
Por fim, a falta de solidariedade da petralhada é porque, além de não gostarem de ricaços, eles são radicalmente contra o capitalismo.
Eles adoram mesmo é o miserável regime cubano.

“Putz! Se lasquei-se-me. Os petralhas são unhas-de-fome”
Uma comitiva do Tribunal Superior Eleitoral (TSE) foi enviada a Paris a fim de “observar” eleições que curiosamente utilizam votos em células de papel.
A expedição brasileira ocorreu em abril.
E os números dos gastos impressionam: o ministro Sérgio Banhos, que integra o TSE na cota dos advogados, recebeu R$ 24.526,44 em diárias para o intenso “sacrifício” de acompanhar as eleições francesas entre 19 e 25 de abril.
Banhos levou mais dois assessores na extenuante tarefa de “observar” a eleição com voto de papel, no país presidido por Emmanuel Macron.
Para sete dias na Cidade Luz, o assessor José Gilberto Scandiucici Filho recebeu R$ 18.966,32 e Laura Adjuto outros R$ 19 mil em diárias.
Incluam-se nessa excursão a Paris os gastos com passagens, estimados em R$ 10 mil, por conta do pagador de impostos feito de otário.
A ironia, no passeio, é que o TSE tem deplorado qualquer discussão sobre impressão dos votos.
Questionado, o TSE não se manifestou.
* * *
Depois que li esta notícia, fui lá no espelho olhar meu fucinho.
Fiquei um tempão contemplando minha cara de contribuinte otário.
É assim que esses canalhas torram o dinheiro dos impostos que pagamos.
Puta que pariu!!!!

Trambicagem Sueriormente Eleitoreira: um antro totalmente inútil