CORRESPONDÊNCIA RECEBIDA

VIOLANTE PIMENTEL – NATAL-RN

Querido Editor Luiz Berto,

Bom dia!

Segue o comprovante da doação, para o nosso querido JBF.

Uma ótima semana!

Muita saúde e paz!

R. Vossa doação já está na conta desta gazeta escrota!

Foi uma gritaria e um fuzuê danado aqui na redação, querida amiga e colunista fubânica.

Chupicleide ficou doidinha de alegria com a sua generosidade.

Aproveito para também agradecer as doações feitas esta semana pelas leitores Áurea Regina e Cristiana Sartori.

Vocês são a força que mantém este jornaleco avuando pelos ares, nos ajudando a cobrir as despesas com hospedagem e manutenção técnica da empresa Bartolomeu Silva.

Um xêro para minhas queridas amigas!!!

CORRESPONDÊNCIA RECEBIDA

PEDRO MALTA - A HORA DA POESIA

ANJOS DO MAR – Manuel Antônio Álvares de Azevedo

As ondas são anjos que dormem no mar,
Que tremem, palpitam, banhados de luz…
São anjos que dormem, a rir e sonhar
E em leito d’escuma revolvem-se nus!

E quando, de noite, vem pálida a lua
Seus raios incertos tremer, pratear…
E a trança luzente da nuvem flutua…
As ondas são anjos que dormem no mar!

Que dormem, que sonham… e o vento dos céus
Vem tépido, à noite, nos seios beijar!…
São meigos anjinhos, são filhos de Deus,
Que ao fresco se embalam do seio do mar!

E quando nas águas os ventos suspiram,
São puros fervores de ventos e mar…
São beijos que queimam… e as noites deliram
E os pobres anjinhos estão a chorar!

Ai! quando tu sentes dos mares na flor
Os ventos e vagas gemer, palpitar…
Por que não consentes, num beijo de amor,
Que eu diga-te os sonhos dos anjos do mar?

Manoel Antônio Álvares de Azevedo, São Paulo (1831-1852)

DEU NO X

COMENTÁRIO DO LEITOR

UM COMENTÁRIO QUE COMOVEU O EDITOR

Comentário sobre a postagem MEU COMPADRE TIRA-TEIMA

José Walfrido Ferreira de Lima Filho:

Foi com muita alegria e satisfação que recebi este relato magnífico do meu tio Aurino Santana das Neves.

Nossa família é grande mas dispersa. Eu por exemplo vim para RJ em 1956 com o meu pai e minha mãe Floraci Santana das Neves irmã do Aurino.

Os contatos, somente quando ele vinha ao RJ, eram poucos e eu criança.

Tínhamos uma relação boa apesar de seu jeito largado e descompromissado de tudo.

Parabéns e obrigado por traduzir com riqueza de detalhes este personagem familiar excepcional.

“A saudade é o amor que fica”

DEU NO X

XICO COM X, BIZERRA COM I

“CONVERSINHA” DE 1/2 MINUTO

Meu neto Bernardo, apenas 8 anos, sentado em poltrona frontal a minha, percebe todo o meu relaxamento de fim de semana traduzido pelo calção velho, de pernas frouxas, tão confortável quanto indiscreto, deixando liberto tudo aquilo que preso deveria estar.

Com toda elegância, discrição e sabedoria, adverte o velho avô, com a cara muito séria de quem sabe repreender quem uma boa repreensão merece:

– Vovô, sabia que quando você cruza as pernas aparece tudo que não deveria aparecer?

Feche-se a cortina, descruzem-se as pernas, vista-se uma bermuda decente. Foi o que fiz.

DEU NO X

DEU NO X

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