A PALAVRA DO EDITOR

DOMINGO DE SOL

Caros amigos, tive alta hoje pela manhã, depois de oito dias internado por conta de desmantelos pós-operatórios.

Tudo bem, tudo sob controle e tomando a devida medicação.

Já estou em casa neste domingo de sol aqui na minha querida Recife.

Gratíssimo pela força de vocês, meus estimados fubânicos.

Vamos voltar à rotina nesta gazeta escrota.

Um grande abraço para todos!!!

CORRESPONDÊNCIA RECEBIDA

SCHIRLEY – CURITIBA-PR

Domingo … Almanaque “FF”

– AI, AI, AI …

– CHANEL No 5

– BOOOO ESPÍRITOS

– AI, AI, AI …

Definitivamente não dá mais …

A continuar assim meu médico já deu o alerta de que vai recomendar meu afastamento desta escrota gazeta.

Ou vou explodir de tanto rir

Ou vou desidratar de chorar

Ou vou cantar e dançar até cair e quebrar a bacia (o que não é uma boa coisa devido os meus 100 aninhos)

Ou meu queixo vai cair a tal ponto que desencaixará minha mandíbula tamanha admiração pelos textos

Ou vou “aniquilar” os urubus togados

Ou pior,

Vou endoidecer de vez com tudo isso misturado mais os descalabros da esquerda maldita.

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J.R. GUZZO

A OPINIÃO DO PRESIDENTE DO PCO AMEAÇA AS “INSTITUIÇÕES DEMOCRÁTICAS”?

O Brasil vive nestes dias um fenômeno sem precedentes: a suprema corte de justiça do país transformou-se numa junta de governo, que traz à memória as “comissões revolucionárias” que os militares formavam, nos velhos tempos em que havia golpes militares da América Latina. No passado, os golpistas anulavam a Constituição e o resto da legislação em vigor no país; eliminava-se os direitos individuais, a liberdade de expressão e a ação dos partidos políticos. Hoje o Supremo Tribunal Federal faz a mesma coisa, com a justificativa de que está agindo para defender as “instituições democráticas”. É mais ou menos assim: para salvar a democracia é preciso, em primeiro lugar, destruir a democracia. As leis, decidiu o STF, não podem atrapalhar a visão que seus ministros têm do que é melhor para o Brasil, para a sociedade brasileira e para o bem de todos. Se estiverem, pior para as leis – sobretudo quando elas se aplicam a pessoas ou entidades sem força, prestígio ou influência para se defender.

A agressão mais recente ao sistema legal do país é o surto repressivo do ministro Alexandre de Moraes contra um partido político mínimo, que não tem nenhum deputado federal, nem estadual, e de cuja existência muito pouca gente tem notícia – o Partido da Causa Operária. Há dias, Moraes vem baixando sentenças iradas para impedir esse PCO de exercer as suas atividades políticas; simplesmente proibiu, com mais um despacho, que os militantes do partido se manifestem em qualquer plataforma das redes sociais. É cassação explícita do direito de expressão assegurado como “cláusula pétrea”, ou “imexível”, da Constituição. O PCO não cometeu nenhum crime, nem está organizando grupos armados, ou mesmo desarmados, para subverter a ordem constitucional ou fazer qualquer coisa parecida com isso. Tudo que o seu presidente disse é que Moraes é um “skinhead de toga”. Desde quando chamar um ministro de “careca” pode ser uma ameaça “às instituições”? Não pode, é óbvio – mas foi suficiente para o infeliz ser enfiado no inquérito perpétuo, secreto e ilegal que o ministro conduz há três anos para reprimir “fake news” e “atos antidemocráticos”. Não há direito de defesa nesse inquérito. Os indiciados não são informados dos crimes que teriam cometido. Todos são culpados; nunca houve, até hoje, um caso de absolvição.

Chamar Alexandre de Moraes de “careca” pode ser tudo, menos notícia falsa. A vítima do ministro poderia dizer isso, se tivesse direito de se defender – mas não tem. Também não tem como contestar que fez “postagens antidemocráticas”. Que diabo é isso – “postagem antidemocrática? Entra na cabeça de alguém que chamar um ministro do STF de “careca” coloca a democracia brasileira em perigo? Tudo bem: a palavra “skinhead” é aplicada para simpatizantes nazifascistas. Mas e daí? É a opinião do presidente do PCO; pode ser contestada na justiça, segundo o que diz o Código Penal, como calúnia, injúria ou difamação. Não tem absolutamente nada a ver com segurança nacional, nem vai abalar instituição nenhuma. Alega-se também que o denunciado pediu a “dissolução” do STF. De novo: e daí? Em que lei está escrito que é proibido defender o desmanche do Supremo e propor a sua substituição por um outro tipo de tribunal? Toda a alta cúpula do PT fez exatamente isso quando Lula foi para cadeia; hoje, STF e PT são os melhores amigos do mundo, mas o que foi dito não pode mais ser apagado. Nenhuma surpresa aí, é claro. Esse tipo de junta é isso mesmo; não tem de dar explicação, nem fazer nexo. Só tem de baixar decretos, enfiar gente na cadeia, dar ordens e proibir.

Todo mundo sabe que o STF, hoje, é o maior produtor de arbitrariedades neste país – age contra os direitos do cidadão, os dois outros poderes e o que está escrito na Constituição. O mundo político, que tem um Congresso eleito e com poderes formais para impedir o que está acontecendo, fica quieto; recebe ordens e diz “sim senhor, mais alguma coisa?” O STF vai em frente, é óbvio.

CORRESPONDÊNCIA RECEBIDA

ARAEL COSTA – JOÃO PESSOA-PB

Caro Papa Berto

Pedindo-lhe que sirva de intermediário às minhas desculpas a Chupicleide, pelo atraso na remessa do devido ajutório das suas libações, este mês “tão atrasado como o pagamento da Malária”, como diziam os antigos, defendendo o pessoal que lutava contra esse mal, ornando a porta das casas com uma inefável bandeira amarela, enquanto as fiscalizavam e dedetizavam, com “ardor febril”.

Como até bem pouco tempo, vivi um caminhar, uma verdadeira odisseia, assemelhada com a sua, embora as máquinas que perscrutaram a minha “caixa dos peitos” não encontraram muitos defeitos e isto permitiu que voltasse a gozar de uma liberdade relativa, com direito a um tratamento fitoterápico, com caldo de uvas e outros cereais, que minhas atendentes pessoais quase imaginam adornar meu tornozelo com uma bela pulseira, ainda não feito.

Mas, esse trilhar de laboratórios e consultórios terminou por me fazer produzir esse escrito, que ouso passar a suas mãos, após tê-lo acolhido em um “blog” local de nome “Ambiente de Leitura”, que me fez esta gentileza.

Assim me senti e, agora, ouso pensar ter ocorrido o mesmo consigo, infelizmente, parece-me, sem direito à fitoterapia.

Um abraço do súdito, Arael

R. Meu caro, sua generosa doação já está na conta desta gazeta escrota.

E chegou no dia certo, pois Chupicleide estava mesmo tramando encher a cara neste domingo, para celebrar a alta que tive hoje, depois de oito dias internado por conta do desmantelo pós-cirúrgico.

Gratíssimo pela força. 

E vamos ao texto que você nos mandou.

* * *

OS SINOS DE MINHA ADOLESCÊNCIA – ARAEL COSTA

“Sempre, às seis horas da manhã
No Largo do Maracanã
Eu ouço com emoção
Uma mensagem que o sino
Da igrejinha do Divino
Dirige ao meu coração…”

A Deusa do Maracanã ▪ Jaime Guilherme

Cumprindo a última etapa de um périplo de exames que o desvelo e a competência de meu cardiologista, Dr. José Mário Espínola, me impôs, vi-me imobilizado em uma máquina curiosa – talvez, quem saiba, vinda pela mão de Stanley Kubrick em “…Uma Odisseia no Espaço”, que se propunha a espionar o interior de meu peito, já não tão juvenil, em busca de algum desvio de conduta.

Nessa imobilidade, restava-me tão somente o pensar – livre, como bem mencionava o escritor Millôr Fernandes, que foi conduzido a recordações gradas, como a despertada pelo José Nunes, em sua crônica “Um passeio pela memória” (in Ambiente de Leitura Carlos Romero) —, que me trouxe de volta a um período marcante de minha vida, vivida naquelas trilhas que José Nunes, com a cumplicidade do Jornalista Gonzaga Rodrigues, restaura nas mentes de quantos viveram naquelas paragens e naquela época.

Embora já conhecesse algumas daquelas trilhas, percorridas em épocas anteriores, o período em que residi na Rua Duque de Caxias deu-me novas trilhas e marcou-me de forma considerável, dando-me lembranças das mais valiosas, pois representou o ritual de minha passagem para a via adulta, aumentando meus horizontes.

Já não foram apenas a Rua Duque de Caxias, a Praça 1817 e o Ponto de Cem Réis. Aditaram-se ao roteiro a Rua Visconde Pelotas, a Avenida General Osório e até as icônicas Ladeira da Borborema; a Ladeira de São Francisco e a Rua da Areia.

Festa das Neves bem próxima.

Carnaval e seu corso, que ainda existia, na porta de casa.

Mas, nem tudo são flores…

As cercanias das muitas veneráveis igrejas ali localizadas, a par do conforto espiritual que nos davam, também apresentavam, notadamente para os integrantes de minha geração residentes na área, algum dissabor, quando ”sempre às 6 horas da manhã” a alvorada festiva dos sinos daquela área urbana, lembrava a todos a obrigação de fé, a ser cumprida nas missas que lá se celebravam.

Nessa imobilidade a que a máquina curiosa me submetia, continuei a rememorar outros pequenos episódios da vida vivida na Rua Duque de Caxias e sua vizinhança, notadamente aquele instante em que as firmes badaladas de muitos sinos, onde infelizmente não estava a “…mensagem que o sino da igrejinha do Divino…”, mas o toque de despertar que não mais nos deixavam dormir, após essa hora, notadamente nas madrugadas às vezes chuvosas e frias dos domingos, quando nosso desejo era ficar um pouco mais na cama, após noitadas de sábado.

Acabado o exame, com a máquina curiosa silenciada, voltei à realidade dos dias presentes, não me restando outra situação que não lamentar a atual situação de abandono daquela área que me trouxe, e, decerto, a muitos outros daquela época, tantas recordações.

Igreja de São Bento

DEU NO JORNAL

CONCLUSÃO FATAL

Luís Ernesto Lacombe

O presidente eleito da Colômbia, Gustavo Petro, durante a campanha

O que dizer de quem acredita em promessas que não podem ser cumpridas? O mundo real é tão escancarado que é difícil compreender essa gente. Só o delírio para explicar a devoção por regimes como o de Cuba, da Venezuela, da China… Gente que não enxerga, ou faz questão de não ver. Gente sem informação, sem conhecimento, sem memória. Gente que sonha, ignorando os pesadelos que o socialismo, o comunismo, que essa porcariada toda impõe diariamente, e sem piedade, a quase 2 bilhões de pessoas. É tão difícil assim entender que já não deu certo, que nunca dará?

Nenhum avanço econômico pode estar ligado à falta de liberdade. Não há como defender uma ditadura, não importa qual seja. Não há como defender o Partido Comunista Chinês. Danem-se os crescimentos recordes do PIB, se o ar que se respira é denso, é tenso, se todo passo é vigiado. Quer ser uma superpotência? É justo, desde que, primeiro, se torne um país livre e democrático. E para isso, claro, não há como apostar num Estado opressor, controlador de tudo e de todos.

Agora, caminha a Colômbia para um buraco sem fim de fracassos. Um ex-bandido no poder, guerrilheiro ligado a narcotraficantes, prometendo, de cara, libertar criminosos. E já se conhecem seus crimes por vir… Aumento de impostos, dos gastos do governo, da dívida pública, aumento do Estado… Intervenção constante na economia, tabelamento de preços, impressão de dinheiro, programas sociais a rodo… Aversão ao capital privado, estatização generalizada… A Colômbia vai quebrar.

O futuro presidente do país, que foi amigo de Hugo Chávez, também fala em “justiça social”, em “justiça racial”, mesmo que se saiba que verdadeiramente só existe justiça, sem complementos, a mesma para todos, ou deixa de ser justiça. São os “ungidos” de que fala Thomas Sowell, aqueles que têm “superioridade moral”, que têm a cara de pau de desconfiar da realidade, já que ela não condiz com a visão dos socialistas. Todas as evidências, todos os fatos são contrários às suas ideias. Então, o real é suprimido e anuncia-se um mundo de fantasias.

Sempre vendendo utopias, os socialistas estão voltando ao poder, prontos para manter os pobres na pobreza, dependentes do Estado. Já faz tempo que esse bando se apropriou da bondade, da fraternidade, da solidariedade. Eles têm poderes demoníacos para enganar, para iludir. Discordar deles, ainda que com base em fatos e acontecimentos irrefutáveis, é ser considerado egoísta, insensível, mau. Estamos todos em perigo. A realidade foi bloqueada, como bem explica Thomas Sowell, “para que uma perigosa ação em curso possa prosseguir cegamente até sua conclusão fatal”.

CORRESPONDÊNCIA RECEBIDA

GILBERTO OLIVEIRA – PARNAÍBA-PI

Bom dia, grande Berto!

Mais uma bravata da medíocre, suplente de governador do PT no Piaui, Regina Sousa.

Se a polícia de veículo automotor não dá conta da bandidagem que assola o Estado, imagine de bicicleta e com baladeiras!

JOSÉ RAMOS - ENXUGANDOGELO

NOSSAS ESTAÇÕES

Primavera no deserto de Atacama

A escola de antigamente ensinava. A de hoje, apenas faz de conta. Quer números, quer ranking, quer justificativas para as dotações orçamentárias – e estaciona na mentira. Muitos dos que ensinam (ou dizem fazer isso) não sabem sequer para si próprios.

Pois, ainda na escola antiga, aprendi que são quatro as “estações” climáticas no ano, assim:

Estação do ano é uma das quatro subdivisões do ano baseadas em padrões climáticos. São elas: Primavera, Verão, Outono e Inverno.

Inicialmente o ano era dividido em duas partes: 1 – O período quente (em latim: “ver”): era dividido em três fases: o Prima Vera (literalmente “primeiro verão”), de temperatura e humidade moderadas, o Tempus Veranus (literalmente “tempo da frutificação”), de temperatura e umidade elevadas, e o Æstivum (em português traduzido como “estio”), de temperatura elevada e baixa umidade; 2 – O período frio (em latim: “hiems”) era dividido em apenas duas fases: o Tempus Autumnus (literalmente “tempo do ocaso”), em que as temperaturas entram em declínio gradual, e o Tempus Hibernus, a época mais fria do ano, marcada pela neve e ausência de fertilidade.

Posteriormente, para ajustar as estações à posição exata dos equinócios e solstícios, correlacionados com a influência da translação associada à mudança no eixo de inclinação da Terra, convencionou-se, no Ocidente, dividir o ano em somente quatro estações. Vale a pena lembrar que certas culturas ainda dividem o ano em cinco estações, como a China. Países como a Índia dividem o ano em apenas três estações: uma estação quente, uma estação fria e uma estação chuvosa.

Já no continente africano, países como Angola só têm duas estações, a das chuvas, quente e úmida, e o cacimbo, seca e ligeiramente mais fresca, principalmente à noite.

Foi na escola, também, que aprendi a iniciação filosófica, de que “o homem é um produto do meio em que vive”. Assim sendo, provavelmente, somos partes das estações climáticas do ano.

Que estação seríamos, quando ficamos irritados?

E quando ficamos tristes?

Ou, ainda, quando ficamos alegres?

Por que não “renovamos” a plasticidade externa do corpo, ou o que há de interno, quando passamos pelo “outono” – o nosso outono?

As árvores o fazem pela fotossíntese – além das condições naturais que a Terra lhes oferece. Novas folhas, novos galhos e um crescimento contínuo, sempre em preparativos para novos frutos.

Nossas células são diferentes, sei. Em que pese vivermos na mesma Terra que vivem as árvores, nossa fisiologia é diferente.

Mas, infelizmente, a Terra é habitada por pessoas que são continuadamente ervas daninhas. Não crescem, não mudam, não passam por nenhum outono.

ADONIS OLIVEIRA - LÍNGUA FERINA

BRASILEIROS e brasileiros

Ao longo das últimas décadas, a liberalidade exagerada, que nos foi trazida pela Constituição de 88, propiciou que aflorassem inúmeras facções, adeptas do socialismo e do comunismo, em suas mais variadas vertentes.

A característica comum que une estas facções é ser composta essencialmente por uma categoria bem específica de pessoas que, apesar de terem nascido no nosso querido Brasil, não apresentam nenhuma ligação afetiva ou emocional com a nossa terra. São os adeptos da “INTERNACIONAL”! (Seja isso lá o que for.)

Estas criaturas vis, que ousam cuspir na terra que os viu nascer, formam hoje um pouco mais de 20% da população e, apesar de serem uma acachapante minoria, conseguem provocar um tumulto totalmente desproporcional à sua participação na nossa sociedade, especialmente pela falta de pejo em se utilizar dos meios mais vis.

Tal como os nazistas, na Alemanha, que conseguiram ascender ao poder com meros 30% dos votos, dada a fragmentação e despreparo do restante da sociedade, os nossos comunistas tupiniquins conseguiram também dominar as rédeas da nossa nação. Só que, foram tão desastrados e desonestos, quando no poder, que conseguiram criar uma repulsa indelével, por parte da população, para com as suas agremiações.

Hoje, debatem-se e estertoram a fim de tentar sobreviver como força política. Na realidade, formam apenas um extrato marginal da nossa população: os brasileiros – isso mesmo, com letras minúsculas. Na realidade, é uma concessão que eu considero inadmissível, dar a esses amontoados de marginais o título de brasileiros.

Alguns sinais indisfarçáveis de que a “criatura” está mergulhada de corpo e alma no admirável mundo novo proposto pelas mentirosas utopias comunistas:

– Originário de favelas e áreas periféricas das cidades ou do campo.

– Tatuagens no corpo inteiro;

– Cabelo rasta ou coque samurai. Se for mulher, raspado de um lado, o outro não;

– Estudou sociologia durante uns 10 anos, pelo FIES ou numa federal. Nunca terminou;

– Os mais aptos, estudaram direito e se assenhoraram do aparato jurídico nacional;

– Cabeças lotadas dos chavões esquerdistas mais imbecilizantes;

– Nunca assinou uma carteira de trabalho. “Milita” numa ONG;

– Tem ódio aos patrões e à “burguesia” (que nem sabe direito o que é);

– Tem ódio a qualquer pessoa que possua condição social um pouco melhor que a sua;

– Tem ódio às religiões que não sejam de “Matriz Africana”;

– Qualquer reclamação contra suas selvagerias é “Preconceito de Raça”;

– Se for gay (que a maioria é), reclamar contra as baixarias praticadas é “Homofobia”

– Acha que o governo é o remédio para tudo;

– Seu sonho é conseguir um “Cargo Comissionado” em um órgão governamental;

– Sonha com a “Grande Pátria” da América Latina, conhecida como URSAL;

– Firme adepto da descriminalização da maconha. Enquanto não vem, vai na ilegalidade mesmo;

– Não tem muita certeza sobre se é homem ou mulher;

– Justifica toda patifaria com a busca de “Um mundo mais igual”, mesmo sem saber direito o que é isso;

– É filiado a um dos partidos “de esquerda”, dentre os inúmeros que pululam na política nacional;

– Não sabe a letra do Hino Nacional nem sente nada ao ouvi-lo. Seu hino é o da “Internacional”;

– Seu gosto musical transita entre o funk e personagens como Anita.

– Não se lembra quando foi que leu seu último livro, se é que chegou a ler algum;

– Se for homem, é adepto da “Paternidade Irresponsável”. Sai emprenhando quem aparecer pela frente;

– Se for mulher, é adepta de “Meu corpo, minhas regras”. E tome abortos…

– Não tem o mínimo pudor em sair avacalhando com a nossa pátria em outros países;

– Considera todo tipo de patifaria justificável, desde que seja em benefício da “Causa”;

O ponto comum entre todos os diversos espécimes de primatas descritos acima é o fato de serem usados na linha de frente do projeto de poder de uma liderança altamente canalha e inescrupulosa. Maquiavélica ao limite quando se trata de seu projeto de conquista de poder.

Há muito que estas facções criminosas deveriam ter sido criminalizadas e terminantemente proibidas de funcionarem. Em vez disso, são abundantemente subvencionadas com recursos públicos e tratadas como se fossem defensoras aguerridas da democracia quando, na realidade, militam pela implantação de uma ditadura. A DITADURA DELES sobre o restante da população. Para isso, infiltraram-se em todo o sistema educacional e no judiciário. Extirpar este câncer demandará muitos anos e penosas lutas.

Do outro lado, os BRASILEIROS – assim mesmo com letras maiúsculas, a grande e absoluta maioria da nossa população.

Na realidade, nem é necessário fazer muitos testes para saber quem é verdadeiramente BRASILEIRO. Estes são sempre dotados de um profundo amor por sua pátria e por sua história belíssima, assim como por tudo o que ela representa. Possui sempre um profundo orgulho das nossas raízes lusitanas, do “tempero” bravio dado à nossa personalidade coletiva pelos guerreiros e pelas belas índias de longos cabelos negros, assim como de nossa malemolência e jeito bonachão, herança das mães pretas e das amas de leite que nutriram nossos antepassados.

Todos estes verdadeiros BRASILEIROS, independentemente de cor da pele, da condição social, da idade, do sexo (e não gênero), da posição social, do nível de educação, da condição financeira, do local onde habita e onde nasceu, todos eles, sem nenhuma exceção, sentem uma profunda emoção ao ouvir este que é um dos hinos nacionais mais bonitos de todo o mundo. O cabra que não se emocionar profundamente, podendo chegar até às lagrimas, ao ouvir este que é o exemplo supremo de representação artística da nossa pátria, pode pedir para dar baixa na carteira de brasileiro imediatamente.

Todos aqueles que, como eu, tiveram a oportunidade de poder viver algum tempo em terras estrangeiras, sabem muito bem a emoção que sentiram quando, longe das suas raízes e de seus amigos, acachapados por um imenso banzo da sua terra natal, se debulharam em lágrimas copiosas ao ouvir esta belíssima composição de Gottschalk em cima do nosso hino. Foram verdadeiras catarses que nos re-energizaram para continuar a tocar a vida por aquelas terras estrangeiras.

Quando é agora, aparece essa corja demoníaca querendo avacalhar com tudo aquilo que mais prezamos e amamos na vida.

NÃO VÃO NÃO! NEM QUE SEJA POR CIMA DOS NOSSOS CADÁVERES!

Se eles vierem mais uma vez com as fraudes imensas e cínicas que costumam praticar nas eleições, podem se preparar que o trunfo já está dado:

É PAU! É PEDRA! É BALA! É CACETE! É O QUE ESSE BANDO DE FILHOS DA PUTA QUISER.

Venham…Só para ver o que acontece.

PENINHA - DICA MUSICAL

RODRIGO CONSTANTINO

A ESCOLINHA DO PROFESSOR XANDE

O juiz Renato Borelli, que mandou prender o ex-ministro da Educação Milton Ribeiro, informou nesta quinta-feira (23) que não deu à defesa acesso imediato à decisão com base numa outra decisão do ministro Alexandre de Moraes, do Supremo Tribunal Federal (STF).

No início da tarde, ao derrubar a ordem de prisão e determinar a soltura de Ribeiro e outros quatro presos, o desembargador Ney Bello, do Tribunal Regional Federal da 1ª Região (TRF1), fez duras críticas a Borelli. “Num Estado Democrático de Direito ninguém é preso sem o devido acesso à decisão que lhe conduz ao cárcere, pelo motivo óbvio de que é impossível se defender daquilo que não se sabe o que é”, advertiu o magistrado da segunda instância.

Após a reversão da prisão, Borelli enviou ofício a Bello para tentar justificar a ordem de prisão. Sem fazer referências a fatos concretos, escreveu que havia “fortes indícios”, “suspeitas substanciais”, “indicativos cabais” de ocorrência de crimes no MEC.

Depois, ele disse que não concedeu acesso imediato da decisão aos advogados do ex-ministro pelo risco de tornar a prisão ineficaz, caso fosse dado conhecimento prévio do ato.

Borelli citou, então, decisão de Alexandre de Moraes que impediu a defesa de acessar documentos relativos a “diligências ainda em andamento”, porque o acesso às informações “poderia causar prejuízo às investigações”. A decisão do ministro do STF era de outro caso, ocorrido em 2017, em Santa Catarina, sem qualquer relação com a investigação sobre o MEC.

Ficamos assim, então: quem precisa de Constituição quando se tem o Xerife? Alexandre de Moraes, aquele que mais tem abusado de seu poder de forma totalmente arbitrária e ilegal, virou a referência para o sistema judiciário.

Nesse ambiente insano, muitos jornalistas comemoram a conversa reservada de cerca de 20 minutos que Bolsonaro teve com Alexandre na casa do presidente Lira. Alegam que é preciso buscar uma pacificação, um diálogo político. Tratar com normalidade um encontro entre Alexandre e Bolsonaro, como se fosse um diálogo político, não é normal, já que somente um ali é, de fato, político.

A banalização que a imprensa faz da politização do STF é extremamente perigosa. Vide a jornalista Malu Gaspar ao tratar três ministros do STF como “os mais políticos”, ao comentar seu esforço para barrar uma PEC no Legislativo para conter abusos supremos. É tudo muito bizarro! O STF precisa de uma Constituição, ponto.

Para quem acredita numa solução amigável, vale acompanhar mais de perto a realidade. O ministro Alexandre de Moraes, por exemplo, tem travado de maneira habitual os julgamentos sobre o encaminhamento das indicações de nomes para os Tribunais Regionais Eleitorais ao Executivo. Na sessão plenária de quinta-feira (23) o ministro pediu vista de mais um processo com indicações da lista tríplice para o TRE do Distrito Federal.

Logo após o relator do processo, ministro Benedito Gonçalves, votar de forma favorável pelo encaminhamento da lista tríplice ao Executivo, o presidente do TSE, Edson Fachin, antecipou a decisão de Moraes. “Creio que haverá, da parte do ministro Alexandre, pedido de vista antecipada”, o que acabou se confirmando. “Eu já havia pedido vista de outras listas tríplices e peço vista dessa também. Antecipo a vista”, respondeu Moraes. O ministro já havia tomado a mesma decisão nas indicações para o TRE do Espírito Santo e do Mato Grosso.

A ação é vista como uma forma de pressionar o presidente Jair Bolsonaro para indicar o novo ministro do TSE. Em maio Bolsonaro recebeu do tribunal a lista com os nomes de três advogados eleitorais para assumir a vaga de ministro-substituto aberta com a renúncia do ministro Carlos Mário da Silva Velloso, mas a relação desagradou o chefe do Executivo.

O STF virou um partido de oposição, eis o lamentável fato. E boa parte da imprensa passa pano pois a oposição se dá contra Bolsonaro.