Em vez de afastar o Líder do Governo enrolado em corrupção, Lula telefonou para se solidarizar a Jaques Wagner.
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Amigos, amigos, negócios inclusos.
Solidariedade trambiqueira é normal dentro do bando.
Trump resumiu o “protagonismo internacional” de Lula em uma frase: “Eu nem penso nele, pra ser honesto.”
Lula foi ao G7 achando que seria tratado como líder global, mas saiu tratado como o que é: um pária internacional! pic.twitter.com/0vg0QdkcnX
— Rubinho Nunes (@RubinhoNunes) June 19, 2026
São João chegou e a quadrilha dançou.
🤣🤣🤣🤣🤣🤣🤣🤣🤣🤣🤣🤣🤣🤣🤣🤣🤣 pic.twitter.com/v2C5PIhd0B— Tumulto BR (@TumultoBR) June 20, 2026
Luciano Trigo

A complexidade tributária nacional virou um mecanismo de intimidação permanente
Concluí meu último artigo, “Fuga para o Paraguai”, citando o “dízimo” da carga tributária, e a imagem ficou na minha cabeça. Ela merece mais reflexão.
Existe uma diferença entre pagar impostos em países desenvolvidos e pagar impostos no Brasil. Em países onde o Estado entrega segurança, infraestrutura eficiente, saúde pública e outros serviços de qualidade compatível com o valor arrecadado, os impostos fazem parte de um pacto social. O cidadão entrega uma parcela de sua renda e recebe algo concreto em troca.
No Brasil a sensação é outra. Aqui, os impostos se parecem menos com um contrato entre o contribuinte e o Estado e mais com uma espécie de dízimo obrigatório – um tributo quase religioso pago a uma estrutura gigantesca, opaca e insaciável.
A comparação com o dízimo não é exagero retórico. A lógica do nosso sistema tributário é profundamente baseada na fé. O brasileiro deve crer na promessa de que os recursos serão bem utilizados, de que os serviços públicos irão melhorar, de que o sacrifício financeiro individual é necessário para financiar o bem comum. Mas a experiência cotidiana desmente diariamente essa crença.
O trabalhador brasileiro paga impostos quando recebe salário, quando consome, quando investe, quando abastece seu carro, quando abre uma empresa, quando herda patrimônio e até quando morre. Em muitos casos, o consumidor nem sequer sabe exatamente quanto está entregando ao governo, porque o sistema foi desenhado para esconder o custo do Estado dentro dos preços. O cidadão compra um celular, um carro ou um pacote de arroz sem perceber que uma parte enorme daquele valor não remunera produção, logística ou lucro, mas a máquina pública.
Mesmo com uma carga tributária em torno de 33% do PIB, patamar superior ao de muitos países ricos, o cidadão convive com escolas públicas precárias, hospitais superlotados, estradas deterioradas e índices alarmantes de violência urbana. Quem tem condições acaba pagando duas vezes: primeiro ao Estado e depois ao setor privado, quando precisa contratar plano de saúde, escola particular ou segurança privada.
Mas o debate tributário no Brasil adquiriu um tom quase sacerdotal. Políticos e burocratas falam da arrecadação como líderes religiosos falam de oferendas. Sempre falta dinheiro. Sempre existe uma nova emergência justificando mais arrecadação. Raramente se questiona o tamanho, o desperdício ou a baixa produtividade do próprio Estado.
Na verdade, o título deste artigo é bastante injusto. Os impostos brasileiros são muito mais pesados do que o dízimo religioso que inspira a comparação. Como o próprio nome indica, o dízimo corresponde a 10% da renda do fiel. E muitas igrejas oferecem em troca um senso concreto de comunidade, acolhimento, apoio emocional e pertencimento. Para milhões de pessoas, a percepção subjetiva de retorno é real.
Já o trabalhador vê quase 30% do salário desaparecer em impostos diretos e indiretos antes mesmo de conseguir consumir ou poupar, sem experimentar qualquer sensação equivalente de benefício concreto. Pelo contrário: continua enfrentando insegurança, serviços precários e infraestrutura deteriorada.
O resultado é uma mentalidade em que o cidadão deixa de se enxergar como contribuinte racional cobrando eficiência e passa a agir como devoto involuntário, obrigado a praticar sua fé no Estado redentor. Enquanto isso, o empreendedor brasileiro não teme apenas o mercado ou a concorrência; teme o fisco. A complexidade tributária nacional virou um mecanismo de intimidação permanente.
Em países onde o contribuinte percebe retorno concreto, pagar impostos pode gerar sensação de pertencimento cívico. No Brasil, gera ressentimento. O cidadão sente que sustenta uma estrutura distante, hostil e frequentemente corrupta, já que escândalos bilionários se sucedem há décadas sem produzir mudanças profundas. A impressão dominante é que o dinheiro arrecadado desaparece em privilégios, desperdícios e corrupção sistêmica.
O fiel entrega parte de sua renda esperando bênçãos futuras. O brasileiro entrega parte expressiva de sua renda esperando serviços que chegam de forma precária, quando chegam. E, assim como em certas igrejas, a culpa por qualquer fracasso nunca recai sobre a administração do sistema, mas sobre a insuficiência da contribuição.
Amanhã, ilusão doce e fagueira,
Linda rosa molhada pelo orvalho:
Amanhã, findarei o meu trabalho,
Amanhã, muito cedo, irei à feira.
Desta forma, na vida passageira,
Como aquele que vive do baralho,
Um espera a melhora no agasalho
E outro, a cura feliz de uma cegueira.
Com o belo amanhã que ilude a gente,
Cada qual anda alegre e sorridente,
Como quem vai atrás de um talismã.
Com o peito repleto de esperança,
Porém, nunca nós temos a lembrança
De que a morte também chega amanhã.

Antônio Gonçalves da Silva, o Patativa do Assaré, Assaré-CE (1909-2002)
Ao ordenar o retorno de policiais que atuam em casos como o escândalo do Banco Master, quando as investigações chegam a seu governo, Lula (PT) repetiu o gesto de afastar o delegado que investigava seu filho Lulinha, suspeito de envolvimento no roubo aos aposentados, conforme a CMPI do INSS.
“O alvo real é só um: André Mendonça e os casos do INSS e do banco Master”, diz a deputada Carol de Toni (PL-SC).
Assim, Lula fica sujeito a denúncia de obstrução à Justiça, que rende até cadeia.
A retirada dos federais ocorreu horas antes da 9ª fase da Operação Compliance Zero, que teve o Líder do Governo no Senado como alvo.
Amigo de Lula, o senador Jaques Wagner é suspeito de receber dinheiro e até apartamento a título de propina dos esquemas de Daniel Vorcaro.
Isso reforça a percepção de que o governo “faz o diabo” para blindar aliados e conter investigações que avançam sobre o entorno de Lula.
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A nota aí de cima termina dizendo que o governo luloso “faz o diabo”.
O Diabo já mandou dizer que é uma ofensa compará-lo com esse bando.
E repudia a afirmação.
O Cão ficou puto!!!