Caríssimo Berto, ser brasileiro nos dias atuais não é tarefa para os fracos.
Peço permissão ao “noventão” mais iluminado do jornalismo brasileiro, para expor meu inconformismo com a paulatina e sistemática destruição da nação brasileira, comandada por políticos medíocres e de caráter duvidoso, que têm como meta se perpetuarem no poder a qualquer custo.
Quando Lula foi eleito em 2002, senti ser reduzido a pó meu patriotismo, convicto até então. Deve ser preconceito, considerei, me recriminando pela conduta pouco ética e carente de virtude. Quando ele foi reeleito em 2006, apesar do mar de lama que assolava o seu governo, percebi que a convicção da minha brasilidade, antes tão latente, estava seriamente combalida e eu já não me sentia nem antiético nem preconceituoso, e esse sentimento apátrida me deixou deveras preocupado.
Com a eleição de Dilma Rousseff, não somente por ela ser do PT, mas, sobretudo, pelo conjunto da desastrosa administração que antecedia sua vitoriosa candidatura à reeleição em 2014 e com a imposição do terceiro mandato de lula da silva em 2022, me senti despido de vez daquele orgulho nativo de ser brasileiro. Desde então, manifesta-se o vazio imenso e magoado. Vago como se estrangeiro fosse pela vastidão da Pátria que me viu nascer e da qual me orgulhava tanto.
Entretanto, embora indignado, estaria eu em descompasso com a honestidade se não confessasse que em meu peito ainda pulsa, mesmo que flagelado pelo desencanto, um coração verde e amarelo e, na verdade, se mil vidas eu possuísse todas as ofereceria à imolação e me sentiria plenamente recompensado se antes do meu desenlace, em apenas uma delas tivesse eu a ventura de sentir restaurada minha brasilidade profanada e pudesse gritar novamente com toda a força do meu orgulho resgatado: ESTE É O MEU BRASIL!
Caríssimo Berto, ser brasileiro nos dias atuais não é tarefa para os fracos.
Peço permissão ao “noventão” mais iluminado do jornalismo brasileiro, para expor meu inconformismo com a paulatina e sistemática destruição da nação brasileira, comandada por políticos medíocres e de caráter duvidoso, que têm como meta se perpetuarem no poder a qualquer custo.
Quando Lula foi eleito em 2002, senti ser reduzido a pó meu patriotismo, convicto até então. Deve ser preconceito, considerei, me recriminando pela conduta pouco ética e carente de virtude. Quando ele foi reeleito em 2006, apesar do mar de lama que assolava o seu governo, percebi que a convicção da minha brasilidade, antes tão latente, estava seriamente combalida e eu já não me sentia nem antiético nem preconceituoso, e esse sentimento apátrida me deixou deveras preocupado.
Com a eleição de Dilma Rousseff, não somente por ela ser do PT, mas, sobretudo, pelo conjunto da desastrosa administração que antecedia sua vitoriosa candidatura à reeleição em 2014 e com a imposição do terceiro mandato de lula da silva em 2022, me senti despido de vez daquele orgulho nativo de ser brasileiro. Desde então, manifesta-se o vazio imenso e magoado. Vago como se estrangeiro fosse pela vastidão da Pátria que me viu nascer e da qual me orgulhava tanto.
Entretanto, embora indignado, estaria eu em descompasso com a honestidade se não confessasse que em meu peito ainda pulsa, mesmo que flagelado pelo desencanto, um coração verde e amarelo e, na verdade, se mil vidas eu possuísse todas as ofereceria à imolação e me sentiria plenamente recompensado se antes do meu desenlace, em apenas uma delas tivesse eu a ventura de sentir restaurada minha brasilidade profanada e pudesse gritar novamente com toda a força do meu orgulho resgatado: ESTE É O MEU BRASIL!
Arre égua! Essa é mais uma cortina de fumaça.