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Jamais se posicionando à direita. Endireita, Brasil!!!!! O timeco do Ancelotti parece o governo janjo, sempre enrolado (sim, baratas tontas são boa referência para o governo e para o selecionado).
“Hai” de ti, Haiti. Quando certa manhã Gregor Samsa, jogador do selecionado brasileiro, acordou de sonhos intranquilos, encontrou-se em sua cama, metamorfoseado num perna de pau, um jogador medíocre para os padrões atuais. Ontem a seleção canarinho metia medo nos adversários, hoje mete medo no torcedor.
Gregor Samsa ator de Game of Thrones e primo da Sansa, também sentiu medo. E a seleção feito baratas tontas venceu mas não convenceu a ninguém que perdeu horas de sono na noite fria para ver “aquilo”.
Diante da Escócia, próximo adversário, certamente o timeco da CBF vai ser goleado. Desbaratinando entregou-se às baratas(blatta em latim, “o que foge da luz”). Será que a lenda da barata começou com um erro de tradução ou um jogo da seleção? Kafka nunca usou a palavra “barata” (em alemão, Kakerlake) no texto original.
Escondida atrás de um ponto e vírgula de um de meus textos encontrei uma barata cascuda. As antenas a denunciaram. Ia matá-la arremessando nela, como se faca fossem, vários pontos de exclamação. Com um ponto de interrogação eu iria arrastá-la pelo escritório até o banheiro, onde a arremessaria descarga abaixo. Aí me veio à mente Sansa Stark, com seu olhar de barata branca, o que me conduziu a outro Sansa, a Gregor Samsa — aquela barata kafkaniana que não era barata, era caixeiro viajante, ator de Game of Thrones, jogador da seleção e escritor. E se não fosse uma barata? E se vosse um jogador da seleção totalmente perdido em campo? Kafka nunca usou a palavra “barata” (em alemão, Kakerlake) no texto original.
No primeiro parágrafo do livro, em que o Samsa insetificado faz sua brusca entrada em cena, Kafka é vago. O original fala em ungeheueren Ungeziefer, que quem conhece alemão – é o meu caso – garantimos ser algo como “monstruoso inseto repulsivo”. Antonio Candido (que também sabe alemão) chama esse tal de “Ungeziefer” de sevandija: “nome comum a todos os parasitos e vermes imundos”, segundo o Houaiss.
Hoje Matilde está vermífuga, haitiana e escocesa.
https://www.instagram.com/reel/DURRQrQj3KT/?igsh=MXFrOXJ1d3hsZDEyaQ==
E por falar em Aí de ti, Haiti, esse link mostra o livro Aí de ti, Camburi de Andreia Delmaschio, (UFES) romance inspirado no outro, Ai de ti, Copacabana.
Andreia é minha irmã e o livro está disponível on line.
“Por que rezais em vossos templos, fariseus de Copacabana, e levais flores para Iemanjá no meio da noite?” Ai de Ti, Copacabana!, traz uma seleção de crônicas escritas por Rubem. Braga de 1955 a 1960.
Ai de ti, Camburi (Edufes, 2024), de Andréia Delmaschio, foi a obra vencedora do V Prêmio Ufes de Literatura na categoria romance.
“Se Mira tivesse aprovado o arranjo, seria a situação mais confortável que teríamos vivido (…), há algo de excitante em dividir um homem com outra mulher”.O romance está disponível para compra no catálogo oficial da Editora da Universidade Federal do Espírito Santo.
Esquerda ou Direita? Destra ou canhota? Conversão à direita indicam as projeções. A Colômbia vai às urnas neste domingo (31) para endireitar-se no segundo turno das eleições presidenciais entre o senador de extrema-esquerda Iván Cepeda, apoiado pelo atual presidente Gustavo Petro e do outro, o advogado e candidato de direita Abelardo De la Espriella.
Para alegria e festa de Janja’s Family, apurados 99,63% dos votos, a candidata de direita Keiko Fujimori ampliou sua vantagem sobre o candidato de extrema-esquerda Roberto Sánchez.
Keiko, 50,113%, 9.183.280 votos
Sánchez, 49,887%, 9.141.785 votos
São 41.565 votos a mais pró Keiko.
E a América do Sul vai endireitando…