A Ministra da Cultura não sabe cantar o hino nacional.
A MINISTRA DA CULTURA… pic.twitter.com/F6yVcpBROC
— Rubinho Nunes (@RubinhoNunes) March 31, 2026
A Ministra da Cultura não sabe cantar o hino nacional.
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Vai pra cima,Janja.Fala tudo, vc é a melhor pessoa pra fazer campanha pra direita.
Fala mais…🤣🤣🤣 pic.twitter.com/XsIQ7ldP3S— Ana Paula G.Lobato🦋🦋🦋 (@AnnaLobato66) March 30, 2026
Março chegou ao final.
Amanhã já estaremos em abril, cujo primeiro dia lembra uma amostrada figura da vida brasileira, pois é no 1º de abril que se comemora o Dia da Mentira, que aqui no meu calendário de mesa está registrado como “Dia do Trote”.
Esta gazeta escrota termina o mês com tudo em dia e em ordem, graças à força e à generosidade dos nossos leitores, que nos dão audiência e divulgam este jornaleco pelo mundo todo.
Já pagamos o salário da inxirida secretária Chupicleide, bem como já acertamos as contas com Bartolomeu Silva, a empresa que nos dá assistência técnica e mantém esta página no ar.
Um abraço para os fubânicos Luiz Leoncio, José Claudino, Áurea Regina, Esdras Serrano, Boaventura Bonfim, Violante Pimentel, João Esmeraldo de Souza, Maria Alice Lacerda, Nezilma Batista, Teophilo Tavares, Carlos Gouveia, Wilson Matias, Rubens Lucena, Joana Santigo e Márcia Esposito.
Um excelente dia para toda a comunidade fubânica, com votos de muita paz, saúde e felicidade para todos vocês e seus entes queridos!!!
E pra fechar a postagem, vamos embelezar a nossa terça-feira com o saudoso Altamiro Carrilho, tocando a bela música Flor Amorosa.

Mercado de jogos online movimenta bilhões de reais, porém custo social parece cada vez mais alto
Eu já falei aqui do absurdo discurso de Lula, em que ele culpou os endividados por suas dívidas. Já demonstrei que a culpa dos juros altos é do governo, que gasta demais, tem de botar papel no mercado para tomar dinheiro emprestado, e puxa o juro para cima, porque, se não oferecer bons juros, ninguém vai comprar os papéis do governo.
Agora vejo no Correio Braziliense uma pesquisa de duas entidades ligadas às finanças, FIA e Ibevar, mostrando que existem no Brasil quase 40 milhões de viciados em jogos de azar eletrônicos. A pressão das apostas sobre o orçamento é três vezes maior que a dos juros, e cinco vezes maior que a do crédito sobre renda. Nunca, nunca apostei nada na vida. Só apostei em mim, e ganhei sempre. É o melhor: você não joga dinheiro fora, não se vicia, investe, aposta em você mesmo e, quanto mais investe, mais consegue ampliar a renda.
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Gleisi tenta iludir brasileiro sugerindo que Lula pode baixar juros do cartão na canetada
Em uma propaganda enganosa, a ministra Gleisi Hoffmann anunciou que Lula pediu um estudo sobre os juros do crédito rotativo do cartão de crédito, que estão muito altos. Ela quer iludir as pessoas, sugerindo que Lula está preocupado com os juros e que é capaz de baixá-los. A única maneira de Lula reduzir os juros é cortando gastos do governo – extinguindo ministérios desnecessários, por exemplo. Jair Bolsonaro tinha 22, Lula tem uns 39, e ninguém notou a diferença: não melhorou nada, só gastou mais, e o governo tira cada vez mais tributos da metade do Brasil que sustenta a outra metade e o governo.
Isso não vai dar certo. Em algum momento os pagadores vão se cansar de pagar. É o que diz a Curva de Laffer: quanto mais alto o imposto, mais se desestimula o pagador de impostos, até um ponto em que ou ele produz menos para pagar menos, ou ele para de pagar. O presidente da República não tem como interferir no mercado do dinheiro ou do crédito. É a mão invisível do mercado: se há maior demanda por dinheiro, por crédito, o dinheiro se valoriza, rendendo mais juros para quem empresta, e cobrando mais juros de quem toma emprestado.
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Reitor confundiu palco com palanque e acabou vaiado
O reitor do Instituto Federal do Rio Grande do Norte elogiou Lula e acabou vaiado. As pessoas até se retiraram do auditório do câmpus Zona Norte. Isso tudo aconteceu em uma cerimônia de formatura; o reitor resolveu confundir o palco com palanque, elogiou Lula, que “fez uma inflexão histórica” (seja lá o que for isso), citou Paulo Freire para dizer que “educação é ato político”.
Esse mesmo reitor já tinha dito, em outra ocasião, “sou de esquerda, sou progressista”. Mas um reitor tem de dizer “sou pelo ensino, sou pelos números, pela história, pelas humanas, pelas biológicas, pela biblioteca, pelo laboratório, pelas instalações imaculadas de uma universidade, mostrando que corações e mente também são imaculados. Isso é o que a gente tem de formar nas novas gerações”. Só que não. É deplorável o estado das instituições federais, com reitores como esse. Uns poucos aplaudiram, mas muitos se retiraram, ou vaiaram, porque não é isso que se espera de um reitor, de um magister, de alguém que se destaca e chega à reitoria de uma instituição de ensino superior.

Cena icônica do cemitério, onde a ambição está debaixo da terra
Terceiro filme da Magna Trilogia dos Dólares: o Bom, o Mau e o Feio, ou Três Homens em Conflito, é uma inquestionável obra de arte do cinema Western Spaghetti. É um filme que mostrou ao mundo o quão talentoso era Sergio Leone. Apesar de suas quase três horas de duração, o filme é inteligentemente ágil e impressionantemente hábil.
O longa-metragem completa a Trilogia dos Dólares agora com três protagonistas. O Bom, o Homem sem Nome; o Mau, Olhos de Anjo e o Feio, Tuco. Cada um apresentado no primeiro ato: O Bom, ainda trabalha como caçador de recompensas, o Feio é um bandido cruel e o Mau, um homem em busca de um tesouro perdido de 200.000 mil dólares no cemitério…
Ambientado na Guerra Guerra de Secessão dos Estados Unidos, o filme gira em torno de três homens em busca de um tesouro perdido. O bom, o mal e o feio é uma alusão ao próprio cinema americano, que sempre utilizava personagens maniqueístas. Esta não é a intenção da obra aqui, cada personagem tem nuances de bem e mal. O clima sujo e realista da época é trespassado por olhares penetrantes que parecem encarar o próprio espectador, a habilidade dos atores, apesar de surpreendente, não parece sobrenatural como em outros filmes. O destaque fica por conta dos duelos ao longo do filme, culminando com um grande duelo final que você deve ver para compreender.
Clint Eastwood continua no seu personagem o Homem sem Nome, (com o codinome de Lourinho), personagem que ele incorpora com habilidade e mestria. O Lee Van Cleef soube criar um personagem carismático, numa interpretação magnífica. Um ótimo ator que qualquer diretor gostaria de tê-lo interpretando qualquer personagem coadjuvante ou principal.
Mas, o mais extraordinário é a atuação do ator Eli Wallach. Seu desempenho é magistral. Ele aparece em quase todas as cenas, com grande atuação interpretativa. Na verdade, ele é o ator principal, pois tem o triplo das ‘falas” dos demais personagens e sua versatilidade supera o limite da interpretação.
Durante todo o filme o telespectador fica torcendo pela sua aparição, pois ele ” rouba” todas as cenas em que aparece, inclusive a sua atuação tem mais intensidade que a de todos os demais atores.
As cenas principais se intensificam do meio para o fim do filme, quando os personagens se envolvem com a guerra civil americana, com cenas de guerra violentas, campo de prisioneiros, sadismo de oficiais… Tudo apresentado e encaixado com genialidade pelo diretor Sergio Leone.
Mais uma vez o diretor faz uso constante da técnica de “closes” dos personagens, pois com esses “closes” é possível mostrar a reação dos personagens diante do perigo ou do inesperado.
Para saber usar esses “closes” com eficiência, o diretor precisa ser um mestre e também os atores, pois se o ator não souber reagir adequadamente a um “close” de alguns segundos e não souber demonstrar o que está sentindo, fica com cara de idiota. Mas nas mãos do diretor Sergio Leone tudo fica magnificamente superlativo.
O filme é repleto de muita ação inesquecível e certamente agradou e agrada a todos aficionados do tema em qualquer época, que apreciam uma boa história de faroeste. Não se deseja aqui contar a história do filme, apenas informar que o fato principal é que os três personagens principais acabam se envolvendo no resgate de um grande tesouro de ouro, roubado do exército e escondido numa cova em um cemitério…
O duelo final entre os três personagens no cemitério é uma cena antológica, memorável, que dura aproximadamente uns 10 minutos, sem qualquer diálogo. É filmado numa pretensa arena circular no meio do cemitério, apenas pontuando a magnífica trilha sonora do genial maestro Ennio Morricone.
Sobre esse filme, um crítico experiente declarou em um artigo: “Sem sombra de dúvida, o western mais ambicioso e influente já produzido. É uma aventura audaciosa que mudou para sempre o futuro do gênero.”
E saber que essa extraordinária, monumental, memorável obra de grande perfeição fílmica foi feita muito antes de Leone criar mais outra obra-prima do gênero: “Era uma Vez no Oeste,” não há que se discutir até onde vai a capacidade criativa de um gênio.
Porém há muito mais substância e camadas em o Bom, o Mau e o Feio ou Três Homens em Conflito do que se possa pensar à primeira vista. Não se trata de um filme difícil em termos de conteúdo, mas talvez na interpretação de suas riquezas simbólicas, que podem ser escancaradas ou estarem nas estrelinhas.
Além disso, o espectador precisa ver o filme sem pressa de que ele alimente respostas ou verdadeiro sentido antes do final, pois aí é que está a sacada do diretor Sergio Leone. Ele nos guia por um caminho de busca e luta entre dois lados, cada um atormentado por um demônio e com um objetivo egoísta para cumprir. Ao chegar ao definitivo clímax, ele reverte o jogo e nos escancara o dilema da solidão, do sentido para a vida do homem em busca de dinheiro ou justiça. Nesse ponto final, há uma seta que nos faz retornar para o início da obra, onde a frase de abertura, enfim, alcança o seu real sentido: “Onde a vida já não tinha mais valor, a morte às vezes tinha o seu preço. Eis que surgiram os caçadores de recompensas“.
Sergio Leone foi o único cineasta da História do faroeste que teve uma terceira chance de causar mais uma impressão.
Três Homens em Conflito ( Itália / 1966 ) – Trailer Oficial
14 Curiosidades Inéditas Sobre o Filme O Bom O Mau e o Feio
As despesas do governo Lula (PT) com viagens dispararam mais de R$ 107 milhões em 18 dias, segundo o Portal da Transparência.
No total, a gestão petista conseguiu torrar R$ 233,1 milhões nos primeiros 85 dias do ano.
Foram quase R$ 127 milhões para bancar diárias de servidores e mais R$ 105 milhões com passagens aéreas.
Em 9 de março, eram R$ 126,4 milhões no total. Até dia 27, já passava dos R$ 233 milhões.
O Portal da Transparência registra também R$ 1,28 milhão com “outros gastos” de viagens do governo do PT; são taxas, seguros etc.
Em 2025, o governo Lula bateu (pelo terceiro ano seguido), o recorde histórico de gastos com viagens: R$ 2,44 bilhões.
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Três anos seguidos de recordes da gastança avuadeira.
É milhão que só a peste, chegando ao recorde histórico do bi, bi, bi em 2025.
E tudo tirado dos nossos bolsos.
O esbanjanjamento viajeiro do guverno luloso é algo espantoso.
E se preparem: daqui pro final do ano a conta vai subir mais ainda!