DEU NO JORNAL

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DEU NO X

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MESMO DESTINO DE MADURO?

Luiz Philippe Orleans e Bragança

presidente Lula Flávio Bolsonaro Lulinha

O governo Lula favorece narcotráfico e terrorismo, alinhando o Brasil a regimes autoritários e ameaçando nossa segurança interna

O governo Lula já emitiu todos os sinais possíveis aos governos internacionais, agindo de forma tão explícita na defesa de ditadores, grupos terroristas e narcotraficantes quanto Nicolás Maduro. Diante desse cenário, impõe-se uma questão fundamental: terá o atual desgovernante do Brasil o mesmo desfecho de seu “amigo” venezuelano?

Aproximamo-nos do abismo de nos tornarmos a maior nação narcotraficante do globo. O Brasil transformou-se no porto seguro para o crime organizado que hoje é reprimido no México, na América Central, na Colômbia e na própria Venezuela. Esse fluxo ilícito escoa para o nosso território, onde as leis de migração figuram entre as mais permissivas do mundo.

Carecemos de controle efetivo de fronteiras, de uma política de defesa robusta e de capacitação bélica e jurídica para que nossas polícias possam reagir. É essa vulnerabilidade que faz o Brasil herdar o espólio do tráfico latino-americano, agora importado sob a complacência de um “governo amigo”.

Em outras palavras, há pressão por lá enquanto há alívio por cá.

Em vez de dissipar o crime, a gestão federal atual opera no sentido inverso: impede leis que endurecem penas, asfixia o orçamento das Forças Armadas e das polícias locais e, por meio de influência política, remove agentes probos comprometidos com a lei e a ordem para substituí-los por indivíduos vinculados aos interesses do sistema criminoso.

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Política Internacional? Piada

No plano externo, as medidas seguem a mesma cartilha do ex-ditador venezuelano. Observamos não apenas o apoio político a regimes com vínculos comprovados com o narcotráfico – Maduro na Venezuela, Ortega na Nicarágua, Petro na Colômbia, entre outros –, mas também a solidariedade explícita a grupos terroristas financiados pelo tráfico – Hamas, Hezbollah, Houthis etc.

Na verdade, o nosso apoio institucional a esses grupos é para demonstrar vassalagem política ao narcoterrorismo internacional, que usa do prestígio do Brasil para validar seus crimes. Por consequência dessas e de outras evidências, os EUA já consideram o Brasil um narcoestado, similar ao México e à Venezuela.

Para sacramentar esse novo status de narcoestado, recentemente vimos nosso Ministro das Relações Exteriores visitar os Estados Unidos; não foi lá para dizer aos EUA como o Brasil irá combater o narcotráfico, mas para tentar evitar que os EUA ataquem os narcotraficantes brasileiros.

Diante da classificação americana de facções como o PCC e o CV como redes narcoterroristas globais, o representante brasileiro tentou debelar que tais políticas possam afetar esses grupos em território nacional. Pasmem, total inversão de interesses!

Felizmente, por enquanto, ele não obteve êxito, pois não ofereceu qualquer contrapartida de combate real aos criminosos do Brasil.

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Esquerda Narcoterrorista

É natural, portanto, que o Brasil venha a se tornar o maior país narcotraficante do mundo com este governo. Este deve ser o maior apelo dos ativistas aos eleitores: embora uma parcela mais radical da esquerda aceite corruptos, narcotraficantes e terroristas como instrumentos do método revolucionário, uma parcela maior de eleitores da esquerda não sabe que a esquerda brasileira está associada a tais grupos e suas atrocidades; portanto, cabe aos políticos da oposição e ativistas conectar uma coisa com a outra. Não há mais como esconder esse fato.

Quem vota na esquerda, vota em representantes da esquerda e vota a favor da corrupção, do narcotráfico e do terrorismo internacional. É precisamente isso que os eleitores da fazem ao chancelar candidatos da esquerda. Não, a esquerda não é pela democracia, pela justiça social, pela saúde ou educação para todos. Nada disso é o objetivo da esquerda. Seu objetivo é sustentar o crime organizado no poder.

Já confrontei financiadores vinculados ao setor bancário sobre este vínculo com o narcoterrorismo, e o constrangimento gerado é brutal. É essa a ação necessária: trazer luz aos eleitores perdidos no ruído das mídias tradicionais pagas pelo governo, que ainda acreditam na narrativa de “amor” que a esquerda diz representar — uma embalagem linda para um produto letal.

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EUA ou nós?

O diagnóstico é claro: a omissão e a ação deliberada do atual governo para com o crime organizado, o posicionamento diplomático a favor de tudo que há de pior no mundo, as perseguições políticas, as injustiças e a criminalização da oposição demonstram que o crime organizado já tomou as instituições. E todos esses sintomas apontam para o fato de que o narcoterrorismo internacional já comanda o nosso Executivo, o Judiciário e peças-chave do Legislativo.

Os EUA irão intervir? Considerando as evidências, faz sentido. Se houvesse uma operação semelhante à que transcorreu na Venezuela, para capturar Maduro, contra alguém de nosso Executivo ou Judiciário, a operação seria tão rápida e fácil quanto lá ou mais. Há todo interesse dos EUA de neutralizar as redes de narcotráfico e terrorismo nas Américas ainda este ano. Mas acho que eles, assim como eu, acreditam que o Brasil tenha solução interna.

Há um bastião forte que os criminosos não conseguiram subjugar: a opinião do eleitor. Temos este ano a oportunidade de desvincular o Brasil do destino maldoso que esse governo e esse Judiciário traçaram para nós. Nosso ativismo deve ser rigoroso para eleger representantes — deputados, senadores, governadores e presidente — que busquem a mudança real e, acima de tudo, não estejam vinculados a essa estrutura criminosa.

Esquerda e Centrão reúnem a maior parte dos representantes que sustentam o mal instalado. Os nomes, partidos e histórico de malefícios são conhecidos. Agora só falta cobrar rigor dos eleitores na escolha para termos a chance de resgatar o país por nós mesmos.

CORRESPONDÊNCIA RECEBIDA

WILTON CARVALHO – VITÓRIA-ES

Caro Berto:

por gentileza publica aí nessa Gazeta o livro que acabei de lançar “A Turna da Saborosa“ , que consegue ser pior do que “O Romance da Besta Fubana”.

Mande- me o endereço para que eu possa enviar.

R. Vai ser difícil ser pior que O Romance da Besta Fubana.

Pra ser pior que o meu, tem que fazer um esforço danado!

Sucesso, seu cabra arretado.

Disponha sempre deste espaço

LAUDEIR ÂNGELO - A CACETADA DO DIA

MAIS DE 120 DRONES POR DIA

Considerando o período de 8h da manhã à meia noite (16 horas), esses seguranças derrubaram uma média de 8 drones por hora, desde o início do desgoverno.

Se o valor médio for R$ 2.000,00, o prejuízo fica em R$ 270 milhões.

Esse tipo de falácia é “fake news” ou é meme que já vem pronto?

SEVERINO SOUTO - SE SOU SERTÃO

A PALAVRA DO EDITOR

SEXTA-FEIRA, 13 – É HOJE ! ! !

Sexta-feira, 13 de fevereiro de 2026.

Hoje é o dia em que a Mãe de Calor-de-Figo limpa os dentes com uma escova fabricada com os pentelhos da sogra de Belzebu, a madrasta de Caralho-de-Asas come bimba de gato frita em sebo de bode, a nêga Espanta-Cacete amarra o pixaim com biliros feitos de ossos de cachorro doido, a madrasta de Cavalo-do-Cão come barro e caga tijolo pra levantar a caverna do Tinhoso, a cabôca Traça-Pica faz careta pra Tranca-Rua em cima de um pinico de loiça, a enfezada Catraia Sibita lava a priquita com o mijo da Besta Fera pra se enxugar com um pedaço da estopa de Maria Mulambo e a irmã de Pancanha cata chatos na barba do cabôco Papa-Cu.

É dia de ter muito cuidado, assim feito quem procura pinico com os pés no escuro.

Quem lê, gosta, aprecia e divulga o Jornal da Besta Fubana está a salvo, será feliz, terá um dia excelente e um futuro cheio de boas coisas.

Assim como excelente terá este final de semana e todo ao resto deste ano de 2026.

Já os farrapos humanos que poluem os ares do mundo, preparem os furicos: o moleque Bimba-de-Alavanca tá pronto pra fazer sua parte.

Ele já está de pajaraca armada pra enrabar tudo quanto é idiota e tabacudo deste mundo cheio de gente encrenqueira.

E fiquem de pregas preparadas os componentes de uma lista que está aqui comigo. Uma lista formada um monte de almas sebosas que fedem que só a peste.

Serão devidamente enrabados pelo moleque Bimba-de-Alavanca e ficarão todos de furicos afolosados.

E, pra fechar a postagem com chave de ouro, peço ajuda ao meu querido amigo e conterrâneo de Palmares, o catimbozeiro Sikêra Júnior, uma das maiores audiências do Brasil, pra dar um descarrego da pesada nesta sexta-feira da gôta serena, da bobônica preta, do caralho-a-quatro, do priquito apimentado, do estopor calango, da bixiga lixa e da febre do rato.

Fala, Sikêra!!!

DEU NO X

ALEXANDRE GARCIA

CPI DO MASTER

cristiano zanin cpi master stf

Cristiano Zanin, ministro do STF, negou pedido para obrigar Câmara a abrir CPI do Master

O deputado Rodrigo Rollemberg, ex-governador do Distrito Federal, do PSB, havia pedido ao STF que mandasse Hugo Motta abrir a CPI do Master, como Luís Roberto Barroso havia mandado o Senado abrir a CPI da Covid. Era o Supremo interferindo na abertura de uma CPI. No sorteio, o caso caiu com Dias Toffoli, ele se declarou suspeito, refizeram o sorteio e a ação caiu com Cristiano Zanin, o ex-advogado de Lula. E Zanin disse que esse não é um assunto do Supremo, é um assunto do Legislativo.

Era assim que o Supremo decidia nos tempos em que eu cobria o STF, no século passado e no início deste século. Vinham assuntos para os quais um grupo não tinha voto suficiente no Congresso, e pediam para o Supremo forçar. E o Supremo dizia que não; como disse o ministro Luiz Fux várias vezes, assuntos políticos decidem-se na arena política, que são os plenários da Câmara e do Senado.

Mas Zanin deu uma dica para os senadores, ainda que de forma implícita. Ao negar o pedido do deputado Rollemberg, o ministro escreveu que “não há provas de que haja omissão ou resistência pessoal da autoridade” – no caso, do presidente da Câmara, Hugo Motta. Mas, se houver provas de omissão e de resistência pessoal de Davi Alcolumbre no Senado, isso significa que o Supremo pode mandar abrir CPI ou CPMI, porque há assinaturas suficientes para CPMI, com deputados e senadores, e também para uma CPI no Senado; ambas dependem de Alcolumbre. É uma boa dica.

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A justificativa absurda de Mauro Vieira para assessor de Trump não visitar Bolsonaro

Mauro Vieira é ministro das Relações Exteriores, passou pelo Instituto Rio Branco. Mas, se ele estivesse fazendo prova no Rio Branco agora, ou a prova para entrar no instituto, e eu fosse um dos avaliadores, ele não passaria. Explico: um assessor importante de Donald Trump, Darren Beattie, vai a São Paulo para um fórum Brasil-Estados Unidos sobre minerais críticos. Ele também queria visitar o Departamento de Europa e América do Norte do Itamaraty, em Brasília, e aproveitaria para visitar Jair Bolsonaro. A defesa de Bolsonaro encaminhou o pedido a Alexandre de Moraes; imagino que Beattie estaria levando um abraço de Trump.

Alexandre de Moraes oficiou ao Itamaraty antes de autorizar a visita, queria saber a agenda dele. E o que disse o ministro das Relações Exteriores do Brasil, o chefe da diplomacia brasileira? Cito aqui: “A visita de funcionário estrangeiro a ex-presidente da República em ano eleitoral pode configurar ingerência nos assuntos internos do Estado brasileiro”. Isso daria reprovação no Rio Branco. Isso é diplomacia? Vieira está supondo uma ingerência de um país amigo em uma visita de cortesia a um preso condenado, inelegível em ano eleitoral. Deu para entender? É por isso que há um outro chanceler de facto, o Celso Amorim. Do jeito que está indo a política externa brasileira…

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Musk reage a vídeo de presidente da “Gazeta do Povo” sobre Moraes e Vorcaro

Elon Musk reagiu à manifestação do presidente da Gazeta do Povo sobre a situação do Brasil, em que ele cita o Banco Master, Daniel Vorcaro e Alexandre de Moraes. Musk viu isso e postou: “So it goes” (“é assim que as coisas vão”). E acrescentou que, um dia, ainda vai tornar-se real aquela foto que ele postou tempos atrás, com Alexandre de Moraes atrás das grades.