Resumo da mentira do dia:
Cuba é uma maravilha. Venezuela é uma democracia. O problema do Brasil são os grupos de Whatsapp das tias. E a cara de pau nem racha… pic.twitter.com/sbz938kex8
Cuba continua estacionada nos anos 50, fruto de uma ideologia perversa que escravizou o povo e os mergulhou no mais absoluto atraso. pic.twitter.com/q05ziBro0H
Produtor de Tilápia na região de Maripá, no Paraná
A proposta da Comissão Nacional de Biodiversidade (Conabio), vinculada ao Ministério do Meio Ambiente, de incluir a tilápia na lista de “espécies exóticas invasoras” do Brasil acendeu um alerta entre cooperativas, produtores e representantes da agropecuária nacional.
Embora ainda em discussão, caso seja aprovada, a medida pode impor restrições severas e até mesmo a proibição do cultivo do peixe, com impactos diretos na economia e na segurança alimentar de milhares de famílias brasileiras.
A tilápia é originária da África, mas vem sendo cultivada no Brasil há mais de 25 anos, com todas as autorizações e controles técnicos exigidos pelo Ibama. É criada em cativeiro, com baixíssimos registros de escape para represas e rios. Até hoje, não há evidências consistentes de que cause danos significativos à fauna local.
Somente no Paraná, a atividade gera cerca de 2,2 mil empregos diretos e indiretos e movimenta uma ampla cadeia produtiva, que envolve frigoríficos, transporte, ração e comércio. O Estado é o maior produtor e exportador nacional, responsável por 36% da produção brasileira de tilápias e por 25% de todo o pescado do país.
Os dados são da Federação da Agricultura do Estado do Paraná (FAEP), que divulgou nota manifestando preocupação com os impactos que uma proposta desse tipo poderia causar, caso venha a se concretizar.
É fundamental compreender a extensão dessa iniciativa, especialmente quanto à sua aplicação sobre o cultivo comercial. Um tema dessa natureza deve ser tratado com base na ciência, no diálogo e na escuta dos produtores, evitando decisões ideológicas e desconectadas da realidade do campo.
Como presidente da Frente Parlamentar da Agropecuária (FPA), asseguro que o tema será levado aos parlamentares e ao corpo técnico da Frente para análise detalhada dos riscos e das providências cabíveis diante dessa proposta.
Também é preciso questionar qual o embasamento técnico da Conabio para intervir de forma tão agressiva e direcionada em um mercado que gera emprego, renda e benefícios sociais e econômicos, especialmente para pequenos produtores.
Fica evidente que se trata de uma ação motivada mais por ideologia do que por uma avaliação técnica amparada em dados científicos e critérios objetivos. Prova disso é que sequer foi consultado o Ministério da Pesca e Aquicultura, responsável direto pelo setor.
É hora de defender o cultivo de pescado no Brasil. O setor produtivo está unido para garantir que não se comprometa a geração de emprego e renda. A piscicultura é um pilar da segurança alimentar, promove desenvolvimento regional e sustenta milhares de famílias brasileiras.
Eu achava que minha vida era difícil mas depois que eu vi o vídeo do Paulo Sérgio, descobri que minha vida é quase um sonho. 🤣🤣🤣🤣🤣🤣 pic.twitter.com/O92IzoYoXG
Marco Rubio recebeu o ministro brasileiro das Relações Exteriores Mauro Vieira por irrisórios 15 minutos, indicadores do horror do Secretário de Estado americano ao governo Lula, a quem acusa de violar direitos humanos, censurar e perseguir adversários.
Vai ser difícil.
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15 minutos foi muito tempo.
O mais coerente deveria ter sido apenas 13 minutos.
Na manhã da segunda-feira, 25 de julho de 1966, o Capitão da Marinha do Brasil, Rômulo Uchôa Rodrigues, acordou-se em seu apartamento, meio ressacado da farra de domingo na “Casa da Djanira”, a melhor casa de mulheres do Recife, por dentro do bairro de Boa Viagem. Foi ao banheiro, fez a barba, como todos os dias, desde que entrou na Escola Naval. Tomou uma ducha, lembrando da noitada de amor com Verônica, uma jovem flor sertaneja. Vestiu a farda de Capitão da Marinha. Mantinha suas roupas civis e fardas bem passadas e alinhadas, tarefa da caprichosa arrumadeira de seu apartamento no Edifício Califórnia na praia de Boa Viagem. Tomou café na lanchonete do térreo. Desceu ao estacionamento, ligou seu Gordini vermelho, partiu para o Aeroporto Guararapes, onde, por determinação do seu chefe, Almirante Comandante do 3º Distrito Naval, foi designado para receber o General Arthur Costa e Silva, Ministro da Guerra, pretenso candidato a substituir o General Castello Branco na Presidência da República.
O Capitão dirigia, pensando: – “Uma pena, o General Costa e Silva, “linha-dura”, insistir em ser o substituto do Presidente Castello Branco. Havia esperança, entre amigos democratas e muitos outros brasileiros, de que o Presidente Castello Branco, no final do mandato, convocasse eleições gerais, com nova Constituição. Era a esperança do retorno à Democracia no Brasil. Com o Costa e Silva seria mais difícil, daria continuidade ao Governo Militar”.
Rômulo estacionou o carro. Caminhou em direção ao saguão do aeroporto, lotado de militares, civis, políticos, puxa-sacos. O Capitão conversou rápido com seu chefe, o Almirante, e foi à banca de revista, folheou algumas. Nesse momento ouviu o alto-falante anunciar que o General Costa e Silva havia mudado de trajeto, desembarcaria no aeroporto de João Pessoa e de lá partiria de carro para a sede da SUDENE. Rômulo comprou uma revista e retornou ao estacionamento. Nesse momento ouviu um estrondo forte, uma bomba estourou perto: BUM!!!!! O deslocamento de ar o jogou de lado, o corpo chocou-se contra uma coluna. Ele desmaiou.
O trecho acima é de meu novo romance, O TERRORISTA DO AEROPORTO. Uma história de ficção partindo de um fato real acontecido em 1966, quando o terrorista deixou uma bomba de alto teor no Aeroporto Guararapes do Recife, com a intenção de assassinar o General Costa e Silva, candidato a substituir o presidente Castello Branco. O candidato se livrou, mas a bomba matou três pessoas e feriu mais de 15 que se encontravam no Aeroporto do Recife. O romance não foca a luta armada contra o Governo Militar, é uma história de amor a partir desse fato. Ficção pura.
Lançamento em Maceió dia 24 de outubro (sexta-feira) entre 18:00 e 22:00 hora na Pizzaria Fornaria Jatiúca, com um recital da poeta Rosana Oliveira. TODOS CONVIDADOS PARA UMA AGRADÁVEL NOITE DE POESIA.
Hugo “El Pollo” Carvajal, ex-chefe de inteligência do falecido coronel Hugo Chávez confessou em tribunal dos Estados Unidos que a ditadura venezuelana financiou ilegalmente, por mais de 15 anos, políticos e partidos de esquerda em vários países, incluindo Lula (PT).
No Brasil, a Lei 9.504/1997 proíbe expressamente financiamento político-eleitoral de origem estrangeira e prevê punições como cassação de mandato e prisão. A proibição, diz a lei, é para “preservar a soberania nacional”.
Além de Lula, dinheiro da ditadura venezuelana financiou também esquerdistas como Kirchner (Argentina) e Gustavo Preto (Colômbia).
Não é a primeira vez: Lula já foi acusado de receber dinheiro do ditador líbio Muamar Kadhafi, tratado certa vez de “meu líder” pelo petista.
Esquema de “doações” de vários países para Lula foram descritas pelo ex-ministro Antonio Palocci em 2019, em acordo de delação premiada.
A Lei brasileira objetiva “impedir interferências externas no processo democrático e garantir a transparência e igualdade nas eleições.”
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Não há motivo pra surpresas.
Tudo dentro dentro dos conformes.
Em se tratando do gunverno lulo-petralha, a sucessão de revelações absurdas entra numa rotina normal.
Prejuízo bilionário dos Correios expõe a velha fórmula petista: gastos inchados, má gestão e ineficiência pagos pelo contribuinte
Os Correios reportaram prejuízo de R$ 2,640 bilhões no 2º trimestre de 2025. O resultado não é nenhuma surpresa para uma empresa que sempre teve prejuízos no governo atual. Nem sempre a estatal foi deficitária; no entanto, coincidentemente, os prejuízos ocorrem majoritariamente nas gestões petistas.
O gráfico acima evidencia que os prejuízos ocorreram essencialmente nos governos Dilma e Lula. Por que será que, nos governos petistas, a estatal se torna mais deficitária?
De acordo com os Correios, o prejuízo no segundo trimestre de 2025 decorreu principalmente da queda das encomendas internacionais — por conta das “taxas das blusinhas” —, do aumento de custos operacionais e das provisões para processos judiciais.
De fato, a receita caiu no acumulado do semestre de 2025 (R$ 4,236 bilhões) em relação ao mesmo período de 2024 (R$ 4,781 bilhões). No entanto, enquanto a receita caiu 11%, as despesas gerais e administrativas subiram 146%, passando de R$ 889 milhões para R$ 2,189 bilhões na mesma base de comparação. Portanto, o prejuízo bilionário se explica muito mais pelo aumento das despesas do que pela queda das receitas.
Outra despesa que subiu significativamente foram os gastos com juros, que passaram de R$ 171,234 milhões nos seis primeiros meses de 2024 para R$ 390,261 milhões no acumulado do semestre em 2025.
Em relação às despesas administrativas, chama atenção o aumento dos gastos com pessoal de 2022 para 2024. Enquanto em 2022 o gasto com pessoal era de R$ 2,1 bilhões, em 2024 essa conta chegou a R$ 3 bilhões — um aumento de quase 50%.
Ora, não é novidade que, nas administrações petistas, a máquina pública se torna mais inchada, com o loteamento de cargos públicos e comissionados no governo e nas estatais federais.
O aumento da folha salarial ou do número de empregados pode estar entre as explicações para o prejuízo bilionário da estatal. Entretanto, além da má gestão, não se pode descartar a hipótese de corrupção.
Se o passado é um bom guia, basta lembrar que o mensalão esteve ligado ao pagamento de propinas dentro dos Correios para favorecer algumas empresas.
Com tantos prejuízos, já passou da hora de privatizar os Correios. Não é justo que a sociedade pague a conta da ineficiência e da má gestão. A experiência brasileira recente mostra que empresas privatizadas passam a dar lucro ao governo e melhoram os serviços para a população. E, no caso dos Correios, nem dá para vir com o clichê de que “estão vendendo o patrimônio nacional”.