Sob custódia de Israel após embarcar em viagem de apoio aos terroristas do Hamas, a deputada Luizianne Lins (PT-CE), torrou mais de R$ 169 mil fazendo propaganda dela mesma.
Dos gastos que os pagadores de impostos foram obrigados a ressarcir a deputada petista, propaganda era o item principal.
As despesas superiores a R$ 50 mil com “manutenção do escritório”, por exemplo, equivalem a três vezes a menos o custo com propaganda que ela empurra para o cidadão.
A Câmara ainda precisa explicar como a deputada extremista já estava detida em Israel, mas assinou o ponto na Câmara.
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Assinou o ponto na Câmara, mesmo já estando detida???
Danô-se!!!!
Pra explicar essa “mágica”, é só verificar a qual partido ela é filiada.
Minha infância e adolescência foi marcada pelo lema que mostrava o Brasil como um país que tinha futuro. Era um incentivo incrível para os jovens da minha época saber que tinha emprego, que poderiam trabalhar com carteira assinada, contribuir para a previdência e que poderia se aposentar tranquilamente após 35 anos de trabalho ou de contribuições previdenciárias.
Havia o sistema de saúde, mas não tinha a denominação de SUS – isso só foi regulamentado com a constituição de 1988. Havia hospitais privados e o atendimento já se fazia por meio de convênios ou de planos de saúde. Mesmo com determinadas crises, o país crescia e estados, como os do Nordeste, por exemplo, apesar de pobres, detinham uma economia significativa.
Ao longo do tempo, as coisas foram tomando rumo diversos e a economia começou a dar sinais de cansaço. As contas públicas começaram a fugir do controle, o país contava, frequentemente, como a apoio do FMI e cada vez que chegava uma missão desse órgão, por aqui, partidos da oposição vociferavam que a “soberania” do Brasil deveria ser respeitada. O Brasil devia ao FMI, que vinha aqui ajustar as contas públicas para receber seu dinheiro de volta e era taxado de violentador da soberania nacional.
Aqueles eram os tempos em que havia recursos públicos destinados a combater a seca do Nordeste. Eu tenho inúmeras dúvidas se a desgraça econômica da região Nordeste teve início com a seca ou se foi fruto de má gestão dos seus governos, principalmente no período pós-constituinte. A gente olha a região e duvida que ela consiga se sustentar por mais tempo.
Olhemos, primeiro, o caso do estado do Maranhão. Esse estado tem 7 milhões de habitantes e apenas 7% desse total possuem plano de saúde privado. Veja bem: numa população de 7 milhões de pessoa, 490 mil são beneficiários de um plano de saúde privado. Em linhas gerais, estamos admitindo que 93% da população desse estado depende do SUS, de alguma forma porque são pessoas que, adoecendo, não poderão ser tratadas na iniciativa privada.
Continuadamente o estado do Maranhão apresenta o menor iDH do Brasil, algo como 0,679. Veja bem: esse IDH não foi coisa do ano passado, não! Há décadas que o estado tem o pior indicador de desenvolvimento econômico e, em contrapartida, é o estado com o maior número de beneficiários do programa bolsa família. Existe duas vezes mais de beneficiários do bolsa família do que empregos formais. Coincidência ou não, o estado é administrado por um partido de esquerda, a muitos anos e seu governador eleito por dois mandatos – que prometeu tirar o estado dessa situação – hoje está, confortavelmente, decidindo os caminhos desses país.
O estado da Bahia, sob o domínio de ACM, conseguiu dominar a economia nordestina com o polo químico de Camaçari, fábrica da Ford – que foi ganha numa luta como o Rio Grande do Sul, graças a ACM – e a cultura de cacau que gerava algo em torno de R$ 1 bilhão/ano. há relatos de que o PT Geraldo Simões – reportagem da Veja, de 2006 – foi o articulador da disseminação da praga vassoura-de-bruxa no cacau da região sul da Bahia. Isso foi feito para acabar com a hegemonia de ACM. Se uma pessoa tem a capacidade de dizimar um sistema econômico para seu partido política ganhe espaço, essa pessoa não tem uma grama de caráter. É por isso que precisamos acreditar na justiça divina.
O estado do Ceará também foi de grande destaque na economia nordestina. Juntamente com os estados de Pernambuco e Bahia formava o trio de maior poder econômico do Nordeste. Dos seus 184 municípios, 60% são classificados como de extrema pobreza pelo IBGE. Como se não bastasse, o estado hoje abriga facções criminosas cujos feitos são dignos de filmes. Facções criminosas cujos membros são procurados em outros estados, estão abrigados no estado de Ceará ditando a lei e a desordem. Se for olhar quem administrou o estado nos últimos anos, você verá um partido de esquerda.
Não consigo mais ver futuro nesse Brasil. A gente parte de um sistema jurídico infinitamente, tendencioso, contaminado pela ideologia política, fortalecido pelos ditames de uma corte suprema que não julga, apenas condena, diga-se, condena opositores. No momento a menina dos olhos do país é a CPMI do INSS. Agora, se descobriu que recursos do INSS foram parar na conta de uma publicitária que trabalhou nas campanhas de Rui Costa e Dilma. Acham que essas pessoas estão preocupadas?
A preocupação não é essa. Isso não importa e daqui a pouco será esquecido. O que importa mesmo são deputados com dinheiro do povo participando de eventos destinados a ajuda humanitária aos palestinos e que foram interceptados por Israel. No meio jornalístico diz que “um cachorro que morde um homem” não é notícia, notícia é quando “o homem morde o cachorro”.
É isso: o cachorro mordeu o Brasil. Nada a declarar.
Em 24 de setembro de 2002 publiquei a seguinte nota:
VÁLVULA ESCAPATÓRIA
O Presidente Lula recusou convite do Presidente Bush, dos Estados Unidos, para uma audiência sobre problemas comuns aos dois países, alegando que não poderia ir sozinho, isto é, sem o Embaixador Celso Amorim, que estava em outra missão no exterior.
Agora, para não atender ao Presidente Trump, declarou que estava com a agenda cheia.
Sábio foi o poeta quando afirmou: “Recordar é reviver, comparar as épocas e até achar graça no contraste das comparações.”
Em 2025 essa pérola do repente nordestino está completando 70 anos de lançamento. “VIOLEIROS”, é o primeiro LP do gênero lançado no Brasil, o ano era 1955. Zé Vicente da Paraíba, pai deste colunista, e Aristo José dos Santos, dois dos maiores representantes do repente, lançaram pela gravadora pernambucana Rozenblit, com o selo Mocambo, essa preciosidade. Uma curiosidade na contra capa do disco é que em vez de ter os nomes das músicas se lê as modalidades das cantorias, já que era uma novidade esse estilo de gravação em disco na época.
Herbert Lucena, além de produzir o CD “Zé Vicente da Paraíba, Viola e Amigos”, pelo selo Coreto Records, de sua propriedade, proporcionou o ingresso do poeta no Concurso Talentos da Maturidade, do Banco Real, em Curitiba-PR, onde Zé Vicente foi premiado na modalidade Contador de Histórias, com o trabalho “Minha Viola, Minha Vida”, no ano de 2006.
Angela Villela Olinto nasceu em 19/6/1961, em Boston, USA. Professora e cientista astrofísica, radicada nos EUA e uma das autoridades mundiais em física de astro-partículas. Recebeu o mesmo reconhecimento que Einstein e Darwin na área das ciências. É reitora da Divisão de Ciências Físicas e Matemáticas da Universidade de Chicago, onde também leciona.
Filha de brasileiros, nascida em Boston durante uma temporada de estudos de seu pai no MIT-Instituto de Tecnologia de Massachusetts. Formou-se em 1981, em Física pela PUC-Pontifícia Universidade Católica do Rio de Janeiro e obteve o título de doutora em Física, em 1987, pelo MIT. Contribui expressivamente nos campos da estrutura das estrelas de nêutrons, teoria inflacionária, campos magnéticos cósmicos, matéria escura, raios cósmicos, raios gama e neutrinos.
É a pesquisadora principal dos projetos da NASA EUSO-SPB e responsável pela futura missão espacial POEMMA (Probe Of Extreme Multi-Messenger Astrophysics), projetada pela NASA, em conjunto com uma equipe de 73 profissionais para estudo de um detetor de partículas cósmicas ultra-energéticas. Suas pesquisas envolvem astrofísica teórica, astrofísica de partículas e nuclear e cosmologia. Seu trabalho se concentra nos raios cósmicos de mais alta energia, assinaturas indiretas de partículas de matéria escura, efeitos cosmológicos de campos magnéticos, inflação natural e estrutura interna de estrelas de nêutrons.
Mas, o que a física de astro-partículas estuda, basicamente? Segundo a cientista “minha área é interdisciplinar, em que se mistura aquilo que é mais microscópio, as partículas dento do átomo, as interações da natureza dos menores sistemas… quanto mais energia se coloca no sistema, menor o seu microscópio e mais profundo adentra-se a parte fundamental da natureza. Quando fui estudar no MIT, passei a me interessar pela astrofísica, pela ideia de colocar o que se observa com os telescópios, que são as ‘coisas maiores’ do Universo e o Universo como um todo, os sistemas maiores, e a teoria das ‘coisas menores’ do Universo, que são as partículas. É essa combinação das duas, que chamamos de física de astro-partículas”.
Em 2016 recebeu o título “Professor Albert A. Michelson” por Serviços Distinguidos no Departamento de Astronomia e Astrofísica e no College, pela Universidade de Chicago (UC) e em 2021 foi integrada como membro da Academia Nacional de Ciências dos Estados Unidos. É também membro da Academia de Arte e Ciências dos Estados Unidos, Sociedade Americana de Astronomia, Associação Americana para o Avanço da Ciência, além de membro de várias sociedades científicas internacionais. Criou os cursos de graduação e pós-graduação em Astronomia e Astrofísica na UC.
Também é membro do Conselho Superior da UC, do Programa de Revisão Acadêmica do Departamento de Astronomia da Universidade de Boston e do Conselho Consultivo do Laboratório de Ciência Nuclear do MIT. Já foi chefe do Comitê de Premiação dos prêmios Tinsley (Sociedade Americana de Astronomia) e Bethe (Sociedade Americana de Física), chefe do Conselho Consultivo de Astronomia e Astrofísica do consórcio NASA/NSF/DOE, membro da Astronomy and Astrophysics Decadal Survey e do conselho editorial da revista Annual Reviews of Nuclear and Particle Science.
Publicou mais de 250 artigos em revistas especializadas e recebeu diversos títulos e condecorações, dentre os quais: Cátedra de Excelência da Agência Nacional de Pesquisa, França (2006); Prêmio Llewellyn John and Harriet Manchester Quantrell por Excelência no Ensino de Sub-graduação, pela Universidade de Chicago (2011); Título de Palestrante Hess da 33ª Conferência Internacional sobre Raios Cósmicos (2013); Título de Professor Albert A. Michelson por Serviços Distinguidos no Departamento de Astronomia e Astrofísica e no College, pela Universidade de Chicago (2016) e Ordem de Rio Branco, grau Comendador (2022) ente outros.
Assim que a Revolução Industrial produziu a máquina a vapor e, a partir dela, transformou o processo de produção industrial e o transporte por terra (com a estrada de ferro) e marítimo (com o navio a vapor), a humanidade descobriu que era possível haver crescimento econômico acelerado e ampliação do padrão de bem-estar social da população. Esse tempo data do início do século 18 e, dali em diante, o mundo nunca mais parou em desenvolvimento tecnológico, descobertas científicas e inovações profundas, culminando com a descoberta mais revolucionária de todas: o domínio da eletricidade, entre os anos 1860 e 1900.
Países como Inglaterra, França, Holanda e Alemanha – basicamente, as nações da Europa Ocidental – mostraram ao mundo que a Revolução Industrial e tudo que a ela se seguiu tornavam possível o crescimento econômico e o desenvolvimento social capazes de reduzir a pobreza e melhorar as condições de vida da população. Foi nesse contexto que, em 1776, o filósofo e economista Adam Smith publicou uma obra que revolucionaria o pensamento econômico e social: A Riqueza das Nações, na qual ele se propunha a examinar e entender as causas da pobreza e da riqueza das nações. A questão fazia sentido, especialmente porque alguns países vinham crescendo e melhorando o padrão médio de vida de sua população, enquanto outros, mesmo ricos em recursos naturais, mantinham-se no atraso e se na pobreza.
A tentativa de entender por que algumas nações continuam sendo pobres mesmo tendo abundantes recursos naturais continua no centro das preocupações e dos estudos de economia e sociologia. Embora o acervo de publicações sob as mais variadas formas – livros, teses acadêmicas, ensaios, artigos de opinião etc. – seja abundante no mundo inteiro, especialmente nos organismos globais como a ONU, o Banco Mundial e o Fundo Monetário Internacional, as respostas ainda são precárias e parciais. Apesar disso, algumas causas são tidas como consensuais e, nos países em que elas estão presentes, o crescimento econômico e o desenvolvimento social são freados e a pobreza continua sendo realidade.
Embora não existam respostas fáceis, sabe-se que que grande parte das diferenças entre nações ricas e nações pobres pode ser explicada pela qualidade das instituições, pelo ambiente geral, pelas liberdades para se fazer negócios, pela cultura e crenças do povo, e pelo comportamento do governo e das instituições políticas. De início, nos países onde o setor estatal esteja carregado de privilégios e favorecimento para certas classes da burocracia nos três poderes, ao lado de uma cultura nacional de favorecimentos e corrupção, o crescimento econômico e a redução da pobreza são objetivos quase impossíveis de viabilizar. Estudos e análises sobre esses pontos foram feitos por Douglass North e se tornaram fonte de referência que, por sua qualidade, conferiram ao autor o Prêmio Nobel de Economia de 1993.
Um dos obstáculos observados nos países atrasados é que, naqueles onde vigoram as características negativas citadas, a remoção das distorções e dos maus hábitos nacionais é muito difícil, sobretudo porque em geral o sistema político vive e funciona alimentado pelos males e distorções. Assim, instituições contaminadas por privilégios, corrupção e leis ruins passam a ser elas próprias um obstáculo a reformas e evolução na qualidade das leis e das instituições. O Brasil é um exemplo de país onde as deficiências técnicas e administrativas, os privilégios de grupos e a corrupção, quando passam a fazer parte da essência de instituições ligadas ao Poder Judiciário, ao Poder Legislativo, ao Poder Executivo, ao Banco Central, a empresas estatais e à legião de órgãos governamentais, praticamente impedem a eliminação da miséria e a redução da pobreza em grau suficiente para a nação sair da condição de subdesenvolvida.
Como agravante, conforme estudos feitos pelo Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada (Ipea) no fim do segundo governo Lula, a estrutura de salários e benefícios dentro do setor público contribui para agravar a desigualdade de renda no país, incluindo a desigualdade de renda entre as categorias dos próprios funcionários públicos. Juntando isso ao elevado grau de corrupção no conjunto do setor estatal – União, estados, municípios, estatais, autarquias e órgãos diversos –, o custo desses dois flagelos sociais, a corrupção e os privilégios, faz o Brasil ser um país de baixa produtividade/hora do trabalho, carga tributária escorchante, baixa renda por habitante, Índice de Desenvolvimento Humano medíocre, baixo nível educacional – enfim, um país subdesenvolvido com elevado índice de miséria e de pobreza.
O Brasil não tem problemas de diagnóstico. O Brasil tem problemas para começar a reverter, ainda que lentamente, os males e os defeitos que assolam o sistema estatal, o sistema político, o sistema educacional (hoje tão deteriorado), o setor produtivo e o ambiente para investimentos, produção, crescimento econômico e desenvolvimento social. Além disso, afora alguns períodos curtos, o país vive uma eterna instabilidade política, com a sociedade dividida e sempre em crise econômica, política e social. Nessa condição, a riqueza de recursos naturais não basta para tirar a nação do atraso e tentar se aproximar das nações desenvolvidas, pois o crescimento do PIB per capita ao longo dos anos é mínimo, como mostram os atuais US$ 2,2 trilhões para uma população de 212 milhões de habitantes. O custo dos privilégios e da corrupção é elevado demais, a ponto de inviabilizar esperanças de desempenho superior ao que vem acontecendo nos últimos 50 anos.