O presidente argentino Javier Milei, que garantiu posição de principal interlocutor de Donald Trump no continente, já se refere à “democracia” à brasileira como o “regime de Lula”.
Isso pode pegar.
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Corretíssima a expressão “regime de Lula” criada por Milei.
Em 2016, Trump foi apresentado como uma ameaça à democracia, que conduziria o mundo à destruição
A cerimônia de posse do presidente Donald Trump foi transferida da parte externa do Capitólio – com vista para um gramado com 1.800 metros de extensão que, a cada quatro anos, recebe centenas de milhares pessoas para assistir o juramento do presidente americano – para uma área monumentalmente linda chamada Rotunda do Capitólio. Uma estrutura circular exatamente no centro do edifício-sede do Congresso, bem abaixo da cúpula que é a marca principal da arquitetura da sede do legislativo.
O motivo é a temperatura. Segundo o divulgado, ela está baixa demais. O que não deixa de ser verdade. O ar congelante, além de desconfortável, pode ser letal. Mas a razão da mudança é outra.
Os riscos de segurança – que sempre foram elevados e atingiram o seu ápice no atentado cometido contra o então candidato Trump, em julho passado – estão em níveis extremamente altos.
O que estou falando vai além da polarização política. Há uma polarização emocional. E nesse contexto, há muita gente doida sendo alimentada pelo ódio contra o presidente americano.
Em 2016, Trump foi apresentado como uma espécie de “novo Mussolini” que não só destruiria a democracia, mas conduziria o mundo à destruição. No ano passado, a sua nova eleição provocou o mesmo tipo de reação. Não faltaram análises associando o republicando ao nazismo, ou até mesmo ao imperador romano César.
O ódio é tamanho que a pretensa transição pacífica que muitos celebram é formal. A medida disso é que Trump não pode tomar posse ao ar livre.
Além da histeria interna, a sua doutrina nas relações internacionais também sempre foi alvo de desinformação. Quem não se lembra que ele conduziria o mundo a uma guerra apocalíptica? Quem também não se lembra que ele desorganizaria o mundo de tal maneira que levaria à morte da democracia?
O segundo mandato de Trump será marcado ainda mais por um esforço monumental dos rivais para plantar o medo e a desilusão cataclísmica. As medidas que o presidente americano promete tomar, como o fim da imigração descontrolada e a retomada da deportação de imigrantes ilegais e criminosos; o abandono da agenda woke; e a retomada da produção de energia por fontes fósseis estão na lista das medidas que devem colocar muita gente em um transe de radicalismo que não só conflagra os Estados Unidos.
Em 2016 muita gente caiu nessa narrativa nos Estados Unidos. Em 2018, muita gente embarcou nisso no Brasil. E justo agora muita gente segue nutrindo isso em relação aos Estados Unidos. Mas quais são os efeitos práticos além da loucura em si?
A confiança na democracia vai sendo minada por todos os lados. Em todos os espectros políticos. E quem ganha com isso são as ditaduras e regimes autoritários que fazem as pessoas acreditarem que a democracia não serve mais e que estamos cada vez mais parecidos com eles. Estamos em meio a uma perigosa normalização do totalitarismo.
Não caia na tentação de pensar que Trump é um ditador em construção e que a Democracia Americana (assim mesmo com nome próprio) está em risco sob sua administração.
Assim, como não pense que a democracia não serve mais porque Nicolás Maduro rouba eleições, porque políticos e juízes arruínam com os pesos e controle entre os poderes e se mancomunam para governar.
Ao contrário dos prognósticos, Trump não implodiu o mundo e não vai implodir. Pelo contrário, ele pode ajudar a colocar um pouco de ordem no caos deixado por seu antecessor.
Não é razoável esperar que o americano seja o remédio para todos os males do planeta. Ele não será. Mas é mais do que certo esperar uma administração que tomará posições com resultados objetivos.
Na lista de medidas externas que deverão ter a ação direta de Trump vão do conflito no Oriente Médio, a invasão da Ucrânia e a expansão da influência chinesa na América Latina. Este último, talvez um dos tópicos centrais que deverá se transformar em uma oportunidade para uma onda de investimentos americanos na região.
Mas nada será simples. O mesmo clima que obrigou as autoridades americanas a redesenhar a cerimônia de posse devido ao risco de segurança e distúrbios será o que veremos adiante. A administração Trump navegará por águas tempestuosas dentro e fora dos Estados Unidos.
Sou de origem humilde mas meus pais sempre me instruíram a estudar e buscar honestamente, me estabelecer como ser humano justo e correto com meus direitos e obrigações.
Fico triste pois apesar de militar um tempo em sindicato de classe, não me contaminei, sai quando o PT foi fundado.
Só que uma irmã minha da área da educação, é professora e de nível superior, pegou a doença incurável e é esquerdista.
A ponto de se indispor com qualquer um da família que faça alguma crítica ao Deus dela, o artista no poder no momento.
Presidente reconhece que alimentos estão caros e cobra ministros por soluções. Inflação foi de 7,69% no segmento em 2024
O presidente Lula ontem tirou o chapéu. Será que tirou o chapéu para Trump? Ele apareceu sem chapéu na reunião ministerial da residência do Torto e a agência oficial disse que isso significa que acabaram os cuidados sobre ter restrições depois da cirurgia do coágulo na cabeça, resultado de uma queda.
Essa reunião serviu, uma, para uma frase bem demagógica e populista – que vai cair o preço dos alimentos que estão na mesa do trabalhador. Eu não sei como vai cair. Só pode cair se o governo parar de gastar tanto, além do que arrecada. Não significa que o governo vai ter que arrecadar mais, cobrar mais imposto. Significa que vai ter que cortar seus gastos, porque é por isso que se desvaloriza o dinheiro, o real, porque o governo gasta demais e dá déficit e pede dinheiro emprestado, botando papéis no mercado e aí pagando mais juros para as pessoas poderem comprar.
Papel de um governo que está sem credibilidade. Essa é a questão.
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Repercussão do fim do governo Biden
Agora, o governo que saiu lá nos Estados Unidos parecia republiqueta também. Biden, que já tinha indultado o seu filho, agora deu um indulto preventivo para os três irmãos. Um irmão e duas irmãs. E os maridos das duas irmãs foram incluídos.
E mais, lembram do doutor Anthony Fauci? O da vacina? O das fecha em tudo, mantém a distância, use máscara? Pois sabem, Biden deu um indulto para ele, preventivo, porque nós sabemos muito bem o que vão descobrir sobre a tapeação de que fomos vítimas na tal pandemia. Aí quem sabe vão fazer uma CPI sobre a CPI, que fizeram aqui no Brasil, que foi um circo.
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Crítica ou crime? O povo está irritado!
Falando em CPI, um editorial do Estadão de domingo está muito duro com o governo, que está confundindo crítica com crime. O governo acha que crítica é crime. É incrível, porque é a cabeça totalitária, que além disso passa por cima da Constituição, que diz que é livre a expressão do pensamento vedado anonimato. É vedado qualquer tipo de censura artística, política, intelectual. E ninguém obedece.
Até o judiciário faz censura, que deveria proteger a Constituição. O povo deu um aviso que está irritado! É só observar as 260 milhões de visualizações no Instagram do deputado federal Nicolas Ferreira.
Mas se quiserem manter a situação e o povo cada vez se irritando mais, está lá o Alcolumbre como candidato a presidência do Senado. Se vai presidir de novo, ele vai fazer a mesma coisa. Qualquer pedido dos senadores para corrigir isso, de acordo com a Constituição, no devido processo legal, o Alcolumbre não permitiu no primeiro mandato dele. Será que ele mudou de ideia? Eu não creio que tenha mudado de ideia. Confiando na sensatez dos senadores.
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Perseguição institucional
Eu vi uma conversa entre o André Ventura, deputado pelo Chega, é o líder do Chega, é candidato a um dia chegar ao governo de Portugal, que convidou Bolsonaro para conversarem. E Bolsonaro disse para toda a comunidade de língua portuguesa – Cabo Verde, Guiné-Bissau, Angola, Moçambique, todo mundo que fala português, e Portugal, é claro – a real situação aqui no Brasil de perseguição institucional, política e de desvios institucionais.
O mundo todo sabe, e principalmente a nova administração americana de Donald Trump, que no discurso de ontem disse que a América é o país da liberdade, da liberdade de expressão e que não vai permitir jamais que o governo persiga adversários políticos. Será que vai servir de exemplo para o Brasil ou de sugestão para o Brasil se corrigir, corrigir os seus desvios institucionais seríssimos?