COMENTÁRIO DO LEITOR

XICO COM X, BIZERRA COM I

MIGUEL E SEU PÉ DE AMIZADE

PEQUENINAS HISTÓRIAS PARA GENTE PEQUENINA - CEPE Editora

Esta é uma das PEQUENINAS HISTÓRIAS PARA GENTE PEQUENINA, Livro de minha autoria editado pela CEPE – Companhia Editora de Pernambuco, 2018.

Pode ser adquirido no página www.cepe.com.br OU diretamente com o autor através do e-mail xicobizerra@gmail.com

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Miguel e Seu Pé de Amizade

Se o ódio for plantado
Não há como nascer flor
Só se pode colher paz
Com sementes de amor

Miguel gostava de maçã, mas no pomar de sua casa só havia pés de laranja.

Um dia Miguel separou a semente de uma laranja e plantou-a, pedindo a Papai do Céu que ali nascesse um pé de maçã e que ele pudesse colher sua fruta preferida.

A esperança de Miguel durou até o dia em que a semente se transformou num pé de laranja, bonito e frondoso. E as laranjas tinham gosto de maçã.

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SINOPSES DA EDITORA E DE LIVRARIAS SOBRE O LIVRO:

“Neste livro, o compositor e escritor Xico Bizerra divaga entre poesia e prosa, sempre de fácil leitura, para atrair as crianças iniciantes, mas sem menosprezar a sabedoria dos pequenos. Ao falar da natureza, dos animais, da alegria, da paz, da amizade e do respeito, um afago no coração infantil, que pode ser de adulto ou de criança, não importa. “Quando um dia cresci e voltei a ser menino escrevi este livro. Com os pés descalços, pisando a areia, brincando de tudo … Vou guardar a minha pipa para quando, outra vez, eu voltar a ser criança. Tomara que não demore”, escreve o autor.”

“As historinhas escritas por Xico Bizerra encerram, sempre, um conceito do bem, da alegria, da amizade, da paz, do respeito aos animais, da natureza … O autor recomenda que sejam lidas com olhos infantis e curtidas por corações de criança. E promete que os luares serão mais belos. Sentindo-se criança, ele quer ver do alto sua aldeia, que certamente estará ainda maior e mais bela, e compartilhar esse sentimento com todas as pessoas que sabem se conservar crianças.”

DEU NO X

DEU NO JORNAL

CARTA DE UM BRASILEIRO AO PRESIDENTE DONALD TRUMP

Paulo Briguet

Donald Trump assume a presidência nesta segunda-feira, 20 de janeiro de 2025

Caro Senhor Presidente,

Se um dia o sr. visitar a cidade de Petersburg, na Virgínia, sugiro que reserve um tempo na sua agenda para ir até o St. Joseph Cemetery. Neste imenso cemitério, dedicado ao pai adotivo de Jesus e padroeiro universal da Igreja Católica, repousam milhares de cidadãos americanos, inclusive heróis da Guerra Civil, mas também um brasileiro chamado Olavo de Carvalho.

O professor Olavo é uma das maiores inteligências da história de nosso país, que teve os Estados Unidos como segunda pátria e passou os 17 últimos anos de sua vida na Virgínia. Tenho razões para acreditar que seu túmulo é um dos mais visitados do Cemitério de São José.

É provável que o sr. não saiba disso, Presidente, mas esse homem teve um grande papel no despertar da nação brasileira, que por muitas décadas esteve completamente dominada pelos partidos de esquerda e sua agenda nefasta. 

Mais do que abrir os olhos dos brasileiros para os males do socialismo/comunismo, o professor Olavo iniciou uma cruzada pelo resgate de nossa alta cultura — ou seja, pelo que de melhor o Brasil tem a oferecer em escala universal — e, acima de tudo, ajudou a salvar incontáveis vidas, ao balizar as ações históricas conforme a imortalidade da alma.

Durante os últimos anos de sua vida, Olavo foi um grande entusiasta de sua candidatura e, após a vitória eleitoral, de suas ações na Presidência dos EUA. Ele também teve um grande papel na vitória eleitoral de Jair Bolsonaro em 2018. Sem Olavo e a influência de ideias, jamais um candidato conservador poderia sequer almejar a Presidência do Brasil.

Olavo nos deixou há exatos três anos, em 24 de janeiro de 2022. Antes de morrer, ele tentou alertar sobre os perigos de um retorno da esquerda ao poder no Brasil. Infelizmente, seus alertas foram em vão.

Naquele fatídico ano, a esquerda, a mídia e a cúpula do Judiciário brasileiro, unidas em consórcio, coordenaram um golpe que trouxe de volta ao poder um ex-presidiário condenado por corrupção por lavagem de dinheiro, numa eleição completamente manipulada por um tribunal político. 

Lamento dizer, Sr. Presidente, que grande parte dessa ação golpista foi planejada, coordenada e financiada pelo Deep State americano — esse mesmo Deep State que botou o inválido Biden na Casa Branca e tentou a todo custo evitar que o sr. voltasse à Presidência.

Uma semana depois da posse de Lula, o Brasil teve o seu 6 de janeiro. Até a data foi parecida: 8 de janeiro. A armadilha montada no Capitólio em 2021 foi reproduzida na Praça dos Três Poderes, em Brasília, em 2023.

O resultado foi a perseguição e encarceramento de centenas de brasileiros inocentes, que receberam penas mais pesadas que as de assassinos, traficantes, pedófilos, estupradores e terroristas. 

Nenhum desses cidadãos portava armas ou tinha condições de levar a cabo um golpe de Estado. Mas, como o sr. sabe (até pela perseguição que sofreu em seu país), a esquerda não tem o menor compromisso com a realidade. Ela vive de narrativas falsas — e por isso precisa desesperadamente censurar a verdade. 

A desfaçatez da mídia é imensurável. Uma famosa jornalista chegou a afirmar recentemente que “atacar medidas públicas é crime”. É isso mesmo que o sr. leu: a elite esquerdista quer criminalizar as críticas ao governo. 

Recentemente, o vídeo de um jovem deputado, em que ele denunciava uma tentativa de assalto do regime ao bolso dos brasileiros, teve mais de 300 milhões de visualizações. O resultado? Jornalistas e esbirros do governo agora querem prender o deputado.

A questão, Sr. Presidente, é que nós estamos vivendo sob uma ditadura no Brasil.

A estrutura do governo Lula e do Supremo Soviete Federal age para censurar as redes sociais e a mídia independente, única forma de esconder a situação catastrófica da economia e das instituições no Brasil. 

O crime organizado domina grande parte do território brasileiro e instaura um regime de terror para milhões de pessoas. O descalabro nas finanças públicas nos conduz ao abismo. Não temos a quem recorrer, Sr. Presidente. Precisamos da sua ajuda para retomar os rumos do nosso país.

Cordialmente,

Um brasileiro que tem sete leitores — e aluno daquele professor que está enterrado na Virgínia.

PENINHA - DICA MUSICAL