Vejam só:
A ausência de Bolsonaro na posse de Trump está causando mais impacto mundial do que se ele estivesse presente!
É isso mesmo!!!
A instrução normativa Nº 1229/2024, da Receita Federal, trazia procedimentos que seriam adotados às movimentações financeiras a partir do dia primeiro desse mês. Operações com cartões, Pix, criptoativos etc. cuja movimentação fosse superior a R$ 5 mil e R$ 15 mil para pessoas físicas e jurídicas, respectivamente. Considerando que a instrução é de outubro/2024, o governo teve tempo mais do que suficiente para esclarecer determinados pontos e não o fez com competência, não restando alternativa além da anulação da medida.
O governo sugeria que a necessidade dessa medida era adequar procedimentos de fiscalizações aos padrões internacionais, mas não deixou de frisar que se tratava, SIM, de uma medida destinada a combater a evasão fiscal, ou seja, SIM, a ideia do governo era aumentar a arrecadação, não através de cobrança de taxas sobre as transações via Pix. Faltou discernimento para a equipe econômica ao considerar movimentação financeira com lucro. Cabe lembrar que já tivemos cobrança sobre movimentação financeira, que era a tal CPMF que tirava de todo correntista 0,38% sobre qualquer saída de recursos da sua conta corrente. Outra questão é que imposto exige um fato gerador. Por exemplo, a venda de uma mercadoria é o fato gerador do ICMS, assim como a renda do trabalhador é base para o imposto de renda. A CPMF não tinha um fato gerador, por isso foi instituída como contribuição.
Outra questão escrota que o governo propagou era que a medida visada evitar que o contribuinte caísse na “malha fina”. Esse sentimento é o mesmo de uma pessoa que mata seu próprio filho para que ele não seja vítima da violência. Enfatizo: embora não se tratasse uma perspectiva de cobrança de taxas sobre as transações via Pix, a medida do governo iria onerar, substancialmente, pessoas trabalhadoras, como os microempreendedores individuais.
De acordo a lei, o MEI é aquele que fatura até R$ 81 mil por ano ou R$ 6.750,00 por mês. Agora imagine o seguinte: um vendedor de cerveja na praia, não MEI, compra 100 latinhas de cerveja ao custo de R$ 3,50 a unidade e vende por R$ 6,00. Esse cidadão teria que registrar sua renda na declaração anual (em outras fontes), mas para isso ele precisaria do CPF de todos os compradores. No momento que ele fornecesse o CPF de fulano, a receita iria verificar se o fulano tem renda suficiente para comprar cerveja na praia e se este fulano fosse um trabalhador autônomo que não anotou as fontes que lhe pagaram, então seria multado. Simples assim pagaria o imposto devido, mas uma multa de 75% sobre o valor devido.
Era necessária uma medida dessa natureza? Obviamente, que não! O governo tem mecanismo de fiscalizar transações financeiras, por exemplo, através do COAF e para quem não sabe, toda movimentação acima de R$ 2 mil e de R$ 6 mil para pessoas físicas e jurídicas, respectivamente, já são registradas pelo COAF. O problema é que o prazo que reação desse órgão não é fixo em 6 meses como no caso da instrução normativa. Se for declarar que ganhou na sena 24 vezes e seu nome não for João Alves, deputado federal, então, esteja certo de que a receita federal irá lhe visitar. O COAF age quando a distorção entre a movimentação financeira e o patrimônio do contribuinte não são compatíveis com sua renda. A medida exigia que toda movimentação realizada no primeiro semestre fosse informada pelos bancos até o dia 31 de agosto.
O governo acabou com o arcabouço fiscal implantado no governo Temer através da Emenda Constitucional Nº 95/2016 que atualizava os gastos do governo, por um período de 20 anos, à variação da inflação. Em troca propôs um novo arcabouço fiscal que deveria entrar em vigor em 31 de agosto de 2023 e, ontem, apenas ontem, foi sancionado pelo presidente e vai levar nossa carga tributária para uma das mais altas do mundo. Em adição, a irresponsabilidade fiscal implantada por pessoas que não sabem o que fazer, impõe a manutenção da taxa de juros em patamares altos e, já se ensaia, uma explicação para o desemprego futuro: necessidade de desacelerar a atividade econômica para evitar pressão inflacionária, ou seja, se quiser colocar para fora um inquilino ruim, derrube a casa.
A essência do governo é arrecadação. Instituiu imposto sobre a importação de bens de até US$ 50, a tal taxa das blusinhas, e o que resultou? Nenhum impacto significativo no mercado interno, mas uma perda de receita importante para os Correios que estão passando cuspe para lacrar as encomendas por falta de cola. O governo ameaçou cobrar impostos sobre a previdência privada e a ideia foi rechaçada imediatamente. Depois veio a cobrança sobre herança recebida no exterior, depois vem a proposta de cobrar 10% sobre a renda (aqui incluí tudo: salário, juros, aluguéis, dividendos), mas a proposta de mudança do imposto de renda não foi colocada em votação.
Em detrimento, foi votado e aprovado, a atualização do salário-mínimo pela inflação mais 2,5% de modo que temos um salário de R$ 1.518,00 que, mantida a tendencia de inflação de 2024, este salário vai equivaler, em maio desse ano, a R$ 1.488,00. Recordo de um vídeo do presidente no qual ele diz que quem ganha mais de 2 salários ou tem uma instrução melhor, não vota no PT. Caramba, serão estas pessoas mais afetadas pelo desgoverno. Poderia até falar sobre o veto do BCP para as crianças afetadas pelo zika vírus, mas eu não consigo destilar tanto maldade.
Diante de tanta sacanagem, foi necessário recuar na ação e principalmente após o vídeo gravado pelo deputado Nicolas Ferreira. Foram mais de 300 milhões de visualizações e as reações foram superengraçadas. A primeira espalhar que o deputado estava divulgando fake News. Eliane Castanhede foi taxativa em dizer que havia violação de medidas governamentais. Na visão dela, o que o governo fizer a população deve ficar calada. Outra coisa foi o “lindinho” ser escalado para rebater Nicolas. Deu pena. Um cenário parecido, mas um conteúdo absolutamente distinto.
A gente precisa se convencer do seguinte: esse governo nunca apresentou projeto durante o período eleitoral. O candidato do PT dizia que programa de governo seria feito quando fosse eleito. Tudo que se fez, foi vingança. Perseguiram Deltan, perseguiram Moro e agora, um grupo de advogados candidatos a cargos no STF está movendo uma ação no conselho de ética contra Nicolas. Esse governo tem por meta, única e exclusiva, gerar déficits orçamentários e quebrar o país. Ainda há tempo de esclarecer a população sobre as escolhas para 2026.
Eliane:a posse do Trump vai competir com um evento em Brasília. Segunda-feira tem a reunião ministerial, então toda a energia do Lula e dos ministros, inclusive do chanceler, (é com) a primeira reunião do ano.
O evento é tão importante que ninguém sabe! pic.twitter.com/IH53X7s13Q
— Freu Rodrigues (@freu_rodrigues) January 18, 2025
Dora Vivacqua nasceu em 21/2/1917, em Cachoeiro de Itapemirim, ES, em 21/2/1917. Dançarina, atriz, escritora, naturista e feminista. Pioneira do naturismo no Brasil e fundadora do primeiro reduto naturista da América Latina na década de 1940. Foi pioneira também na luta pela emancipação das mulheres.
Filha de Etelvina Souza Monteiro Vivacqua e José Antônio Vivacqua, tradicional família de políticos e intelectuais, vivendo em Belo Horizonte no “Salão Vivacqua”, um casarão que promovia saraus mensais frequentados por Carlos Drummond de Andrade, Pedro Nava e a turma modernista da cidade, onde ela participava ainda criança.
Desde cedo exibia comportamento rebelde e gostava de caminhar pela praia de Marataízes somente de roupa íntima e bustiê. Nos carnavais aparecia com curtas fantasias confeccionadas por ela mesma. Era uma adolescente aversa às convenções sociais. Aos 20 anos fugiu para o Rio de Janeiro e quando foi encontrada pela família, foi enviada ao Colégio da Imaculada Conceição, do qual saiu aos 21 anos, com a maioridade. Em seguida, bacharelou-se em Ciências e Letras, mas preferiu seguir carreira artística em 1942. Sua estreia no cinema, se deu em 1946, com o filme No Trampolim da Vida, apresentando-se com suas cobras vivas. No ano seguinte, embarcou em uma excursão para Nova Iorque, onde se apresentou em danceterias noturnas por três meses.
Foi a primeira artista brasileira a aparecer nua no palco. Fez o curso de dança de Eros Volúsia, adestrou serpentes e estreou nos teatros de revista do Rio com o nome “Luz del Fuego”. Fazia espetáculos de dança com uma serpente enrolada no corpo quase nu. Foi desse modo que provocou furor em todo o País, tornando-se numa das principais artistas do teatro mais conhecidas na década de 1950, chegando a excursionar pelo exterior. Foi repudiada pelo público conservador; enfrentou a repressão; foi expulsa de algumas cidades e impedida de entrar noutras.
Pouco antes do sucesso, passou a expor seus ideais existencialistas e naturistas em defesa dos direitos da mulher e da liberdade de expressão, combatendo os preconceitos sociais. Publicou 2 livros: Trágico Black-out, em 1942, um “romance passado em três noites de escurecimento em Copacabana” e A verdade nua, em 1943, uma autobiografia expondo os ideais de sua filosofia naturista e suas ideias naturistas de vegetarianismo e nudismo. O livro foi apreendido pela polícia em 1948. Mas uma 2ª edição saiu em 1950, vendido por reembolso postal. Junto com o livro, lançou a teorização do movimento naturista brasileiro, defendendo-o das acusações de imoralidade.
Tentou candidatar-se a deputada federal no Partido Naturista Brasileiro, fundado por ela mesma, mas não obteve o registro. Logo aventurou-se em algumas produções cinematográficas ao longo da década de 1950. Por essa época, conseguiu uma autorização da Marinha do Brasil para ocupar a ilha Tapuama de Dentro, rebatizada como “Ilha do Sol”, onde fundou o Clube Naturista Brasileiro, em 1951. Foi o primeiro do gênero na América Latina, mantendo rígido controle e proibindo a entrada de bebidas alcoólicas, palavras de baixo calão e relações sexuais, bem como a entrada de menores de idade.
Seu clube chegou a receber as visitas Ava Gardner, Errol Flynn, Glen Ford, Brigitte Bardot e Steve MaQueen. Segundo o Correio da Manhã, mais de 3 milhões de pessoas visitaram a ilha. O local foi incluído na Federação Internacional de Nudistas, na Alemanha, e ela foi entrevistada pela revista Frieden Leden. Mais tarde foi convidada para viajar à Alemanha, para concorrer ao título de “Mais Bela Nua do Mundo”. Por volta de 1960, foi morar na Ilha do Sol; afastou-se do teatro de revista e dedicou-se mais ao cinema. Em 1965 queixou-se à polícia da visita de malfeitores à Ilha. Meses depois reiterou a reclamação, citando a presença de dois pescadores suspeitos. Em 19/6/1967 os tais pescadores mataram-na a facadas e saquearam sua casa. Seu corpo foi encontrado 10 dias depois no mar.
Sua história foi tema do documentário A Nativa Solitária (1954) e do filme Luz del Fuego (1982). Em 2010 foi incluída na lista das “Musas que fizeram a história do Rio” Três biografias dão conta de sua vida e legado: (1) Luz del Fuego, de Aguinaldo Silva e Joaquim Vaz de Carvalho, incluído como vol. 122 da Coleção Edições do Pasquim; (2) Luz del Fuego: a bailarina do povo, de Cristina Agostinho. Edições Loyola, 1994 e A verdadeira Luz del Fuego, de Thiago de Menezes, publicado (s,d.) pela editora All Print.
Editorial Gazeta do Povo

Andrii Yermak, chefe de gabinete do ucraniano Volodymyr Zelensky, pediu ao Brasil que intermediasse retorno de crianças ucranianas sequestradas pela Rússia
Lula e o Itamaraty insistem em iludir os incautos com uma aparência de neutralidade diante da agressão russa contra a Ucrânia, prestes a completar três anos no mês que vem – uma postura que, se fosse real, já seria condenável, pois a neutralidade em situações onde é fácil apontar agressores e vítimas não passa de omissão que beneficia aqueles. Já os mais atentos sabem muito bem que Lula tem sua preferência, e é pelos valentões invasores. A escolha do petista pelo lado errado da história é tão clara que, mesmo diante da chance de fazer algo de bom e se colocar diante do mundo como negociador imparcial, Lula prefere lavar as mãos.
O petista foge o quanto pode das oportunidades de encontrar o presidente ucraniano, Volodymyr Zelensky (a única vez que ambos conversaram face a face foi em setembro de 2023, em Nova York), enquanto recebeu mais de uma vez o chanceler russo, Sergei Lavrov, e só não foi abraçar Vladimir Putin em Moscou devido ao acidente doméstico sofrido em outubro do ano passado. Mas as recusas de Lula não se limitam ao campo político-diplomático: até mesmo no campo humanitário o presidente brasileiro faz o jogo sujo dos russos. Em 2023, ele havia bloqueado um contrato bilionário para o fornecimento de ambulâncias blindadas à Ucrânia; agora, despreza o convite para mediar o retorno de crianças ucranianas sequestradas pelo regime de Putin.
Desde a invasão russa, em fevereiro de 2022, tropas russas já arrancaram dezenas de milhares de crianças de suas famílias ucranianas; elas são levadas à força para a Rússia, onde ganham novas identidades e são adotadas por famílias locais. Trata-se de crime de guerra, que já levou o Tribunal Penal Internacional a emitir um mandado de prisão contra Putin – medida que a diplomacia brasileira, sob Lula, já tentou contornar. Algumas nações, como África do Sul, Catar e Vaticano, estão trabalhando como mediadores para conseguir o retorno dessas crianças a suas famílias na Ucrânia; o chefe de gabinete de Zelensky, Andrii Yermak, convidou o Brasil para se juntar ao grupo, mas foi ignorado por Lula e pelo Itamaraty, levando-o a tornar público o convite por meio da imprensa, no último dia 14.
A chancelaria brasileira só se pronunciou após ser provocada pela Gazeta do Povo, com uma nota de três parágrafos constrangedores. Afirma que “a questão das crianças ucranianas representa um dos aspectos mais trágicos e preocupantes do conflito russo-ucraniano”, mas não menciona diretamente o convite de Yermak para mediar o retorno dessas crianças. Em vez disso, aponta para o plano de paz desenhado pela China e endossado pelo Brasil, que beneficia Putin abertamente ao falar em “não expansão do campo de batalha” em vez de pedir o respeito à integridade territorial ucraniana, violada pela Rússia – uma postura incompatível com a “condenação à invasão russa do território ucraniano” alegada na nota enviada à Gazeta. O plano sino-brasileiro, aliás, nem sequer pleiteia explicitamente a devolução das crianças ucranianas sequestradas, afirmando apenas que “a população civil, incluindo mulheres, crianças e prisioneiros de guerra, deve ser protegida”.
Mediar a devolução das crianças seria uma ação puramente humanitária que, a rigor, nem mesmo pressuporia uma tomada de lado; é algo que exigiria apenas bom senso e compaixão. Mas nem isso o Brasil lulista está disposto a fazer. Para não ter de admitir que seu colega de Brics comete crimes de guerra que precisam ser corrigidos, Lula não pensa duas vezes antes de se omitir, perpetuando o drama das crianças ucranianas sequestradas e de suas famílias. Salvo por alguma reviravolta, essa recusa brasileira é mais uma manifestação da delinquência moral da política externa brasileira, comandada por Lula e seu assessor Celso Amorim, que não hesitam em apelar para a equivalência moral, tratando a Ucrânia como responsável pela agressão sofrida enquanto faz rapapés a um ditador e criminoso de guerra.
Diz o Eclesiastes que “para tudo há uma ocasião certa; há um tempo certo para cada propósito debaixo do céu: tempo de nascer e tempo de morrer, tempo de plantar e tempo de arrancar o que se plantou, tempo de matar e tempo de curar, tempo de derrubar e tempo de construir, tempo de chorar e tempo de rir, tempo de prantear e tempo de dançar, tempo de espalhar pedras e tempo de ajuntá-las, tempo de abraçar e tempo de se conter, tempo de procuar e tempo de desistir, tempo de guardar e tempo de jogar fora, tempo de rasgar e tempo de costurar, tempo de calar e tempo de falar, tempo de amar e tempo de odiar, tempo de lutar e tempo de viver em paz” (Ec 3,1-8).
Para sabermos em quais tempos devemos atuar, para bem entendermos as múltiplas intervenções de Deus na Criação, através do seu Filho Amado, é necessário balizar-se segundo a explicação dada pelo apóstolo Paulo acerca da evolução do ser humano, diante das aparências passageiras do mundo (1Cor 7,31), posto que “quando alguém julga ter alcançado o saber, é porque ainda não sabe onde está o verdadeiro conhecimento” (1Cor 8,2). E ele próprio, na sua primeira carta aos Coríntios, reconhecia que “quando eu era menino, falava como menino, pensava como menino e raciocinava como menino” (1Cor 13,11), deixando, tornado adulto, as coisas próprias de criança.
Entretanto, para se alcançar uma cidadania cristã que seja suficientemente forte para alavancar a própria fé na direção de um amanhã capaz de bem cumprir a missão que nos foi por Ele destinada, não se deve perder de vista a recomendação de Paulo: “se não proferirem palavras compreensíveis com a língua, como alguém saberá o que está sendo dito? Vocês estarão simplesmente falando ao ar ” (1Cor 14,9)
Alguns Q’s, desenvolvidos equilibradamente por cada um, são de muita utilidade na vida do cidadão cristão XXI. São eles: o QI – Quociente de Inteligência, o QE – o Quociente de Emocionalidade, o QC – Quociente de Criticidade, o QA – o Quociente de Adversidade; o QV – Quociente de Visibilidade; o QR – Quociente de Resiliência e o QP – Quociente de Politização.
O apóstolo Paulo soube muito apropriadamente utilizar os sete Q’s acima na divulgação da mensagem do Filho de Deus, os seus ensinamentos se baseando em quatro grandes vertentes: Jesus é descendente de Davi (Rom 1,3; 2Tim 2,8); Ele encarna o poder de Deus, explicitado através dos seus milagres (2Cor 13,4); as perseguições e morte d’Ele ratificam a tese do servo que padece, anunciada pelos profetas; e a ressurreição d’Ele é prova definitiva de sua divindade.
As citações paulinas abaixo, todas retiradas das suas epístolas, retratam os diferenciados Q’s por ele utilizados. A cada leitor competirá classificar cada citação num dos quocientes acima listados. Ei-las:
– “Nós judeus, somos por acaso superiores? De jeito nenhum!” (Rom 3,9)
– “Dei leite para vocês beberem, não alimento sólido, pois vocês não o podiam suportar. Nem mesmo agora o podem, pois ainda se deixam levar por instintos egoístas” (1Cor 3,2s)
– “Rezarei com o meu espírito, mas rezarei com a minha inteligência” (1Cor 14,15)
– “Quem semeia com mesquinhez, com mesquinhez há de colher; quem semeia com generosidade, com generosidade há de colher” (2Cor 9,6)
– “Se alguém pensa que é importante, quando de fato não o é, está enganando a si mesmo” (Gl, 6,3)
– “Existem dons diferentes, mas o Espírito é o mesmo: diferentes serviços, mas o Senhor é o mesmo: diferentes modos de agir, mas é o mesmo Deus que realiza tudo em todos” (1Cor 12,4)
– “É aos maduros na fé que falamos de uma sabedoria que não foi dada por este mundo, nem pelas autoridades passageiras deste mundo” (2Cor 2,6)
O que mais se admira em Paulo é a sua altivez nunca orgulhosa, seu desvitimismo, seu descoitadismo, sua máscula paixão pela causa do Cristo, apesar de não O ter conhecido em vida. Fato que, entretanto, nunca intimidou sua auto-classificação de apóstolo superior, quando “Deus me separou desde o ventre materno, e me chamou por sua graça” (Gl 1,15), somente tendo conhecido pessoalmente Pedro três anos depois das primeiras pregações. Ele mesmo confessa que perseguiu os convertidos em Cristo, mas também não esconde que trabalhou mais que todos eles (1Cor 15,10), correspondendo ao ideário d’Aquele que, “depois de todos, foi visto também por mim, um nascido fora do tempo” (1Cor 15,8).
Dedico os vídeos desta semana ao grande acervo de amigos que tenho neste jornal.
Amigos que só conheço pelos comentários que são feitos na coluna.
Amigos que nunca ví ou ouvi pessoalmente mas, que os tenho guardado em meu peito.
Aos amigos colunistas do jornal e ao nosso editor quero mandar um abraço de quebrar costela e aos nossos leitores e ouvintes quero agradecer de coração, pois vocês são a alma deste jornal.
Obrigado!