Povinho safado e mentiroso esse do “Pêtê”🤦♂️
hipócritas, manipuladores pervesos, toma vergonha na cara estrumes…. 💩🤡👌🤢 pic.twitter.com/6xKJo5IqB3— Brasil Conservador®️🇧🇷🇺🇸🇮🇱100%SDV (@MachadoDarlon) January 5, 2025
Povinho safado e mentiroso esse do “Pêtê”🤦♂️
hipócritas, manipuladores pervesos, toma vergonha na cara estrumes…. 💩🤡👌🤢 pic.twitter.com/6xKJo5IqB3— Brasil Conservador®️🇧🇷🇺🇸🇮🇱100%SDV (@MachadoDarlon) January 5, 2025
Comentário sobre a postagem A PRAIA DE TAMBAÚ
José de Oliveira Ramos:
Eu já visitei a Paraíba em mais de uma oportunidade.
Fui até Campina Grande umas cinco vezes.
João Pessoa só fui nessa oportunidade, e assim mesmo a trabalho.
Concordo contigo sobre a culinária nordestina.
Sou cearense, mas gosto muito da culinária baiana e da paraense.
A primeira (baiana) pela criatividade. A segunda pelos componentes da natureza.
O atendimento é especial apenas em alguns lugares.
No Maranhão é péssimo.
Em Fortaleza é muito bom e bastante profissional – se você estiver sendo servido numa mesa com mais de duas pessoas, o Garçom não sai dali.
Se você toma meio copo de cerveja, ele, o Garçom, por iniciativa própria, completa o copo.
Se você quiser conversar intimidades com as pessoas da mesa, tem que pedir para o Garçom sair.
No Maranhão, você chega, senta, e se não chamar o Garçom, ninguém te atende.
🚨VEJA – “Especialista” do MPF diz que policiais só podem reagir quando forem alvejados pelos bandidos!
“Vocês só podem atirar a partir do momento que vocês forem alvejados” pic.twitter.com/EEIQPDoodt
— SPACE LIBERDADE (@NewsLiberdade) January 6, 2025
Editorial Gazeta do Povo

Fluxo financeiro está registrando recordes em termos de saída de dólares
Com os números consolidados de dezembro e do ano de 2024 ainda por divulgar, já é praticamente certo que estamos diante de dois recordes históricos: a pior fuga de dólares do país pelo fluxo financeiro – que considera operações no mercado financeiro, remessa de lucros, pagamento de juros e investimento direto – tanto em um único mês quanto em um ano. Os US$ 26 bilhões retirados do Brasil até 27 de dezembro superam de longe o pior fluxo financeiro de um mês na série histórica, os US$ 20,4 bilhões de dezembro de 2009. Além disso, em 2024, até o mesmo dia 27 de dezembro, a saída de dólares pelo fluxo financeiro era de R$ 84,4 bilhões, superando a pior marca anterior, de 2019, com saída de US$ 65,8 bilhões.
Os dados preliminares divulgados pelo Banco Central no dia 2 de janeiro ainda apontam para o pior mês em termos de saída de dólares do país no fluxo cambial – que compreende o fluxo financeiro e a balança comercial. Considerando as entradas de US$ 1,7 bilhão pelo comércio exterior, o fluxo cambial de dezembro, até o dia 27, registrava saída de US$ 24,3 bilhões, a pior desde que os dados começaram a ser compilados, em 2008. Ainda em relação ao fluxo cambial, 2024 está a caminho de ser o terceiro pior ano da série histórica, com saída líquida de US$ 15,9 bilhões até 27 de dezembro, uma fuga de dólares inferior apenas às registradas em 2019 (US$ 44,77 bilhões) e 2020 (US$ 27,9 bilhões). Isso apesar de balança comercial estar rumando para um dos melhores resultados da série histórica, com superávit de quase US$ 68,5 bilhões.
Há um fator sazonal no resultado: dezembro tradicionalmente é um mês de fluxo financeiro negativo graças ao fechamento dos balanços de empresas multinacionais, com remessas de dólares das filiais brasileiras para as matrizes no exterior. No entanto, os números deste dezembro de 2024, bem como o do acumulado do ano, têm destoado da média, e não há como atribuir a diferença apenas a movimentos novos, como o investimento em criptoativos e o pagamento de “serviços recreativos” (rubrica que inclui desde sites de apostas, as “bets”, até os streamings). A desconfiança e a aversão ao risco tomaram conta do mercado financeiro – e haja risco, quando se trata de Lula, do PT e mesmo de Fernando Haddad, que é saudado hoje como uma ilha de responsabilidade não porque tenha ideias realmente boas para a economia, mas porque seu entorno é muito mais inconsequente.
Ao longo dos quatro primeiros meses de 2024, o dólar oscilou na casa dos R$ 5. Bastou que, em abril, o governo alterasse as metas de resultado primário que ele mesmo havia proposto em 2023, quando o arcabouço fiscal foi aprovado no Congresso, para que o real entrasse em um ciclo gradual, mas consistente, de desvalorização. A disparada das últimas semanas teve como estopim o anúncio de um pacote fiscal completamente pífio e incapaz de reverter a trajetória de aumento no gasto público. Embora o dólar tenha se fortalecido diante da maioria das moedas em todo o mundo, o real termina o ano com a maior desvalorização entre as moedas mais negociadas no planeta.
A ausência de medidas de ajuste fiscal sólidas e eficazes, tendo como consequência mais inflação e crescimento da dúvida pública, aumenta a possibilidade de que nem mesmo as prometidas futuras elevações na Selic, elevando a diferença entre os juros pagos no Brasil e os juros pagos nos Estados Unidos, sejam capazes de reverter a saída de dólares. Novos resultados negativos nos primeiros meses de 2025 serão a comprovação definitiva de que os números de dezembro não podem ser explicados única e exclusivamente pelos elementos sazonais de todo fim de ano. O governo já perdeu muito tempo insistindo em não perceber nem retificar os erros, e ao que tudo indica continuará vendo a saída de capitais, sem crer que ele é o principal responsável pela debandada.
Esta semana, cansado,
De não pegar nem no tranco,
Só sei que me deu um branco,
Terá sido mal olhado?
Aí, pelejei um bocado
E nada da ‘croniqueta’
Vasculhei minha maleta
O meu saco de poesia
E nada, vixe Maria!
Fico devendo à Gazeta …
Pra semana, a Deus querer
Encho o saco de vocês
Vão ser quatro todo mês
Na segunda, ‘cês’ vão ver
Capricho no escrever
Com a letra bem bonita
Pra quem ler a minha escrita
Gostar e ficar contente
Vou voltar ao meu batente.
Na minha ‘Folha’ favorita …
Paulo Briguet

Em “A Revolução dos Bichos”, Garanta é o propagandista do regime. Igualzinho a certos jornalistas da atualidade
“Todos os animais são iguais, mas alguns são mais iguais que os outros.” (George Orwell, A Revolução dos Bichos)
O recente caso Natuza Nery me fez lembrar um personagem de A Revolução dos Bichos, genial fábula do socialismo totalitário publicada por George Orwell há 80 anos. Refiro-me a Garganta, um porquinho falante que representa a máquina de propaganda do regime. No conto de fadas distópico de Orwell, os animais de uma fazenda se revoltam contra o malvado fazendeiro Jones e instauram um governo revolucionário inspirado pelas ideias igualitárias do animalismo (uma óbvia referência ao comunismo). Com o passar do tempo, os bichos descobrem que as promessas de um mundo melhor eram todas falsas, e a implantação do animalismo torna-se tão somente uma ditadura cruel dos porcos sobre as outras espécies.
Garganta entra em ação sempre que surge algum problema ou insatisfação na Fazenda dos Animais. Quando os porcos do governo devoram toda a provisão de leite e maçãs que deveria ser dividida com os outros animais, o porta-voz do regime discursa:
“Camaradas! Vocês não imaginam, espero eu, que os porcos estão fazendo isso por espírito de egoísmo e privilégio. Muitos de nós, para falar a verdade, não gostamos de leite e maçãs. Eu mesmo não gosto. Nosso único objetivo ao tomar essas coisas é preservar nossa saúde. Leite e maçãs (e isso foi provado pela Ciência, camaradas) contêm substâncias absolutamente necessárias para o bem-estar de um porco. Nós, porcos, somos trabalhadores intelectuais. Todo o gerenciamento e a organização da fazenda dependem de nós. Dia e noite nós cuidamos do bem-estar de vocês. É pelo bem de VOCÊS que nós bebemos aquele leite e comemos aquelas maçãs. Vocês sabem o que aconteceria se nós, porcos, fracassássemos com nosso dever? Jones voltaria! Sim, Jones voltaria!”
Uma das especialidades de Garganta é jogar a culpa por tudo de errado que acontece em Bola-de-Neve, o porco que disputou o poder com o camarada Napoleão e por este foi derrotado. Segundo Garganta – que tinha livre acesso aos ministros do governo –, o perverso Bola-de-Neve andava frequentando secretamente a fazenda no período noturno para praticar suas maldades. O milho sumiu? Culpa de Bola-de-Neve. O leite foi derramado? Culpa de Bola-de-Neve. Faltaram ovos, frutas, ração? Culpa de Bola-de-Neve. Pegou fogo no bosque? Culpa de Bola-de-Neve. O ex-poderoso era o porco expiatório da fazenda:
“Se uma janela se quebrava ou um ralo entupia, alguém certamente dizia que Bola-de-Neve havia vindo durante a noite e feito aquilo, e quando a chave do armazém foi perdida, a fazenda inteira se convenceu de que Bola-de-Neve a atirara no poço. Curiosamente, eles continuaram acreditando nisso mesmo depois que a chave extraviada foi encontrada embaixo de um saco de farinha.”
Mas não pensem os meus sete leitores que Bola-de-Neve agia sozinho: ele se acumpliciava dos perigosíssimos boladenevistas! Entre esses inimigos do bem comum estavam as galinhas que se negaram a entregar seus ovos para o governo. Como punição, elas tiveram a ração cortada, e muitas morreram de fome. Quando os corpos das galinhas rebeldes foram enterrados no pomar, Garganta espalhou a versão de que elas haviam contraído coccidiose. Muitos bichos acreditaram, especialmente as ovelhas, que diante de qualquer problema baliam sempre o mesmo slogan, com estridência: “QUATRO PATAS BOM, DUAS PATAS RUIM!” As galinhas boladenevistas não tinham os mesmos direitos de defesa garantidos aos bichos leais ao regime. Todos aqueles que de alguma forma questionaram os porcos no poder acabaram tendo o mesmo destino: na melhor hipótese, o exílio; na pior, o extermínio fielmente executado pelos cães da polícia política.
Em 1945, cinco editoras inglesas se recusaram a publicar A Revolução dos Bichos (cujo título original em inglês é Animal Farm). Todas alegavam que o enredo incomodaria os soviéticos, à época aliados da Inglaterra. Quando finalmente encontrou uma editora disposta a publicar o livro, tornou-se persona non grata para os comunistas. Orwell chegou a escrever um prefácio relatando suas dificuldades para a publicação da obra:
“Um dos fenômenos peculiares de nosso tempo é o liberal traidor. Para além da famosa afirmação marxista de que a liberdade burguesa é uma ilusão, há agora uma tendência generalizada a se afirmar que só é possível defender a democracia por meios totalitários. Se há amor à democracia, dizem, é necessário esmagar seus inimigos, não importa como. E quem são seus inimigos? Parece que não são apenas os que a atacam aberta e conscientemente, mas também quem objetivamente a ameace, espalhando doutrinas equivocadas. Em outras palavras, defender a democracia envolve destruir a independência do pensamento.”
Provavelmente por temor das Natuzas Nerys da época, o prefácio de Orwell não foi publicado na primeira edição do livro. Oito décadas depois, no entanto, as palavras do grande escritor inglês soam espantosamente atuais e descrevem com perfeição a nossa Revolução dos Bichos e o comportamento da mídia militante brasileira. Os Gargantas do nosso tempo seguem intocáveis.