Tratado quase como inimigo pelo governo Lula, foi o agronegócio que, mais uma vez, salvou o PIB do Brasil e alavancou o marcador nos três primeiros meses do ano.
Subiu 12,2%, ou R$233,9 bilhões.
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A plantação de cana é produto do agronegócio.
E é da cana que se fabrica a cachaça.
Lula deveria repensar essa tolice de ser inimigo do agronegócio.
Aproveitamos a chegada de junho para usar a inteligência artificial na composição de um forró:
QUEM TEM TEM MEDO
Você chega todo cheio Diz que é destemido Mas na hora da verdade ficou escondido Diz que enfrenta tudo Não teme um perigo Mas, se escuta um estouro Já procura um abrigo
Você diz que é corajoso Mas eu sei o seu segredo Fala que não tem nada Mas quem tem tem medo Você diz que é corajoso Mas eu sei o seu segredo Fala que não tem nada Mas quem tem tem medo
No passo do xote Você tenta impressionar Mas a perna treme antes mesmo de dançar A pose é de bravo Mas eu sei o que é verdade No fundo do peito mora a fragilidade
Não precisa fingir Pode relaxar A coragem vem mesmo é de se aceitar Todo mundo tem medo Até o mais durão Mas admitir é que é o ato de um campeão
Hoje começa o mês de junho, último mês do primeiro semestre – até aqui o ano foi bom, não fosse uma forte gripe que me abateu e desmotivou por vários dias – que jamais deixará para trás o mês de maio. Mês das rosas, mas, para mim, mês das mulheres.
Nasceram no mês de maio, mulheres que marcaram minha vida e me ajudaram nessa longa e correta caminhada. Não fosse as nascidas em maio, teria a comemorar apenas o dia 14 de abril.
Assim, sem citar nomes, agradeço o companheirismo e as agruras que, como uma estufa, me ajudaram a amadurecer.
Atualmente minha vida é dividida com quem nasceu no dia 2. Antes, a luz foi acesa na bifurcação para a vida, no dia 25, quando alegrias e tristezas apareceram, mas acabaram por me fazer sentir um homem, um humano, um amante da vida.
E por que eu esqueceria 24?
Não. Não dá para esquecer quem foi a minha tapioca, o meu cuscuz, o meu baião-de-dois, a minha água com limão e a minha alegria de caminhar, os dois, de mãos dadas e na mesma direção.
Assim, sem flores, mas com a experiência e a ajuda dessas três datas, o mês de maio marcou a minha vida – tenho certeza que de forma positiva.
“Quando penso em você Fecho os olhos de saudade Tenho tido muita coisa, menos a felicidade Correm os meus dedos longos Em versos tristes que invento Nem aquilo a que me entrego Já me dá contentamento”
(Raimundo Fagner / Cecilia Meirelles)
Sensualidade é o teu nome
Ao longo da caminhada a vida me pregou peças. As boas me fizeram lembrar de ti, dos momentos que, generosamente, dividistes comigo – foram, sei, os nossos momentos. Momentos das nossas intimidades e do prazer dos nossos corpos naqueles momentos carentes, cujo resultado molharam nossos lençóis.
“Coragem, coragem, coragem, mulher Coragem, coragem, coragem, mulher Como te atreves a mostrar tanta decência? De onde vem tanta ternura e paciência? Qual teu segredo, teu mistério, teu bruxedo Pra te manter em pé até o fim? Coragem, coragem, coragem, mulher Coragem, coragem, coragem, mulher”
Compositores: Ivan Lins / Vitor Martins
Saciada que me saciava
Hoje, lembrar é como reviver tudo por completo. Cada momento vivido, cada beijo era uma troca do que sentíamos mutuamente – e ainda que estivéssemos a apreciar o pôr-do-sol era em nós que os lampiões da vida se acendiam.
Transmitias vida em cada beijo, que, para mim era uma transfusão de carinho, de amor e embevecimento.
“Tens a beleza da rosa Uma das flores mais formosas Tu és a flor do meu lindo jardim E eu a quero só para mim
O teu suave perfume Às vezes causa-me ciúme Ao te beijar sinto no coração O pulsar da mais pura paixão, porém
Tenho medo que tua beleza de rosa Se transforme num espinho Quase morro só em pensar Em perder teu carinho”
Compositores: Pedro Antônio Ferreira / Hélio Villar
Lábios que só ligavam amor
Enfim, todo começo terá sempre um fim.
Maio em flores – vivemos quantos? – nos faz ver a vida com nossos olhos e amar a nosso modo. Agora, chega junho.
Temos que enfrentar o som das matracas, dos pandeirões e dos maracás. Tomara nos rejuvenesça e nos proporcione no próximo ano, mais um maio das flores com os dias 2, 24 e 25.
Na verdade, o caminho para o país foi dado por Armínio Fraga: congelar o salário mínimo por 6 anos.
Esse pessoal não tem um pingo de humildade, não reconhecem que Paulo Guedes estava fazendo a Economia do país entrar nos eixos.
Enquanto um entende que os gastos do governo são ineficientes e busca compensar com aumento de imposto prejudicando o setor produtivo do país, o outro prefere lascar o pobre assalariado.
Ana Rosa de Araújo Galvão nasceu em 4/9/1787, em São Paulo, SP. Proprietária de terras e filantropa. Viúva e sem herdeiros diretos, fez a doação de 3/4 de seu patrimônio para obras de caridade, particularmente o Instituto Ana Rosa, criado em 1874. Foi a primeira instituição, de iniciativa privada, destinada a proteger crianças e jovens desamparados.
Filha do capitão Manuel Antônio de Araújo e Joaquina de Andrade de Araújo, residia na Rua da Imperatriz (atual Rua XV de Novembro), próximo a Praça da Sé. Casou-se aos 28 anos com o capitão Inácio Correia Galvão e não teve filhos. Já bem idosa, viúva e sem herdeiros, ditou seu testamento ao cônego Joaquim do Monte Carmelo, em 10/6/1860, ano em que veio a falecer. Deixou testamentado que ¾ partes de seus haveres, fossem distribuídos aos pobres, podendo o testamento, a seu arbítrio, doá-las a obras pias (escolas, hospitais, conventos etc.).
Alguns dos testemunhos nomeados já haviam morrido quando se deu a abertura do testamento e outros se encontravam ausentes do país. Dentre os que se encontravam presentes, a escolha recaiu no nome do senador Francisco Antônio de Sousa Queirós. Para atender ao seu desejo, ele optou pela cláusula de aplicação das três quartas partes do legado em obras pias. Completou os fundos necessários à formação da Sociedade Protetora da Infância Desvalida, Hoje Associação Barão de Souza Queiroz de Proteção à Infância e a Juventude, fundada em 1874, que mantém o Instituto Ana Rosa.
O Instituto foi inaugurado em 1899, num grande edifício, localizado na Rua Vergueiro em frente ao largo, que mais tarde recebeu o nome de Ana Rosa, na Vila Mariana. Tempos depois, o Instituto mudou-se para o bairro da Aclimação em pequenos edifícios de 3-4 andares próximo a Rua Topázio, em 1940. No final desta década o Instituto passou por dificuldades financeiras e, tendo em vista a valorização do terreno, deu-se a negociação da área, e aquisição de fundos que possibilitou sua transferência para novas instalações na Vila Sônia, onde se encontrar até hoje.
O Instituto Ana Rosa é uma ONG que abriga mais de mil crianças e jovens em 3 programas. São 300 crianças de 0 a 4 anos no CEI-Centro de Educação Infantil); 360 de 6 a 14 anos no CCA-Centro da Criança e do Adolescente e 340 de 15 a 18 anos no CJ-Centro para Juventude. Sua missão é proporcionar melhores condições de vida, educação, proteção e segurança a crianças e jovens provenientes de famílias de baixa renda e em situação de vulnerabilidade social. Os interessados em conhece-lo, e melhor ainda, ajudá-lo em sua manutenção podem acessá-lo clicando aqui.
Igualzinho um pé de vento Depressa o tempo passou Atualmente eu estou Com o mesmo movimento Que tem aquele jumento Dos nossos velhos tropeiros E as varas dos marmeleiros Batendo nos meus costais. Cada dia pesam mais Meus caçuás de janeiros.
Meu carro-de-boi dos anos Com o tempo de trabalho Empenou o cabeçalho A mesa tem vários danos Os cocões (Rudes sopranos) Que embalavam os carreiros Subindo os desfiladeiros Em meio aos canaviais Cada dia pesam mais Meus caçuás de janeiros.
Comparo a minha jornada A este carro-de-boi Que no passado já foi A obra mais estimada A canga nova adornada Por expessos tamoeiros, Dois resistentes rodeiros Ferrados com bons metais Cada dia pesam mais Meus caçuás de janeiros.