CORRESPONDÊNCIA RECEBIDA

MARIANA FILARDI – CAMPINAS-SP

Vejam só, amigos leitores da nossa gazeta:

Se eles conseguem dançar em um evento que foi um fracasso, não é supresa que a esquerda pouco se preocupe com os problemas do Brasil.

É isso mesmo!

CORRESPONDÊNCIA RECEBIDA

JOSÉ ALVES FERREIRA – SÃO PAULO-SP

Aos quase 80 anos, ainda em gozo – o que me restou – de faculdades mentais, ouso dar meus pitacos em algumas coisas, sabendo que nada mudará, mas prevalecendo a idade pode ser que alguém leia e entenda.

Coisa feia essa de Santa Catarina: um carioca da gema, raiz, sai do seu estado e finge ser do outro; ganha residência lá, talvez até comece a tomar chimarrão e falar gauches…, mas não convence. Pior, o que pode demonstrar para seus possíveis eleitores de projetos e ganhos para o povo que até antes atendia e mereça voto agora que pretende. Desconheço…

Vira um enorme problema, pois esse “fake” cidadão catarinense apenas quer garantir uma candidatura a um posto, no legislativo o mais alto: Senador!

Aliados discutem, planejam rifar nomes para atender ou tirar algum proveito, sem dar ao eleitorado um motivo lógico; buscam apenas seus próprios interesses… como sempre.

Ora, senador deve representar seu estado, ser proveniente de lá para conhecer as necessidades do povo que nele votar; é o mínimo que se pode esperar. Falta de nomes no estado, daí a necessidade de importar alguém de fora? Não, existem candidatos e candidatas; Carol do Toni, por exemplo é a melhor opção para ser representante local. Aliás, razão do meu pitaco. Mas, em nome de não sei o que (bastidores falam em tanta coisa), resolvem que ela deve outra coisa, menos empecilho para o cidadão alienígena. Será que apenas ter um sobrenome é razão de tamanha celeuma?

Gosto, voto e considero muito o ex-presidente, que foi e é a cada momento colocado em situações absurdas juridicamente. Poderia até entender seu empenho – ou dos que circulam a sua volta – mas, certos momentos exigem reflexão. Precisa ter toda a família em cargos políticos?

Quando se veem os motivos – proteção contra o uso arbitrário da justiça – penso que poderiam existir outros meios; não sacrificar uma excelente candidata, quando se busca apenas imunidade familiar. Acho que não… sua biografia seria menos densa se não fosse assim.

Inté!

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