COMENTÁRIO DO LEITOR

A CARTA DE TRUMP

Comentário sobre a postagem O GALEGÃO DE NOVO…

Maurino Júnior:

Brasil de joelhos: o dia em que uma carta de Trump teve mais peso que toda a diplomacia brasileira

A história é simples, mas vergonhosa: Donald Trump, com a firmeza de quem conhece o jogo do poder, anuncia uma tarifa de 50% sobre produtos brasileiros. Um ato unilateral, claro, direto, bruto — mas estrategicamente eficaz. Do outro lado, o que faz o “presidente” do Brasil? Nada. Absolutamente nada. Nem um protesto, nem uma contraproposta, nem sequer um pio indignado.

A resposta do Brasil? Silêncio. Passividade. E, o mais revoltante, uma interpretação bizarra de que “cartas recebidas” de Trump já configuram um acordo. O quê? Desde quando uma carta vale mais do que um diálogo, uma negociação, uma assinatura formal? Desde quando um país soberano aceita ser tutelado por bilhetes enviados por outro chefe de Estado?

Trump está certo em seu pragmatismo. Ele joga duro, protege sua economia e sabe que, diante de um governo fraco e perdido como o do Brasil atual, ele pode tudo — inclusive mandar carta e dizer que isso já é tratado oficial. E sabe por quê? Porque o Brasil está sendo liderado por um completo analfabeto geopolítico. Um sujeito que não entende o valor de um acordo bem feito, nem a diferença entre diplomacia e bajulação.

O “Mula” — como muitos já o chamam, com razão — não é apenas incompetente: é perigoso. Sua burrice em política externa custará empregos, exportações, investimento e prestígio internacional. Estamos diante de um governo que se orgulha da sua ignorância. Que transforma humilhação em rotina. Que assina a rendição com um sorriso no rosto.

Trump está agindo como um líder deve agir: duro, objetivo, implacável. Já o presidente brasileiro parece acreditar que governar é esperar cartas de fora e aceitá-las como dogma. Isso não é governo — é servilismo. E pior: é burrice institucionalizada.

A cada dia que passa, o Brasil vai se tornando um satélite sem voz, um país conduzido por um governante que confunde firmeza com arrogância e submissão com diplomacia. A nação está sendo envergonhada — não por Trump, mas por quem deveria nos representar com inteligência e firmeza, e só consegue entregar vexame.

O preço será alto. E o culpado tem nome. E apelido.

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FORMIGÃO

Comentário sobre a postagem FORMIGÃO DA ROÇA

Jesus de Ritinha de Miúdo:

Eu me lembrei agora do inigualável e saudoso Pinto do Monteiro.

Numa de suas pérolas ele disse:

Admiro o formigão
Muito danado de feio
Andando sobre a praça
Como quem dá um passeio
Grosso atrás, grosso na frente
E quase torado no meio.

Genialidade é isso!

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O BRASIL NUM PALÁCIO

Comentário sobre a postagem LULA E JANJA SÃO A CARICATURA PERFEITA DO MILIONÁRIO BRASILEIRO SUBDESENVOLVIDO

Maurino Júnior:

Lula, Janja e o Luxo Escandaloso do Brasil Oficial

Vivemos numa república onde a pompa estatal rivaliza com a monarquia absolutista do Antigo Regime. Lula e Janja são hoje o emblema mais explícito de um poder que se divorciou completamente do povo que diz representar. Enquanto milhões de brasileiros vivem num país onde o básico – educação, saúde, segurança – é um luxo, o casal presidencial ostenta viagens em jatos da FAB, hospedagens de luxo e agendas que fariam corar os potentados do Golfo. E tudo isso com um detalhe que agrava ainda mais a infâmia: às custas do pagador de impostos.

Janja, que não possui cargo público algum, transformou-se numa espécie de primeira-dama imperial, deslocando-se pelo mundo em aeronaves com capacidade para 200 passageiros, como se estivesse acima da república, da lei e da moral. Lula, por sua vez, é um político profissional que há mais de quatro décadas não enfrenta fila de hospital, não entra num ônibus, não paga boleto de luz. Vive de um Estado que ele próprio aparelhou – e que, hoje, lhe serve como balcão permanente de privilégios.

A elite estatal, da qual Lula e Janja são hoje os rostos mais escancaradamente simbólicos, compõe o que se pode chamar de burguesia do parasitismo fiscal. Eles não produzem, não inovam, não empreendem. Vivem da extração de recursos de quem realmente trabalha – o empresário que abre sua loja, o agricultor que planta, o motorista de aplicativo que abastece com gasolina tributada a 50%. Tudo isso para manter a corte em pleno funcionamento.

O discurso de “tirar dos ricos para dar aos pobres” tornou-se uma piada de mau gosto. Lula não tira dos ricos. Ele tira de todos. Aumenta o IOF e transfere ainda mais poder de compra para a máquina estatal – a mesma que paga R$ 150 mil mensais a magistrados intocáveis, que compra lagostas e vinhos premiados para jantares de gala, que financia shows de propaganda ideológica no exterior. E que se gaba de “políticas sociais” que, no fundo, congelam os pobres na pobreza, mantendo-os dependentes eternos de um Estado que faz da miséria o seu maior capital eleitoral.

Essa simbiose entre governo e poder judiciário, com o STF agindo ora como extensão do Executivo, ora como blindagem jurídica do lulismo, constitui uma ameaça estrutural à democracia. Quando o Estado decide que o contribuinte deve se sacrificar ainda mais para bancar seus próprios privilégios, isso não é justiça social – é cleptocracia.

Há uma farsa moral em curso. Lula, Janja e o establishment que os cerca vendem uma guerra de classes que na verdade esconde uma guerra contra a classe média, contra os autônomos, os pequenos empresários, os profissionais liberais – em suma, contra quem ainda tenta sustentar esse país com o suor do próprio rosto.

A verdade crua é esta: não há nada mais grotesco do que um milionário sustentado pelo Estado posando de defensor dos pobres. Lula não é mais o operário do ABC. É hoje o retrato do político profissional, bilionário em influência, cercado de seguranças armados, vivendo em hotéis cinco estrelas e jatinhos da Força Aérea – enquanto a população comum se afunda em impostos, burocracia e miséria.

O Brasil real vive o drama do desemprego, do subemprego, do endividamento familiar.

O Brasil oficial, representado por Lula e Janja, vive num palácio. Literalmente.

E o mais estarrecedor: o palácio é nosso.

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NO LIMITE DA DEMÊNCIA

Comentário sobre a postagem ESTE PRESIDENTE NOS DEIXA ORGULHOSOS!!!

Marcos Pontes/DF:

“Lúi Biden” está chegando ao limite da demência.

Perdeu toda a noção do cargo que ocupa, chega a ser ridículo.

Está na hora de pedir o boné e ir morar naquele lindo sítio em Atibaia.

Andar de pedalinho, convidar os amigos (inclusive o Macron), para um churrasco de aza de pavão, picanha (Friboi) e ser feliz com sua espevitada esposa.

E sua bela conta bancária.

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GRANDE EVENTO

Comentário sobre a postagem O NÍVEL DO JORNALISTEIRISMO ESQUERDÓIDE

Mauro Pereira da Silva:

A mídia nefasta tenta implantar a narrativa de que o presidente Bolsonaro está perdendo a capacidade de mobilização.

É aí que mora o mais fragoroso engano dos esquerdistas.

Não há desmobilização por falta de liderança, ao contrário. as pesquisas mostram isso.

O que está acontecendo é só reflexo do medo da repressão quase bárbara dos representantes do poderes judiciário e executivo, que conta com o apoio arrogante e descarado de uma imprensa que agoniza sob o jugo de militantes de redação disfarçados de jornalistas.

A perseguição imposta à direita, principalmente ao seu principal líder, me faz acreditar que o número de pessoas ontem foi extremamente significativo.

Na minha humilde opinião, foi, se não a maior, a mais importante concentração de conservadores em defesa de seus ideais.

Os grandes soberanos não esperavam que o evento conseguisse reunir um número tão expressivo de “pequenos tiranos”.

COMENTÁRIO DO LEITOR

ISSO É MÉTODO

Comentário sobre a postagem PATINANDO NO GELO

Roque Nunes:

Esse é o modus operandi do Brasil hoje.

O objetivo final é esse mesmo, rebaixar a régua moral do brasileiro, que já não é lá essas coisas.

Corrupção, ditadura, dólar alto, juros nos cornos da lua, Brasil defendendo uma ditadura assassina, tudo isso não se trata de posicionamento ideológico, ou mesmo de incompetência gerencial.

É método, é modo de degradar a régua moral para que nos tornemos um Haiti de “Papa Doc”, ou uma Nicarágua de Somoza, onde o roubo faz parte da paisagem, a venalidade é característica da ação e a imoralidade é o fruto abortado da prática política.

Isso é método, isso é cálculo político para destruir, e, destruindo-se, vem o domínio perpétuo.

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O FIEL VINICIUS

Comentário sobre a postagem SONETO DE FIDELIDADE – Vinicius de Moraes

João Francisco:

O Soneto mais famoso (que eu saiba) do Vinícius.

Acho que já comentei este soneto aqui (minha memória me trai), mas repito.

Vinícius era um bon vivant (aquele que sabe viver bem); nascido em berço esplêndido (nada contra), inteligente, culto, viajou o mundo (só países top) como diplomata e aderiu ao socialismo light.

Teve sete mulheres (oficiais) e outras tantas amantes e vem falar de fidelidade no amor.

Seria o mesmo que o casal Nardoni fazer um soneto declamando o amor paternal.

Ou a Suzane von Hichthofen fazer louvores aos pais.

Não dá para levar a sério.

COMENTÁRIO DO LEITOR

ANÃO DIPLOMÁTICO

Comentário sobre a postagem DE BRAÇOS DADOS

Maurino Júnior:

Lula, O Anão Diplomático!!

Há tempos o Brasil caminha curvado na arena internacional, mas o que se vê hoje é mais do que uma postura encurvada — é rastejamento ideológico. E à frente desse espetáculo vexatório está o presidente da República, que, em vez de se portar como um estadista, prefere o papel de militante descompensado.

O Brasil, país de dimensões continentais, de cultura vibrante e povo plural, transformou-se num anão diplomático, para usar a expressão cunhada por Shimon Peres sobre países que traem valores universais em nome de oportunismos rasteiros. E não é força de expressão: ao romper ou degradar relações com Israel, fechar consulados, comparar o Holocausto à defesa de um Estado democrático atacado por terroristas e abraçar abertamente a causa de grupos como o Hamas, o presidente brasileiro não apenas mostra ignorância histórica — mostra desprezo pela própria inteligência.

Defender os palestinos é legítimo; defender o terrorismo é criminoso. Mas, infelizmente, nosso chefe de Estado não sabe (ou não quer) fazer essa distinção. Sua retórica embriagada de ideologia transforma a diplomacia em palanque, a política externa em comício, e o Brasil em motivo de piada entre países sérios.

Enquanto isso, as nações que realmente contam no concerto global — mesmo as que criticam Israel — não cortam laços, não fecham embaixadas, não rasgam pontes. Elas negociam, pressionam, dialogam. O Brasil, ao contrário, atira pedras do fundo do poço moral que cavou para si mesmo.

E quando abre a boca, o presidente fala com ares de profeta. Mas não é Isaías. É um Quixote sem Sancho, lutando contra moinhos que ele próprio inventou — um cruzado de ocasião, cuja coragem só existe quando enfrenta democracias. Contra ditadores de verdade, silencia, sorri e acena.

O resultado? Um país isolado, sem relevância, tratado como exótico nas cúpulas globais. O Brasil que já foi ponte entre o Norte e o Sul, entre árabes e judeus, entre ricos e pobres, hoje é visto como imprevisível, instável e ideologicamente fanático.

Não se trata de defender Israel cegamente. Trata-se de respeitar a verdade, o direito à defesa, e de não confundir libertação de um povo com a barbárie de fanáticos que usam crianças como escudos e juram exterminar o outro.

O Brasil merecia mais. Merecia um presidente que lesse História, que compreendesse o mundo, que falasse com estadistas — e não com aiatolás ou milícias políticas disfarçadas de causas humanitárias.

Mas por enquanto, temos um anão. Um anão que grita para o mundo ouvir — mas cuja voz, lá fora, não ecoa. Porque quando a arrogância se une à ignorância, o som que se ouve não é de liderança. É só ruído.

E o mundo segue em frente, enquanto o Brasil fica para trás, ranzinza, desorientado e cada vez mais… irrelevante.