TRUMP SOBRE BOLSONARO, HOJE NOVAMENTE! pic.twitter.com/vIKciDDN4Y
— Rafael Gloves (@rafaelgloves) July 16, 2025
DEU NO X
TRUMP SOBRE BOLSONARO, HOJE NOVAMENTE! pic.twitter.com/vIKciDDN4Y
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“Toda vez que anunciamos um acordo a carta já é o acordo”. Quem for inteligente vai negociar. No caso do Brasil não querem ceder com relação a Bolsonaro. Querem condená-lo e prende-lo. O país fica em segundo plano.
Eles que se cuidem pois Trump não está brincando.
Brasil de joelhos: o dia em que uma carta de Trump teve mais peso que toda a diplomacia brasileira (Maurino Júnior, 17/07/2025)
A história é simples, mas vergonhosa: Donald Trump, com a firmeza de quem conhece o jogo do poder, anuncia uma tarifa de 50% sobre produtos brasileiros. Um ato unilateral, claro, direto, bruto — mas estrategicamente eficaz. Do outro lado, o que faz o “presidente” do Brasil? Nada. Absolutamente nada. Nem um protesto, nem uma contraproposta, nem sequer um pio indignado.
A resposta do Brasil? Silêncio. Passividade. E, o mais revoltante, uma interpretação bizarra de que “cartas recebidas” de Trump já configuram um acordo. O quê? Desde quando uma carta vale mais do que um diálogo, uma negociação, uma assinatura formal? Desde quando um país soberano aceita ser tutelado por bilhetes enviados por outro chefe de Estado?
Trump está certo em seu pragmatismo. Ele joga duro, protege sua economia e sabe que, diante de um governo fraco e perdido como o do Brasil atual, ele pode tudo — inclusive mandar carta e dizer que isso já é tratado oficial. E sabe por quê? Porque o Brasil está sendo liderado por um completo analfabeto geopolítico. Um sujeito que não entende o valor de um acordo bem feito, nem a diferença entre diplomacia e bajulação.
O “Mula” — como muitos já o chamam, com razão — não é apenas incompetente: é perigoso. Sua burrice em política externa custará empregos, exportações, investimento e prestígio internacional. Estamos diante de um governo que se orgulha da sua ignorância. Que transforma humilhação em rotina. Que assina a rendição com um sorriso no rosto.
Trump está agindo como um líder deve agir: duro, objetivo, implacável. Já o presidente brasileiro parece acreditar que governar é esperar cartas de fora e aceitá-las como dogma. Isso não é governo — é servilismo. E pior: é burrice institucionalizada.
A cada dia que passa, o Brasil vai se tornando um satélite sem voz, um país conduzido por um governante que confunde firmeza com arrogância e submissão com diplomacia. A nação está sendo envergonhada — não por Trump, mas por quem deveria nos representar com inteligência e firmeza, e só consegue entregar vexame.
O preço será alto. E o culpado tem nome. E apelido.
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