O crime dele é ser respeitado em todo o mundo por não ter apelido na lista de corruptos da Odebrecht; fazer parte de uma família onde impera o respeito; ter recebido educação exemplar que se nota onde quer que vá.
Não se vê a esposa do pai mandar um americano se fu… e nem a mesma ser chamada de pura em rede social por um enteado.
Para a esquerdalha que mostra bunda, urina e defeca em manifestação, vive metida em escândalo de roubalheira isso é um crime horrendo.
Não sei se o Brasil vem afundando na lama ou na areia movediça, mas o certo é que a corrupção e o desgoverno continuam, desde sempre, da entrada do PT no governo.
E pra piorar e incrementar o “nosso subdesenvolvimento” fazemos parte do “Foro de São Paulo”; organização esta que reúne os piores partidos políticos e movimentos sociais de esquerda da América Latina e do Caribe, fundada em 1990, por iniciativa do próprio PT e com o apoio de Fidel Castro.
E que apoio!
Ou seja, estamos a caminho do socialismo, há um bom tempo, e nos últimos três anos começamos a sentir na pele o que é isto, com o socialismo e o autoritarismo batendo às nossas portas e nossos bolsos.
Com isto, e por mais um bom tempo, continuaremos ser o país do futuro incerto.
É desmoralizante um ministro da maior Corte jurídica de um país ter que assumir publicamente que uma determinada pessoa não sofrerá tortura.
Além de risível, o título da matéria, no mínimo, causa uma certa apreensão.
Tudo bem, a deputada Carla Zambelli tem a garantia de uma importante autoridade de que não será torturada.
Mas, por mais que fiquemos aliviados ao saber que a integridade física da deputada será respeitada, da forma como foi estampada, a manchete abre espaço para uma pergunta que teima assombrar minha capacidade interpretativa já um tanto quanto desgastada pela idade:
A garantia concedida à congressista trata-se de uma exceção?
O Brasil está mais desmoralizado do que a narrativa do golpe de 8 de janeiro.
A sensação, a minha, é lógico, é que somos passageiros de uma nave avariada e que ao primeiro sinal de perigo foi abandonada por seu piloto e seus subalternos.
Se fosse em outras épocas, com certeza essa afirmação estaria respeitando o razoável.
Hoje, entretanto, minha desolada sensação me apavora ao constatar que a nave continua avariada e à deriva, mas, para azar do povo brasileiro, o piloto e sua trupe de incompetentes teimam em não abandoná-la!
Não precisamos buscar alternativas para o comércio.
A alternativa mais sensata para esta nau de loucos é pedir os espelhinhos, as miçangas, os colares de pechisbeque de volta para os índios, montar novas caravelas e ir embora.
Parodiando Benito Mussolini, governar o Brasil não é difícil. É inútil!
Eu nunca vi um país se autossabotar tanto, em todos esses anos de história.
Nosso futuro não está aqui, mas nos continentes originários.
É deixar esta imensidão de terra para os bugres e ir embora.
O Brasil na contramão da História: a abjeta renúncia à memória do Holocausto
Num gesto que transcende a mera diplomacia e mergulha nas águas turvas da vergonha nacional, o governo Lula, com a delicadeza de um rinoceronte em loja de cristal, decidiu retirar o Brasil da Aliança Internacional para a Memória do Holocausto. Trata-se de uma aberração moral, histórica e civilizatória — um tapa na face da humanidade, um escarro nos livros de História, um retrocesso que nos alinha não com os guardiões da memória, mas com os coveiros da verdade.
Não há aqui espaço para eufemismos: essa decisão é uma declaração de guerra contra a lucidez. Ao virar as costas para uma aliança que existe unicamente para preservar a memória de um dos capítulos mais sombrios da história humana — o genocídio sistemático de seis milhões de judeus e milhões de outras vítimas do nazismo —, o governo brasileiro rompe com os pilares básicos da civilização: a lembrança, a compaixão e a vigilância histórica.
As sanções advindas de práticas injustas de comércio previstas na tal seção 301 da Lei de Comércio americana, uma vez implantadas, são terríveis.
Como vai o Brasil demonstrar que nosso governo não trata as Big Tech’s de forma injusta, se atualmente estão cogitando aumentar os impostos que incidem sobre estas empresas?
Como o Brasil vai demonstrar que combate a pirataria de produtos americanos se a 25 de março em SP (o maior, mas não único exemplo) vive disso?
Estava tudo quieto na relação BRA-EUA, empresas brasileiras, aos poucos estavam ganhando mercado. De repente o Desmiolado chuta a barraca e desanda tudo.
– Ah, mas se os EUA não comprarem nosso pescado o preço vai subir lá.
Outros fornecedores estão rindo de orelha a orelha.