O Brasil do Mula aprendeu a lição: ontem mesmo subiu para 25% a taxa de importação de mais de 1000 produtos importados, como celulares, robôs para fabricação, tratores, máquinas operatrizes.
A desculpa foi preservar a indústria nacional; ocorre que a maioria dos produtos taxados não são produzidos aqui.
A nossa indústria já está muito defasada tecnologicamente e essa atitude só piora as coisas.
Não à toa nossa mão-de-obra está em 78º lugar no mundo em produtividade, vindo atrás até de Cuba.
As paróquias nordestinas, bem como outras do ABC paulista estão minadas pela Teologia da Libertação.
Quem é Católico irá compreender.
Pregam uma fé horizontal, vazia de transcendentalidade e eivada do mais puro marxismo.
O sacerdote do quilate deste que proferiu estas sábias palavras é alguém “fora da curva” e com certeza sofrerá alguma retaliação por parte de outros que não dão a mínima para a salvação das almas.
Raras exceções, hoje o sacerdote deixou de ser “cura de almas” para ser militante político de esquerda.
Se vivo fosse, “Bezerra da Silva” teria completado 99 anos ontem, dia 23 de fevereiro.
Ele nasceu em Recife no ano de 1927 e faleceu no Rio de Janeiro, em 17 de janeiro de 2005.
Foi tido como o “Embaixador das Favelas”, sendo um cantor icônico, compositor e intérprete de samba.
Radicado no Rio, retratou com humor e realidade a vida nas periferias, as injustiças sociais e o cotidiano da malandragem, tornando-se um dos sambistas mais populares do Brasil nos anos 80.
Ele cantava de forma magistral e sem medo contra as injustiças sociais, sobre o abismo social das favelas, dos morros e da população marginalizada, sempre com uma pitada de humor ácido e crítico.
Em seus quase 50 anos de carreira, passeou por gêneros musicais como o coco e o samba – em especial gênero de partido-alto – e vendeu mais de três milhões de discos.
Pois é, em sua homenagem sugiro aos leitores do JBF ouvirem a letra da música de sua autoria e de Criolo Doido – Vítimas da Sociedade, do álbum Malandro Rife, de 1985.
Que a meu ver continua bastante atual. Mais ainda no caso do Banco Master.
Belíssima conclusão chegamos: O PT nunca teve culpa de nada.
A constituição diz que “todos são iguais perante a lei” e o professor Assuero o confirma, mas um craque de ludopédio desconfirma (que palavra horrorosa):
‘Não pode botar mulher para apitar’, diz jogador do Bragantino. Porém, entretanto, todavia, portanto e para tanto, uma mulher pode sim arbitrar uma pelada das mais sem graças, como foi o jogo do SPFC contra o time do energético.
“Eu acho que a Federação Paulista tem de olhar para os jogos deste tamanho e não colocar uma mulher. Com todo respeito às mulheres do mundo. Eu sou casado, eu tenho a minha mãe. Desculpa se eu estou falando alguma coisa para as mulheres, mas do tamanho dela eu não acho que ela tem a capacidade de apitar um jogo desse.”
Mulheres de meu Brasil varonil, uni-vos! Perseverem, apitem jogos de futebol, façam a diferença junto aos homens e mulheres de suas vidas dia após dia. Juntas, somos mais fortes! Quem ganha não somos nós. É a sociedade.
Mas, por favor, sem suvacos cabeludos, afinal axilas, pernas ou virilhas peludas não nos caem bem. Não tenho a mínima vocação para ursa peluda.
Belíssima análise sobre relações pecaminosas, senhor Assuero.
O que me leva a indicar, para leitura dominical, o livro “Les liaisons dangereuses“, de Pierre Choderlos de Laclos.
Eu imagino a baixaria que houve no camarote do Gambá.
A Canja não desfilou, viu a atriz que interpretou a Muda desfilar e muito mais bonita que ela (o que não é difícil).
Imagino que o humor da Galinácia não estava dos melhores.
A Lurian é aquela filha que o Mula não queria que nascesse e a mãe dela denunciou na eleição de 1989 que houve por parte delle uma proposta de aborto (pesquisem).
Bem, Seu Nêumanne Pinto, se Banânia “sesse” um país sério não teria, pra começo de conversa, um QI médio tão raquítico.
Com esse QI médio de — desculpe a expressão — cagadoiro, não é de admirar que a patuléia em Banânia costumeiramente escolha manés, desses encontradiços em botequins de subúrbio e sempre atrás de uma mesa já cheia de garrafas vazias, como governantes.
Líderes com esse pedrigree são considerados típicamente oriundos do “povo”, e claro, motivos para orgasmos de orgulho e alegria desse mesmo “povo”.
É assim que de fabricam países falidos, ou cagadoiros, pois não!?