Desde pequeno, tempos do Externato Santa Izabel, dona Silvina Diretora e Dona Luíza professora (naquele tempo não chamávamos de tia) me ensinaram que o sol era uma bola enorme de fogo a brilhar no céu e a iluminar nossos dias. E assim eu o desenhava, soberano, pairando sobre a paisagem, com traços amarelos que nem labaredas arrodeando-o. Igual fazia um cronista que admiro e que andou abordando o tema, recentemente.
Agora vem um fela-da-puta de um cientista maluco, por falta de coisa melhor a fazer, dizer que não, que o Sol nosso de cada dia é apenas uma estrelinha qualquer, menor que a maioria delas e que em algumas das quais caberia até duzentos sóis. Que mania mais besta a desse estudioso de bobagem de querer destruir sonhos infantis. Para mim, ele continua a reinar absoluto no meu céu de criança. Fosse assim tão inexpressivo, como justificar a luz e o calor que dele emana …
Não entendi a razão de querer tornar república besta a monarquia solar tão decantada. Ou não seria o sol o rei do firmamento, como tão bem decantou Wilson Batista, para Nelson cantar: ‘ô, Sol, tu que és o rei dos astros’? Não vou ligar pras baboseiras desse cientista desocupado. Vai ver ele descobre, qualquer dia desses, que o céu é vermelho e que as nuvens são verde cor de capim, antes de querer comê-las. E se ele achar que a lua não é dos namorados?
Apenas por ferir meus princípios morais mais elementares não vou desejar que esse doido e sua absurda tese apodreçam sob o sol quente e cáustico de um deserto árido e inclemente. Mas que ele não invente nada contra dona lua … Aí ele vai ter que se ver comigo!
No último dia 12, o Ministério da Saúde lançou uma nova edição de sua Caderneta Brasileira da Gestante, um documento no qual a gestante e os profissionais de saúde que a acompanham registram informações da mulher, histórico médico, dados da gravidez (como ganho de peso) e do pré-natal, e preferências a respeito do parto e do pós-parto. A caderneta ainda tem várias informações sobre cuidados de saúde durante a gestação, como vacinação, alimentação e atividade física, e sobre direitos da gestante – inclusive direitos trabalhistas. Até aí, nada de notável – documentos como esse são interessantes por reunirem em um só lugar todas as informações necessárias, já que nem sempre a gestante será atendida pelos mesmos profissionais ao longo da gravidez; a nova edição tem até uma versão digital, acessada pelo celular. O grande problema está em um conteúdo que, até então, não aparecia na caderneta, e entrega a índole profundamente abortista do governo Lula.
Na sétima parte, sobre “condições específicas na gestação”, logo após a descrição do que constitui “gestação não planejada” e “gestação não desejada”, há um item sobre aborto – nunca chamado pelo nome, mas apenas pelo eufemismo “interrupção da gestação”. O texto já começa mal, tratando como direito garantido por lei o que o legislador penal tratou apenas como situação em que há crime, mas não há pena – um equívoco intencional, que já esclarecemos neste espaço, mas infelizmente bastante popularizado no Brasil. Muito pior que isso, no entanto, é a ideia subjacente na estrutura desse capítulo, que trata o aborto como a única opção possível para a mulher (ou “pessoa que gesta”, segundo a novilíngua usada na caderneta) que se vê em uma situação de gravidez indesejada, definida como “aquela em que a pessoa não pretendia engravidar e não deseja a continuidade da gestação” (destaque nosso).
Essa mentalidade é facilmente comprovável quando se verifica que, além da informação incorreta sobre o status legal do aborto em casos de gestação decorrente de estupro, risco de vida para a mãe, e anencefalia, a caderneta não apresenta nenhuma outra opção para a mãe que não deseja ter o filho (por vários motivos, alguns deles bastante compreensíveis), mas também intui que matá-lo no ventre não é uma solução. O documento não informa, por exemplo, que a partir da 22.ª semana de gestação o feto atinge o limiar da viabilidade, tendo já chance de sobreviver fora do útero se receber os devidos cuidados médicos. Tampouco explica sobre programas de encaminhamento dos bebês para adoção (independentemente de o parto ter sido antecipado, ou ocorrer no fim normal da gestação).
A rigor, a própria inclusão de informações sobre aborto na caderneta já é uma forma sutil de incentivo. Como lembrou o obstetra Raphael Câmara, ex-secretário de Atenção Primária do Ministério da Saúde, membro do Conselho Federal de Medicina (CFM) e criador da versão anterior (de 2022) da Caderneta da Gestante, pressupõe-se que a mulher que busca um documento como esse o faz porque tem planos de levar a gestação adiante. A menção ao aborto, ali, representa a inserção de uma possibilidade que a gestante descartou ou nem sequer chegou a considerar. “Começa-se a usar o pré-natal como um momento para se estimular o aborto”, afirmou Câmara.
Informação desnecessária, equivocada do ponto de vista jurídico, e pela metade – nada disso é acidental. O estímulo não é explícito, mas dissimulado: às mulheres desesperadas, vulneráveis por uma gravidez que não desejaram, a caderneta tem uma sugestão: abortar, pois a lei “permite”. Nem é preciso pensar em outras possibilidades. Inclusive, a caderneta faz questão de lembrar que “não é obrigatório registrar boletim de ocorrência”; só não sugeriu que um aborto sob demanda pode ser conseguido com uma alegação falsa de violência sexual, mas talvez isso não seja necessário: a militância sabe o caminho das pedras.
Em 2022, para disfarçar seu abortismo, Lula tentou se esquivar, dizendo, em uma carta aos evangélicos, que esse “não é um tema a ser decidido pelo presidente da República e sim pelo Congresso Nacional”. Era mentira: primeiro, porque os satélites do petismo na esquerda buscaram o Supremo Tribunal Federal para que descriminalizasse o aborto, à revelia do Legislativo; segundo, porque o Poder Executivo tem feito muito ao longo desses quatro anos para incentivar o aborto: revogou e reescreveu normas técnicas; retirou o Brasil de pactos internacionais em defesa da vida nascente; facilitou abortos em supostos casos de gestação decorrente de estupro, retirando exigências como o boletim de ocorrência; e tentou até normalizar a barbárie do aborto tardio, quando a criança já tem chance de sobrevivência fora do útero. A nova Caderneta da Gestante é apenas mais uma dessas ações do governo que buscam aproveitar todo tipo possível de brecha para contornar a vontade do povo, cristalizada na lei penal. Mas, quando a campanha chegar, Lula voltará a dizer que aborto é assunto para o Legislativo, e não para o Executivo. Que o país não caia mais uma vez nesse engano fatal para os seres humanos mais indefesos e inocentes.
Chamar a Lava Jato de “a maior mentira do século” não apaga os bilhões recuperados, as delações, as condenações, as confissões e os esquemas de corrupção revelados ao longo dos anos.
Lula diz que Lava Jato foi “maior mentira do século” no Brasil.
Você disse adeus e foi embora Me deixou pensativo e arrasado Sem dormir alguns dias, endoidado De saudade, pensando no seu fora. Sem saber o que faço mais agora Eu espero aquela ligação, Um e-mail, um “zap”, na ilusão De você perdoar o meu fracasso Porque eu já não sei mais o que faço Pra voltar a ganhar seu coração.
É difícil pensar que nem amigo Posso ser de quem tanto me deu o colo E agora insiste em voo solo Desprezando o que já viveu comigo. Se eu fui pra você qualquer abrigo Em resposta ao colo que me deu Deixe o tempo passar, que serei seu Deixe a vida correr sem brevidade Mas não queira me matar nesta saudade Que só fere e traz dor ao peito meu.
Neste dia 24 de maio, celebramos a proteção, a fé e a esperança trazidas por Nossa Senhora Auxiliadora e Santa Sara Kali, homenageando suas bênçãos, força espiritual e auxílio nas jornadas da vida.
Nossa Senhora Auxiliadora é reverenciada como guardiã e protetora dos fiéis, especialmente em momentos de dificuldades. Suas mensagens inspiradoras destacam fé, amor, esperança e auxílio divino no cotidiano:
* “Feliz Dia de Nossa Senhora Auxiliadora! Que a sua intercessão nos guie sempre nos caminhos da fé, da esperança e do amor.”
* “Que neste dia especial, sintamos sua presença maternal em nossas vidas, nos auxiliando em todas as nossas necessidades.”
* “Que a proteção de Nossa Senhora Auxiliadora esteja sempre conosco, iluminando nossos passos e nos conduzindo ao encontro de Cristo.”
* “Hoje celebramos sua bondade e auxílio, que nos fortaleçam e nos inspirem sempre.”
* “Que sua presença maternal nos console nos momentos de dificuldade e nos encha de esperança e alegria” .
Santa Sara Kali é conhecida como Padroeira do Povo Cigano e dos desesperados, celebrada especialmente no dia 24 de maio na região de Saintes-Maries-de-la-Mer, França. Sua devoção é marcada por história, legendas e tradições orais:
* Guardiã dos viajantes e protetora dos aflitos, sua energia simboliza proteção, fé, abundância e resiliência .
* Considerada ancestral e mãe espiritual pelos ciganos, Sara Kali é invocada para saúde, prosperidade, proteção em viagens, fertilidade, resolução de dificuldades materiais, amor e superação de angústias .
* Histórias relatam que Sara acompanhou as Santas Marias e ajudou a conduzi-las através do mar, oferecendo auxílio e esperança para os perseguidos .
* Sua imagem é tradicionalmente coberta por mantos coloridos, simbolizando proteção e promessas de devoção feitas pelos fiéis .
Nossa Senhora Auxiliadora e Santa Sara Kali , Rogai por Todos Nós Amém 🙏🏻📿 Que Deus e o Anjo 👼 Manakel esteja conosco o dia todo. 🙏🏻 Salve Santa Sara Kali. Opocha