LAUDEIR ÂNGELO - A CACETADA DO DIA

DEU NO JORNAL

DEU NO JORNAL

LOROTA

Nada como um dia após o outro para desmascarar uma lorota.

Lula (PT) disse que Lulinha teria de pagar por “erros” que tenha cometido.

Mas fez o diabo para impedir seu indiciamento na CPMI do INSS.

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Alguém esperava algo diferente?

Claro que não!

O descondenado agiu nos conformes do seu comportamento habitual.

Acreditar em Lula é igual dar conselho a doido: perda de tempo.

DEU NO JORNAL

A DESONRA E A GUERRA: A ARMADILHA DA LEI CONTRA A MISOGINIA

Roberto Motta

Um PL 896/2023, que equipara a misoginia ao racismo, avançou no Senado. A proposta repete modelo de transfobia do STF e pode gerar censura

O Brasil é o país onde um estuprador, mesmo depois de preso, julgado e condenado, muitas vezes não fica um único dia de sua sentença em uma cela.

Aqui acontecem mais de 87.000 estupros por ano segundo o Anuário de Segurança Pública. Menos de 10% resultam em processo criminal. Considerando os casos não notificados, estima-se que ocorram 600.000 estupros anuais (dados do Instituto de Pesquisas Econômicas Aplicadas – Ipea). Mas há apenas cerca de 47 mil estupradores cumprindo pena no país, conforme o relatório SISDEPEN de 2025.

Esse é um cenário de impunidade sistêmica. Mas a pior parte vem agora.

O crime de estupro tem pena de 6 a 10 anos. Se o juiz aplicar uma pena de até 8 anos e o criminoso não for reincidente, a lei dá a ele o direito de iniciar a pena no regime semiaberto. Na prática, por falta de vagas, isso se transforma em prisão domiciliar com tornozeleira. O estuprador cumprirá a pena em casa.

A situação não muda quando se trata do crime brutal de estupro coletivo. A lei determina um aumento da pena que varia de 1/3 a 2/3 da pena original. Se o juiz aplicar a pena mínima de estupro (6 anos) e o aumento mínimo pelo estupro coletivo (1/3, que equivale a 2 anos), a pena final será de 8 anos e – de acordo com a lei – o estuprador poderá iniciar o cumprimento no regime semiaberto. O sujeito que participou de um estupro coletivo não passará um único dia em uma cela.

Esse é o mesmo país cujo Senado acaba de aprovar o PL 896/2023, um projeto que cria o crime de misoginia. Ao tentar definir esse crime, o texto da proposta menciona “conduta que exteriorize ódio ou aversão às mulheres”. É uma definição vaga e sujeita a enorme grau de interpretação. A pena prevista para o crime de misoginia – que pode ser resultado de uma conversa, uma discussão na rua, uma postagem ou uma piada – é de 2 a 5 anos de prisão.

Enquanto um estuprador pode “cumprir pena” em regime domiciliar, um comentário infeliz pode render uma pena de 5 anos.

Há muitos problemas com essa lei:

1 – Ela não protege as mulheres de perigos reais gravíssimos, como agressão, estupro ou homicídio, mas cria uma percepção de que “as mulheres estão sendo protegidas”.

2 – A lei promove a equivalência entre expressão inadequada ou indesejada e crime violento. Alguém que fez um comentário impróprio, infeliz ou até ofensivo pode receber uma sentença criminal quase igual à de um estuprador, e ter a vida destruída. Todas as pessoas, inclusive mulheres, estão sujeitas a fazer comentários inadequados.

3 – A definição vaga do crime fará com que a aplicação da lei dependa da interpretação que o Estado dará a conceitos subjetivos.

4 – O ativismo judicial, somado à hegemonia e violência do discurso identitário, transformarão a lei em arma a ser usada para silenciar adversários ideológicos. Isso já aconteceu, por exemplo, com a “Lei Antipiada” (Lei 14.532/2023) usada para processar e condenar em 1ª instância o humorista Leo Lins.

Esse projeto promove uma equivalência absurda entre comportamentos violentos e manifestações simbólicas, gerando confusão moral, banalização do conceito de crime e destruição da legitimidade do sistema de justiça criminal. Ao transformar todos em potenciais criminosos, o direito penal deixa de cumprir sua função de proteção da sociedade e passa a servir como instrumento de regulação ideológica. Quando tudo vira crime, nada mais é crime – e quem mais perde é a vítima dos crimes reais.

A aprovação da lei “contra a misoginia” contou com os votos de senadores de direita. Analistas justificaram esses votos alegando estratégia eleitoral, já que o projeto “seria aprovado de qualquer jeito”. Ou seja: receosos de ataques vindos da esquerda e preocupados com a necessidade de explicar um voto contrário ao projeto – e com o efeito que isso pudesse ter em sua popularidade – esses políticos preferiram associar seu nome a uma lei ineficaz e ideológica, que será usada como arma pela esquerda contra todos os seus adversários – inclusive os próprios políticos de direita que a aprovaram.

É inevitável a lembrança da famosa frase de Churchill, se referindo àqueles que, às vésperas da Segunda Guerra Mundial, acreditavam que era possível fazer acordo com a Alemanha: “Entre a desonra e a guerra, escolheram a desonra. Agora terão a desonra e a guerra”.

SEVERINO SOUTO - SE SOU SERTÃO

DEU NO X

ALEXANDRE GARCIA

SEM RELATÓRIO DA CPMI DO INSS, RESTA ESPERAR PELA DELAÇÃO DE VORCARO

CPMI do INSS

Relatório do deputado Alfredo Gaspar com mais de 4 mil páginas e que pede o indiciamento de 218 pessoas por participação no esquema não foi aprovado
Ícone de reação Penso diferente

Não foi aprovado o relatório da CPMI dos R$ 6, 5 bilhões tirados de aposentados e pensionistas do INSS. Recorreu-se ao Supremo, já que o presidente do Senado, Davi Alcolumbre estava torcendo para acabar tudo. Alcolumbre não quer nenhuma investigação sobre o Banco Master. Eu não sei se conseguem fazer no Senado alguma coisa para substituir um presidente que está imobilizado pelo Master; não sei se está em pânico ou quê. Mas, enfim, não foi aprovado o relatório. Os que queriam a aprovação fizeram 12 votos e os outros 19.

Mas a gente sabe os nomes dos envolvidos. Estão lá: Lulinha, Lewandowski, o filho do Lewandowski, Toffoli, Moraes, a mulher do Moraes, Viviane, o Carlos Lupi, que já foi ministro da Previdência, o senador Weverton Rocha e, enfim, um monte de gente, outros menos conhecidos. Mas esses nomes estão agora e vieram à tona na comissão e na hora da delação premiada de Vorcaro ou de outros, os nomes estão ali. Quem for colher a delação premiada vai perguntar: “Qual é a sua relação com o filho de Lewandowski? Qual é a sua relação, senhor da Fictor, que também vai fazer delação premiada, e a sua relação com o Lulinha naquela consultoria?”. É isso que vai acontecer.

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Os desdobramentos da prisão domiciliar de Bolsonaro

O Flávio Bolsonaro, que se inscreveu como advogado do pai dele, vai poder ir todos os dias visitar o pai por meia hora. Não pode mais do que isso, segundo o juiz que foi vítima, foi, de certa forma, promotor, foi julgador e agora é juiz de execuções criminais, Alexandre de Moraes. Os outros filhos não, só vão poder visitá-lo às quartas e sábados. Os outros filhos, à exceção de Eduardo, que está nos Estados Unidos e não pode vir ao Brasil, senão Moraes vai prendê-lo.

A respeito disso, houve uma imagem escandalosa de invasão de privacidade, inclusive da intimidade. A senhora Michelle estava de cócoras, numa posição que esticou a roupa, o ex-presidente da República brincando com os cachorros, e um drone filmou tudo e divulgaram. Estava proibido. A proibição de Moraes, que nunca foi juiz antes, gera essa confusão. Se fosse Fux, que é juiz de carreira, saberia o que fazer. Fez proibições pegando outras pessoas que não têm nada a ver.

Será que Bolsonaro seria punido com volta à prisão em regime fechado se alguém filmasse? Porque ficou essa dúvida do jeito que estava lá. Não pode filmar, não pode colher nenhum som de Bolsonaro, mas o sujeito vai lá com drone. Agora, Moraes reforça a proibição dizendo que drones não podem ir num raio de 100 metros. Eu nem sei se uma boa lente não pode dar um zoom a mais de 100 metros. Tem mais essa também, mas, enfim, aqui no Brasil está podendo tudo, inclusive tendo que fazer proibições recorrentes.

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Vorcaro e as ligações com ministros do TCU

Tem uma investigação interessante sobre Vorcaro agora. Me chamou a atenção, pouca gente noticiou isso, que a polícia está investigando se houve pelos telefones algum contato de Vorcaro com algum ministro do Tribunal de Contas da União (TCU). Muito interessante isso, porque teve ministro do TCU agredindo o Banco Central, impondo coisas no Banco Central, e ficou uma coisa no ar.

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“Os medos que vi na vida”

Eu queria concluir porque vi um artigo de um biólogo no Estadão de domingo. O biólogo é o Fernando Reinach, sobre os medos que ele viu na vida. Quando ele era menino, era medo de holocausto nuclear. Depois veio o medo da superpopulação. Eu lembro disso, do Clube de Roma nos anos 60: “Ah, nós vamos morrer de fome porque a população está crescendo muito e aí vai ser tantos bilhões de população, não vai ter água nem comida”. Depois veio o aquecimento global, que está falando principalmente sobre a mentira da fome. Depois, estamos ainda com essa história de aquecimento global. Eles estão meio envergonhados com isso.

Veio o coronavírus também, que foi explorado para dar pânico nas pessoas. Aí eu vi aqui que na Antártica — Antártica é o Polo Sul, é o continente do Polo Sul; lá no Polo Norte não tem continente nenhum, é o oceano gelado — furaram 523 metros de gelo e encontraram provas de que havia naquele mesmo lugar água líquida e não gelada, não sólida. Quando a água está gelada, ela está sólida; tem que degelar. Então o mundo já foi muito mais quente. Na verdade, o mundo esfriou e, como a gente sabe (acabei de falar em alimentação), o que derruba as colheitas é o frio e não o calor. O calor faz a semente brotar.

Só para registrar o agro, que é o esteio do Brasil: olha a queda aqui de quase 20% na produção de amendoim. No ano passado foi 1,3 milhão de toneladas, agora 1,1 milhão toneladas, geralmente dos estados do Sul.

DEU NO JORNAL

ANÚNCIOS

Escalaram para R$ 4,3 milhões entre 20 de fevereiro e 20 de março as despesas do governo Lula (PT) com anúncios no Facebook. O valor representa aumento de 16% em relação aos 30 dias anteriores.

Nos últimos três meses, os gastos da administração petista foram de quase R$ 10 milhões.

Atualmente o governo tem 13 anúncios ativos no Facebook. Um par de anúncios sobre a Zona da Mata mineira custou R$ 150 mil desde dia 17.

A conta do governo do Brasil é o maior anunciante do Facebook no Brasil desde o primeiro dia do ano, em 2026.

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Pois o gunverno luloso fique sabendo que aqui no JBF pode anunciar bem mais barato.

A gente cobra pouquinho mesmo.

Num chega nem perto dos milhões gastos no Facebook.

Pode procurar a nossa secretária Chupicleide e fazer os acertos.

Qualquer merreca será muito bem vinda.

Vai ser elogio o dia inteiro!!!

XICO COM X, BIZERRA COM I

COLHEITAS DO BEM

Toda semente plantada por um Poeta há de se transformar em frondosa árvore que frutifica sabores diversos, doces e saudáveis. Nem importa o tempo da gestação pela certeza da colheita num tempo de luz e paz.

Os versos se dependurarão na sombra dos sonetos, se juntarão às rimas, enfeitando pomares da ventura e alegrando o paladar dos homens de bem. Estrofes de um vento feliz se espalharão pelos ares.

Que passe o mal, que a cura não se demore, que os ventos sejam de felicidade plena. Os abraços reclamam e o sorrir precisa libertar-se de máscaras. O bem há de prevalecer. A gente merece ser feliz.

Que o vinho amargo seja derramado e a Paz vencedora vença o canhão, como digo no meu samba Léos, Vinas e Bernardos. Plantemos o Bem!

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FENÔMENO MUNDIAL: SUCESSO NOS ESTADOS UNIDOS