Caminhoneiros e motoboys contra o Lula.
A classe trabalhadora, a qual usa o combustível como instrumento de trabalho, não aguenta mais a alta de preços.pic.twitter.com/rt2F8MTiKm
— Paulo de Tarso (@paulodetarsog) March 15, 2026
Caminhoneiros e motoboys contra o Lula.
A classe trabalhadora, a qual usa o combustível como instrumento de trabalho, não aguenta mais a alta de preços.pic.twitter.com/rt2F8MTiKm
— Paulo de Tarso (@paulodetarsog) March 15, 2026
Após a decisão da Segunda Turma do Supremo Tribunal Federal (STF) que manteve sua prisão, o ex-banqueiro Daniel Vorcaro, ex-controlador do Banco Master, teve um surto de raiva dentro da cela na Penitenciária Federal de Brasília onde está custodiado desde a semana passada.
Na noite de sexta-feira (13), relatos apontam que Vorcaro teria gritado nomes de autoridades e de pessoas de quem possivelmente esperava ajuda ou medidas mais efetivas para tirá-lo da prisão, enquanto desferia socos nas paredes da cela, causando ferimentos nas próprias mãos.
O episódio ocorreu após a decisão colegiada confirmar sua detenção preventiva no âmbito da operação Compliance Zero, que investiga fraudes financeiras e obstrução de Justiça.
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Uma pena que essa nota nota aí de cima não diga quais foram as autoridades e as pessoas que tiveram seus nomes gritados pelo coitadinho do prisoneiro.
Quem souber, informe aqui pra essa gazeta escrota, por favor.
E informem também como é que ficaram as mãos do pobre detento após os socos que desferiu nas paredes da cela.
Com mais de 40 anos de experiência, o ex-marqueteiro de Lula Paulo de Tarso da Cunha Santos foi categórico à BBC:
“O Flávio [Bolsonaro] é um cara novo, ele sintetiza o futuro”, disse ao criticar a propaganda petista.
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Oia só!
O ex-marqueteiro de Lula falou isso?
Uma apreciação muito bem fundamentada!
Mais de 4 décadas de experiência no ramo.

Lula e o ex-presidente da Venezuela Nicolás Maduro
À medida que o tempo passa, qualquer presidente da República que seja de fato um estadista também é pragmático. Percebe que seus aliados estão se entregando e trata de levar o país para uma senda segura. Não é o que Lula está fazendo.
No momento em que Maduro está na cadeia, o regime venezuelano está abandonando seus tradicionais mantenedores. Irã, China e até Cuba, que também está acabando e já quer negociar com Trump. O Irã está abandonado pelos seus supostos protetores.
Eles estão cuidando de seus próprios problemas: a Rússia com a Ucrânia; a China com seu abastecimento de petróleo, que já não vem mais da Venezuela nem do Irã.
E Lula faz o caminho contrário. Exacerba ainda mais a hostilidade com os Estados Unidos. Foi o caso da visita do conselheiro adjunto de Trump, que tinha marcado presença no Brasil em um seminário sobre minerais raros, em São Paulo. No dia 18, aproveitaria para visitar Bolsonaro e iria ao Itamaraty visitar o Departamento de Europa e América do Norte.
De repente, o Itamaraty disse não ao pedir visto, pois o conselheiro da Casa Branca teria omitido dados. A visita a Bolsonaro já tinha sido concedida, imediatamente, pelo ex-Magnitsky, o ministro do STF Alexandre de Moraes.
Então, o Lula declarou no Rio: “esse cara não vem para cá porque eu não deixo.” E acrescentou: “enquanto não devolverem o visto para o meu ministro da Saúde, Alexandre Padilha, eu não dou visto para esse cara.”
O Itamaraty apresentava a explicação de que a negativa era por omissão de dados sobre o que ele faria no Brasil. Moraes, sem saber o que fazer, desfez o que havia feito e disse que era por causa do artigo 4º, inciso IV, da Constituição, um dos princípios da República Federativa do Brasil: a não intervenção.
Ou seja, Moraes estaria dizendo que o norte-americano iria intervir no Brasil. Assim como o chanceler Mauro Vieira também havia afirmado que poderia haver intervenção em questões internas do Brasil. Tudo isso por causa da visita a um ex-presidente que está preso e inelegível — uma visita que poderia ser considerada humanitária. Mesmo assim, Lula afirmou que foi ele quem mandou e vetou a visita do conselheiro de Trump ao Brasil.
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Lula x Estados Unidos (parte 2)
Há ainda outra briga envolvendo o presidente Lula. O governo dos Estados Unidos, junto com mais 12 países do continente, quer declarar o PCC e o Comando Vermelho como organizações terroristas, para que possa ser aplicada a lei antiterror. Mas o governo brasileiro não quer, prefere dizer que não são terroristas.
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O depoimento na CPMI do INSS
O ministro do STF André Mendonça lembrou um princípio de direito: ninguém é obrigado a criar prova contra si. Ninguém é obrigado a se incriminar.
Por isso, o ex-presidente da Contag Aristides Veras dos Santos, convocado pela CPMI do INSS, que investiga os descontos nos vencimentos de aposentados e pensionistas — dinheiro dos velhinhos, cerca de R$ 2 bilhões — poderá exercer esse direito.
Segundo o ministro André Mendonça, que é o relator, se ele quiser ir, vai; se quiser ficar em silêncio, fica. Porque ninguém é obrigado a se incriminar.
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Comunicação oficial e língua portuguesa
Há algo curioso na comunicação do governo. Quem acompanha diariamente a agência oficial de notícias percebe que ela publicou recentemente uma espécie de manual sobre ofensas contra mulheres.
A intenção, certamente, é denunciar o problema. Mas o resultado parece quase um guia explicando quais termos podem ser usados para ofender mulheres, inclusive apresentando expressões em inglês.
Isso revela uma ingenuidade jornalística enorme. Aliás, não é só isso. Parece que muita gente simplesmente abandonou o português correto.
Basta ouvir alguns repórteres em entradas ao vivo: “ali, ali, ali”. “O presidente ali disse ali”. A pessoa fica procurando onde está a notícia no meio da frase. Se “Ali” fosse nome próprio, até faria sentido. Mas não é o caso.
Comentário sobre a postagem HORA QUE PASSA – Florbela Espanca
João Francisco:
As imagens simbólicas do poema “Hora que Passa”, de Florbela Espanca, são profundamente expressivas da dor existencial, solidão e fugacidade da vida.
Entre as principais, destacam-se:.
“Cão sem dono” – Símbolo da solidão e abandono, representando a poeta como uma figura desamparada, à procura de amor e pertença.
“Mais pobre e desprezada do que Job” – Referência bíblica a Jó, conhecido por sua imensa paciência diante do sofrimento, reforçando a intensidade da dor e resignação.
“Judeu Errante” – Imagem de um ser condenado a vagar eternamente, sem descanso, simbolizando o desamparo, a marginalização e o destino trágico.
“Alma sem amor é cinza, é pó” – A alma reduzida a cinzas e pó expressa a destruição interior, a ausência de sentido e a morte emocional.
“Vaga roubada ao Mar da Desventura” – Metáfora do destino trágico, como uma onda arrancada de um mar de sofrimento, indicando que a vida da poeta é fruto de um acaso doloroso.
“Ilusão morrendo que esvoaça” – As ilusões são comparadas a pássaros ou borboletas que morrem em voo, simbolizando sonhos que se desfazem no ar, sem se concretizarem.
“Fiozinho d’água triste… a vida corre” – A vida como um fio de água que escapa representa a passagem rápida e irreversível do tempo, com um tom de melancolia e impotência.
O mercado não reagiu bem ao pacote do governo para aliviar os efeitos da alta do petróleo no preço do diesel.
Na sexta-feira (13), as ações da Petrobras, por exemplo, fecharam em queda de mais de 0,7%.
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A palavra “queda”, contida nessa nota aí de cima, é o retrato cagado e cuspido desse desgunverno luloso.
É uma nova queda a cada dia que passa.
Sobretudo a queda da vergonha na cara dos administradores federais fedorentos.
Roberto Motta

Esse é o conselho mais importante para quem procura o enriquecimento – material, social e espiritual – de sua vida: leia livros bons, leia muito, leia todos os dias
A melhor maneira de ensinar alguém a pensar de forma coerente e estruturada é ensinando a escrever. As atividades de raciocinar e escrever estão intimamente associadas. É impossível escrever sem antes estruturar o pensamento, por mais simples que ele seja. Vem daí, provavelmente, a dificuldade que muitos encontram em escrever: o problema não está na escrita, mas no pensamento que, necessariamente, a precede. Porque pensar bem demanda esforço e tempo.
É possível pensar bem sem escrever, mas não é possível escrever bem sem pensar bem.
Nem todos os que desenvolvem bom raciocínio adquirem o hábito da escrita, claro. Há exemplos de indivíduos inteligentes e sagazes que nunca escreveram, e não conseguiriam escrever, uma linha sequer. Pensar bem é uma condição necessária, mas não suficiente, para a escrita. A produção habitual de bons textos envolve outros fatores como instrução, cultura, inspiração e estímulos sociais. Mas minha constatação é de que todos os que aprenderam a escrever bem também aprenderam a pensar.
Essa associação entre pensamento e escrita explica algumas coisas. Primeiro, a dificuldade quase física que muitos sentem diante da necessidade de escrever um texto estruturado, compreensível e interessante. Segundo, a degradação cognitiva generalizada observável no sistema mídia-ensino-entretenimento, que trabalha com unidades cada vez mais rudimentares de informação, conectadas pelos raciocínios mais simplistas disponíveis.
O discurso público se reduziu à repetição de slogans e palavras de ordem. Esse é exatamente o mesmo processo usado por sistemas de inteligência artificial como ChatGPT ou Grok. Pergunte a alguém sua opinião sobre uma questão política ou social do momento. A resposta, com toda a probabilidade, será uma coleção das expressões mais usadas pela mídia sobre aquele assunto – é exatamente o que faria o ChatGPT. A chance de elaboração de um pensamento original é zero.
Sem raciocínio, e sem a capacidade de se expressar verbalmente, as manifestações individuais ficam restritas à expressão de necessidades fisiológicas e estados emocionais elementares – e nada exemplifica melhor isso do que os diálogos e monólogos dos reality shows. A brutalização da expressão leva à incapacidade de reconhecer e apreciar aspectos da realidade que envolvam transcendência e beleza.
Se a dificuldade de pensar leva à dificuldade de escrever, ela leva também à dificuldade de ler. Ninguém escreve bem sem ler bem e muito. Ler é reproduzir na mente os pensamentos que outra mente selecionou e estruturou. Ler bons livros é um processo pelo qual, por algum tempo, simulamos a forma de pensar – as ideias e os sentimentos – de outros seres humanos, sem que seja necessário passar pelas experiências que eles viveram. A boa leitura, especialmente de ficção, é a simulação de outra vida. Ler bem é viver muitas vezes.
O hábito de ler e escrever é tão importante quanto se exercitar e manter uma boa dieta. Nunca foi tão fácil ler coisas boas; nunca foi tão simples e barato acessar os melhores textos que a humanidade produziu. Mas o intelecto é como os músculos: ele se atrofia se deixado de lado.
Esse é o conselho mais importante para quem procura o enriquecimento – material, social e espiritual – de sua vida: leia livros bons, leia muito, leia todos os dias.
Como saber que livros são bons? Basta me seguir. Não falo de outra coisa.
Conheço um cara de origem extremamente católica, criado dentro dos mais rigorosos preceitos da Igreja Católica Apostólica Romana, de família totalmente dedicada aos princípios religiosos. Criança, não perdia uma missa aos domingos. Foi coroinha e depois, para satisfazer a vontade da mãe que queria vê-lo Padre, ingressou no seminário. Nas duas atividades permaneceu por apenas 6 meses. Isso tudo juntado talvez seja o responsável por ele hoje detestar as igrejas, todas elas, não importa, evitando até botar os pés em suas calçadas.
Sua Fé é muito mais intensa: é íntima, é uma parceria com a natureza e com os valores do bem, é o perseguir a filosofia e os ensinamentos de Francisco, aquele de Assis, um Santo de e da Verdade que pregava a caridade como obrigação humana. É o fazer o bem sem olhar a quem e nunca desejar o mal ao semelhante.
A religião desse cara se sustenta em três pilares: a importância da família, a serenidade da música e a liturgia da palavra. E assim tem sido ao longo de sua vida. Nunca sentiu falta de altares e de estátuas, de homilias e de religiosos, de dogmas e outras enganações. Santos, estão lá por merecimento, não para atender ou intermediar pedidos de nós, terrenos errantes. Por isso, não lhes ‘enche o saco’. Sacerdotes, alguns ele até admira, como João Paulo II e um ou outro Lancelotti dos tempos atuais, bem diferentes dos Padres e Freis cantores.
E assim segue, religioso a seu modo, temente a um ser superior, um Deus em que acredita, e fazendo o que acha que deve ser feito, respeitando o próximo, em primeiro lugar. Esse é um cara do bem. Modéstia à parte, dá para desconfiar de quem estou falando?