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DEU NO JORNAL

SURTO NA PRISÃO

Após a decisão da Segunda Turma do Supremo Tribunal Federal (STF) que manteve sua prisão, o ex-banqueiro Daniel Vorcaro, ex-controlador do Banco Master, teve um surto de raiva dentro da cela na Penitenciária Federal de Brasília onde está custodiado desde a semana passada.

Na noite de sexta-feira (13), relatos apontam que Vorcaro teria gritado nomes de autoridades e de pessoas de quem possivelmente esperava ajuda ou medidas mais efetivas para tirá-lo da prisão, enquanto desferia socos nas paredes da cela, causando ferimentos nas próprias mãos.

O episódio ocorreu após a decisão colegiada confirmar sua detenção preventiva no âmbito da operação Compliance Zero, que investiga fraudes financeiras e obstrução de Justiça.

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Uma pena que essa nota nota aí de cima não diga quais foram as autoridades e as pessoas que tiveram seus nomes gritados pelo coitadinho do prisoneiro.

Quem souber, informe aqui pra essa gazeta escrota, por favor.

E informem também como é que ficaram as mãos do pobre detento após os socos que desferiu nas paredes da cela.

SEVERINO SOUTO - SE SOU SERTÃO

DEU NO JORNAL

ESSE CONHECE

Com mais de 40 anos de experiência, o ex-marqueteiro de Lula Paulo de Tarso da Cunha Santos foi categórico à BBC:

“O Flávio [Bolsonaro] é um cara novo, ele sintetiza o futuro”, disse ao criticar a propaganda petista.

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Oia só!

O ex-marqueteiro de Lula falou isso?

Uma apreciação muito bem fundamentada!

Mais de 4 décadas de experiência no ramo.

DEU NO X

ALEXANDRE GARCIA

LONGE DE SER UM ESTADISTA, LULA SE POSICIONA CONTRA OS EUA

Lula e o ex-presidente da Venezuela Nicolás Maduro

À medida que o tempo passa, qualquer presidente da República que seja de fato um estadista também é pragmático. Percebe que seus aliados estão se entregando e trata de levar o país para uma senda segura. Não é o que Lula está fazendo.

No momento em que Maduro está na cadeia, o regime venezuelano está abandonando seus tradicionais mantenedores. Irã, China e até Cuba, que também está acabando e já quer negociar com Trump. O Irã está abandonado pelos seus supostos protetores.

Eles estão cuidando de seus próprios problemas: a Rússia com a Ucrânia; a China com seu abastecimento de petróleo, que já não vem mais da Venezuela nem do Irã.

E Lula faz o caminho contrário. Exacerba ainda mais a hostilidade com os Estados Unidos. Foi o caso da visita do conselheiro adjunto de Trump, que tinha marcado presença no Brasil em um seminário sobre minerais raros, em São Paulo. No dia 18, aproveitaria para visitar Bolsonaro e iria ao Itamaraty visitar o Departamento de Europa e América do Norte.

De repente, o Itamaraty disse não ao pedir visto, pois o conselheiro da Casa Branca teria omitido dados. A visita a Bolsonaro já tinha sido concedida, imediatamente, pelo ex-Magnitsky, o ministro do STF Alexandre de Moraes.

Então, o Lula declarou no Rio: “esse cara não vem para cá porque eu não deixo.” E acrescentou: “enquanto não devolverem o visto para o meu ministro da Saúde, Alexandre Padilha, eu não dou visto para esse cara.”

O Itamaraty apresentava a explicação de que a negativa era por omissão de dados sobre o que ele faria no Brasil. Moraes, sem saber o que fazer, desfez o que havia feito e disse que era por causa do artigo 4º, inciso IV, da Constituição, um dos princípios da República Federativa do Brasil: a não intervenção.

Ou seja, Moraes estaria dizendo que o norte-americano iria intervir no Brasil. Assim como o chanceler Mauro Vieira também havia afirmado que poderia haver intervenção em questões internas do Brasil. Tudo isso por causa da visita a um ex-presidente que está preso e inelegível — uma visita que poderia ser considerada humanitária. Mesmo assim, Lula afirmou que foi ele quem mandou e vetou a visita do conselheiro de Trump ao Brasil.

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Lula x Estados Unidos (parte 2)

Há ainda outra briga envolvendo o presidente Lula. O governo dos Estados Unidos, junto com mais 12 países do continente, quer declarar o PCC e o Comando Vermelho como organizações terroristas, para que possa ser aplicada a lei antiterror. Mas o governo brasileiro não quer, prefere dizer que não são terroristas.

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O depoimento na CPMI do INSS

O ministro do STF André Mendonça lembrou um princípio de direito: ninguém é obrigado a criar prova contra si. Ninguém é obrigado a se incriminar.

Por isso, o ex-presidente da Contag Aristides Veras dos Santos, convocado pela CPMI do INSS, que investiga os descontos nos vencimentos de aposentados e pensionistas — dinheiro dos velhinhos, cerca de R$ 2 bilhões — poderá exercer esse direito.

Segundo o ministro André Mendonça, que é o relator, se ele quiser ir, vai; se quiser ficar em silêncio, fica. Porque ninguém é obrigado a se incriminar.

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Comunicação oficial e língua portuguesa

Há algo curioso na comunicação do governo. Quem acompanha diariamente a agência oficial de notícias percebe que ela publicou recentemente uma espécie de manual sobre ofensas contra mulheres.

A intenção, certamente, é denunciar o problema. Mas o resultado parece quase um guia explicando quais termos podem ser usados para ofender mulheres, inclusive apresentando expressões em inglês.

Isso revela uma ingenuidade jornalística enorme. Aliás, não é só isso. Parece que muita gente simplesmente abandonou o português correto.

Basta ouvir alguns repórteres em entradas ao vivo: “ali, ali, ali”. “O presidente ali disse ali”. A pessoa fica procurando onde está a notícia no meio da frase. Se “Ali” fosse nome próprio, até faria sentido. Mas não é o caso.

COMENTÁRIO DO LEITOR

IMAGENS SIMBÓLICAS

Comentário sobre a postagem HORA QUE PASSA – Florbela Espanca

João Francisco:

As imagens simbólicas do poema “Hora que Passa”, de Florbela Espanca, são profundamente expressivas da dor existencial, solidão e fugacidade da vida.

Entre as principais, destacam-se:.

“Cão sem dono” – Símbolo da solidão e abandono, representando a poeta como uma figura desamparada, à procura de amor e pertença.

“Mais pobre e desprezada do que Job” – Referência bíblica a Jó, conhecido por sua imensa paciência diante do sofrimento, reforçando a intensidade da dor e resignação.

“Judeu Errante” – Imagem de um ser condenado a vagar eternamente, sem descanso, simbolizando o desamparo, a marginalização e o destino trágico.

“Alma sem amor é cinza, é pó” – A alma reduzida a cinzas e pó expressa a destruição interior, a ausência de sentido e a morte emocional.

“Vaga roubada ao Mar da Desventura” – Metáfora do destino trágico, como uma onda arrancada de um mar de sofrimento, indicando que a vida da poeta é fruto de um acaso doloroso.

“Ilusão morrendo que esvoaça” – As ilusões são comparadas a pássaros ou borboletas que morrem em voo, simbolizando sonhos que se desfazem no ar, sem se concretizarem.

“Fiozinho d’água triste… a vida corre” – A vida como um fio de água que escapa representa a passagem rápida e irreversível do tempo, com um tom de melancolia e impotência.

DEU NO JORNAL

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QUEDA

O mercado não reagiu bem ao pacote do governo para aliviar os efeitos da alta do petróleo no preço do diesel.

Na sexta-feira (13), as ações da Petrobras, por exemplo, fecharam em queda de mais de 0,7%.

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A palavra “queda”, contida nessa nota aí de cima, é o retrato cagado e cuspido desse desgunverno luloso.

É uma nova queda a cada dia que passa.

Sobretudo a queda da vergonha na cara dos administradores federais fedorentos.

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A MELHOR DIETA

Roberto Motta

Esse é o conselho mais importante para quem procura o enriquecimento – material, social e espiritual – de sua vida: leia livros bons, leia muito, leia todos os dias

A melhor maneira de ensinar alguém a pensar de forma coerente e estruturada é ensinando a escrever. As atividades de raciocinar e escrever estão intimamente associadas. É impossível escrever sem antes estruturar o pensamento, por mais simples que ele seja. Vem daí, provavelmente, a dificuldade que muitos encontram em escrever: o problema não está na escrita, mas no pensamento que, necessariamente, a precede. Porque pensar bem demanda esforço e tempo.

É possível pensar bem sem escrever, mas não é possível escrever bem sem pensar bem.

Nem todos os que desenvolvem bom raciocínio adquirem o hábito da escrita, claro. Há exemplos de indivíduos inteligentes e sagazes que nunca escreveram, e não conseguiriam escrever, uma linha sequer. Pensar bem é uma condição necessária, mas não suficiente, para a escrita. A produção habitual de bons textos envolve outros fatores como instrução, cultura, inspiração e estímulos sociais. Mas minha constatação é de que todos os que aprenderam a escrever bem também aprenderam a pensar.

Essa associação entre pensamento e escrita explica algumas coisas. Primeiro, a dificuldade quase física que muitos sentem diante da necessidade de escrever um texto estruturado, compreensível e interessante. Segundo, a degradação cognitiva generalizada observável no sistema mídia-ensino-entretenimento, que trabalha com unidades cada vez mais rudimentares de informação, conectadas pelos raciocínios mais simplistas disponíveis.

O discurso público se reduziu à repetição de slogans e palavras de ordem. Esse é exatamente o mesmo processo usado por sistemas de inteligência artificial como ChatGPT ou Grok. Pergunte a alguém sua opinião sobre uma questão política ou social do momento. A resposta, com toda a probabilidade, será uma coleção das expressões mais usadas pela mídia sobre aquele assunto – é exatamente o que faria o ChatGPT. A chance de elaboração de um pensamento original é zero.

Sem raciocínio, e sem a capacidade de se expressar verbalmente, as manifestações individuais ficam restritas à expressão de necessidades fisiológicas e estados emocionais elementares – e nada exemplifica melhor isso do que os diálogos e monólogos dos reality shows. A brutalização da expressão leva à incapacidade de reconhecer e apreciar aspectos da realidade que envolvam transcendência e beleza.

Se a dificuldade de pensar leva à dificuldade de escrever, ela leva também à dificuldade de ler. Ninguém escreve bem sem ler bem e muito. Ler é reproduzir na mente os pensamentos que outra mente selecionou e estruturou. Ler bons livros é um processo pelo qual, por algum tempo, simulamos a forma de pensar – as ideias e os sentimentos – de outros seres humanos, sem que seja necessário passar pelas experiências que eles viveram. A boa leitura, especialmente de ficção, é a simulação de outra vida. Ler bem é viver muitas vezes.

O hábito de ler e escrever é tão importante quanto se exercitar e manter uma boa dieta. Nunca foi tão fácil ler coisas boas; nunca foi tão simples e barato acessar os melhores textos que a humanidade produziu. Mas o intelecto é como os músculos: ele se atrofia se deixado de lado.

Esse é o conselho mais importante para quem procura o enriquecimento – material, social e espiritual – de sua vida: leia livros bons, leia muito, leia todos os dias.

Como saber que livros são bons? Basta me seguir. Não falo de outra coisa.