Arquivo mensais:julho 2025
DEU NO X
DEU NO X
TOMOU MAGNITSKY
Xandão tomou Magnitsky pic.twitter.com/O1g5TCX5sR
— André Guedes 🇺🇦 (@aguedescartoon) July 31, 2025
SEVERINO SOUTO - SE SOU SERTÃO
TURCO
DEU NO X
LEI MAGNITSKY
🚨 AUGUSTO NUNES IMPECÁVEL NA ABERTURA DO OESTE SEM FILTRO DE HOJE. pic.twitter.com/I8CdrQcRjU
— Vox Liberdade (@VoxLiberdade) July 30, 2025
DEU NO X
A LEITOA E O VOVÔ
JESSIER QUIRINO - DE CUMPADE PRA CUMPADE
VOLTANDO PRO NORDESTE
COMENTÁRIO DO LEITOR
PERGUNTA
Comentário sobre a postagem UFA… AINDA BEM…
Mauro Pereira da Silva:
É desmoralizante um ministro da maior Corte jurídica de um país ter que assumir publicamente que uma determinada pessoa não sofrerá tortura.
Além de risível, o título da matéria, no mínimo, causa uma certa apreensão.
Tudo bem, a deputada Carla Zambelli tem a garantia de uma importante autoridade de que não será torturada.
Mas, por mais que fiquemos aliviados ao saber que a integridade física da deputada será respeitada, da forma como foi estampada, a manchete abre espaço para uma pergunta que teima assombrar minha capacidade interpretativa já um tanto quanto desgastada pela idade:
A garantia concedida à congressista trata-se de uma exceção?
DEU NO X
VIGOROSO, INTRÉPIDO, DISPOSTO, DECIDIDO !!!
Gente! Vocês perceberam que ele jogou a bomba nas mãos do procurador geral da república? Caraca! Acho que o Gonet não contava com essa. Tá ficando bom o negócio, e reparem no estado do sujeito. Está visivelmente alterado, dá pra dizer até mesmo, destroçado. Eu acho. pic.twitter.com/hD24L0nMKl
— Tony-SAG (@BySergioAntonio) July 30, 2025
DEU NO JORNAL
EM BOM ESTADO
Influenciado por jornalistas amigos e seus marqueteiros, o governo Lula (PT) desdenhava da Lei Global Magnitsky contra Alexandre de Moraes, achava que era “blefe” do Eduardo Bolsonaro (PL-SP), autoexilado nos Estados Unidos.
Mas a ficha começou a cair após o secretário de Estado Marco Rubio anunciar, dia 18, a cassação do visto de entrada nos EUA do ministro, aliados no Supremo Tribunal Federal e familiares.
Quando enfim a sanção saiu, o Planalto ficou em estado catatônico.
Tudo começou com a carta de Trump no dia 9, seguiu-se na cassação dos vistos no dia 18 e finalmente Lei Magnitsky em 30 de julho.
Diplomatas experientes acham que a crise deve se agravar, até pela opção do Brasil se aliar ao que não prestar, de ditaduras a terroristas.
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Saber que “o Planalto ficou em estado catatônico”, conforme diz a nota aí de cima, faz a banda decente deste país ficar em estado risônico.
Um estado muito saudável.
Excelente notícia pra alegrar a nossa quinta-feira.
ALEXANDRE GARCIA
DEPOIS DE MORAES, QUEM MAIS DEVE CAIR NA LEI MAGNITSKY?
Nesta quarta-feira, tudo se espalhou como um rastilho de pólvora. Quando a notícia da aplicação da Lei Magnitsky a Alexandre de Moraes chegou, por volta do meio-dia, em cinco minutos todos já sabiam. É incrível como as pessoas estão ligadas, graças ao celular. E vem se falando nisso há tanto tempo que todos já estavam até familiarizados com a pronúncia.
Acho que é só o começo, a julgar pelas declarações feitas na quarta por dois membros do governo de Donald Trump: o secretário do Tesouro, que foi quem aplicou a Magnitsky, e o secretário de Estado, que foi quem aplicou as primeiras sanções junto com o presidente Trump. O secretário do Tesouro disse que a ação de quarta-feira segue a de suspensão de vistos pela cumplicidade nas ações de Moraes, e que o governo “continuará a responsabilizar aqueles que ameaçam o interesse dos Estados Unidos e as liberdades de nossos cidadãos”. Quem serão “aqueles”? O secretário de Estado, Marco Rubio, declarou que “togas não podem proteger quem atropela direitos”.
Por cumplicidade, agora fica mais claro que, naquele dia 18, além de Moraes, também devem ter perdido os vistos o presidente de Supremo, Luís Roberto Barroso; os ministros Edson Fachin, Dias Toffoli, Cristiano Zanin, Flávio Dino, Cármen Lúcia e Gilmar Mendes; e o procurador-geral da República, Paulo Gonet. E ainda faltam outros. O ministro Dino chegou a fazer ironia, disse que “não sei se o Mickey e o Pateta não vão sentir falta de mim” e que “se o preço for não conviver com eles, é um preço pequeno, perto da magnitude do que nós estamos tratando aqui”. Ele quis dizer que estava defendendo a democracia.
As pessoas querem saber se vai haver bloqueio de vistos ou Lei Magnitsky para mais autoridades. De fato estão faltando alguns nomes que têm ajudado ou se omitido diante da censura. Já se falou no ex-presidente do Senado Rodrigo Pacheco; em Davi Alcolumbre, atual presidente da casa; ou de Hugo Motta, presidente da Câmara. Mas isso é tudo especulação. Pior ainda é quando espalham histórias exageradas, como aquelas sobre Barroso e Moraes em Roma, ou dos filhos não sei de quem no consulado em Nova York. Aí não dá. Mas vamos esperar, porque, pela promessa dos americanos, ainda virão mais sanções. E, no Parlamento Europeu, também estão pedindo punições a Moraes, alegando que, a pretexto de defender a democracia, ele está destruindo a democracia no Brasil.
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Lula fala em defender a soberania, mas também precisa defender a Constituição
O presidente Lula fala tanto em “defender soberania”. Ele tem mesmo de defender a soberania, mas em primeiro lugar precisa defender o juramento que ele fez no dia da posse, perante o Congresso Nacional. Ele jurou proteger a Constituição, mas até agora não protegeu; todos estão vendo cláusulas pétreas fundamentais sendo desrespeitadas, mas o presidente da República finge que não vê. E não só ele: a mídia tradicional, a OAB, o presidente do Senado, o presidente da Câmara, todos fingem que não percebem o que está acontecendo.
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Audiência de custódia definirá futuro de Carla Zambelli
Carla Zambelli está detida em um presídio feminino em Roma e, na sexta-feira, haverá uma audiência de custódia. A prisão pode ser relaxada, desde que ela tenha endereço certo e se comprometa a responder. Mas podem resolver abrir um processo de extradição, e então ela ficaria detida, para não haver risco de fuga. Tudo depende da avaliação que será feita nessa audiência de custódia.
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Copom mantém Selic em 15% para contrabalançar gastança do governo
Pela primeira vez em dez meses, o Copom manteve a taxa básica de juros em 15%, depois de várias altas. A Selic já foi maior: em 2006, no primeiro governo Lula, chegou a 15,25%. Naquela época a situação também estava difícil; o governo Lula sempre foi gastador, e acaba forçando o Banco Central a manter os juros altos para proteger a moeda, o que é a sua obrigação.



