Arquivo diários:1 de julho de 2025
DEU NO X
SEVERINO SOUTO - SE SOU SERTÃO
O LIMÃO
COMENTÁRIO DO LEITOR
GRANDE EVENTO
Comentário sobre a postagem O NÍVEL DO JORNALISTEIRISMO ESQUERDÓIDE
Mauro Pereira da Silva:
A mídia nefasta tenta implantar a narrativa de que o presidente Bolsonaro está perdendo a capacidade de mobilização.
É aí que mora o mais fragoroso engano dos esquerdistas.
Não há desmobilização por falta de liderança, ao contrário. as pesquisas mostram isso.
O que está acontecendo é só reflexo do medo da repressão quase bárbara dos representantes do poderes judiciário e executivo, que conta com o apoio arrogante e descarado de uma imprensa que agoniza sob o jugo de militantes de redação disfarçados de jornalistas.
A perseguição imposta à direita, principalmente ao seu principal líder, me faz acreditar que o número de pessoas ontem foi extremamente significativo.
Na minha humilde opinião, foi, se não a maior, a mais importante concentração de conservadores em defesa de seus ideais.
Os grandes soberanos não esperavam que o evento conseguisse reunir um número tão expressivo de “pequenos tiranos”.
DEU NO JORNAL
TUDO CERTO: SEM “CUSTOS ADICIONAIS”
DEU NO X
É SÓ EXPULSAR A ESQUERDA
🚨URGENTE – Argentina se torna o país mais seguro para se viver na América do Sul! pic.twitter.com/E2U3IDmZse
— SPACE LIBERDADE (@NewsLiberdade) June 30, 2025
ALEXANDRE GARCIA
MAIS UMA VIAGEM PARA ESCAPAR DOS PROBLEMAS QUE ELE CRIA NO BRASIL
Todos sabemos que Lula está se dedicando mais às viagens internacionais. Talvez seja uma forma de descansar dos problemas internos que ele não consegue resolver – problemas esses que foi ele mesmo quem provocou, é preciso que se diga; os problemas não caíram do céu, nem foram inventados pelo Haddad, nem pelo povo brasileiro. Aliás, o povo brasileiro está é frustrado, depois de tantas promessas não cumpridas de picanha, e assustado com o desequilíbrio das contas públicas, porque no governo anterior isso não acontecia.
Lula vai para a reunião do Mercosul na Argentina, e depois haverá, no Rio, uma reunião esvaziada dos Brics, porque os dois principais integrantes não vêm. Vladimir Putin tem medo de ser preso – Lula deu garantias de que ele poderia vir, mas Putin não acreditou. E Xi Jinping também não virá, e ainda usou uma desculpa interessante: “incompatibilidade de agenda”. A revista The Economist, na edição desta semana, diz que Lula está se enfraquecendo internacionalmente, porque as pessoas já não estão mais acreditando nele como antes e porque ele se mobiliza contra o Ocidente; e também internamente, porque se mostra incapaz de resolver problemas.
* * *
Estados Unidos se cansaram de sustentar a OEA
Na assembleia geral da Organização dos Estados Americanos (OEA), o vice-secretário de Estado norte-americano, Christopher Landau, disse que o orçamento para a entidade está em branco. Os Estados Unidos descobriram que sustentam a OEA, mas são apedrejados por ela. E a OEA tem uma sede em Washington, muito bonita, luxuosa, grande, imponente, eu diria até faraônica. Mas Landau diz que a OEA não abriu a boca quando Nicolás Maduro fraudou as eleições para continuar a ser ditador da Venezuela; a OEA nem chama Maduro de ditador.
A ideologia da OEA está sendo ditada por Lula, que está puxando a Bolívia, a Colômbia de Gustavo Petro, o Peru, a Venezuela, os países caribenhos. Se os Estados Unidos sustentam a OEA, não há nenhuma razão para continuarem a bancar a entidade, porque assim o dinheiro dos EUA está sustentando indiretamente as políticas de Lula, de Maduro, de Petro, de Miguel Díaz-Canel, de Daniel Ortega. Estão fazendo os Estados Unidos e os contribuintes norte-americanos de bobos, sustentando um órgão que age contra os interesses dos EUA. É por isso que Marco Rubio, a pedido de Donald Trump, está fazendo uma revisão da participação norte-americana em todas essas instituições multilaterais. E digo isso lembrando que Trump entrou na Coreia do Norte e apertou a mão do ditador Kim Jong-un em 2019. Os norte-americanos são pragmáticos, mas não vão gastar dinheiro para sustentar discurso hostil.
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O ministro vai ajudar o governo no caso do IOF?
O caso do IOF agora está nas mãos de Alexandre de Moraes. Não sei o que ele fará, mas já contei aqui que no meu tempo de cobertura do Supremo (isto é, até 2005 mais ou menos), não entrava pedido nenhum de quem não tinha voto e perdia no Congresso; o Supremo respondia que não, que aquilo tinha de ser decidido no voto. Assim como foi decidido no voto esse desejo do governo Lula de tirar R$ 20 bilhões de quem mais precisa de empréstimos. O Ministério da Propaganda diz que estavam cobrando dos ricos, mas é mentira; estavam cobrando de quem precisa de empréstimo, que é quem paga o Imposto sobre Operações Financeiras. E quem mais precisa de empréstimo? O saldo devedor paga esse imposto, o uso de cartão paga esse imposto.
CORRESPONDÊNCIA RECEBIDA
JOÃO FRANCISCO – RIBEIRÃO PRETO-SP
CÍCERO TAVARES - CRÔNICA E COMENTÁRIOS
SPAGHETTI WESTERN – “SUBGÊNERO DO FAROESTE AMERICANO?”
Ou: “Uma nova maneira criativa de se fazer faroeste?”

Cenas características do spaghetti western
Surgido na Itália, o denominado spaghetti western, ou faroeste espaguete, faroeste macarrônico, ou bangue-bangue à italiana, foi um subgênero de filme de faroeste nascido na Itália no início dos anos 60 até o seu término nos anos 70, considerando-se o auge das grandes produções, que possuíam como características principais, diferenciadas dos faroestes americanos: um nível de violência mais explícito, os efeitos sonoros mais acentuados, os sons das armas mais ressoantes, os sons das cavalgadas dos cavalos mais esganiçados, assim como a utilização de imagens e símbolos religiosos – principalmente o católico – que eram mais explícitos.
Outros elementos de destaque são os tiroteios e a morte de vários personagens, por autoria do herói que faz justiça pelas próprias mãos ou quando é contratado por barões das ferrovias, da jogatina, contrabandistas de armas e de ouro, para matar desafetos. Incluindo-se aqui, também, os caçadores de recompensa. A presença constante do duelo, frequentemente no clímax do filme, é também outra marca registrada dos spaghetti western.
A música e os efeitos sonoros são outro ponto que se sobressaem no faroeste spaghetti. No subgênero, os diálogos são escassos e a trilha sonora é utilizada como elemento de construção da narrativa. E nesse cenário de valorização da música como fundamental para o clima de cada cena se destaca o maestro Ennio Morricone, o mais famoso compositor de músicas para o subgênero de todos os tempos. As composições dele foram pano de fundo para todas as produções de Sergio Leone. É dessa parceria entre o diretor e o compositor que nasceu a chamada Trilogia dos Dólares (Trilogia del Dollaro), composta pelos longas “Por um Punhado de Dólares” (Per un pugno di dollari, 1964), “Por uns Dólares a Mais” (Per qualche dollaro in più, 1965) e “Três Homens em Conflito” (Il buono, il brutto, il cattivo, 1966). A trilogia é uma das mais marcantes do spaghetti western e da obra-prima “Era Uma Vez No Oeste” (Once Upon a Time in the West). Os filmes, todos dirigidos por Sergio Leone e com as trilhas marcantes de Morricone, são responsáveis por retratar um velho oeste totalmente novo, repleto de detalhes e uma visão real da violência presente no faroeste.
Com um orçamento pífio nas mãos, mas com faro de gênio, o diretor Sergio Leone reinventou o western na Itália com um filme de baixo orçamento: “Por um Punhado de Dólares” (1964). Embora não fosse o primeiro western italiano, a abordagem de Sergio Leone foi única. O filme logo se tornou um tremendo sucesso na Itália e fez do ator Clint Eastwood uma estrela. Por isso é que o diretor Sergio Leone está para o western spaghetti italiano assim como John Ford está para os filmes oeste americano.
Depois de alcançar o auge com “Era Uma Vez No Oeste” (1968), um dos melhores filmes de faroeste de todos os tempos, senão o melhor, o western spaghetti, assim como todo gênero cinematográfico da história do cinema, foi perdendo a majestade, e com a morte do genial diretor Sergio Leone e o não surgimento de outro gênio, houve uma pá de cal nas grandes produções.
Mais recentemente, uma nova geração de cineastas foi responsável por redescobrir o subgênero e fazer referências a ele em suas produções. Um representante importante nesse movimento é Quentin Tarantino. Músicas de Ennio Morricone compostas para a Trilogia de Dólares estão presentes no filme Kill Bill: Volume 2 (2004). Outra homenagem clara é o longa, Django Livre (Django Unchained, 2012), produzido em referência à obra máxima do diretor Sergio Corbucci, o longa Django.
Mesmo com as produções de um diretor renomado como Quentin Tarantino trazendo a marca spaghetti western de volta às telonas e grandes diretores – como Martin Scorsese e Steve Spielberg – confirmando sua admiração por Sergio Leone, o faroeste italiano caiu no esquecimento. Apesar de Sergio Leone ser reconhecido pelos espertises do gênero como o maior cineasta spaghetti de todos os tempos, suas obras que antes eram aguardadas como a macarronada de domingo, ficaram esquecidas como um velho livro de receitas que ninguém quase não mais consulta para fazer deliciosos bolos de bacalhau para serem degustados com 51, somente os admiradores de bom gosto da velha guarda e os jovens inteligentes aficionados pelo gênero, apreciam.
Como Surgiu o Faroeste Spaghetti?
PENINHA - DICA MUSICAL

