DEU NO X

CORRESPONDÊNCIA RECEBIDA

JOÃO LOVER – ARACAJU-SE

Um livro ao encontro das pessoas interessadas pelo texto

Esta obra (452 páginas, 22,5cm x 15,5cm) foi pensada no sentido de mostrar caminhos pelos quais deve enveredar quem se aventura com o texto.

O(A) estudioso(a), o escritor, o revisor, o professor, o jornalista, o jurista, o historiador, o curioso etc. comigo participa de uma abordagem diferenciada sobre fatos textuais.

Disponho a você o que não se encontra em qualquer manual, trabalhamos exaustivamente conceitos e exemplos; e você fica contemplado(a) com as explicações (comentários).

Também contesto afirmações e exemplos apresentados equivocadamente por teóricos abalizados. Sobre o tema REVISÃO DE TEXTO, nota-se pouca literatura produzida no Brasil.

Expus uma parte essencial discutida com profundidade, trazendo soluções e dizendo o porquê delas. Não existe a fórmula mágica para o sucesso, mas todos e todas podem conhecer e aprender a técnica, que é instrumento fundamental para a expressão.

COERÊNCIA E COESÃO é o segundo tema exposto.

São duas propriedades primordiais do texto também debatidas detalhadamente. Trabalhamos fatores e tipos de coerência. Com o texto, reforço que lidamos com lógica, significado e sentido. Você perceberá que é imprescindível saber sintaxe gramatical.

Com o terceiro tema: ESCREVER: TÉCNICA E ARTE, apresento elementos com os quais se envolve o escritor (com mais ou com menos habilidade): vamos interagir sobre leitura, pensar, estilo e originalidade, inspiração e criação, ritmo e sonoridade, pesquisa e convivência com o texto, imagens, interpretação…

O que o escritor deve buscar?

Expressar-se inteligentemente, construir um texto inteligível, não cansativo e agradável aos ouvidos. Creio que vamos travar uma boa discussão. Se você já sabe, bom! Acrescentar algo ao seu conhecimento valida o meu compartilhar!

XICO COM X, BIZERRA COM I

TOMAI E BEBEI

A história revelada ao mundo nem sempre corresponde aos eventos realmente acontecidos. Prevalece, sempre, a visão do vencedor em detrimento da versão dos que perderam. Conta-se (fato omitido por Borges Hermida e outros historiadores didáticos brasileiros) que durante a primeira missa, um índio, incomodado com o olhar insistente e lascivo de um padre – ajudante do bispo Sardinha, dirigido à sua Índia, bela e despida, matou-o com golpes de crueldade excessiva. Depois, procurou o sacristão para confessar seu hediondo crime mas terminou com ele trocando seu belo cocar de penas coloridas por uma garrafa de licor de jenipapo, sorvido de um único gole. Dizem as más línguas que desse episódio resultou a simpatia de nossos habitantes primitivos pela bebida alcóolica produzida pela fermentação de açúcares contidos em frutas, grãos ou caules como, no nosso caso, a cana-de-açúcar. Em função da descoberta então surgida saíram a plantar cana-de-açúcar em todo pedaço de chão, contribuindo, dessa maneira, para a expansão econômica de nosso País. À parte o procedimento condenável do índio ciumento, louve-se a visão empresarial de seu povo e o empreendedorismo daquela coletividade indígena ao perceber o potencial econômico que a cachaça agregaria ao nosso território. Sem esquecer a alegria e felicidade que ela proporciona a quem dela se utiliza para tornar a vida mais amena e feliz. Fala-se, até, que o Bispo Sardinha, em suas celebrações, entornava um cálice repleto daquele licor de jenipapo, generosamente dosado com nosso etanol, extraído da mais qualificada cana de açúcar local, ao invés do bom e tradicional vinho português. Desde aquela época, já não se discutia questão de gosto. Principalmente de um Bispo, líder religioso daquela gente de um Brasil antigo.

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PENINHA - DICA MUSICAL