DEU NO JORNAL

COMENTÁRIO DO LEITOR

A OBRA DE PATATIVA

Comentário sobre a postagem POEMAS DE PATATIVA DO ASSARÉ

Jairo Juruna:

Excelente postagem!

Patativa do Assaré apresentou em sua obra a vivência sertaneja com diferentes formas de linguagem, criando uma poesia que refletia os valores e as lutas de seu povo.

Este poema O POETA DA ROÇA, por exemplo, tem uma linguagem mais próxima do linguajar matuto do que a linguagem empregada no poema ARTE MATUTA, sendo este último um belíssimo texto que fala, entre outros encantos da natureza, do canto dos pássaros (à propósito, Patativa é nome de pássaro).

A linguagem de Patativa do Assaré, tanto matuta quanto culta, refletia seu talento em dialogar com diferentes públicos.

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Patativa do Assaré deixou bem claro, muitas vezes, que o poder do povo é  enorme' - Brasil de Fato

Antônio Gonçalves da Silva, o Patativa do Assaré (1909-2002)

DEU NO JORNAL

E O ROMBO SÓ AUMENTA…

O governo Lula (PT) tomou dos brasileiros R$ 3,98 trilhões em impostos em 2025, segundo o Impostômetro da Associação Comercial de São Paulo.

É o maior valor de todos os tempos.

10,56% a mais que 2024.

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Repetindo:

O maior  valor de todos os tempos.

É pra arrombar a tabaca de Xolinha!!!

Palmas pra quem fez o L.

E mais palmas pra quem ainda tem a cara de pau de defender essa zorra que foi instalada na republiqueta brasílica.

A cachorra Xolinha de tabaca arrombada com os tri, tri, tri, trilhões tomados dos brasileiros

CORRESPONDÊNCIA RECEBIDA

DEU NO JORNAL

SEGUIMOS DE PÉ: QUE VENHA 2026!

Nikolas Ferreira

2025 foi duro para o Brasil, entre tirania e má gestão, mas também trouxe família, vitórias, trabalho e fé renovada para enfrentar 2026

A frase “No Brasil se morre de tudo, menos de tédio” nunca fez tanto sentido quanto em 2025. Foram inúmeros desafios, diversas injustiças e a confirmação de que “fazer o L” foi catastrófico para o país. Motivos para desânimo não faltam, especialmente com a tirania sufocando a democracia, mas gostaria de aproveitar este texto, em específico, para mencionar coisas positivas e agradecer por tudo o que aconteceu.

Primeiramente, não posso deixar de mencionar a alegria de receber mais um dos melhores presentes que Deus poderia me dar: o nascimento da minha segunda filha, Serena. Tornar-me pai, sem dúvida, foi um dos acontecimentos mais especiais da minha vida, e ter essa oportunidade mais uma vez é indescritível. A reação da Aurora ao ver a irmã pela primeira vez ficará para sempre em minha memória. Aliás, minha primogênita também ganhou mais um priminho neste ano, o Benício, meu mais novo sobrinho. Filhos são bênção, e minha família certamente foi muito abençoada neste ano.

No âmbito político, mais uma vez consegui estar presente em todas as regiões do Brasil, em diversos eventos. Conheci mais pessoas, mais sotaques e as diferenças de cada local sob vários aspectos. Em Minas Gerais, também pude visitar cada parte do meu estado, coletando demandas e anunciando melhorias e recursos empenhados no Sul, Centro-Oeste, Mucuri e Jequitinhonha, Norte, Zona da Mata, Triângulo, Alto Paranaíba, RMBH e Vale do Rio Doce.

Ainda em janeiro, fui presencialmente ao Vale do Aço, onde vi de perto os estragos causados pelos temporais na região, ouvi a população local e conseguimos ajudar de várias formas, desde a liberação do FGTS aos afetados até a doação de roupas, mantimentos e carne, que a empresa de um dos meus seguidores se disponibilizou a enviar.

O trabalho de base, claro, jamais pode ser deixado de lado. Junto a Ana Campagnolo, lancei mais dois livros, “Ele é Ele” e “Ela é Ela”, aprofundando debates sobre identidade, cultura e valores. Além disso, realizei inúmeras palestras em todo o Brasil, dialoguei com pessoas de todas as idades, conversei com a juventude, lideranças locais e formadores de opinião, reforçando que o trabalho mais importante, embora de longo prazo, é a disputa cultural.

Nas redes sociais, alcançamos milhões de pessoas com vários vídeos que viralizaram, como os sobre o 8 de janeiro, a anistia, o roubo do INSS, a adultização infantil e o famoso vídeo do PIX, que quebrou recordes mundiais e atingiu a marca de 341 milhões de visualizações em apenas uma rede social. Além disso, estive em praticamente todas as manifestações e atos políticos nacionais, participando inclusive, no mesmo dia, aqui em Minas Gerais e em outros estados, como São Paulo e Rio de Janeiro, onde pude traduzir, nos discursos, o sentimento dos brasileiros.

No âmbito internacional, participei de podcasts nos Estados Unidos, nos quais destaquei que, para além da interferência de outros países no Brasil, os brasileiros deveriam lutar pela própria liberdade. Visitei e discursei em El Salvador, país no qual aprendi sobre estratégias, erros e acertos para que a segurança pública pudesse melhorar e, por último, fui convidado para uma participação na mídia francesa Frontières, oportunidade em que comentei a tentativa de censura sofrida por eles por meio da perseguição do Sleeping Giants.

Agradeço muito a todos vocês também por todas as conquistas pessoais que obtive em 2025. Fui reconhecido como o político mais bem avaliado pelo povo brasileiro em mais de uma ocasião, além de ter recebido dois prêmios do Congresso em Foco: o de melhor deputado federal de Minas Gerais e o de melhor deputado do Brasil na Câmara Federal.

No campo da comunicação, fui apontado como o maior influenciador de notícias do Brasil, segundo o Reuters Institute, e alcancei o posto de terceira personalidade mais influente do Instagram, ficando atrás apenas de Neymar Jr. e Virgínia.

Sinto que consegui equilibrar ao máximo o trabalho com as demandas familiares, ainda mais importantes, já que não se consegue mudar nada para melhor no Brasil sem antes dar exemplo dentro de casa. Também não deixei de lado as famosas “peladas com os amigos” na favela onde nasci. A virada do ano passei no melhor lugar possível: na casa de Deus, agradecendo por tudo o que conquistei, muito mais do que sonhei, e por tudo o que ainda está por vir.

As eleições ocorrerão no fim do ano, e temos missões importantíssimas em nossas mãos.

Meu maior desejo é que a honestidade seja o norte de cada voto e que, inclusive, aqueles que votaram no PT em todo o Brasil repensem com clareza diante da realidade, antes de destinarem novamente sua confiança a pessoas que não têm um compromisso legítimo com o povo.

Que Cristo abençoe cada um de nós e que você nunca se esqueça de que é por meio d’Ele, e não de qualquer outro — muito menos dos políticos —, que seremos salvos.

CARLOS EDUARDO SANTOS - CRÔNICAS CHEIAS DE GRAÇA

VINGANÇA SARAMALIGNA

Bento Carneiro, o vampiro brasileiro

Pra começar, devo advertir os leitores de que qualquer semelhança com “pessoa viva” terá sido de propósito.

No Brasil se implantou, há muito tempo, a caquistocracia. Nome feio danado! E o pior é o que ele exprime: o modelo de governo em que há predominância de pessoas com péssimas qualidades, sobretudo, a malandragem.

Caquistocracia indica “o governo dos piores”. Apareceu no século XVII para descrever a ascensão política de pessoas menos qualificadas e sem escrupulosos.

Inspirou-me um leitor de Fortaleza, que citou esse “palavrão”. É fácil entender, através da sátira, que o povo brasileiro apela para resolver os grandes problemas do nosso tempo, na boca da urna, demonstrando sua indignidade sob a aplicação do mote da piada e da gozação.

Em nosso caso, sem eleição, um “supra-juiz supremo” planeja, pelas interfaces, expandir seu desejo ainda mais abrangente e arrogante, ser o “Imperador do Brasil”. É a parte cômica e trágica em que vivemos e sofremos na realidade implantada no Brasil atual.

A “Sátira dos Poderosos”, desde os tempos de Aristóteles, rende bufonaria, a arte de penetrar nos bastidores e levantar o véu do indizível, sobremodo pondo à mostra as altíssimas e malandríssimas “despesas sigilosas”, a serem ocultas por um século.

Constata-se que no mundo todo, os comediantes se arvoram ao direito de ascender ao Poder Político, pela certeza de haver ganhos. E, em alguns casos, ocorre somente por simpatia do povo, pela falta de um dedo da mão, pela mentira repetida, pelas falácias ou pelos benefícios sociais. Nunca pela escolha consciente.

Os exemplos não são raros. Zelensky, ator cômico, em 2019, candidatou-se à eleição presidencial do país ucraniano e teve vitória esmagadora. Tiririca, nosso amável palhaço, foi outro exemplo, tornando-se o Deputado Federal mais votado do Brasil. Um certo jogador de futebol se elegeu Senador.

Há, outros – ainda mais intrigantes – que pelos apelidos se celebrizaram, nas urnas, no plenário do Congresso e nas Planilhas da Odebrecht, que aqui aparecem misturados, conforme o Google, onde pesquisamos a matéria:

Pastora, Rei, Capitão, General, Lindinho, Amante, Drácula, Caranguejo, Atleta, Astronauta, Quaquá, Roxinho, Clesinho, Esquálido, Índio, Boca Mole, Babel, Kajuru, Bia, Avião, Gremista, Belém, Botafogo, Nervosinho, Baianinho, Barrigudo, Cu de Calango, ou seja: apelidos de eleitos e de qualificados na Operação Lava Jato.

Pelo que se vê, daqui há alguns anos devemos eleger vários personagens de Chico Anísio e avacalhar o Brasil por inteiro, começando pelo “Bento Carneiro – o Vampiro Brasileiro”.

Comecemos, portanto, a metralhar essa “esculhambação jurídica”, aplicando a tal “Vingança Saramalígna”, pra derrubar toda essa caquistocracia brasileira. Que nosso próximo presidente, se não for um Bolsonaro, seja reencarnado como gente, o falecido Bento Carneiro.

PENINHA - DICA MUSICAL

RODRIGO CONSTANTINO

FELIPE MARTINS PRESO: COMEÇO SÁDICO

Ano Novo é tempo de reflexão, serve para “zerar a pedra” e recomeçar, avaliando o que fizemos de errado e o que pretendemos mudar. Mas certas coisas nunca mudam. O sadismo de Alexandre de Moraes, por exemplo. O ministro, que esteve circulando com boné e óculos escuros por Dubai, começou 2026 com o mesmo sentimento de vingança com o qual terminou 2025.

Filipe Martins foi para regime fechado por sua decisão. O ex-assessor de Jair Bolsonaro não cometeu qualquer crime, mas tem sido perseguido por Moraes de forma doentia. É responsabilizado agora por ações de terceiros, o que é típico de regime comunista totalitário. Moraes destila seu ódio contra Martins, sem qualquer respaldo jurídico.

Ana Paula Henkel comentou: “Alexandre de Moraes conseguiu o que sempre desejou ardentemente: colocar Filipe Martins em prisão fechada. Vingança pessoal, perseguição implacável e abuso de poder disfarçado de justiça. Carrasco disfarçado de ‘juiz’ – exatamente como nas piores páginas da humanidade”.

O deputado Marcel van Hattem também analisou a decisão: “Li a decisão. Alexandre de Moraes, o da esposa com contrato de R$ 129 milhões com banqueiro enrolado, mandou prender Filipe Martins admitindo que quem acessou seu LinkedIn pode ter sido sua defesa. Isso mesmo! Moraes mandou pra cadeia alguém por uma ação de seu advogado. OAB?”

O deputado Nikolas Ferreira foi direto ao ponto: “Enquanto Jair Bolsonaro enfrenta 153 dias de um cárcere severo, com a saúde debilitada e restrições que impedem até o contato familiar básico, a tirania de Alexandre de Moraes inova no absurdo ao prender Filipe Martins por conta de uma suposta pesquisa no LinkedIn. É a falência do sistema ver alguém ser encarcerado por uma denúncia de uma suposta busca, mesmo cumprindo todas as cautelares a ele impostas há mais de 560 dias. Repito: Ou o Senado retira Alexandre de Moraes, ou essas perseguições não terão fim”.

O advogado de Filipe, Jeffrey Chiquini, concluiu o óbvio: “Filipe Martins acaba de ser preso preventivamente sem motivo algum. Filipe foi preso pelo que é e pelo que representa, e não pelo que fez. É, oficialmente, um preso político”. Presos políticos, desnecessário dizer, só existem em regimes de exceção, em ditaduras.

O jornalista Glenn Greenwald, com viés de esquerda, também apontou o absurdo da prisão: “Há muito tempo é óbvio que Alexandre de Moraes tem uma obsessão bizarra por Filipe Martins. Todos assistiram enquanto Moraes o prendia por 6 meses com base em uma falsidade completa: que ele saiu do Brasil em 2022 e depois ‘desapareceu’ (uma mentira óbvia para qualquer um que analisasse as provas por pelo menos 10 minutos). Agora, ele o prendeu por supostamente usar o LinkedIn. Tudo porque um homem ressentido – demitido por Bolsonaro em março de 2019 –, alegou que Martins usou o LinkedIn para ver seu perfil, embora existam muitas maneiras de isso acontecer sem que a pessoa tenha realmente usado a plataforma. A esquerda e grande parte do establishment brasileiro decidiram que prender Bolsonaro e seus principais aliados era uma ‘causa tão nobre’ que nada poderia limitar essa missão: nem a Constituição, nem a lei, nem o devido processo legal, nem as provas. Eles são os mesmos que criaram o monstro tirânico que agora tentam desesperadamente domar”.

O caguete que denunciou Martins para o gabinete de Moraes foi o coronel aposentado Ricardo Wagner Roquetti, que ocupou uma diretoria no MEC durante o governo Bolsonaro. Ele protagonizou embates com nomes ligados a Olavo de Carvalho que ocupavam cargos no governo. Filipe Martins representa justamente o olavismo no governo Bolsonaro, e por isso tem sido tão perseguido. Ele simboliza uma ideia que é considerada intolerável para o sistema.

Podemos fechar com o próprio Olavo, portanto: “Inveja diabólica e ódio assassino são os únicos sentimentos na alma de um comunista, sempre camuflados sob uma retórica de belos ideais humanitários”. Tipo “salvar a democracia”…

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