José Romeiro, um comerciante de Natal, gostava muito de música e era um pesquisador nato da música antiga, especialmente da “modinha”. Também sabia dedilhar um violão, e gostava de se acompanhar cantando. Indiscutivelmente, tinha cultura musical e fazia questão de dizer. Não esperava elogios. Ele mesmo elogiava a si próprio, pois gostava de propagar as suas boas qualidades. Chegou a publicar uma coletânea de modinhas, focalizando antigos compositores do cenário musical brasileiro. Não tinha formação acadêmica, mas era metido a sabichão.
Desprovido de qualquer modéstia, dizia, abertamente, que se considerava o homem mais inteligente de Natal. Mesmo sendo um homem íntegro, essa sua vaidade o tornava extremamente antipático aos olhos das pessoas ligadas à intelectualidade da cidade. Isso também incomodava os seus próprios amigos.
Estavam se aproximando as festas de Natal e Ano Novo. Findava a década de 60 e iria começar a década de 70. As pessoas crédulas aguardavam, com ansiedade, as previsões dos videntes, sobre os acontecimentos que atingiriam a vida da cidade e do país, no novo ano.
Uma conhecida vidente de Natal, “Mãe Jacinta”, que morava no bairro das Rocas, fez suas previsões para o novo ano, e o principal jornal da cidade publicou a sua entrevista. Entre as previsões estava escrito que, logo no primeiro semestre, morreria em Natal um grande vulto, a maior cultura do Rio Grande do Norte, uma das figuras mais ilustres da cidade. A notícia publicada no jornal se espalhou. A repercussão foi grande, e virou assunto principal em todos os lugares da cidade, inclusive nas mesas de bar. A vidente deixou claro que o óbito do grande homem ocorreria em Natal mesmo.
Não deu outra coisa…José Romeiro tomou para si a previsão de “Mãe Jacinta”, e entrou em pânico. Antes que se cumprisse o agouro, preparou as malas e viajou, imediatamente, com a família, para o Rio de Janeiro. Só voltou a Natal no final do ano de 1970.
O conselheiro de Segurança Nacional da Casa Branca, Jake Sullivan, em foto de dezembro de 2023: EUA esperarão até abril para decidir se restabelecerão sanções ao setor de petróleo da Venezuela
Ninguém que tenha os dois pés na realidade espera que as eleições presidenciais venezuelanas de 2024 sejam livres e justas. O ditador Nicolás Maduro já conseguiu que a principal candidata da oposição, María Corina Machado, permaneça impedida de concorrer, e agora o chavismo corre para realizar as eleições o mais cedo possível para resolver logo a questão. No entanto, mesmo que o ditador já tenha dado inúmeras demonstrações de que o acordo assinado em Barbados, em outubro do ano passado, era apenas uma de suas chicanas para ganhar tempo, os norte-americanos ainda hesitam em fazer o certo e não deixar que Maduro continue se beneficiando de contrapartidas oferecidas por algo que o caudilho bolivariano não entregou.
Nesta quarta-feira, o assessor de Segurança Nacional da Casa Branca, Jake Sullivan, afirmou que o governo norte-americano esperará até abril para decidir o que fazer. “Essa decisão dependerá do que o presidente venezuelano, Nicolás Maduro, fizer até lá para cumprir seu compromisso de realizar eleições livres e justas este ano”, disse Sullivan, acrescentando que “as licenças que concedemos para o alívio das sanções expiram em abril. Nesse momento, veremos em que pé estamos com relação ao regime de Maduro e se ele está cumprindo seus compromissos, e então tomaremos nossas decisões sobre como proceder a partir daí”. Sullivan, na verdade, estava apenas repetindo o que o porta-voz do Departamento de Estado, Matthew Miller, havia dito no fim de janeiro ao afirmar que “o alívio para os setores de petróleo e gás da Venezuela será renovado em abril somente se os representantes de Maduro cumprirem seus compromissos”.
Este apego aos prazos não tem lógica alguma. Primeiro, porque Maduro já não merece nenhum voto de confiança: ele não fez nenhum movimento no sentido de permitir eleições livres e limpas, e em vez disso trabalha ativamente para sufocar a oposição, por meio de decisões de um Judiciário totalmente aparelhado. Segundo, porque os Estados Unidos até responderam à confirmação da inabilitação de María Corina, mas restabeleceram apenas as sanções sobre o setor de ouro. Ora, se a medida norte-americana é um reconhecimento de que Maduro não cumpriu sua parte do acordo, que sentido faria esperar até abril para retomar todas as sanções, deixando intacto até lá o setor de petróleo, muito mais importante para a economia venezuelana?
A confirmação do veto ao nome de María Corina como candidata legítima da oposição despertou reação em outros países – o Brasil de Lula, vergonhosamente, preferiu criticar a retomada parcial das sanções norte-americanas –, blocos e organizações internacionais. O Parlamento Europeu, por exemplo, prometeu não reconhecer o resultado da eleição caso María Corina não possa concorrer. No entanto, é preciso lembrar que a União Europeia (da qual o Parlamento Europeu é o braço legislativo) já abandonou os líderes democráticos venezuelanos uma vez: a UE chegou a reconhecer Juan Guaidó como presidente legítimo da Venezuela em 2019, mas retirou esse reconhecimento em 2021, após os deputados eleitos para a Assembleia Nacional em 2015 prorrogarem os próprios mandatos em resposta a uma eleição legislativa fraudulenta que teve “vitória” chavista.
Eis o drama da população venezuelana: desarmada e enfraquecida, ela depende da pressão internacional para que Maduro comece a agir em sentido contrário ao seu impulso de consolidar o próprio poder. As democracias do Ocidente, no entanto, agem com hesitação, enquanto as autocracias mundo afora não pensam duas vezes antes de ajudarem-se umas às outras, inclusive trabalhando para contornar sanções econômicas. Maduro já quebrou o acordo de Barbados, e cada dia em que a Casa Branca permita ao setor petrolífero venezuelano seguir fazendo negócios com os Estados Unidos é um dia em que a ditadura se fortalece. Nesse ritmo, os chavistas poderão descrever suas eleições da mesma forma como os russos se referiram ao próprio pleito presidencial, marcado para março: uma “burocracia cara” com vencedor pré-definido.
O discurso de Lula (PT) no Cairo, mentindo sobre sua posição no conflito em Gaza, “foi uma surpresa negativa até para os egípcios”, vítimas de atos terroristas do Hamas, como explicou o senador Carlos Viana (Pode-MG). Presidente do Grupo Parlamentar Brasil-Israel, ele vê o Brasil “cada vez mais alinhado aos anões diplomáticos”, países “que estão fora do eixo de desenvolvimento”, como Irã e África do Sul. Diante do ditador Abdul Fatah Khalil Al-Sisi, Lula contou lorota, dizendo que o Brasil “condenou de forma veemente os atos terroristas”, o que não é verdade.
Lula jamais responsabilizou o Hamas pela execução covarde de mais de 1.300 pessoas, incluindo crianças e idosos. E quatro brasileiros.
“Muito mal orientado por Celso Amorim”, afirmou Viana, para quem Lula apequena o Brasil. “É lamentável a fata de conhecimento do presidente”.
Lula não sabe que o governo do Egito tem horror ao Hamas, em razão atrocidades dos terroristas no país, e mantém relações com Israel.
Em vez de o Brasil estar entre países que querem a paz e reconhecem o direito de defesa de Israel, pontua o senador, “Lula apequena o país”.
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A expressão “o que não é verdade”, se referindo à fala de Lula, e contida no primeiro parágrafo dessa nota aí de cima, é uma constatação irrefutável.
É o óbvio ululante.
Nada, absolutamente nada que o Ladrão Descondenado excreta pela boca tem alguma coisa a ver com a realidade.
E o pior de tudo é que existem descerebrados que acreditam nele.
“Tempus Veritatis”. Ache o controle. Voltando ao batente neste pós folia, no sacolejante busão lotado da linha Santo André-Jururubimbinha, nos deparamos com Ulisflávio lendo “Diálogo Sobre a Justiça”, de Platão. Ao lado dele, sua esposa, uma ruiva possuidora de todos os ‘atributos’ para um cabra não se cansar de pecar.
Sancho ‘bom de vara’ pescou em plena segunda carnavalesca, aqui no JBF, esta frase do aquário do tubarão Lacombe (O BLOCO DOS SUJOS DA IMPRENSA, by Luís Ernesto Lacombe): ‘A dura realidade é que o país está bêbado, esbagaçado, pisoteado, largado num canto, e isso parece não ofender ninguém”.
Fudêncios e Fudências de meu brésil varonil. El 13 de febrero se celebró el Día Internacional del Preservativo. “Siempre de moda”: el “primero” fue hecho con tripas de animales. Bangkok, la capital de Tailandia, cuenta con su propio Museo del Condón.
The killed, the killer… Cuidado para vc não se phodder. Día del Preservativo: el 98% de los nuevos casos de AIDS son por relaciones sexuales sin protección – Es el método más sencillo y eficaz para evitar embarazos no deseados y más de 20 infecciones de transmisión sexual. Así lo confirma la experiencia de la AIDS Healthcare Foundation. E com a esposa pode-se e phodde-se sem preservativo? Ulisflávio Pinto Aguiar e Paullynelly Mell Pinto Aguiar comemoram o décimo aniversário de casamento deitados na alcova. Ela sente a mão de Ulisflávio acariciando seu ombro. Ela: “Ah, que sensação gostosa!” A mão dele passando por seus seios. Ela: “Nossa, querido, isso é maravilhoso!” A mão dele passando entre suas coxas. Ela: – Oh, amor, não pare! Mas Ulisflávio para. Ela: – Por que você parou??? Ele: – Achei o controle remoto.
Queria Ulisflávio assistir o desfile carnavalesco da Vai-Vai (Grêmio Recreativo Cultural e Social Escola de Samba Vai-Vai). Voando pela janela ‘foi-foi’ a tv e o controle, arremessados por uma furiosa Paullynelly, indo cair do décimo andar sobre o Mercedes-Benz 300 SLR “Uhlenhaut Coupe” 1955, do senhor Melquisedeque, o síndico. ‘Vai-vai’ ficar muito caro o arremesso.
Por acaso, surpreendo-me no espelho: quem é esse Que me olha e é tão mais velho do que eu? Porém, seu rosto…é cada vez menos estranho… Meu Deus, Meu Deus…Parece Meu velho pai – que já morreu! Como pude ficarmos assim? Nosso olhar – duro – interroga: “O que fizeste de mim?!” Eu, Pai?! Tu é que me invadiste, Lentamente, ruga a ruga…Que importa? Eu sou, ainda, Aquele mesmo menino teimoso de sempre E os teus planos enfim lá se foram por terra. Mas sei que vi, um dia – a longa, a inútil guerra!- Vi sorrir, nesses cansados olhos, um orgulho triste…
Mário de Miranda Quintana, Alegrete-RS (1906-1994)
A fuga vexatória e inédita de dois bandidos do presídio de “segurança máxima” em Mossoró pode render a primeira convocação do petista Ricardo Lewandowski, ministro da Justiça, para depor no parlamento.
Informações preliminares apontam que simplesmente pularam a cerca, durante o horário de banho de sol, e fugiram de um presídio federal de “segurança máxima”, pela primeira vez na História.
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Em se tratando de coisa boa pra bandido, incluindo escapar de um presídio de “segurança máxima”, há total coerência com esse governo.
A administração petralha, tanto a estadual do Rio Grande de Norte, quanto a federal do Ladrão Descondenado, defende com muito ardor as “vítimas da sociedade” reacionária e burguesa.
De modo que Lewão não vai ter dificuldade alguma pra se explicar quando for depor no parlamento.
Os coitadinho fugiram da cadeia pra se recuperar e levar uma nova vida, honesta e trabalhadora.
Pasmem!
Adjunto de Lewandowski disse em coletiva que prisioneiros fugitivos de penitenciária em Mossoró RN não irão oferecer risco a sociedade pic.twitter.com/O47ScXV3GC