Só entendendo a cronologia, segundo matérias da mídia amiga:
1 – março de 2023: Flávio Dino visita lideranças do Complexo da Maré, área dominada pelo Comando Vermelho;
2 – março de 2023: a dama do tráfico, Luciane Farias, esposa de um dos cabeças do Comando Vermelho, tem reunião a portas fechadas no Ministério da Justiça de Flávio Dino;
3 – abril de 2023: Flávio Dino nomeia o novo diretor do presídio de segurança máxima de Mossoró;
4 – setembro de 2023: Flávio Dino determina, pessoalmente, que os presos Rogério da Silva Mendonça e Deibson Cabral Nascimento sejam transferidos do presídio de segurança máxima do Acre para o presídio de segurança máxima de Mossoró;
5 – fevereiro de 2024: Rogério da Silva Mendonça e Deibson Cabral fogem do presídio de segurança máxima de Mossoró, abrindo um buraco no teto de uma cela de segurança máxima (alvenaria reforçada), sem serem vistos por ninguém.
Estima-se que o buraco demoraria 5 anos para ser feito em condições normais, caso os detentos não quisessem chamar a atenção com o barulho e com a ocultação do entulho.
Enquanto Lula usava seu avião privativo para o “tour” mundial do ano passado, com despesas sob sigilo, dados atualizados do Portal da Transparência federal apontam que o restante da atual administração seguiu o mau exemplo do chefe e bateu o recorde histórico de gastos com viagens: mais de R$ 2,12 bilhões em 2023.
Isso representa um aumento de 40% nas despesas com passagens e diárias de 2022.
Os impostos bancaram em 2023 mais de R$ 787 milhões em passagens e impressionantes R$ 1,33 bilhão com o pagamento de diárias.
Só as diárias de servidores no Lula 3, terceirizados e comissionados, representam mais que todo gasto com transporte do governo em 2020.
Dados preliminares apontam que em 45 dias de 2024, viagens custaram R$ 29 milhões: R$ 14 milhões em passagens e R$ 15 milhões em diárias.
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É de lascar!
São números inacreditáveis, impressionantes.
A querida cachorra Xolinha, mascote dessa gazeta escrota, ficou muito aperreada com essa história. .
A bichinha ficou de tabaca arrombada com estes valores piramidais citados na nota aí de cima.
Lula fez pose perto das pirâmides e contou lorotas no Egito e Etiópia, distribuindo palpites infelizes sobre a Faixa de Gaza, mas não se dignou a fazer apelos pela libertação do único brasileiro sequestrado pelo Hamas.
O petista poderia telefonar aos camaradas do grupo terrorista ou pedir em público a liberdade.
Não o comove nem mesmo o sofrimento da família, que não sabe se Michel Nisenbaum está vivo. É como se o governo considerasse que, por serem judeus, merecem dor e incerteza.
Michel Nisenbaum tem problemas que exigem cuidados intensivos, entre os quais diabetes e doença de Crohn.
A irmã e filha de Michel pediram e foram recebidas por Lula em 11 de dezembro. Ele faturou, divulgando a visita. E não fez nada a respeito.
São conhecidas as afinidades políticas de Lula com o Hamas, que até saudou sua eleição no site oficial do grupo terrorista.
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Esperar uma atitude decente ou coerente desse sujeito é tempo perdido.
Vamos rezar e torcer para que o único brasileiro preso pela grupo terrorista apoiado por Lula, tenha um final feliz neste bárbaro enredo.
Esse ladrão mentiroso apoia abertamente o Hamas, que parabenizou a eleição do bandido em sua página.
O ministro Ricardo Lewandowski (Justiça) viveu experiência inédita nesta quinta (15).
Como nunca o fez antes, mesmo após polêmicas decisões no STF, ele tentou explicar o inexplicável: que prisões federais de “segurança máxima”, ao menos no Brasil, não são tão máximas assim.
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Nada de espanto, nada de anormal.
Explicar o inexplicável é uma tarefa perfeitamente coerente para um ministro que sempre foi militante petralha.
Ao me aprofundar no estudo do livro: “Memorial do Mundo Novo”, com 293 páginas, escrito pelo nosso Editor Luiz Berto, produzido pela Editora Bagaço, lançado em 2008, fiquei imaginando quantos fatos da História do Brasil me foram ocultados durante os cursos Primário e Secundário.
Apreciador da historiografia pátria, tenho procurado me assenhorar de detalhes interessantes de alguns fatos, a partir da fase do descobrimento, e de certo modo, sobre Invasão Holandesa e as Revoluções de Pernambuco, notadamente sobre os bastidores desses acontecimentos, fatos até desconhecidos por muitos leitores.
Procuro não deixar no esquecimento tão significativas páginas vividas na terra de Pernambuco, já que as escolas dos meus tempos não tiveram o cuidado de manter vivos tais acontecimentos, que agora, aqui e ali, reaparecem.
Desejo relembrar nestas crônicas os fatos registrados pelos historiadores de então, pois não foi pequeno o esforço de pesquisa de inúmeros outros historiadores, no sentido de gravar para sempre o que aconteceu nos anos que sucederam ao 1500, data oficializada para o nosso descobrimento.
E o nosso Luiz Berto o fez através de seu precioso romance histórico.
Por força do “Tratado de Tordesilhas” uma parte do Brasil foi destinada a Portugal – separada no mapa por uma linha vermelha – e somente o restante poderia ser explorado pela Espanha, na época conhecida como o Reino de Castela.
Vejamos o resumo do pouco conhecido documento:
Trata-se do registro de um acordo firmado entre os dois reinos – de Castela e Portugal – em 1494, que dividiu o mundo entre os dois domínios ibéricos, definindo os limites de exploração entre portugueses e espanhóis na América do Sul.
Lá vem Pinzon voltando à História!
Aquele herói ibérico foi o descobridor, de fato, do Brasil, tendo viajado por águas desconhecidas e cheias de armadilhas, com as ondas batendo forte no casco do seu navio e chegou aqui em primeiríssimo lugar.
Enquanto o Capitão Vicente Iañez Pinzon – segundo Luiz Berto – segurava com tanta força a corda que atravessava o tombadilho de seu navio o que lhe transtornou a face, dando-lhe expressão rude – pois amargava o terrível desconforto de uma inoportuna cólica intestinal; a popularíssima “dor de barriga” e seus “anexos”.
O mal que lhe tirava o humor, indicava convulsão nas tripas. O momento do Capitão Pinzon não era nada inspirador, pois, traques e ventosidades estrepitosas denunciavam os instantes extremos que vivia o Comandante. As dores se espalhavam em ondas por todo o seu abdômen e pelo “cano de escape” ouviam-se inoportunas flautulências.
Num momento de fuga, a passos largos, logo transformados em desabalada carreira, os marinheiros presenciam um acontecimento singular: vê-se o Comandante rumo ao cagador.
Em seguida ouve-se ele agradecer aos maiores do céu o fim do sofrimento; ao livrar-se das bostas e das pontadas que o castigavam seu ventre.
Sente-se vitorioso ao se livrar das bostas e logo retoma o pensamento glorioso de ter sido o primeiro espanhol a cruzar o Equador terrestre. Mas, como se não bastassem as atribulações da viagem, ainda sofria com pequenos relambórios da barriga. O fim de caganeira.
Mas, logo escuta um dos seus homens, do alto da gávea do seu navio, dar o célebre aviso de “Terra à vista!”.
Era a parte do Brasil que não poderia ser anunciada como “descoberta”, face à linha imaginária do “Tratado de Tordesilhas”, que abrangia boa parte do litoral brasileiro.
Era o atual Cabo de Santo Agostinho de onde o “olheiro” divisava a futura terra pernambucana. O fato logo aliviou o reboliço intestinal que fustigava a paciência do descobridor. Teria estufado o peito e gritado:
“Chegamos, felizmente sem traques e sem bostas!”
Voltamos às palavras do escritor do “Memorial do Mundo Novo”, nosso intrépido romancista, escritor, jornalista e tudo o mais que se refere às letras, Luiz Berto:
Mal sabia o Capitão que estava diante de uma insuperável coleção de “tretas do destino”, mesmo sendo qualificado como notável Comandante, designado por Sua Alteza Fernando III, o Rei de Castela. O pior: não se conforma com a imensa desdita de não poder anunciar ao Mundo Novo sua descoberta.
O fato, para mim mais significativo, foi lembrar que o Capitão espanhol Vicente Iañez Pinzon foi, de fato, o descobridor do Brasil, porque Pedro Álvares Cabral somente pisou na terra brasileira mais de dois meses depois.
Todavia, como no Brasil tudo é diferente, vê-se, na Wikipédia uma nota que afirma ter sido a comemoração do descobrimento há 522 anos, quando Cabral desembarcou em Porto Seguro, litoral da Bahia, em 22 de abril de 1500, tornando a região uma Colônia do Reino de Portugal.
Mas, segundo Luiz Berto, o Capitão Vicente Iañez Pinzon, mesmo se cagando e peidando adoidadamente, descobriu de fato o Brasil, pois dois meses antes aqui desembarcou.