O melhor da história é um só, Pelé! pic.twitter.com/e9bX0k0zSz
— Bruno Engler (@BrunoEnglerDM) July 19, 2026
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Kim Kataguiri (Missão-SP) registra que “Lula enganou” o povo com a lorota de que iria retirar a taxa das blusinhas, “foi apenas uma medida eleitoreira para ganhar popularidade”.
A cobrança volta em setembro.
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Que absurdo, sinhô Kim!!!
Deixe de invenção.
Dizer que “Lula enganou” é uma grande mentira.
Nosso sincero prisidente nunca enganou ninguém.
Ele sempre fala a mais pura verdade!!!
Peça desculpas.
O próprio governo Lula (PT) já admite oficialmente que vai gastar pelo menos R$ 22,6 bilhões a mais do que pode, em 2026.
A informação é do Portal da Transparência da Controladoria-Geral da União, que mantém dados atuais das receitas e despesas da administração federal petista.
Os números apontam: o governo Lula espera tomar dos pagadores de impostos R$ 6,34 trilhões, enquanto sabe que vai gastar R$ 6,36 trilhões.
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O verbo “tomar”, usado no último parágrafo dessa nota aí de cima, resume tudo.
Tomar, arrancar, puxar do bolso.
O ideal é que isso fosse apenas com quem fez o L.
Mas todo mundo vai ter que pagar esta conta estratosférica.

Lula fala em soberania e “guerra da verdade”, mas o Brasil segue perdendo talentos, competitividade e espaço no mundo
Está se discutindo a questão da soberania em meio ao bate-boca entre Lula e Trump. Vi um artigo em que Dagoberto Godoy, uma das principais lideranças da indústria no Rio Grande do Sul e ex-presidente da Federação das Indústrias, afirma: “Não tem soberania sem tecnologia”.
Fiquei pensando: nós temos um potencial enorme. Discutimos terras raras, mas temos matéria-prima para tudo e condições de desenvolver tecnologia a partir dos nossos próprios recursos. O Brasil tem de tudo.
Temos o PIX, o etanol, a Embraer e tantos outros exemplos. Temos muitos centros de excelência em ensino, como São José dos Campos e São Carlos, além de diversas faculdades e institutos.
Mas os cérebros…
Os bons cérebros do Brasil, os mais brilhantes, são disputados fora do país, e não aqui.
Esse é o problema. Lula fala em “soberania”. Na última sexta-feira, 17, ele disse que a guerra que vai travar com Trump é a “guerra da verdade”.
Parece piada pronta: Lula dizendo que é a guerra da verdade. Não sei de onde é que ele vai tirar a munição, né?
Ele mesmo já contou uma história, com Jaime Lerner ao seu lado, em que teria revelado que inventava números, como o de que havia “25 milhões de meninos de rua no Brasil”. Lerner teria respondido: “Ô, Lula, mas não pode ser, senão a gente não consegue nem entrar na rua”.
Lula teria dito: “Não, a gente inventa isso. O número a gente inventa”. Porque, como minha mãe dizia: “A verdade engatinha e as mentiras voam”, né?
Se fizermos uma comparação, podemos olhar para o Chile, como fez o ex-governador de Goiás Irapuan da Costa Júnior, mostrando as diferenças entre Brasil e Chile.
Só para entender: o Chile é uma “tripinha”, uma faixa estreita de terra que, de norte a sul, tem uma extensão maior que o Brasil. Só que é uma cordilheira dos Andes empurrando o país para o mar.
No norte, há deserto; no sul, geleiras. São cerca de dois mil vulcões ao longo do território, além de terremotos, tsunamis e maremotos.
Esse é o Chile. Agora, compare com o Brasil.
O Brasil tem cerca de 12 mil dólares de renda per capita; o Chile, 20 mil dólares. No Índice de Desenvolvimento Humano (IDH), o Brasil está em 85º lugar no mundo; o Chile, em 45º. No PISA, o Chile é o líder no continente latino-americano, enquanto o Brasil aparece na penúltima posição, à frente apenas da Venezuela.
É muito triste ver o nosso atraso.
O Chile tem três Prêmios Nobel; o Brasil, nenhum. A Argentina, que é vice no futebol, tem cinco Prêmios Nobel. O Brasil continua com zero.
Mas, em homicídios, a gente ganha: são 27 por 100 mil habitantes, enquanto o Chile tem quatro.
A saúde no Chile é muito melhor; aqui, a pessoa continua morrendo na fila.
Qual é a diferença? A elite política e as escolas. Não é apenas o ensino, mas também a educação. A família chilena forma cidadãos com princípios. A educação começa em casa; o ensino é nas escolas.
Tudo isso faz diferença para a gente gritar “soberania”.
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O silêncio de Lula diante da China
Desde janeiro, está em vigor uma determinação chinesa sobre a carne bovina brasileira. A cota estabelecida é de 1 milhão e 100 mil toneladas. Após esse limite, a tarifa de 12% recebe um acréscimo de 55%.
Como a cota já foi esgotada no meio do ano, daqui para frente a carne bovina brasileira importada pela China passa a sofrer uma sobretaxa de 67%.
Eu não ouvi nada do Lula reclamando do Xi Jinping.
A tropa da comunicação da “pré”-campanha de Lula está em polvorosa com a taxação promovida pelos Estados Unidos a produtos brasileiros, que avalia ter rendido dividendos eleitorais ao petista.
O problema agora é administrar a língua nervosa de Lula, para que o presidente não erre o tom nas críticas e o eleitorado associe o tarifaço a uma eventual má-condução das negociações.
A estratégia é velha e conhecida, apostar no fator “ataque de um inimigo externo” para faturar com a união nacional.
Lula vai usar o tarifaço na campanha, claro. Mas deve reforçar críticas ao presidente dos Estados Unidos, na linha “imperador do mundo”.
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A nota aí de cima fala numa coisa que é totalmente impossível: “administrar” a língua de Lula.
Num tem no mundo quem consiga fazer isso.
E depois que essa língua é umidificada com umas doses de aguardente, aí é que o desmantelo é mesmo pra arrombar!!!
Da avena dos pastores, da harmonia
Que o vento imprime às palmas das palmeiras,
Do bramido do mar e das cachoeiras,
Da voz que impreca à voz que balbucia;
Do sol que fala quando nasce o dia,
Do luar que enche de unção as cordilheiras,
Vem este claro idioma, que é poesia
E alma das gentes luso-brasileiras.
Rumor de asas de abelha, um ruído apenas…
Doce afago de arminhos e de penas,
Perdão, queixume, lágrima, reclamo,
Ou grito estuante de alma incompreendida,
Do desgraçado: “Eu te condeno, ó vida!”
Do poeta que sofreu: “Ó vida, eu te amo!”

Olegário Mariano Carneiro da Cunha, Recife-PE, (1889-1958)
I am in tears. After President Trump PERSONALLY gives the World Cup Trophy to Spain, the Captain and team want Trump to Celebrate with them 🙏
Liberals do NOT want you to see this ❤️ pic.twitter.com/5MENeQPEzM
— MAGA Voice (@MAGAVoice) July 19, 2026
O espanador estava ali, jogado a um canto, empoeirado. Cumprira sua missão diária de espanar o pó, a poeira, o sujo. Ninguém sequer olhava para ele. Antes, enquanto penas do pavão bonito, a ave imodesta julgava-se a maior e tratava mal as outras aves, por não serem tão belas quanto. Não imaginava, em seus desvarios, que também a beleza pode ser passageira, que a boniteza das cores pode ser efêmera se não tratada com a dignidade e com o respeito que merecem seus pares.
Depreciou o galo, por não ter toda a sua boniteza colorida. Achava que o capote, em seu branco e preto nada colorido, só agradava a meia dúzia de outros capotes que lhe cercavam e lhe dedicavam amizade. Fazia-se belo para o mundo esquecendo sua origem humilde e tratava com arrogância quem dele discordasse. Pobre pavão. Hoje é apenas um espanador, sujo, que se limita a tentar limpar a sujeira por ele mesmo deixada.
O capote, em preto e branco, continua no terreiro, alegrando os companheiros do sem-cor. E o galo canta todas as manhãs.