A tropa da comunicação da “pré”-campanha de Lula está em polvorosa com a taxação promovida pelos Estados Unidos a produtos brasileiros, que avalia ter rendido dividendos eleitorais ao petista.
O problema agora é administrar a língua nervosa de Lula, para que o presidente não erre o tom nas críticas e o eleitorado associe o tarifaço a uma eventual má-condução das negociações.
A estratégia é velha e conhecida, apostar no fator “ataque de um inimigo externo” para faturar com a união nacional.
Lula vai usar o tarifaço na campanha, claro. Mas deve reforçar críticas ao presidente dos Estados Unidos, na linha “imperador do mundo”.
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A nota aí de cima fala numa coisa que é totalmente impossível: “administrar” a língua de Lula.
Num tem no mundo quem consiga fazer isso.
E depois que essa língua é umidificada com umas doses de aguardente, aí é que o desmantelo é mesmo pra arrombar!!!