DEU NO JORNAL

A GEOPOLÍTICA DA IMORALIDADE: A ABSURDA DECLARAÇÃO SOBRE ISRAEL FOI ERRO OU ESCOLHA?

Roberto Motta

Apoiadores de Israel agitam bandeiras em frente a uma manifestação pró-Palestina em Nova York.

Apoiadores de Israel agitam bandeiras em frente a uma manifestação pró-Palestina em Nova York

As posições assumidas por alguns políticos brasileiros de esquerda ou de extrema-esquerda em relação a Israel e aos judeus são estarrecedoras. Em todo mundo a esquerda revelou sua face antissemita. Não deveria ser surpresa: todos os regimes totalitários são antissemitas, e o socialismo (ou comunismo, ou “progressismo”) é uma ideologia totalitária que só permite a adoração de um deus: o Estado.

É evidente que não há problema em criticar o atual governo de Israel, liderado pelo primeiro-ministro Benjamin Netanyahu. Mas a comparação da guerra contra o Hamas – uma guerra onde Israel luta por sua sobrevivência – com o Holocausto não encontra sustentação histórica, lógica ou moral.

Essa comparação nunca deveria ter sido apresentada como uma posição de Estado, porque ela não representa a posição da nação ou do povo brasileiro. Trata-se apenas de uma opinião pessoal – e uma opinião equivocada. Achar que o povo judeu é responsável pelas decisões do governo de Israel é como achar que o povo brasileiro é responsável pelas decisões – e declarações – do governo brasileiro. Comparar o Holocausto com uma guerra justa, de autodefesa, é ofender seis milhões de mortos. Esse episódio, ironicamente, acaba reforçando um dos argumentos centrais pela existência de Israel: Israel é a garantia de que o Holocausto nunca se repetirá.

Negar, minimizar ou trivializar a tragédia do Holocausto é trabalhar para que ele aconteça de novo. O termo “negacionista” foi originalmente criado para descrever aqueles que negam que o Holocausto tenha acontecido. Mas poucas tragédias foram tão bem documentadas.

Depois do massacre de civis inocentes pelos açougueiros do Hamas, em 7 de outubro de 2023, o mundo vem assistindo atônito ao ressurgimento do antissemitismo. Antissemitismo é o discurso de ódio contra judeus. Muitas vezes, esse ódio vem disfarçado de antissionismo – uma posição política que nega a Israel o direito de existir. Antissionismo é o antissemitismo vestido com roupas progressistas. Mas se os judeus não são bem-vindos em lugar algum e nem podem ter a sua pátria, o que acontecerá com eles? A resposta é óbvia.

Antissemitismo é o racismo mais antigo da história. Ele é sempre instigado por lideranças fracas, em busca de alguém para culpar por seus fracassos. Não há analogia possível entre o Holocausto e qualquer outro episódio da história. No Holocausto, seis milhões de homens, mulheres, crianças e idosos foram mortos a pancadas, tiros ou sufocados em câmaras de gás simplesmente por serem judeus. Foi organizado um aparato industrial de extermínio – um aparato oficial, estatal, preparado pelo governo de uma das nações mais cultas e educadas da Europa: a Alemanha.

A Alemanha é a terra de pensadores, cientistas, filósofos, escritores e artistas cujos trabalhos tiveram impacto profundo no mundo como Max Weber, Beethoven, Brahms, Einstein, Max Planck, Kant e Nietzsche, para citar só alguns. Antes de 1940, a Alemanha já havia recebido 33 Prêmios Nobel e possuía um dos sistemas educacionais mais avançados da Europa.

É preciso perguntar: como o Holocausto pôde acontecer na Alemanha? Onde estavam os homens de bem do país? Onde estavam os juristas alemães? Onde estava o resto do mundo?

No dia 19 de abril de 1943, quando tropas alemãs entraram no gueto de Varsóvia para levar mais judeus para os campos de extermínio, começou um levante. Mil e duzentos combatentes judeus, armados com apenas 17 fuzis, enfrentaram os soldados da SS nazista durante três semanas. Quando a resistência foi finalmente vencida, mais de 56 mil judeus foram capturados. Cerca de 7 mil foram assassinados a tiros ali mesmo no gueto, e o restante foi deportado para os campos de concentração. Depois da criação de Israel isso jamais se repetirá.

Eu visitei o Yad Vashem, o Museu do Holocausto de Jerusalém. Ali estão registradas as vidas de alguns dos seis milhões de judeus assassinados pelos nazistas. A parte mais dolorosa foi entrar no prédio dedicado à memória das crianças mortas no Holocausto. No escuro brilha uma única vela, refletida por milhares de espelhos. A dimensão do que aconteceu aos judeus é incompreensível. A existência de Israel é a garantia de que isso nunca se repetirá.

Am Yisrael Chai. O povo de Israel vive.

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AVUANDO PELO MUNDO

Ao finalizar o tour por São Vicente e Granadinas, onde cumpriu agendas com gente do tipo do ditador Nicolas Maduro (Venezuela) dias atrás, o presidente Lula se aproxima de completar o equivalente a sete voltas ao mundo em quilometragem internacional.

Tudo, claro, bancado pelo pagador de impostos. Só nos primeiros meses deste ano, já são 29,8 mil km percorridos, considerando a linha reta, entre os aeroportos em que Lula, Janja e suas sempre numerosas comitivas desembarcam.

No primeiro ano de governo, Lula passou tanto tempo fora do país que a ausência desgastou a imagem do petista, foram impressionantes 62 dias.

Carrões, hotéis de luxo… o custo da gastança do “casal esbanja” foi de pelo menos R$ 70 milhões só com viagens internacionais em 2023.

Se o chefe não dá a mínima pela gastança, os funcionários muito menos. Viagens de servidores federais já somam R$ 60 milhões neste ano.

Não corre o risco de Lula acabar com o bem-bom neste ano. Uruguai, Paraguai, Estados Unidos, Rússia e Azerbaijão estão na lista do petista.

Lula desembarca no Egito, com a primeira-dama Janja (Foto: Ricardo Stuckert/PR)

* * *

Os números e valores contidos nessa  nota aí de cima são estarrecedores.

É de lascar!!!

O Ladrão Descondenado cumpre as determinaçãos de Esbanjanja ao pé da letra:

Vamos passear, gastar, esbanjanjar e avuar pelo mundo todo.

Às custas do dinheiro dos pagadores de impostos.

E ainda tem neguinho que se vangloria de ter feio o L…

PQP!!!

DEU NO JORNAL

POR QUE “JORNALISTAS” E OUTROS “INTELECTUAIS” SEGUEM ROMANTIZANDO A SANGUINÁRIA DITADURA CUBANA?

Leandro Ruschel

O regime comunista cubano é o maior câncer da América Latina.

Não apenas pelas mortes, pela falta de liberdade e sofrimento indescritível causado ao povo cubano, mas também pela influência negativa em outros países, incluindo aí o Brasil.

Não haveria o desastre humanitário venezuelano, por exemplo, não fosse a atuação direta da ditadura cubana, que coordena a esquerda radical latina desde a década de 60. Um dos seus maiores feitos foi a instalação de uma ditadura comunista brutal na Venezuela.

A ligação com Lula e o PT é umbilical. O carniceiro Fidel Castro fundou com Lula o Foro de São Paulo na década de 90, com o objetivo manifesto de implementar ditaduras comunistas na região.

Quanta gente já morreu, por conta disso? Quanta perseguição, censura e assassinatos políticos ocorreram? O número de pessoas afetadas pela miséria produzida se conta na casa das dezenas de milhões.

E se hoje o Brasil está nas mãos de tiranos, muito pode ser creditado a essa parceria de longo prazo.

Mesmo depois de tudo isso, a maioria dos militantes de redação brasileiros e outros “intelectuais” seguem romantizando a “revolução”, atribuindo a miséria completa de Cuba ao embargo americano, fechando os olhos para uma verdade inquestionável: trata-se de uma ditadura de partido único, que censura, persegue, prende e mata dissidentes, com um modelo econômico inviável, produtor de miséria.

Quem defende o regime é cúmplice de um crime contra a humanidade. Pior, os apologistas do regime cubano sonham com a implementação do mesmo tipo de tirania no Brasil.

A maioria deles é formada por idiotas úteis, influenciados por décadas de lavagem cerebral na imprensa, escolas e universidades aparelhadas pela esquerda radical, mas há também os que estão sendo bem pagos para fazer o trabalho sujo de propaganda dessa ideologia totalitária.

Você já se perguntou por que grande parte da população em regimes socialistas é pobre?

XICO COM X, BIZERRA COM I

O QUADRADO RETANGULAR DA HIPOTENUSA REDONDA

Existe uma organização dita religiosa chamada IGREJA QUADRANGULAR DO TRIANGULO REDONDO. Como cristão, temente a Deus, declaro-me fiel da IGREJA TRIANGULAR DA RODA QUADRADA … Lá não tem Edir, Valdomiro, RR, Malafaia … Tem larápios menos conhecidos, mas tão ladrões quanto. Titicas do mesmo pinico.

Uma coisa é certa: para iludir os bestas e tomar dinheiro de otário, tem Pastor sabido mas que nunca assistiu uma aula de geometria na vida. Se bem que o crer dispensa conhecimento das propriedades dos espaços. Na cabeça desse povo a roda “trianguliza”, o triângulo vira reta, a reta fica perpendicular a um risco tronxo, desde que o dízimo dos fiéis se encaminhe para a conta dos vendilhões, comerciantes da fé.

Albert Einstein tinha uma ideia de Deus não vinculada a nenhuma igreja ou fé estabelecida. Não acreditava num Deus que premiasse os bons e castigasse os maus ou que prometesse a imortalidade. Mas ele acreditava num Deus que havia criado o universo, segundo o Google. A partir da declaração desse cara, que entendia um pouquinho de geometria, quem sou eu para duvidar dos ‘profetas’ desse paraíso do estelionato. O diabo é quem duvida…

O gênio que criou este circo colocou alguém no quadrado e descobriu que o triângulo fica perto do redondo. Acredito que esta seja a resposta do teorema. Então, concluo que a Terra deve ser plana, ou na forma de trapezoide, porque o triângulo não pode ser quadrado e o quadrângulo jamais será esférico, já que a esfera tem uma natureza propensa a ser retangular …

Exatamente por isso, já dizia Pitágoras, que dá-se o apelido de Hipotenusa ao lado mais longo de um triângulo retângulo, por ser oposto ao ângulo reto. Fácil deduzir, pois, que em qualquer triângulo retângulo “a soma dos quadrados dos catetos é igual ao quadrado da hipotenusa.” Acho que desse teorema veio a inspiração para nomear essa Casa de Orações. A fé releva todos os conceitos geométricos de Pitágoras e Aristóteles. Aleluia! Amém!

CORRESPONDÊNCIA RECEBIDA

BOAVENTURA BONFIM-FORTALEZA-CE

Caro editor Berto,

Peço-lhe a gentileza de publicar, no espaço midiático mais democrático do país, matéria de relevante importância para o mundo da cultura.

Fraternal abraço,

Boaventura Bonfim.

* * *

O entrevistado neste vídeo, link no final, chama-se Jonas Marinho, filho do meu colega e amigo do Tribunal Regional Eleitoral-TRE-CE, Jarbas Marinho Lopes.

Jonas Marinho é um jovem de 32 anos, diplomata de carreira e escritor.

Sábado passado, 2 de março de 2024, ocorreu o lançamento do seu mais novo livro “AURIUM” (pronuncia-se áurium), seu primeiro romance, na Livraria Leitura, do Shopping Rio Mar da Varjota – Fortaleza, Ceará.

O lançamento do livro iniciou-se com a fala da mãe do autor, Rose, cujo vídeo segue abaixo.

Estive lá, vibrando e prestigiando um menino que vi crescer, filho do Jarbas e da Rose, e irmão do Matheus.

Anotem este nome: Jonas Teixeira Marinho, esse rapaz vai longe.

No ensejo, transcrevo excelente comentário da jornalista Kátia Alves.

* * *

Diplomata e escritor cearense lança romance “Aurium” neste sábado, 2 de março 2024 – Kátia Alves

Sabe aquele romance que te prende até a última página? Na distopia apresentada em “Aurium”, país fictício que é o título do livro, a população é subjugada por um regime totalitário com base na religião politeísta greco-romana. O governo defende a retomada dos valores da Antiguidade clássica em uma lógica deturpada. Alguns não aceitam essa dominação, então grupos rebeldes lutam contra o regime.

O texto fala sobre o governo do imperador Rômulo. Ele comanda “Aurium” com mãos de ferro e tem ao seu lado o capitão Martin, que vive para ser instrumento das vontades do soberano. Em “Aurium”, mal se pode respirar. Nessa sociedade distopia, o culto ao panteão de deuses gregos é usado para subjugar a população, que também vive à mercê das vontades do império.

Eis então que surge Lena. Ela não está disposta a aceitar o domínio imperial e vai tentar de todas as maneiras se insurgir. Mas Lena não está sozinha nesta empreitada. Ocorre que nessa batalha, ela precisa enfrentar muito mais do que o império, mas seus inimigos internos. Até onde Lena estará disposta a ir para acabar com a opressão imperial? Será que a liberdade vale mais do que um filho?

De autoria do diplomata e escritor cearense Jonas Marinho, o livro “Aurium” será lançado neste sábado, dia 2 de março. A solenidade ocorrerá na livraria Leitura do Shopping RioMar Papicu, em Fortaleza, a partir das 18h30. No mesmo dia, a obra estará disponível nas livrarias. Após dois meses, será lançado o e-book nas plataformas digitais.

“O livro tem essas duas perspectivas. Uma oficial, do regime e do antagonista, e outra da protagonista, que é uma das líderes do movimento de resistência ao regime imperial. A trama se concentra nesses conflitos. A protagonista tem um filho pequeno e ao mesmo tempo é revolucionária, o que gera tensões que são desenvolvidas na história”, diz o autor. Em “Aurium”, nada é evidente.

Vídeo da entrevista:

Vídeo do lançamento do livro:

PENINHA - DICA MUSICAL

DEU NO X

CORRESPONDÊNCIA RECEBIDA

JOSÉ ALVES FERREIRA – SÃO PAULO-SP

Crie um a crise.

Ataque seu vizinho.

Ofenda-o com palavrões, humilhe e desrespeite sua família.

Mate alguns, queime outros, degole adultos e crianças, sequestre e os torne moeda de troca.

Agora, pose de “bonzinho”; não corto a garganta ou estupro ou faço o que quiser, pois tudo posso inclusive ser “civilizado”.

Devolvo o que você que, mediante seu desaparecimento da face da terra.

Crie essa situação, ou como agora alguns querem “narrativa”.

Depois, se esconda atrás de pobres coitados, a quem deveria ou se dizem defender; crianças, mulheres, idosos, pessoas, gente que apenas lhes interessam como massa de manobra, que serão expostas ao perigo por buscar alimentos, qualquer meio de sobreviver.

Covardes!

Então, temos a realidade!

Aí estão Hamas, MST e, porque não o PT – o atual “governo” de nosso pais – e titulares do poder de narrativas que assim se julgam!

Somos finitos, vamos um dia para algum lugar ou não, dependendo da crença que temos.

Mas, o mal aqui causado – nisso acredito – será cobrado.

Inté!