Olhem a CARA DE PAU da rede lule. Isso aqui é muito explícito, é muita VASSALAGEM. pic.twitter.com/zgF2Fqr2Yz
— TeAtualizei 🇧🇷👊🏻❤️ (@taoquei1) April 24, 2024
Olhem a CARA DE PAU da rede lule. Isso aqui é muito explícito, é muita VASSALAGEM. pic.twitter.com/zgF2Fqr2Yz
— TeAtualizei 🇧🇷👊🏻❤️ (@taoquei1) April 24, 2024
Comentário sobre a postagem A CAGADA DO DIA
Hugo Monteiro:
Os romanos, da Roma antiga, foram extremamente empreendedores.
Foram construtores de coisas maravilhosas como extensos aqueodutos, pontes magníficas, o Coliseu, a Cloaca Máxima onde, já naquele tempo, dava-se destino adequado à vultosa quantidade de merda produzida diariamente pelos cidadãos da cidade.
Os cagadouros, imagino eu, eram pontos de animadas discussões, ainda que sob densas emanações, posto que geralmente eram constituídos por uma prancha munida de vários buracos enfileirados onde os cagantes se acomodavam para, em conjunto, descarregar seus respectivos “barros”, os quais eram levados por um contínuo fluxo de água que corria por baixo da tábua.
Engenhoso, sem dúvida.
Voltando às evacuações coletivas, os romanos, embora inventivos, não tinham descoberto papel higiênico, mas limpar-se era preciso…
Usar folhagem não era eficiente, algo mais próximo a papel como pergaminhos não era confortável e muito menos econômico.
O que um romano mais safo imaginou?
Um instrumento construído com uma vareta e uma esponja marinha afixada na extremidade.
Inventou, o romano esperto, o tersório ou xilospôngio, o papel higiênico da época…
Infelizmente era um recurso de uso coletivo, e quando não em funcionamento ficava de molho numa mistura de vinagre e sal.
Falando de furicos temperados…
E por quê estou narrando essa estória, perguntarão alguns leitores curiosos.
Esclareço, é o velho fenômeno de associação de idéias.
Ao ver o personagem do video desta postagem (que está a seguir), por alguma razão de natureza psicológica, lembro do grande invento romano, o xilospôngio… (clique aqui e veja no Wikipédia)
Descondenado chamou a manifestação em Copacabana, de “ato dos fascistas”.
Diferentemente do que a Folha sugeriu, ele não chamou apenas o ex-presidente de “fascista”, mas sim todos os seus apoiadores.
E ainda temos que ouvir o Supremo acusando a direita de propagar o ódio. pic.twitter.com/4f62Iz7sc2
— Leandro Ruschel 🇧🇷🇺🇸🇮🇹🇩🇪 (@leandroruschel) April 23, 2024
Comentário sobre a postagem TEM GENTE BESTA EM TODO CANTO: HOJE EM FLORIANÓPOLIS
Marco Antonio:
Falando nisso prezado editor dessa gazeta escrota, vi nas redes internéticas e tuiticas, que vão construir uma calçada da fama para desembargadores aí na terrinha, em homenagem aos valorosos serviços prestados pelos magistrados aos pagadores de impostos.
* * *
Nota do Editor:
Isso mesmo, caro leitor: conforme diz o título da postagem, gente besta tem em todo canto.
Não seria diferente aqui no nosso Pernambuco (onde até um blog tem o título de “Jornal da Besta”…)
Veja o vídeo que está fazendo o maior sucesso.
Segundo a nobre autoridade, Recife vai entupir de turistas pra conhecer a Calçada da Fama.

O desembargador Carlos Eduardo Thompson Flores, afastado do cargo pelo CNJ
O afastamento de dois desembargadores do Tribunal Regional Federal de Porto Alegre chocou juízes, chocou advogados, a opinião pública, jornalistas e chocou a mim também. Carlos Eduardo Thompson Flores, por exemplo, foi um deles. É um brilhante jurista, absolutamente isento, incorruptível. Do tipo ideal para uma cadeira no Supremo. Ele foi afastado por decisão pessoal do corregedor Luis Felipe Salomão, que agora está deixando de ser corregedor do Conselho Nacional de Justiça (CNJ) para ser vice-presidente do Superior Tribunal de Justiça (STJ). Eles recorreram e estão nas mãos de Flávio Dino, que está pedindo informações ao Conselho Nacional de Justiça (CNJ) para saber o que houve.
Só para vocês lembrarem, o voto do ministro Barroso, que é presidente do Conselho Nacional de Justiça, foi para anular esse afastamento dos dois, assim como ajudou a anular o afastamento da juíza Gabriela Hart e de um outro juiz, Pereira Júnior, que voltaram aos cargos. Mas ele não conseguiu voto suficiente para reverter a situação de Thompson Flores e o Loracy Flores de Lima. O placar foi de 8 a 7 pela anulação do afastamento dos dois juízes, mas Barroso e aqueles que o seguiram foram derrotados por 9 a 6 quando tentaram a anulação do afastamento de Thompson Flores.
Hoje em dia o judiciário virou notícia, né? Eu não estou acostumado com isso. Eu passei 45 anos cobrindo o Brasil e 40 anos cobrindo Brasília. Durante todo esse tempo não vinha muita notícia do Judiciário. Tudo funcionava, mas ficava por lá mesmo, no Judiciário. Não era um poder politizado como está hoje.
* * *
As queixas de Lula
Uma outra questão, o presidente Lula está se queixando do Congresso e do PT. Disse que o PT é muito pequeno no Congresso, só tem nove senadores, só tem 70 deputados, e que é preciso conversar mais. Os ministros também têm que conversar mais, mas ele ainda não pretende mudar ministro. Está se queixando também porque a mídia chama o que acontece com a educação, com a saúde e com o dinheiro dado aos pobres de gasto. Ele disse que não é gasto. Eu digo que é. Se a educação não prepara o jovem para o futuro, é gasto. É dinheiro jogado fora. Se está fazendo militância ideológica, é gasto. Se na saúde fica só a metade, também não adianta. Não contribui para uma população saudável, capaz de enfrentar o trabalho e sustentar a família. Podemos falar o mesmo do dinheiro para os pobres, se este não tiver porta de saída, se for para sempre. O próprio Lula já se queixou que não pode ser eterno. O Luiz Gonzaga cantou isso, que a esmola vicia o cidadão, faz mal.
Por trás de tudo isso há o pagador de impostos. Nós pagamos, no mês de março, R$ 190,6 bilhões de impostos. Isso tudo é para sustentar o Estado. Que serviços públicos estão sendo prestados à altura desse dinheirão todo que sai do nosso trabalho?
* * *
Banco Central
Aí ele ainda comete uma injustiça com o presidente do Banco Central. O Banco Central é o guardião da moeda e do crédito. Se não tem inflação, isso é graças ao Banco Central, que a mantém sob controle. Graças à política do Banco Central.
Quando o Banco Central aumenta juros, ele está aumentando o custo do dinheiro, o custo do crédito, para evitar o inflacionamento da moeda. Quem perde com a inflação sempre é o pobre, porque o pobre não tem investimento.
Quem está investindo ganha com a inflação. O pobre não. O pobre bota R$ 100 no bolso no fim do mês e acaba ficando com R$ 90, pois R$10 somem com a inflação. Ele está sendo injusto porque diz que “Campos Neto deveria saber que quem perde com juro alto é o pobre”. Todo mundo perde com juro alto. É uma cadeia. Agora, o pobre perde muito mais com a inflação. A inflação é o imposto mais injusto que é cobrado do pobre, porque é o imposto que ele paga quando vai fazer compra. Ele nota que a cerveja está mais cara, o cigarro tem mais imposto. É muito injusta a inflação. O Banco Central está sendo exemplo, aliás, é reconhecida no mundo inteiro como brilhante a atuação do Banco Central na defesa da moeda e do crédito.
Tanta mulher dando sopa
E eu sem colher pra tomar.
Mote de Abel Fraga
Quando tinha pouca idade
Me achava um garanhão
Não me faltava tesão
Digo com sinceridade
Provei da felicidade
E mais queria provar
Mais vi o pinto arriar
Não vai mais de vento em popa
Tanta mulher dando sopa
E eu sem colher pra tomar.
Este mote está no livro A Prisão de São Benedito, de autoria do Editor Luiz Berto.
O narcoditador Maduro, apoiado por Lula e pelo PT, apresenta cédula de votação das “eleições” que acontecerão na Venezuela, em que aparece 13 vezes como candidato.
Recentemente, Lula disse que “não se pode colocar dúvidas antes de as eleições venezuelanas acontecerem”. 🤡 pic.twitter.com/kpx2clBxUe
— Leandro Ruschel 🇧🇷🇺🇸🇮🇹🇩🇪 (@leandroruschel) April 23, 2024
Resolveu pegar aquela van porque os amigos disseram que seria mais rápido. Pensou. São apenas 200 Km. Chega-se rápido e sem cansaço algum. Afinal, que mal faria estar em casa antes da hora do jantar… pensou assim durante o dia todo. Telefonou rápido. Reservou lugar. Pagaria quando o veículo o pegasse no endereço passado à moça que o atendeu. Colocou rapidamente suas coisas na mochila.
Quatro e trinta. Uma buzina. Despediu-se dos amigos com um “até logo”. Sentou-se. Depois de várias paradas começou a ver a cidade rarear. Contou de relance, onze pessoas, ao todo naquele veículo. Depois campos cultivados, viadutos, pontilhões. Adormeceu embalado pelo sacolejar da van no asfalto irregular. Antes de fechar os olhos pensou em sua casa. Na tranquilidade e silêncio de seu lar. Acostumara-se a esse silêncio. Acostumara-se à paz de viver sozinho, apenas, de vez em quando, ouvindo o barulho de vozes que passavam na rua, ou no som de motocicletas, carros e caminhões, lá, do outro lado do muro, como se fosse um mundo distante, separado, alheio a ele.
Acordou meio que assustado. O sol na linha do horizonte. Tentou se mexer. Uma dor subiu-lhe da bexiga até o peito. Placa de 10 Km até o seu destino final. Ficou contente. Precisava de um banheiro mais do que do ar que respirava. Cada sacolejo da van, que antes o fizera dormir, agora provocava uma dor excruciante que passeava pelo abdome, descia até aos pés e subia novamente. Tentou pensar em algo, mas o cérebro só se fixava naquele pequeno saco de urina. Cheio. Quase para estourar. Por mais que se concentrasse. Nada. Dor. Dor. Dor apenas.
Levantou-se. Nada. A dor não lhe dava trégua. Começou a se desesperar. Placa 5 Km. Pensou aliviado que chegaria ao seu destino rápido. 15 minutos talvez, descontando o trânsito. Sentou-se. Piora na dor. Resolveu ficar em pé. Nove pessoas sentadas dormiam tranquilamente. Olhou para o motorista. Olhos fixados na estrada. Cada movimento da van era como se agulhas perfurassem o seu corpo todo. Desespero. Contorcia-se. A dor cada vez mais intensa. Tinha vontade de gritar. Pedir ao motorista para parar. Queria descer. Precisava descer. Necessitava descer. Cada vez mais urgente. Nada mais via. A dor o cegava. Colocava-o como um animal desesperado dentro de uma jaula.
Na estrada a van em alta velocidade. O sol se pondo. Metade ainda no céu e a outra metade já abaixo da linha do horizonte. Cortando rápido o vento. 5 Km. 5Km. Nada. O desespero cada vez maior. Suava frio. Retorcia-se. Quase clamando piedade. E a cidade ainda não chegara. E a van fazendo o seu caminho rotineiro.
Km 10. Um inferno! Socorristas. Bombeiros. Policiais. Trânsito parado. Sirenes e buzinas enlouqueciam o ar. Borbotões de fogo e fumaça no ar. Cheiro de combustível queimando. Manchete no dia seguinte? Quem vai saber! Doze corpos enegrecidos, queimados até o osso. Horrendos. Odor de carne queimada. Vísceras à mostra. Uma van e um caminhão com seus ferros retorcidos ao lado da estrada.
Valei-me São Jorge!🤦🤣🤣🤣 pic.twitter.com/y39Bs4E1wu
— 🇧🇷FÁBIO🤪 (@RiverBoyOficial) April 23, 2024
No Brasil o povo costuma dar pouca importância aos partidos, mas nos EUA não é bem assim. Por lá, definir-se como Democrata ou Republicano é assunto sério, similar a um brasileiro afirmando que é Flamengo ou é Vasco (ironia intencional).
Mas uma olhada mais calma na realidade mostra que se o bipartidarismo é coisa séria para os eleitores, para os políticos não é bem assim. Uma excelente demonstração aconteceu no último sábado, quando o congresso dos Estados Unidos chutou o balde e, na opinião do ex-deputado Ron Paul, pregou o “último prego no caixão dos EUA”.
Exageros à parte, o que o congresso de lá fez, em uma única sessão, foi:
– Entregar quase cem bilhões de dólares dos contribuintes americanos para a Ucrânia (61 bilhões), Israel (26 bilhões) e Taiwan (8 bilhões).
– Autorizar o governo a confiscar e vender bens e ativos da Rússia e usá-los para ajudar a Ucrânia
– Dar poder ao presidente para tirar do ar em todo o país qualquer site, bastando declará-lo como “controlado por adversários estrangeiros” – a definição de “adversário” fica dependente das circunstâncias.
– Ampliar significativamente o direito de órgãos do governo como a NSA (Agência de Segurança Nacional) de espionar pessoas nos EUA e em outros países sem prestar contas a ninguém.
Tanto aqueles que vêem nos EUA um exemplo de “patriotismo” e “nacionalismo” como aqueles que odeiam os EUA pelos mesmos motivos devem ter ficado surpresos, cada um a seu modo, em ver, dentro do famoso capitólio, deputados gritando “Ucrânia! Ucrânia!” enquanto agitavam bandeiras ucranianas.
Trocando em miúdos, ao mesmo tempo em que concede ao executivo poderes que seriam chamados de ditatoriais se ocorressem em países que não fazem parte da panelinha, o congresso dos EUA inventou um novo conceito geo-político: participar de uma guerra ao mesmo tempo que finge não participar da guerra. Aliás, oficialmente não existe declaração formal de guerra nem na Ucrânia nem em Gaza.
Os Estados Unidos, que já bloquearam ilegalmente dezenas de bilhões de dólares em títulos que pertencem à Rússia, agora se concederam o direito de “expropriar” bens russos em que conseguirem pôr as mãos, algo que no mundo real costuma ser chamado de roubo, mas em politiquês é chamado de “sanção”.
Mas voltando ao tema do início, o que deixou muita gente espantada foi a facilidade com que os democratas, partido do governo, conseguiram aprovar estas medidas sem ter a maioria na Câmara de Deputados. O presidente da Câmara, o republicano Mike Johnson, simplesmente ignorou a opinião da maioria de seu partido e partiu para o “toma-lá-dá-cá”, permitindo e incentivando que deputados votassem a favor do partido adversário em troca de favores pessoais. Nas palavras de Ron Paul, “O líder democrata no Senado, Chuck Schumer, chegou a se gabar para seus colegas sobre a facilidade com que Johnson dava aos democratas tudo o que eles queriam e não pedia nada em troca.”
Isso deveria servir como uma importante lição para quem acha que os problemas de um país podem ser resolvidos pelos políticos. Nas palavras de Einstein, “não se pode resolver um problema usando o mesmo raciocínio que levou à existência do problema”. Nas palavras de Olavo de Carvalho, “É tolice achar que uma democracia que não funciona pode ser consertada por meios democráticos. Seria preciso acreditar que a democracia pode estar doente e saudável ao mesmo tempo.”
Editorial Gazeta do Povo

O diplomata venezuelano Edmundo González foi confirmado como opção da PUD para concorrer às eleições de julho
Não é segredo para ninguém que o processo eleitoral venezuelano é um teatro farsesco, elaborado para dar um verniz de legitimidade ao governo de Nicolás Maduro, no poder desde 2013. O ditador, que controla o Judiciário do país, define tanto as regras das eleições quanto os candidatos que irão concorrer, e neste cenário qualquer eleição justa é impossível. Até a candidatura de Edmundo González Urrutia, anunciada pela Plataforma Unitária Democrática (PUD), maior coalizão de partidos de oposição na Venezuela, na última sexta-feira (19) só pode ser efetivada com o aval da ditadura, que deve considerar o diplomata um oponente insignificante.
Sem experiência política, o nome de Urrutia só surgiu como “plano C” da PUD, depois que o regime de Maduro conseguiu barrar as duas primeiras opções da coalizão. María Corina Machado, vencedora das primárias da oposição e considerada a principal oponente de Maduro, foi declarada arbitrariamente inelegível por 15 anos. A indicada para substituir María Machado, a professora Corina Yoris, que não tinha nenhum impedimento que a tornasse inelegível, simplesmente não conseguiu ser registrada no sistema informatizado do Conselho Nacional Eleitoral (CNE). A desfaçatez foi tanta que até Lula, apoiador irrestrito da ditadura venezuelana, teve de fingir dar uma reprimenda em Maduro.
A última alternativa da oposição foi apostar em Urrutia, que foi registrado em março como “candidato provisório”. A PUD tinha esperança de que pudesse substituir Urrutia por Corina Yoris posteriormente, mas isso não aconteceu e a opção foi prosseguir com a candidatura do diplomata, nome praticamente desconhecido entre os venezuelanos – e talvez exatamente por isso considerado um oponente muito mais fraco do que María Machado ou Corina Yoris pela ditadura de Maduro.
Junto com os demais candidatos que disputarão a presidência com Maduro – inicialmente eram 12 candidatos registrados, mas Manuel Rosales retirou sua candidatura em apoio ao candidato da PUD e são esperadas mais desistências nos próximos dias – Urrutia tem a insólita tarefa de participar de um pleito onde as cartas estão todas marcadas e o resultado é mais do que previsível.
Caso optasse por não participar do processo eleitoral, a oposição seria acusada de “não querer” se submeter às urnas. Por outro lado, aceitar participar da farsa eleitoral orquestrada por Maduro traz o risco de legitimar uma nova “eleição” do ditador, que poderá argumentar que a oposição participou do pleito, mas foi preterida pelos eleitores.
A oposição sabe muito bem que não terá condições justas para disputar a presidência venezuelana – se houvesse, dado o grau de insatisfação da população que sofre com a pobreza e os desmandos de Nicolás Maduro, era quase certo de que os eleitores optassem por encerrar o mandato do ditador, elegendo um novo presidente. Resta aos oposicionistas usar o pouco espaço que lhes será concedido durante o processo eleitoral para buscar ampliar sua base junto à população, bem como denunciar ao mundo o triste espetáculo das eleições feitas para eleger um ditador.