DEU NO X
DEU NO JORNAL
VAI NADA!
Começa a fazer água o plano do candidato de extrema-esquerda Guilherme Boulos (Psol) de levar Lula para a reta final na campanha.
A expectativa de caminhada pela cidade está virando live com o petista.
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Taí: essa eu queria ver!
O ex-presidiário descondenado botar a cara na rua e fazer caminhada no meio do povo.
Do jeito que aquele capitão inxirido vive fazendo e arrancando aplausos e gritos onde quer que chegue.
Vai lá, Nove Dedos!
A PALAVRA DO EDITOR
A ARTE DO PICA-PAU
ALEXANDRE GARCIA
A ARROGÂNCIA SUPREMA
O jornal O Estado de S.Paulo, em editorial, comentou a fala do ministro presidente do STF, Luís Roberto Barroso, que em entrevista ao Valor Econômico disse que, quando terminar a presidência, terá conseguido fazer uma total “recivilização” do Brasil. Já se disse muito sobre isso, mas eu ouvi o vice-prefeito de Porto Alegre fazendo uma argumentação absolutamente válida: quem faz a civilização não é o Estado, é a nação. O Estado está a serviço da nação; o Estado vem depois da nação; o Estado serve a nação; o Estado obedece a nação. É a nação que diz ao Estado como ele deve ser civilizado, e se o Estado não for civilizado a nação faz outro Estado. Digo isso para que a cidadania se dê conta de que todo poder emana do povo, mas o povo tem de saber exercer esse poder. Não pode se deixar conduzir. O povo é que conduz o Estado.
Soa quase um totalitarismo, ou no mínimo arrogância, que alguém do Estado – no caso, o presidente do Supremo – a diga que vai “recivilizar” o país. É totalmente estranho, e até paradoxal, porque em país civilizado não se vê juiz dando entrevista a jornal. E Barroso disse isso em entrevista a um jornal. É um princípio do Poder Judiciário que juiz só fala nos autos.
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Tragédia no Rio com envenenamento de duas crianças
Aconteceu algo muito triste no Rio de Janeiro: um menino morreu e outro está hospitalizado no Miguel Couto. Ambos estudavam na mesma escola. Os médicos examinaram o que está hospitalizado e descobriram restos daquele veneno, o chumbinho. Fizeram uma lavagem intestinal nele, mas o outro morreu. O que sobreviveu, de 7 anos, se chama Benjamin. E o que tinha 6 anos se chamava Ythallo. Queria alertar os pais para o que que acontece na escola, no caminho da escola. É algo que certamente não aconteceria em escola cívico-militar.
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Nomes diferentes demais são peso na vida das crianças
Mas queria lembrar algo que não tem a ver com este menino, especificamente. O nome dele é um belo nome, mas, se ele tivesse sobrevivido, teria de soletrá-lo a vida toda, porque o pai ou a mãe registraram Ythallo, em vez de Ítalo. Pais, não façam isso com seus filhos. Não inventem nomes que eles terão de soletrar para o resto da vida. Não pode mais chamar criança de João, Antônio, Luiz, Alberto; tem de colocar Y, K, letra dupla, H. Isso é uma maldade que os pais fazem para atender sei lá que tipo de desejo, naquele momento do registro.
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Anielle Franco depõe nesta quarta sobre suposto assédio de Sílvio Almeida
Nesta quarta-feira, na Polícia Federal, a ministra da Igualdade Racial, Anielle Franco, presta depoimento sobre a mão boba do então ministro dos Direitos Humanos, Sílvio Almeida, que foi demitido depois da denúncia da Me Too, uma organização que acolhe pessoas vítimas de assédio sexual. Parece que o governo já sabia, mas, como o caso se tornou público, não houve outra saída a não ser demitir o ministro. A substituta de Almeida, Macaé Evaristo, está fazendo um alerta, pedindo cuidado com denuncismo, que muitas vezes não é assédio sexual, é brincadeira, não é real. De qualquer maneira, a ministra Anielle vai depor e todo mundo deve estar curioso para saber dos detalhes desse depoimento, que certamente vai ficar sob sigilo autorizado pelo Supremo.
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Prepare-se para o salto na próxima conta de energia elétrica
Esta quarta-feira é o segundo dia em que nós estamos tirando mais dinheiro do bolso para pagar a eletricidade. Entrou a bandeira vermelha 2, dando um salto no preço de 100 kWh, de R$ 4,46 para R$ 7,88.
PEDRO MALTA - A HORA DA POESIA
FUMO – Florbela Espanca
Longe de ti são ermos os caminhos,
Longe de ti não há luar nem rosas,
Longe de ti há noites silenciosas,
Há dias sem calor, beirais sem ninhos!
Meus olhos são dois velhos pobrezinhos
Perdidos pelas noites invernosas…
Abertos, sonham mãos cariciosas,
Tuas mãos doces, plenas de carinhos!
Os dias são Outonos: choram… choram…
Há crisântemos roxos que descoram…
Há murmúrios dolentes de segredos…
Invoco o nosso sonho! Estendo os braços!
E ele é, ó meu Amor, pelos espaços,
Fumo leve que foge entre os meus dedos!…

Florbela Espanca, Vila Viçosa, Portugal (1894-1930)
COMENTÁRIO DO LEITOR
MUITO GRAVE
Comentário sobre a postagem INFILTRAÇÃO
Pablo Lopes:
É grave a infiltração do crime organizado na política. Me admira que o supremo só tenha percebido isso agora, pois este fenômeno já ocorre há anos.
Digo isso por experiência própria pois, em 2014, presenciei uma reunião entre membros do PCC e um candidato do PT a deputado estadual por São Paulo.
Na ocasião, uma associação de empresas de transporte coletivo, dominada pelo PCC, tinha interesse em eleger deputados para defender seus interesses.
Na reunião foram definidos os cargos e financiamento da campanha. Não posso dar os nomes, por motivos óbvios, mas garanto que o deputado foi eleito. Recentemente a polícia desvendou um grande esquema criminoso envolvendo justamente o setor de transporte.
A infiltração só piorou depois que o TSE proibiu empresas de doar recursos para o financiamento das campanhas, levando candidatos a buscar recursos nas igrejas e junto ao crime, pois o fundo eleitoral não é distribuído a todos os candidatos, mas sustenta apenas os caciques dos partidos.
Por fim, esclareço que nunca fui político ou membro do PCC; acompanhei a tal reunião porque ele foi realizada em um espaço cedido pela empresa onde eu trabalhava à época, a pedido de um amigo do dono da empresa, pois eles precisavam de um “território neutro”. Somente durante a reunião tomei conhecimento de quem eram os envolvidos. O tal candidato, anos depois, foi preso em uma operação da polícia.
Também é tão ou mais grave a infiltração política no supremo, o que não deixa de ser uma infiltração do crime organizado no poder judiciário, mas isto é outro assunto…
CORRESPONDÊNCIA RECEBIDA
SERGIO RIEFFEL – CÁCERES-MT
Caro Berto!
O amigo notou que é justamente na campanha política que o brasileiro mostra que é um verdadeiro “comprador de geladeira no Polo Sul”?
Sim!
Compramos de tudo, basta que saibam nos vender!
E o pior: Compramos até idéias estapafúrdias!
Dois exemplos ilustram bem o que digo:
– A Globo juntamente com uma meia dúzia de vagabundos cobras criadas nos vendeu (e compramos alegremente) a idéia de que as baboseiras que os candidatos falam são “propostas de governo” e não “promessas de campanha”. Alguém pode até dizer que são a mesma coisa, mas não são! Tem um candidato em Cuiabá, por exemplo, com a “proposta” de asfaltar 100% da cidade! Daqui aa quatro anos parece que estou vendo alguém cobrar o impossível asfaltamento e o prefeito candidamente dizer: “Mas eu não prometi asfaltar 100%! Aquilo era simplesmente uma “proposta” que não pôde ser implementada por “n” problemas técnicos, políticos, eclesiásticos, etc”!!! Viu a sutileza em livrar a cara do tranqueira?
– Há anos a Globo e tranqueiras vem buzinando em nossos ouvidos que debate é local de expor idéias e “propostas” e não de fazer acusações! Compramos a idéia (e isso é muito sério), a ponto de dois debatedores “A” e “B”, o primeiro com uma pilha de provas cabais que o segundo é ladrão, e o segundo com essas tais “propostas”, se perguntado, o cidadão dirá que quem venceu o debate foi o “B” pois fez propostas, o “A” só foi acusar, então perdeu! Não sei com relação à maioria dos leitores, mas eu, com 6.2 de idade, há tempos que não aguento ouvir candidato me enchendo os ouvidos com aquele papo de que “vai investir em educação pois o país só se desenvolve com ela”, ou “que vai descarregar recursos em infra estrutura pois é essencial para o desvolvimento”, ou que vai investir maciçamente em saúde porque blá-blá-blá!!! Pessoalmente quero que se quebrem à cadeiradas, que se rebentem à murros e que falem todos os podres uns dos outros! O resto é tudo lorota e conversa para acalentar bovinos!!!
DEU NO JORNAL
O ORIENTE MÉDIO EM EBULIÇÃO E A ESCOLHA ERRADA DO BRASIL
Editorial Gazeta do Povo

Projétil voa sobre a região da Galileia; Irã usou mais de 100 mísseis em ataque contra Israel
Nesta terça-feira, o Irã lançou um ataque com mais de 100 mísseis direcionados a Israel. A ação iraniana marca a segunda vez neste ano em que o regime islâmico ataca Israel diretamente, em vez de fazê-lo por meio dos agentes financiados pelos aiatolás, como os terroristas do Hamas e do Hezbollah, e as milícias houthis do Iêmen. Em abril, os iranianos usaram drones e mísseis facilmente interceptáveis pela defesa israelense; se desta vez houve, de fato, o emprego de mísseis balísticos, como afirmou o secretário de Estado norte-americano, Anthony Blinken, o Irã teria elevado a agressão a um outro nível, já que se trata de armas cuja trajetória torna mais difícil a interceptação. Até a noite de terça-feira (horário do Brasil), havia a confirmação de um morto e alguns feridos: as defesas israelenses funcionaram bem, com a ajuda dos aliados ocidentais; além disso, como um ataque já era esperado, a população estava em alerta para buscar abrigo quando avisada.
A Guarda Revolucionária iraniana assumiu que o lançamento de mísseis é uma resposta às ações israelenses das últimas semanas. Após os longos e cansativos meses de ocupação em Gaza, Israel partiu para uma estratégia de buscar os líderes terroristas, e tem tido enorme sucesso. Desde julho, quando o líder político do Hamas, Ismail Haniyeh, foi morto em um ataque cirúrgico israelense em solo iraniano, Israel já eliminou mais de uma dezena de outros chefes importantes de ambos os grupos terroristas – o principal deles foi Hassan Nasrallah, líder máximo do Hezbollah, morto em Beirute, capital do Líbano, na última sexta-feira. Se o Irã apenas “tomou as dores” dos seus proxies, ou se a tática israelense de “decapitação” foi tão eficaz que Teerã se viu na necessidade de assumir diretamente as operações de combate a Israel, é difícil dizer. Também incertas são as chances de uma escalada no conflito; até o momento da publicação deste editorial não houve nenhuma resposta militar da parte de Israel. Apesar da promessa de “consequências” feita pelo porta-voz das Forças de Defesa de Israel, há o precedente de abril, quando as armas iranianas também fizeram um estrago mínimo e Tel Aviv decidiu por uma retaliação bastante limitada.
A agressão iraniana é a oportunidade de recordarmos um fato que muitos, no Brasil, se recusam a aceitar: ainda que Israel possa ter cometido ou estar cometendo crimes de guerra em sua ocupação de Gaza e nos recentes ataques ao Líbano – e, havendo indícios, é necessário que tais crimes sejam investigados e punidos –, o país luta por sua sobrevivência contra ao menos três agentes que declaradamente buscam exterminar Israel e os judeus: o Hamas, o Hezbollah e o próprio Irã. A entrada do exército israelense em Gaza só ocorreu devido ao 7 de outubro de 2023, quando o terrorismo do Hamas provocou o maior morticínio de judeus em um único dia desde o Holocausto. O direito à autodefesa está mais que consagrado no Direito Internacional, mas há quem confunda a necessária proporcionalidade na resposta israelense com uma obrigação de passividade, já que o poderio militar de Israel é evidentemente superior ao dos terroristas.
Em meio ao barril de pólvora do Oriente Médio, o Brasil de Lula, mesmo com zero poder de influenciar qualquer desfecho na região, já escolheu seu lado. Horas depois do ataque iraniano, o Itamaraty publicou uma nota condenando… a incursão terrestre de Israel no Líbano. Já sobre os mísseis lançados pelo Irã, nem uma palavra oficial do governo até as 19 horas desta terça-feira. A diplomacia brasileira já havia protagonizado um papelão global quando, durante a Assembleia Geral da ONU, os representantes do Brasil deixaram o plenário antes do discurso do premiê israelense, Benjamin Netanyahu, em 27 de setembro – já a fala do presidente iraniano, Masoud Pezeshkian, foi prestigiada pelos brasileiros, bem como as intervenções de outros ditadores e autocratas ou seus enviados, como os chanceleres venezuelano e russo. Aliás, se levarmos em conta a nova leva de bobagens ditas por Lula em Nova York sobre a guerra na Ucrânia, fica ainda mais patente a opção do petista pelo agressor injusto, e não pela nação que se defende dele.
Durante a Assembleia Geral da ONU, o presidente ucraniano, Volodymyr Zelensky, descreveu desta forma as ambições lulistas: “Talvez alguém queira um prêmio Nobel para sua biografia política, para uma trégua congelada, em vez de paz real”, afirmou, sem citar nomes, embora a referência fosse suficientemente óbvia para qualquer um minimamente familiarizado com as falas de Lula sobre a invasão russa e o empenho brasileiro em prol de um “plano de paz” chinês que, na prática, consiste na capitulação ucraniana. Mas não se trata apenas de uma megalomania à qual os brasileiros já se acostumaram; as escolhas erradas de Lula na política externa são conscientes, deliberadas, no sentido de alinhar o Brasil a camaradas ideológicos, mesmo que eles representem o que há de pior no mundo hoje.
PENINHA - DICA MUSICAL
ORIGINAL E VERSÃO – 3
ALEXANDRE GARCIA
SOMOS CONDUZIDOS

Brasil vai para mais uma eleição sem comprovante impresso do voto
Domingo é dia de eleição municipal. Teoricamente, é a eleição mais importante de uma república federativa, porque o município é a célula da nação, onde as pessoas trabalham, se divertem, comem, dormem – e votam nos seus representantes mais próximos, prefeito e vereadores. Eu escrevi teoricamente porque, na prática, somos uma república unitária, concentrando tudo na União quando, ao contrário, deveria estar tudo nos 5.569 municípios. Imagine um corpo que só tenha coração forte, mas sejam fracos seus membros e células. Pois bem, a pergunta é: estamos preparados para receber, sem dúvidas, os resultados do próximo domingo? Estamos nós seguros de que o que será anunciado pela contagem oficial refletirá a verdade, a realidade dos votos que foram digitados? Ou restarão dúvidas, como restaram nas eleições anteriores? O fato é que não se entende como é a apuração, que deveria ser transparente, como indica o artigo 37 da Constituição.
Há pouco tivemos uma demonstração clara de um sistema mais claro que o nosso, na Venezuela. Não foi possível Nicolás Maduro convencer pessoas e países de que ganhara a eleição, pois o sistema tem fácil consulta digital. Tudo indica que Maduro mandou interromper a contagem quando percebeu que perdia por larga margem, mas o fez tardiamente, já com a apuração em eloquentes 83,5%. Um episódio inesperado aconteceu na tevê de maior audiência, a Globovisión, quando o entrevistado deu um exemplo de transparência, pedindo o número do título de eleitor do apresentador. Consultou o celular, confirmou a seção eleitoral e disse que, onde seu entrevistador votara, Maduro teve 94 votos e Edmundo González, 394. Ali, na hora, ao vivo, sem chance de cortar.
Aqui, vamos para as urnas mesmo sem comprovante físico dos mistérios digitais. E vamos, aos trambolhões. A falta disso gerou o 8 de janeiro. Os paulistanos, que vão para uma eleição cuja campanha destoa da importância de São Paulo, têm na bandeira um dístico em latim que diz: Não sou conduzido, mas conduzo. Fico me perguntando o quanto permitimos que nos conduzam. Será por conforto, porque não queremos nos incomodar? Ou por medo de um arbítrio censor que contraria sem pejo a Constituição? Em 1932, os paulistas deram sangue para exigir que Vargas aceitasse uma Constituição. Ele aceitou, mas depois impôs o Estado Novo, repetindo o que fizera Salazar em Portugal. E fomos, aos trambolhões, até 1946.
Agora temos a ágora digital, que deu mais voz a cada um; mas também a usamos como um desabafo: postamos, nos aliviamos, e vamos em frente. Perigoso manter suspenso o X, porque pode acumular pressões. Há 14 anos, Lula, Dilma, Edison Lobão e a governadora Roseane Sarney estiveram em Bacabeira, Maranhão, anunciando com festa e ufanismo a refinaria Premium, da Petrobras. Tiraram quem estava sobre a área de 200 hectares e criaram a expectativa de 132 mil empregos e muita renda para o município. Não aconteceu nada. Na última eleição presidencial, Lula, da promessa não cumprida, recebeu 81% no segundo turno naquela cidade.
Quando a Lava Jato descobriu as propinas de empreiteiras para políticos e seus partidos, proibiram que pessoas jurídicas, isto é, empresas, doassem para partidos. Será que acreditavam que iria valer? Agora se noticia que o dono da Cosan, Rubens Ometo, que doou R$ 7,5 milhões na última campanha eleitoral, principalmente para Lula, agora dobrou a doação, com R$ 15,4 milhões para 160 candidatos e partidos; empreiteiras não podem, mas empreiteiros sim: Ricardo Gontijo, da Construtora Direcional, doou R$ 250 mil para o PSD; Antônio Setin, da incorporadora Setin, deu R$ 1 milhão para o partido de Kassab e Pacheco, noticiou o Metrópoles. Isso sem contar o dinheiro de nossos impostos que vai para o fundo eleitoral, ainda que não gostemos do partido agraciado. Tudo nos é empurrado goela abaixo. Todo poder emana do povo se o povo souber exercê-lo. Aprender a conduzir, para não ser conduzido.

