Isso não é jornalismo. Isso é vassalagem, propaganda de um regime tirânico e incompetente. Essa é a cara da vassala. pic.twitter.com/xIOrm1z4ck
— Bia Kicis (@Biakicis) May 11, 2024
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Isso não é jornalismo. Isso é vassalagem, propaganda de um regime tirânico e incompetente. Essa é a cara da vassala. pic.twitter.com/xIOrm1z4ck
— Bia Kicis (@Biakicis) May 11, 2024
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A fala de Margaret Thatcher é certeira e mais atual do que nunca. Infelizmente, é um retrato perfeito da situação atual da tragédia no RS.
Milhares de voluntários estão mostrando a verdadeira solidariedade do ser humano. Enquanto isso, alguns “jornalistas” tentam minimizar o… pic.twitter.com/cB60zbqgiQ
— Deltan Dallagnol (@deltanmd) May 11, 2024
Caro Editor:
Publique este vídeo no nosso jornal, por favor.
Está ótimo!
E vamos em frente!
Um grande abraço.
— ♏️arla 🐠 (@MarleneMartinsS) May 11, 2024
Olhos que falam mais que a boca
“Ela é a dona de tudo
Ela é a rainha do lar
Ela vale mais para mim
Que o céu, que a terra, que o mar
Ela é a palavra mais linda
Que um dia o poeta escreveu
Ela é o tesouro que o pobre
Das mãos do Senhor recebeu”
A camarinha tinha apenas uma porta. A de entrada. Quatro redes armadas, todas com aquele véu que cobre os berços dos de poucos dias de nascidos, com o objetivo de dificultar a vida dos pernilongos aqui, e, muriçocas acolá.
Na “boquinha da noite”, casa sem televisão, a bagunça era inevitável. Debaixo das redes dos mijões noturnos, uma bacia em cada uma, pretendia evitar a urina no piso de tijolo sem lustre – a modernidade não havia chegado.
A porta da camarinha se abre. Silêncio total, sepulcral. Alguns até fingiam “roncar” – sempre os mais travessos. Todos dormiam ou fingiam. Era a “mãe”.
A mãe, naquele momento, fingia que acreditava que todos dormiam. Ninguém dormia. Mas, a bondade da mãe, o carinho, e o zelo de verificar cada véu de cada rede, funcionava com se sonífero fosse.
Mãe, acreditem, faz milagres. Tudo checado, tudo certo. A lâmpada do quarto é apagada. A porta é fechada…… e, naquela camarinha ou em qualquer cômodo com beliches, a bagunça recomeça.
A noite é curta, apenas para a mãe, que precisa acordar e levantar para o café do marido e a diária e rotineira arrumação dos lanches que todos levarão para a escola – ainda não é tempo para a emissão do cartão de crédito. Melhor levar o lanche caseiro preparado com esmero e carinho. Coisas de mãe.
Mãe. A mãe. A dona de tudo, que se divide em quantas forem necessárias.
Dia claro, a porta da camarinha se abre. Dos quatro filhos, apenas três estão acordados. O caçula ainda não acordou. A mãe tenta despertá-lo…. mas, percebe algo de anormal. Leva a mão à fronte!….. febre alta! Deus dos céus!
Enquanto o marido sai para o trabalho e, não podia ser diferente, leva os meninos para a escola. A mãe se multiplica. Se divide entre as tarefas da casa e o cuidado com o filho: a divisão cede espaço para a multiplicação. É a mãe!
O marido chega para o almoço. Os meninos que foram à escola, também chegam.
A mesa está posta. Os meninos que foram à escola, tomam banho. Um de cada vez. O almoço está servido.
E……. a febre baixou! Mãe é mãe!
O marido volta ao trabalho. Os meninos descansam após o almoço.
A mãe, só agora é hora do banho e do almoço. Tudo rápido, pois os meninos precisam ser acompanhados nas tarefas escolares, no banho da tarde……. e o jantar precisa ficar pronto.
Mãe!
Mãe?!
Hoje, comemoramos o “Dia das mães”!
Alguns, que deveriam ter sido “abortados” agradecem o zelo, a preocupação e o amor, levando as mães para um asilo.
Esses, são os verdadeiros “filhos-da-puta”!
O sofrimento e o amor expressados pelos olhos
DEDICATÓRIA: Minha mãe, faz algum tempo não está entre nós. Com certeza, ao lado de tantas outras mães, está nos “espiando”, vigiando a bagunça que cada um de nós está fazendo. Com ou sem febre. Ao lado do Pai Eterno, como uma estrela maior, continua nos apontando o bom caminho – Assim, esta pequena crônica é dedicada a ela e todas as que estão no mesmo plano. E, claro, as que continuam se multiplicando para desempenhar o melhor papel que Deus lhes confiou.
O senador Márcio Bittar (União-AC) vê “a utilização do STF pelo governo” como preocupante:
“O governo senta para negociar enquanto o STF ganha tempo e avança no ganho de poder exagerado e descabido”.
* * *
“Utilização do STF pelo governo”.
Putz…
Nunca pensei, nem de longe, que um dia iria ler uma afirmação deprimente feito essa numa nota da imprensa.
O Excutivo “utilizando” o Judiciário.
É pra arrombar a tabaca de Xolinha!!!
Comentário sobre a postagem MAGNOVALDO SANTOS – PALM COAST – ESTADOS UNIDOS
Roque Nunes:
Magnovaldo…. o que você viu não chega nem à metade do que está acontecendo aqui.
– primeira desgrama chorando por causa de salvamento de cavalo
– ministra da (des) igualdade racial querendo salvar primeiro ciganos e quilombolas
– o ministro da Secretaria de Comunicação, Paulo Pimenta, também conhecido como Montanha na lista da Odebretch querendo prender quem divulga fatos ocorridos no Rio Grande
– fofoqueiro digital dando xilique porque o povo está trazendo a verdade à tona
– Presomente, ou presidengue indo visitar o local da tragédia e só falando que vai torcer pelo Grêmio e Internacional enquanto o povo morre afogado, ou na água, ou na lama
– Governador baitola do Estado querendo chamar o plano de recuperação do estado de plano Macho
– Ministra indo a público dizendo que vai mandar dinheiros para a ajudar o estado, mas não agora
– postos de fiscalização federal multando caminhões que seguem para o Sul porque não tem nota fiscal dos donativos enviados
– velho careca da Havan, inimigo da democracia e do Estado de Direito colocando toda a sua frota de helicópteros para salvar pessoas, enquanto as Frouxas Armadas nem o pé quer botar na água do Guaíba
– jornalista da rede Goebbels mentindo descaradamente em rede nacional e afora outras adjacências.
Ontem encontrei um “Belírio”,
Que era da minha vó,
No fundo duma gaveta
Dentro dum frasco de pó…
Parece que ainda guarda
O cheiro do seu cocó.
Observação: A palavra “Belírio” ou Beliro, como costumei ouvir desde criança, não aparece no Dicionário para designar “grampo de cabelo”, aparece como: “berílio (do grego βερυλλoς, berilo) é um elemento químico de símbolo Be, com número atômico 4 (4 prótons e 4 elétrons) e massa atômica 9 u . É empregado para aumentar a resistência de ligas metálicas(especialmente a de cobre). É empregado para produzir diversos instrumentos (giroscópios), dispositivos (molas de relógios) e em reatores nucleares”.
Em 2018, com a eleição presidencial chegando, fui convidado para participar de um grupo de zap cujo objetivo era discutir propostas políticas. A ideia era que as urnas favorecessem algumas candidaturas para vereança já em 2020 e que se fortalecesse as alianças para as eleições de 2022. Um dos administradores do grupo tinha sido meu aluno, anteriormente, e daí veio o convite.
Eu fico muito preocupado com propostas políticas, principalmente porque tenho discernimento para saber se é viável ou não determinadas propostas. Alguns candidatos já deixaram de falar comigo porque declarei, taxativamente, que não votaria nele porque o cerco de horrores que eles chamavam de “propostas”, não suportava uma crítica mais séria.
O primeiro caso foi quando eu era professor da rede Estadual de ensino. O colégio que eu trabalhava ficava num bairro que era limítrofe com a vizinha cidade do Jaboatão dos Guararapes. Tinha um professor de matemática que decidiu concorrer ao cargo de vereador e veio falar comigo para que eu abrisse espaço nas aulas para que ele apresentasse suas propostas. Tínhamos um 3º ano que ia se formar naquele ano e aí foi a primeira turma na qual ele entrou e também foi a última. O cara começou falando da candidatura, da importância de ter alguém do bairro paa defender interesses de moradores, etc. até que saiu com essa pérola: “se eu for eleito, eu pago a festa de formatura de vocês.” Mandei parar, disse aos alunos que não votassem nele e nem pedissem voto porque ele não merecia e botei para fora da sala. Numa boa. Claro que ele nunca mais me dirigiu a palavra.
Tempos depois, outro conhecido me procura com sua candidatura a vereador mne pedindo não apenas o voto, mas apoio para divulgar. A gente era relativamente próximo, porque eu dava aula particular para a sobrinha dele. Bom, eu fui ler a proposta e lá estava: “lutar pela implantação da pena de morte no Brasil”. Eu disse logo: “isso aqui é lorota. Pena de morte é competência da União”. Em suma: perdi a relação e só não perdi as aulas porque a menina gostava da minha didática.
Nesse grupo de zap que entrei, começaram a propor temas para ser levado aos eleitores. E o meu nobre aluno, que era candidato, colocou como o primeiro item de luta, de trabalho, “transferir a sede da câmara de vereadores para “Jaboatão Velho”. Para contextualizar: Jaboatão Velho é como se chama o centro da cidade de Jaboatão dos Guararapes. A câmara funcionava lá, a prefeitura idem e a administração foi transferida para o bairro de Prazeres, devido ao PIB que esse bairro tem (shopping center, comércio intenso, grandes indústrias tantos às margens da BR 101 quanto na parte internado bairro). Na hora, eu disse que isso era idiotice, que isso não era proposta que valesse a pena discutir. Ganhei um monte de críticas e sai do grupo.
Uma coisa que é importante esclarecer é que eu não sou político, então não me sinto na obrigação de dourar pílula. Mas, em meio a tanta sandice que vi nesse grupo de zap, muitas delas ainda permeiam as redes sociais. São fantasias mirabolantes sobre a prisão de Alexandre de Morais, sobre impeachment de Lula e cada vez mais acabam propagando inverdades monstruosas, que apenas fortalecem a ideia de que a oposição vive de fake News. Cara, não é fácil: dia desses recebi um vídeo no qual Renata Vasconcelos noticiava, em caráter de urgência, que Lula havia levado uma facada e tinha morrido no hospital Sírio-Libanês. Chamou até um repórter para entrar ao vivo comentando a morte. Puta que pariu! É preciso isso? O pior é que algumas pessoas repassam e propagam esse tipo de bobagem.
Entre as eleições de 2018 e 2022, o debate foi intenso. As mentiras também. De ambos os lados. Nos grupos que participava eu alertava que tínhamos argumentos melhores de crescimento econômico, de recorde na bolsa, de equilíbrio nas contas públicas, de geração de emprego, controle de inflação. Putz! Os caras pegavam uma foto de Lulinha e botavam lá como o “verdadeiro dono da JBS”. Bastava consultar o quadro acionário via CNPJ para ver que isso nunca aconteceu, mas não: vez por outra, isso voltava à tona. Liguei o foda-se.
Estamos agora com uma eleição intermediária que vai ter impacto em 2026. Se os interessados em mudanças não partir para esclarecer e organizar o povo, vão perder. Aliados do governo contam com a máquina e com a gastança de dinheiro e vão caminhar para fortalecer isso. Quem se opõe tem que mostrar, comparar e argumentar, sem mentiras.
Eu, como parte do povo que sonha por um Brasil livre dessa corja que está aí, tô de saco cheio.