Comentário sobre a postagem A FALA DO ESTADISTA
Marcos Mairton:
Esse apego exagerado das pessoas pelo celular eu já tinha percebido faz tempo, conforme se vê nesse clipe, postado há cinco anos!
Comentário sobre a postagem A FALA DO ESTADISTA
Marcos Mairton:
Esse apego exagerado das pessoas pelo celular eu já tinha percebido faz tempo, conforme se vê nesse clipe, postado há cinco anos!
Comentário sobre a postagem MAR ADENTRO (2004) – REFLEXÃO SOBRE A MORTE ASSISTIDA
Marcos Mairton:
Grande história! Grande filme!
Andei pesquisando alguma coisa sobre o caso que serviu de inspiração ao filme.
Até onde fiquei sabendo, de duas maneiras o caso foi levado à Justiça espanhola, mas acabou não tendo o mérito analisado.
Na primeira, Sampedro buscou autorização para por fim à própria vida, com auxílio médico, mas o pedido não chegou a ser apreciado porque o juízo perante o qual foi feito o pedido teria se declarado incompetente, ou seja, o foro adequado seria o de outro local.
Ele, por meio de seus advogados, recorreu, mas não conseguiu reverter a sentença. A frustração dele com o ocorrido é retratada no filme.
Depois da sua morte, teria havido uma investigação criminal, para buscar eventual prática criminosa, mas o caso prescreveu, sem jamais ter sido julgado.
Não entro em detalhes porque estou escrevendo de memória, mas o caso é interessantíssimo do ponto de vista jurídico.
Comentário sobre a postagem BOBBY HELMS
DECO:
Bobby Helms (1933–1997) foi um cantor americano de música country e rockabilly.
Ele fazia parte da era de ouro que misturava o country tradicional com o balanço do rock n’ roll nascente.
Sendo que O Rock and Roll surgiu nos Estados Unidos no final da década de 1940 e início da década de 1950.
Embora muitos possam não reconhecer o nome de Bobby Helms, sua voz certamente é bem conhecida a cada Natal nos EUA, já que seu sucesso “Jingle Bell Rock” é uma das músicas natalinas mais tocadas desde seu lançamento inicial em 1957.
Antes do hit de Natal, ele dominou as paradas em 1957 com “Fraulein” e “MY SPECIAL ANGEL”, que foram grandes sucessos no gênero Country e Pop.
Fontes: Google e Bobby Helms biography
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Comentário sobre a postagem EUTRÓPIO
Jairo Juruna:
Xico Bizerra usou a figura de Eutrópio e a rua de uma casa só para construir uma divertida crônica recheada de ironia sobre a banalização do título de poeta no cotidiano e o ego inflado de quem se acha indevidamente um gigante da poesia.
Por meio da figura de Eutrópio, que se autodenominava poeta em sua solidão, o texto de Xico satiriza a mediocridade pretensiosa e, no final, o cronista adota um tom humilde, recusando o rótulo para si e exaltando poetas consagrados.
A confissão final do cronista, ao declarar que não tem a menor pretensão de ser poeta e que apenas escreve versos, ecoa a postura do apóstolo Paulo que, em uma de suas cartas destinadas a Timóteo (1 Timóteo 1:15), se intitulou como o pior dos pecadores, reconhecendo sua insignificância diante da grandeza divina.
É interessante ver nesta crônica o autor tratar da poesia como uma coisa muito maior, colocando-se abaixo de nomes como Manoel Bandeira e Fernando Pessoa, em uma posição de humildade semelhante à de Paulo perante Deus.
Em seus textos Paulo e o “enorme poeta, já consagrado, que é Xico Bizerra” utilizaram a hipérbole da autodepreciação para elevar o verdadeiro objeto de admiração: Paulo eleva a graça divina, e o cronista eleva a verdadeira arte poética, distanciando-se da figura narcisista de Eutrópio.
“Viva Xico, para sempre, eterno, viva!!!”
Comentário sobre a postagem Ô POVO BESTA…
João Francisco:
Nenhuma carteira, celular, relógio roubados.
Nenhum xingamento.
Um caos organizado.
Essa é a direita.
Isso é o que eles temem.
* * *
🚨FLÁVIO BOLSONARO mal
consegue andar cercado pelo povo!Vai lá, LULA.Sai na rua desse jeito
pra testar toda a sua “popularidade”…Flávio está VOANDO 🇧🇷 pic.twitter.com/yTFRlP0KNu
— Henrique (@henriolliveira_) April 10, 2026
Comentário sobre a postagem SEXTA-FEIRA, 10 !!!
Maurino Júnior:
O chifre ali em cima não é decoração — é logo oficial da experiência.
Não é bar, não é clube… é instituição de acolhimento emocional coletivo.
Ali não tem julgamento — só confirmação.
O cara entra triste e sai… rindo da própria desgraça.
E o melhor: quem entra já sabe o motivo. Transparência total!
Aqui não se esconde nada — nem a dor, nem os chifres.
Fidelidade pode falhar, mas o humor… jamais.
Não é derrota — é associação.
Uns pagam terapia… outros entram pra confraria.
O sujeito não perdeu tudo — ainda ganhou um título honorário.
Isso aí é o Brasil na sua forma mais genial: transforma tragédia em piada e ainda pendura na parede com orgulho.

Comentário sobre a postagem MAL SECRETO – Raimundo Correia
Jairo Juruna:
O poema faz uma advertência para a condição de piedade que sentiríamos se víssemos o sofrimento real por trás da “venturosa” aparência alheia.
A mensagem que passa é que as aparências enganam, e a vida perfeita e a felicidade expostas publicamente muitas vezes escondem sofrimentos internos ou uma busca por parecer venturosos aos olhos dos outros.
Nos dias atuais, essa mensagem se torna extremamente relevante no contexto das redes sociais, onde predominam mensagens pra cima e belas imagens, uma falsa realidade filtrada e feliz e que pode ocultar problemas reais, tudo isso como consequência de uma pressão por um discurso positivo constante, o que pode gerar efeitos colaterais em quem consome esse tipo de “felicidade” editada.
O soneto evidencia assim a contundente disparidade entre a “máscara” pública e a dor privada e expõe a sociedade como um teatro onde todos fingem ser felizes, ocultando suas invisíveis chagas cancerosas.
* * *
MAL SECRETO – Raimundo Correia
Se a cólera que espuma, a dor que mora
N’alma, e destrói cada ilusão que nasce,
Tudo o que punge, tudo o que devora
O coração, no rosto se estampasse;
Se se pudesse, o espírito que chora,
Ver através da máscara da face,
Quanta gente, talvez, que inveja agora
Nos causa, então piedade nos causasse!
Quanta gente que ri, talvez, consigo
Guarda um atroz, recôndito inimigo
Como invisível chaga cancerosa!
Quanta gente que ri, talvez existe,
Cuja aventura única consiste
Em parecer aos outros venturosa!
Comentário sobre a postagem SILVIO SANTOS
Valter Ego:
Silvio Santos não se enquadrava como alguém com alinhamento de esquerda ou de direita.
Faz mais sentido comparar seu modo de atuação com o do Centrão no que tange ao pragmatismo político e à busca por boas relações com quem estava no poder, independentemente da ideologia.
A prova disso é que Silvio Santos foi um empresário que cultivou um relacionamento cordial com todos os presidentes da república, passando pelos militares e incluindo todos os que vieram depois na redemocratização, sem se alinhar a nenhum campo ideológico.
Com interesses diferentes, a comparação de Silvio Santos com o Centrão é válida pelo aspecto pragmático e pela habilidade de transitar com facilidade entre diferentes governos (de direita a esquerda) sem sofrer rupturas com o poder central.
Comentário sobre a postagem MILHÕES E MILHÕES NÃO CONSEGUEM COMPREENDER…
Valter Ego:
Discordo de quem defende que Silvia Abravanel e as irmãs agem em desacordo com o posicionamento político do pai, já que a relação de Silvio Santos, fundador do SBT (Sistema Brasileiro de Televisão), com todos os governos brasileiros ao longo das décadas foi marcada pelo pragmatismo e pela manutenção de um perfil de cordialidade, independentemente da orientação ideológica do presidente no poder.
Desde a ditadura militar (especialmente a partir do governo Médici) até governos recentes, Silvio Santos manteve uma relação próxima com quem estivesse no Palácio do Planalto.
Por 16 anos (1981 a 1997), o SBT exibiu o quadro “A Semana do Presidente”>, que divulgava a agenda dos mandatários, o que demonstrava o alinhamento da emissora com o governo federal.
Silvio Santos chegou a se autodenominar de “office boy de luxo do governo”, enfatizando sua visão de que o governo era seu patrão e que ele devia a ele deferência.
Essa postura pragmática permitiu que Silvio Santos mantivesse o SBT no ar e expandisse seus negócios ao longo dos anos, evitando crises políticas que poderiam afetar suas concessões de TV.
Comentário sobre a postagem NADA É PROIBIDO PRA ELES…
José Alves Ferreira:
Olá!
São vários detalhes dessa história que me chamaram a atenção:
A janja travestida de dona de casa, fingindo cozinhar – faltou mostrar o batalhão de serviçais que realmente fez o serviço – e, o nosso eterno “garotão”, descamisado, com bonezinho virado, só faltando empunhar um skate…
Mas na proximidade das lentes a realidade: olhos, expressão denotando estar bem bebido…
Quanto ao crime contra a fauna, mero detalhe, dentre os tantos que esse ser abominável já cometeu.
Inté!