COMENTÁRIO DO LEITOR

NOS CONVENTOS

Comentário sobre a postagem A MINHA DOR – Florbela Espanca

João Francisco:

Já na época da Florbela um convento era tido como um lugar de dor, de gemer, de agonia.

O fato de haver freiras que vivem no claustro não é sinônimo de prisão, onde em determinadas horas toca o sino e todos devem se colocar em oração, O silêncio é uma regra de ouro e deve ser rigorosamente obedecida.

A fama que é um lugar de perversão, onde garotas pobres são colocadas contra a vontade e as ricas por castigo, que a abadessa é uma carrasca é uma narrativa que permaneceu.

Não nego que em alguns conventos houve desvios, afinal é uma instituição humana e o Diabo sempre ataca.

O normal é que seja uma casa de oração, onde as freiras vão por vocação e de onde já saíram inúmeras santas da Igreja Católica, de onde cito apenas uma, minha querida Santa Teresinha do Menino Jesus, francesa contemporânea da Florbela, doutora da Infância Espiritual.

Se Florbela visse o convento como Santa Teresinha o viu, talvez não tivesse sofrido tanto.

COMENTÁRIO DO LEITOR

COMPOSITOR

Comentário sobre a postagem DE MORAES & DOQUINHA

DECO:

De Morais – (José Duduca de Morais) foi um compositor extremamente produtivo, com cerca de 200 composições gravadas e recordes de venda na gravadora Odeon.

Ele também ficou conhecido por ser o autor da famosa versão de “Oh! Minas Gerais” – uma Adaptação da Valsa Italiana Viene Sul Mare. (Oh, Minas Gerais! Quem te conhece não esquece jamais…Oh Minas Gerais!)

De Morais e Doquinha formaram uma icônica e tradicional dupla de música caipira brasileira, criada no ano de 1947 por sugestão do renomado cantor Francisco Alves.

O duo era composto por De Morais (responsável por tocar a viola/violão e compor) e Doquinha (intérprete vocal feminina), marcando época na era de ouro do rádio brasileiro.

COMENTÁRIO DO LEITOR

POBREZA DE ESPÍRITO

Comentário sobre a postagem NEZILMA BATISTA – FORTALEZA-CE

Mauro Pereira da Silva:

Para chegar ao poder, desde o seu surgimento o pt dedicou praticamente todo o seu discurso jurando que iria acabar com a pobreza.

O pt chegou ao poder e lá se instalou já há quase duas décadas e o discurso continua o mesmo: “vamos acabar com a pobreza”.

Nem a pobreza de espírito que lhes é congênita eles conseguiram sequer amenizar.

Moral da história: se o pt acabar com a pobreza, ele morre.

Se o lula da silva parar de mentir, ele e o pt morrem.

O grande perigo é que eles estão determinados em se tornarem “imorríveis”.

Se eles vão conseguir, ou não, só depende de nós!

COMENTÁRIO DO LEITOR

DEMÊNCIA

Comentário sobre a postagem ABESTALHAMENTO CADUCO

Luci Oliva:

Essa demência dele é bastante conveniente para quem, de fato, está comandando o país.

Ele não tem como contestar pois para ele está sendo muito bom ficar viajando sem pensar no país.

Acho que ele nem sabe mais que é presidente.

Está se achandio um sindicalista do passado falando merdas para jumentos amestrados.

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COMENTÁRIO DO LEITOR

IRREVERÊNCIA DA LITERATURA DE CORDEL

Comentário sobre a postagem EU JÁ FIZ SESSENTA E NOVE

Jairo Juruna:

O poema de Dalinha Catunda é um excelente exemplo da irreverência típica da literatura de cordel e do humor nordestino.

A autora utiliza a métrica e a rima para brincar com a expectativa do leitor diante de mensagem criativa e de duplo sentido.

O poema é um texto curto, mas muito sagaz, que usa a malícia popular para celebrar a longevidade com muita graça!

Sobre não esperar aprovação, chegar em excelente forma aos 69 anos (ou qualquer idade) deve ser motivo de orgulho e leveza, e não de peso ou tabu e, quanto a isso, censurar ninguém se atreve.

Parabéns para a colunista pelos 69 anos e que ela tenha, no ano que vem, uma excelente entrada nos 70.

E que continue nessa trajetória marcante por muitos anos.

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COMENTÁRIO DO LEITOR

O SIMBOLISMO DA FLOR

Comentário sobre a postagem A FLOR DO CÁRCERE – Euclydes da Cunha

Jairo Juruna:

Com o poema “A Flor do Cárcere”, Euclides da Cunha, criou uma obra-prima que explora com maestria o contraste entre a dureza de um ambiente prisional e a delicadeza regeneradora da natureza, fazendo uma feliz associação dos temas da pureza e do consolo em cenários de dor e escuridão, e celebrando assim o poder da poesia em encontrar beleza na adversidade.

Por meio do recurso de abordar a beleza encontrável em cenários sombrios, como o nascimento de uma flor entre os muros de uma prisão, o poema sugere que a presença da flor tem o poder de transformar até mesmo um “bruto e vil descrente”, que passa a encontrar nela um motivo de prece e alívio para sua dor.

Digno de destaque no texto é a metáfora da flor sendo comparada a uma “estrela perfumada e branca” que brilha na “noite de sua alma”, simbolizando a luz da esperança em meio ao sofrimento existencial.

COMENTÁRIO DO LEITOR

SIAMO TUTTI FUDITTI

Comentário sobre a postagem O ESTADISTA FICOU PUTO

Monteiro:

Lembra a Rita Lee e sua cançãozinha:

Siamo tutti fuditti
Maledetto mondo cane
Voglio mangiare dinamite
Con mortadela, vino i pane…

etc, etc…

Fica esperto eleitor, se é que me lê…

Não tem picanha e cervejinha, como prometeu o mané, e muito menos terá mortadela, vinho e pão, como pedia a Rita Lee.

Realmente siamo tutti fuditti, ou estamos todos fudidos, em bananês castiço, a considerar o que há como candidatos ao cargo de próximo gerente de Banânia…

Ou é o atual saco de esterco, encharcado d’água que passarinho não bebe, ou o outro mané, que também aparenta ser incapaz de atravessar uma rua mastigando chicletes…

Arriba, Banânia!

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