A PALAVRA DO EDITOR

DE QUARENTENA NA RUA

Tô saindo agora pra ir comprar abacaxi num supermercado aqui perto de onde moro.

Felizmente não ordenaram o fechamento desses estabelecimentos.

E depois vou passar na padaria pra comprar bolacha, pamonha, canjica e pão.

Sem abacaxi ou mamão, nas três refeições do dia, eu não consigo sobreviver.

Já a canjica e a pamonha são indispensáveis na janta.

Entendo e respeito quem segue a quarentena braba e não sai de casa de jeito nenhum. Cada um pensa dum jeito.

Mas eu não entro nesta onda de apavoramento que varre o país nem com a porra!

Tomo as medidas básicas e mínimas de precaução, recomendadas por quem entende do assunto, e sigo em frente, tocado normalmente minha rotina.

E, como já disse numa postagem que fiz esta semana, minha quarentena de preguiça, de coçar o saco e de tirar cochilo na rede, eu já cumpro há anos, desde que me aposentei no século passado.

Estou com o meu conterrâneo que foi entrevistado pela Globosta enquanto caminhava pela praia.

Estou com ele e não abro.

Vejam a estocada que ele deu no olho do furico do jornalisteiro:

A PALAVRA DO EDITOR

NO OLHO DO FURICO

O jornalisteiro André Tigueiro, assalariado da Globosta, entrevistando o Dr. Marcelo Burattini e perguntando sobre o pronunciamento do Presidente Bolsonaro a respeito do surto de coronavírus.

Cuida-se aqui de um renomado cientista, um infectologista de grande competência, razão pela qual foi procurado pela Globosta pra dar sua opinião.

O entrevistado acertou bem no meio do olho do furico do idiota da grande mídia extremista banânica, uma das maiores vergonhas deste país nos dias de hoje.

A resposta do médico contrariou totalmente as expectativas do tabacudo globeiro.

Vejam a estocada bem no meio do olho do furico:

A PALAVRA DO EDITOR

CHEGA DE APERREIO E VAMOS COÇAR O SACO, GENTE!!!

Êita povo besta, tudo apavorado com o terrorismo perpetrado pela grande mídia banânica.

As redações virulísticas passam as 24 hora do dia espalhando coronavírus nos ares, complementando o trabalho iniciado pela ditadura comunista chinesa.

Dou ouvidos pra esses porras nada!!!

Aqui no nosso país já tivemos siglas bem piores que esse tal de COVID-19.

Além da PQP e da VASSE-FUDÊ, já fomos assolados também pelo HIV e H1N1. 

Isto sem falar da gôta serena, do pingo das três foices, da febre do rato, da tosse dos cachorros, do caralho de pano, da bôba de pito, do chato no cunhão, da caganeira de chicote, da gonorreia de cachoeira, da peste bobônica, da vêia estourada do cu, da bixiga lixa, da dor de espinhaço, do nó na tripa, do gozo frouxo, do mormaço no toitiço, da coceira do cão, do tolôte inchado e, sobretudo, da peste vêrmeia que tinha a sigla de PT-13.

Vamos ter calma, minha gente. Não existe motivo pra aperreios.

Não vamos dar respaldo a esta onda de babaquice trovejada pela grande mídia.

Quanto a essa tal de quarentena, tá vindo tarde e fora de hora.

Eu, que sou catalogado midiaticamente na categoria de “idoso”, já pratico religiosamente a minha quarentena. 

E isto há muito tempo, há vários anos.

Sou incansável nos prazerosos ofícios de endeusar a preguiça, azeitar o eixo do sol, ensacar fumaça e coçar a bolsa escrotal. Com muito gosto.

E tudo isso de preferência deitado numa rede!!!

Viva a indolência!!! Viva o ócio!!! Viva a preguiça!!! 

Salve o que os italianos (êpa!) chamam de dolce far niente.

Sou mais o ABC do Preguiçoso, a magnífica e vagabundística canção de Xangai.

A PALAVRA DO EDITOR

DICA PROS LEITORES

Aqui vai uma dica deste Editor para todos os viciados fubânicos:

Não deixem de ver o programa Alerta Nacional, que é apresentado pelo meu conterrâneo de Palmares, o certeiro e direto Sikera Jr.

Um cabra da peste, um apresentador como nenhuma outro na TV brasileira, no seu estilo bem peculiar.

Com ele é peibufo, no alvo, direto, sem arrodeio, no fucinho.

O programa de Sikera vai ao ar de segunda a sexta, das 18h às 19h30.

Veja aí na sua cidade qual é o canal de Rede TV. 

Ou, então, veja pela internet, ao vivo. 

Clique aqui para acessar. 

Não esqueça: a partir das 6 da tarde de hoje, segunda-feira.

A página de Sikera no Youtube também tem muitos vídeos interessantes.

Vale a pena dar uma passada por lá.

Pra fechar a postagem, um vídeo de Sikera da semana passada:

A PALAVRA DO EDITOR

É DE FAZER CHORAR

Acreditem:

Este texto que está transcrito a seguir foi postado aqui no JBF, no espaço reservado aos comentários.

Juro, atesto e dou fé que foi mesmo postado. 

Também dou fé, atesto e juro que quem postou acredita MESMO no que está escrito no texto, que versa sobre a prisioneira ilha de Cuba.

Embora quem se encantou e publicou o texto aqui no JBF nunca tenha estado lá no paraíso castrista e prefira as delícias e prazeres dos recantos capitalistas deste mundo.

Assim como faz a comunista Manuela, a vice de Haddad, que adora tirar fotos em Nova Iorque, aos pés da Estátua da Liberdade (que ironia…) junto com a família.

O ex-prisioneiro Lula recentemente badalou pelo mundo capitalista, às custas do nosso dinheiro, mas nem sequer pensou em dar uma chegada em Havana, onde moram seus queridos amigos ditadores, seus companheiros de ideologia.

Essa turma das zisquerdas banânicas tem bom gosto no campo turístico e sabe escolher o que é bom e o que presta na hora de bater asas pelo mundo.

E agora vamos ao texto que botaram aqui nesta gazeta escrota, o espaço mais aberto e democrático da internet, e que publica de tudo que neste existe neste mundo.

Até este tipo de lixo.

Preparem-se pra ficar horrorizados.

Ou, talvez, ficar rindo.

Acho que a segunda opção, dar risadas, é automática.

Vejam:

Cuba: um gigante moral – Jonas Duarte

O tamanho de Cuba não pode ser medido por suas dimensões físicas-geográficas ou econômicas e sociais.

A Ilha Socialista só precisa ser medida por sua dimensão humanitária. Por sua infinita solidariedade.

“Compartimos o que temos, não o que nos sobra”, dizem os cubanos com sorrisos largos em seus rostos.

E assim é.

E compartem amor, solidariedade, humanidade.

Os valores socialistas se consolidam na Ilha. Nestes 60 anos de Revolução e Resistência se forjou uma cultura de solidariedade só possível sob um sistema socioeconômico socialista.

Jamais o capitalismo formará tamanha consciência cidadã, humanitária, solidária.

Foi Cuba Socialista quem salvou a humanidade do Ébola. É a mesma Cubita, linda, negra, banhada pelo sol e sal caribenhos que se apresenta ao mundo firme para dá (sic) uma contribuição valiosa (determinante mesmo) no enfrentamento ao Coronavírus.

Médicos cubanos já chegam em todas as partes do Planeta para arregaçar as mangas e domar a contaminação do vírus.

Também se destaca no tratamento seu remédio Interferón Alpha 2b, destacado pelos chineses como o mais eficiente dos fármacos utilizado no tratamento do Coronavírus.

A Coreia do Sul, Alemanha além da China utilizam com êxito o medicamento cubano.

Circula noticia nas redes sociais que o uso do medicamento cubano em Servilha, na Espanha, tem permitido àquela comunidade mortalidade zero até agora.

Precisa se confirmar tal informação. Caso se confirme, o mais importante no tratamento do Coronavírus será derrubar o bloqueio contra Cuba.

Independente desse caso, Cuba abre os braços ao navio da Grã-Bretanha, com 5 positivados para o Coronavírus e o convida a pousar em solo cubano. Ali todos serão cuidados, sem nenhum tipo de discriminação.

É nesse nivel que Cuba Socialista trata a crise de saúde internacional.

Gigante nos cuidados sanitários e de saúde, enorme no exemplo de dignidade e humanidade perante uma situação dessas.

Cuba é um amor que “não aceita fronteiras, como a primavera – não escolhe jardim” .

À Cuba minha admiração.

Viva a Revolução Cubana.

Viva o Socialismo – única alternativa ao caos mundial atual.

Povoa minha mente frases de canções cubanas de amores por nuestra cubita, que dizem muito dessa Revolução.

“Amo esta isla”
“Cuba que linda es Cuba, quiem te coñece te quieres más…”
“Te pertuba mi amor…”

Me emociona falar de Cuba. Um povo mestiço, negro, pobre dando lições ao Planeta.

* * *

Ao invés de ficarmos horrorizados, acho que é melhor a segunda opção que sugeri no começo desta postagem.

Vamos rir.

Quero ressaltar que este riso é provocado pela idiotice total e absoluta do tal Jonas Duarte (vocês sabem quem é?), que cagou e publicou o texto absurdo aí de cima.

O riso nada tem a ver com a escravatura, o horror e a tirania a que é submetido o povo cubano há décadas.

Esse fato não é pra rir.

É pra fazer chorar.

UMA FAVELA MISERÁVEL, UM POVO TRISTE, DOENTE E ESCRAVIZADO

A PALAVRA DO EDITOR

LAVAGEM DE MÃOS MUSICAL

Nestes dias de aperreio, com muita gente fazendo terrorismos à base de bombas coronavírus, esta gazeta escrota proporciona aos seus leitores alguns minutos de enlevo e tranquilidade.

Uma magnífica aula musical de como lavar as mãos para se proteger dos micróbios do mundo, dada pela Orquestra de Câmara do Amazonas.

A PALAVRA DO EDITOR

MORTE MORRIDA E MORTE MATADA

Ontem, numa postagem publicada na seção “Deu no Twitter”, intitulada PETISTA DE REDAÇÃO QUEBROU O FUCINHO, fiz um comentário usando as expressões “morte morrida” e “morte matada“.

Um estimado amigo e companheiro de zap, residente em Blumenau-SC, e com o qual troco mensagens diariamente, me perguntou que danado seria isto.

Ficou muito curioso.

E eu expliquei pra ele que estas peculiares expressões são muito usadas no linguajar do povão daqui da Nação Nordestina.

A primeira, “morte morrida”, é quando alguém se encanta naturalmente.

Já a outra, “morte matada”, é quando o falecido foi vítima de assassinato.

Fui na minha estante e peguei o clássico Morte e Vida Severina, da autoria do saudoso recifense João Cabral de Melo Neto, um dos maiores poetas da língua portuguesa.

Severino, o personagem desta magnífica obra, em sua caminhada do sertão rumo ao litoral, conforme o enredo do livro, cruza com um cortejo fúnebre, “dois homens carregando um defunto numa rede” e questiona os que levavam o falecido:

Ou seja, o personagem de João Cabral havia sido assassinado.

Numa emboscada, conforme consta deste trecho do poema acima reproduzido.

Dois exemplos pra fechar a postagem:

No último dia 4 deste mês de março, encantou-se, por morte morrida, a grande artista Adelaide Chiozzo, uma grata lembrança da minha infância, nos filmes da Atlântida que eu via no Cine Apolo, em Palmares.

Já atual presidente Jair Bolsonaro escapou da morte matada quando foi esfaqueado em Juiz de Fora, em setembro de 2018.

Pronto: está tudo dito.

A PALAVRA DO EDITOR

PRAGA PRA UMA SEXTA-FEIRA, 13

Hoje é o dia em que a Mãe de Calor-de-Figo limpa os dentes com uma escova fabricada com os pentelhos da sogra de Belzebu, a madrasta de Caralho-de-Asas come bimba de gato frita em sebo de bode, a nêga Espanta-Cacete amarra o pixaim com biliros feitos de ossos de cachorro doido, a madrasta de Cavalo-do-Cão come barro e caga tijolo pra levantar a caverna do Tinhoso, a cabôca Traça-Pica faz careta pra Tranca-Rua em cima de um pinico de loiça, a enfezada Catraia Sibita lava a priquita com o mijo da Besta Fera pra se enxugar com um pedaço da estopa de Maria Mulambo e a irmã de Pancanha cata chatos na barba do cabôco Papa-Cu.

É dia de ter muito cuidado, assim feito quem procura pinico com os pés no escuro.

Quem lê, gosta, aprecia e divulga o Jornal da Besta Fubana está a salvo e terá um dia excelente.

Assim como excelente terá este final de semana.

Já os farrapos humanos que falam mal mim que preparem o furico: o moleque Bimba-de-Alavanca tá pronto pra fazer sua parte.

Este aí de cima é o Moleque Bimba-de-Alavanca, que está de plantão pra enrabar os muderninhos do puliticamente correto, os inclusivistas, o emponderadores, os babacas, os idiotas, os transbaitolados, os lesos, os mortadeleiros, os tabacudos e os militantes zisquerdóides de todas as quadrilhas.

E fiquem de pregas preparadas Lula, Toffoli, Dilma, Maia, Maria do Rosário, Boulos, Haddad, Alcolumbre, Gilmar, Stédile, Gleisi, Lewandowski e mais 13 outros que estão aqui na minha lista, além dos componentes das redações da grande mídia banânico-oposicionista deste país.

Serão devidamente enrabados e ficarão todos de furicos afolosados.

E pra fechar a postagem com chave de ouro, peço ajuda ao meu conterrâneo de Palmares, o catimbozeiro Sikêra Júnior, pra dar um descarrego da pesada nesta sexta-feira da gôta serena, da bixiga lixa e da febre do rato.

Fala, Sikêra!!!

A PALAVRA DO EDITOR

A BESTA AVUANDO NOS ARES RADIOFÔNICOS

Ontem, segunda-feira, fiz uma postagem aqui no JBF informando que o colunista fubânico José Paulo Cavalcanti, um dos maiores juristas brasileiros da atualidade e ex-Ministro da Justiça, iria dar um entrevista à Rádio CBN.

E como o tema da entrevista seria a imprensa, coloquei na postagem esta frase:

Tomara que José Paulo esculhambe com esta gazeta escrota… Nos daria uma audiência arretada!!!

Sintonizei a CBF, escutei a entrevista na hora e, de fato, ele fez referência a este nosso antro imundo.

Baixou o cacete!

Escutem o vídeo abaixo e prestem atenção na “esculhambação” que ele fez com o Jornal da Besta Fubana.

Chega perdi a assuspiração!!!

Brigadão, meu estimado e ilustre amigo, pela generosidade de sua apreciação.

Fiquei ancho que só a peste!

É um privilégio editar um jornal que tem colaboradores do vosso quilate.

Abraços para o querido casal e muito sucesso!!!

A PALAVRA DO EDITOR

UMA DICA PROS NOSSOS LEITORES

Hoje, segunda-feira, o colunista fubânico José Paulo Cavalcanti, um dos maiores juristas brasileiros da atualidade e ex-Ministro da Justiça, estará ao vivo na Rádio CBN-Recife, às 14:45 hs.

Uma entrevista, segundo ele me informou, que versará sobre a imprensa brasileira da atualidade.

Tomara que José Paulo esculhambe com esta gazeta escrota…

Nos daria uma audiência arretada!!!

Pra quem quiser ouvir o programa, basta clicar aqui.

José Paulo no Programa Jô Soares, falando sobre o seu livro Fernando Pessoa – Uma Quase Autobiografia, obra sobre o grande poeta português reconhecida internacionalmente